[VÍDEO] TAG: Viciada em séries!

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Esta semana resolvi gravar uma tag bem legal, sobre seriados! Atualmente acompanho “Girls”, “The Walking Dead”, “Game of Thrones” e também as do Netflix, “Demolidor” e “Sense8” – esta última acabei de ver recentemente e adorei! No vídeo de hoje, falo um pouco sobre as séries que já me marcaram e rola uma sessão nostalgia básica: quem aí acompanhava “Blossom” e “Confissões de Adolescente”? ;)

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[Vídeo] #Geek Girls: Minhas nerdices favoritas e mais!

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Há algum tempo entrei para um grupo aberto super legal do Viber chamado Geek Girls! Lá eu e várias outras meninas incríveis conversamos sobre games, seriados, filmes e nerdices em geral, e você pode ser uma mosquinha e acompanhar toda nossa conversa ao vivo.. Dá uma busca aí para encontrar a gente, é rapidinho! <3

Para expandir nossos horizontes, criamos uma tag bem legal para contar quais são os nossos favoritos nesse mundo gamer-tech e, é claro, se você curtiu pode responder no seu canal também! Vou deixar as perguntas todas depois do pulo.

Dá o play aí e me conta: qual seu item geek favorito? 8) Aproveita e se inscreve no canal também!

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O aplicativo que pode mudar o jeito como você se veste

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Pastinha de referências, street style, desfiles: tudo isso inspira a gente a ousar e a sair do lugar comum na hora de se expressar com nosso guarda-roupa. O problema é que, ainda assim, às vezes não conseguimos nos relacionar com estas imagens que tanto amamos analisar. Aquele jeans boyfriend é maravilhoso no Pinterest, mas você não tem nada parecido? Ou você acha lindo, mas não em você mesma?

Precisamos ser mais práticas, é claro, mas ninguém falou em largar a criatividade para isso! Por isso mesmo, a minha a reação ao descobrir este app foi simplesmente ficar assim: de cara.no.chão.

saiaremix

O Polyvore, aquele site que dá ao usuário o poder de curadoria em lojas do mundo todo, criou um serviço inverso e gratuito para aproveitar melhor seu acervo. No celular, ao invés de ser a criadora de um set de peças de roupas e acessórios, você encontra as montagens já feitas para se inspirar.

O aplicativo gratuito Remix aproveita todo o extenso acervo de produtos e montagens dos usuários do site-mãe e coloca à disposição do usuário para busca. Você vai na caixinha de busca e joga lá, por exemplo, “leather skirt” (saia de couro), como eu fiz na montagem acima. O aplicativo vai te entregando N combinações de looks e é impossível que em algum momento você não encontre peças parecidas com as que tem no armário para se inspirar.

Depois disso, você pode salvar seus looks e peças favoritos, de forma a criar um acervo permanente de ideias ou até mesmo uma wishlist de itens que seriam bem-vindos para compor com o que você já possui em casa. É ou não é um guiazinho de montação de bolso? <3

A brincadeira é fodástica e dá para começar com uma calça de joelho rasgado e acabar com um look festa incrível.

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Dá para usar o aplicativo para ver novos jeitos de usar a mesma roupa, encontrar combinações para conseguir tirar do armário aquele lance bafônico que você comprou e ainda não estreou, ou até mesmo ver 300 combinações de sapatos para um vestido, de forma que você observa muitas combinações antes de decidir em qual investir.

Quem tem costume de fazer compras no exterior ou de adquirir produtos em sites estrangeiros, tipo Asos, vai fazer a festa ao encontrar no app peças iguaizinhas às que tem no closet. Eu até me emocionei, gente. kkk Daí é só favoritar e dar sempre um refresh nas novas combinações que pintam no app.

Em resumo: é simplesmente útil e incrível para sair da mesmice. Só não é 100% perfeito porque não tem versão em português. Ainda. Deixo aqui, portanto, meu apelo pela versão BR do aplicativo.

Para entender de vez como funciona:

 

Gisele Bündchen: 13 razões para sentir falta dela na passarela

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Com os tradicionais cabelos ondulados e longos, uma foto própria estampada do peito, jeans e camiseta branca, Gisele Bündchen encerrou sua longa jornada de desfiles no show da Colcci para o verão 2016 em São Paulo. É claro que GisBün sempre pode fazer o Schumacher e voltar para a passarela se der na telha, mas pelo choro que se viu no último desfile, parece mesmo que não vamos vê-la neste tipo de trabalho de novo tão cedo.

