Reciclando o armário: doar, vender ou mandar direto para o lixo?

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closet incrível de Aimee Song do “Song of Style”

O clima virou, o calor abrandou e já tem muita gente buscando os casaquinhos e jaquetinhas no fundo do armário. elo menos em São Paulo, o outono já deu as caras e estamos com os dois pés numa das estações mais gostosas do ano!

Além de ser uma ótima época para dar aquela chacoalhada na ordem dos fatores desta grande equação que é o guarda-roupa, há também motivos nobres em jogo: em maio começam as tradicionais campanhas de arrecadação de agasalhos. Várias cidades de todo o país já começaram seus mutirões para receber doações e você com certeza pode ajudar.

Outra opção super interessante é também vender algumas peças. É claro que você pode doar tudo sempre que quiser, mas em tempos de crise, vender ou trocar com as amigas pode ser bem vantajoso, especialmente quando o item tem vida útil “fashion” mais longa.

+ Leia mais: 5 motivos para fazer uma limpeza no guarda-roupa

 

doar ou vender, eis a questão!

Se for doar, saiba que é importante SIM que as peças estejam em bom estado. Isso não significa que é preciso que a cor de um moletom esteja 100%, mas sim que não dá para doar sapatos furados, se é que me entendem. Quem receber a peça, precisa ainda conseguir aproveitá-la, se não por sua beleza, pelo menos por sua funcionalidade. Se o moletom aquece e o sapato protege os pés, ótimo. Se não, lixo.

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Baile do MET: as lindas, as Giovanas e as que brigaram com o stylist

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Este ano o tradicional baile do Met anunciou a chegada da exposição “China: Through the looking glass”, que celebra a moda chinesa com mais de 130 obras da alta-costura do país. A mostra será aberta ao público em Nova York no próximo dia 7.

Como sempre, é uma noite eletrizante, desde quem foi convidado e quem não foi, até quem resolveu ousar e brincar com o tema - ou não conseguiu. Enfim, vamos aos looks: uma seleção entre as minhas lindas favoritas, as moças que chamaram todas as atenções e as que vão precisar de uma D.R com o stylist para já.

as lindas do baile

As duas favoritas: uma sexy, outra moderna, ambas absolutamente irretocáveis.

Rosie Huntington-Whiteley apareceu assim, uma verdadeira visão, no tapete vermelho. Beleza totalmente harmoniosa com o longo Versace e tudo em seus devidos lugares. O decote ousado poderia ser um problema, mas o caimento está realmente perfeito para a modelo. Impecável.

annehathaway

Num tom completamente diferente, Anne Hathaway levou uma referência delicada e direta do dresscode com o capuz no longo Ralph Laren. O vestido de lamê foi