Já tive algumas oportunidades de vê-la e ouví-la ao vivo e de pertinho, assim como de assistí-la desfilando pessoalmente, num dos meus primeiros SPFW. Gisele é, assim, carismática e leve, mas choca ao assumir uma nova persona para atravessear a passarela. Tarefa assim tão simples, andar daqui até ali, mas tão poderosa.

A video posted by Fernanda Pineda (@loverox) on

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Enquanto ela caminhava pela última vez aos olhos de todos, o snapchat (segue lá: feepineda!) e o Instagram bombavam com chororôs de saudades da mais importante modelo brasileira. Em ritmo de festa, o post de hoje é só para pagar um pau para essa gaúcha que recomenda que todos tomem muita água para ficar belos, mas que também é viciada naquelas ampolinhas de cabelo lá da farmácia que a gente também usa. Porque ela merece.

13 razões para ter saudades de Gisele na passarela:
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1. porque nem todo Pokémon evolui assim:

pokemon1

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A magia do cinema tem nome: chroma key

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Pense no filme mais aguardado do mês: “Os Vingadores: A Era de Ultron”. Agora pense em quanto tempo os atores passaram dentro de um estúdio, cercado por telas verdes e cobertos por roupas esquisitas, cheias de sensores que serão lidos por computadores depois. Pois bem: deve ter sido muito tempo. O filme estreia no próximo dia 22 e é mais um integrante da safra que não é nada sem um bom chroma key.

É chocante ver como foram feitas algumas cenas emblemáticas do cinema contemporâneo e observar como é solitário o trabalho dos atores que ficam, muitas vezes, diante de uma tela colorida e nada mais. São artistas que provavelmente não fazem ideia de tudo que vai vir na pós-produção, e diretores ridiculamente bem treinados e cheios de imaginação, que conseguem saber exatamente aonde cada elemento vai pingar no quadro.  O engraçado é que, mesmo sendo estes os filmes que pagam as contas de Hollywood, as premiações continuam negando a eles suas estatuetas “sérias”.

 “os vingadores” (2012)

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“alice no país das maravilhas” (2010)

alice

 

“a vida de pi” (2012)

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“batman: o cavaleiro das trevas” (2008)

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“o hobbit” (2012)

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“gravidade” (2013)

gravidade

“game of thrones” (2011)

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“o senhor dos anéis” (2001)

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Antes de pegar a pipoca para ver a obra de arte digital do mês, também vale rever o making of do primeiro “Vingadores”: 

“Life is strange”: um jogo embrulhado para presente

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Não é impressão sua, não é engano da garotinha fã de quadrinhos, nem implicância das mulheres do mundo do entretenimento: aparentemente, em pleno 2015, somos frequentemente esquecidas de papeis de destaque ou não somos vistas como interessantes o suficiente para mover uma história.

No Globo de Ouro, a questão veio à tona mais uma vez quando Amy Poehler e Tina Fey deram aquela cutucadinha básica no mercado e comentaram que um dos únicos papeis interessantes para mulheres mais velhas foi o da premiada Patricia Arquette em “Boyhood”. E as duas não estão erradas em causar essa “saia justa” em frente aos poderosos da indústria: uma pesquisa da Universidade de San Diego deixa bem claro o quanto a catraca de Hollywood não está virando para as mulheres, mesmo com filmes bem-sucedidos tendo elas (nós) como protagonistas. Exemplos rápidos: “Jogos Vorazes”, “Malévola” e o fenômeno “Frozen”.

No mundo dos games, a situação começa a ficar (ainda mais) periclitante. Apesar de já sermos, só no Brasil, pelo menos 47% do público gamer, não há um dia sequer em que eu não leia o relato de alguma garota que sofreu algum tipo de preconceito simplesmente por querer jogar e se divertir. Ou seja: além de não sermos representadas e de não termos praticamente nenhum marketing voltado para nós, ainda somos alvo de críticas e objetificações o tempo todo.

Dito isso, quando me sentei para jogar o primeiro episódio de “Life Is Strange” no último sábado me senti aliviada. Até presenteada, para ser mais exata.

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Produzido pela Square Enix, mesmo estúdio responsável por “Tomb Raider”, o jogo “Life is Strange” vem dividido por episódios e conta a história de uma adolescente chamada Max. Depois de mudar de cidade e escola para abraçar sua paixão pela fotografia, a garota acaba enfrentando uma série de dificuldades para se enturmar e arranja confusões compulsoriamente por onde passa.

Num desses momentos, ela descobre a improvável habilidade de manipular o tempo e de, portanto, fazer novas escolhas. Seus “poderes” especiais permitem que ela dê a volta por cima, seja herói por um dia (ou vários) e tente descobrir um mistério ao lado de sua melhor amiga da infância.

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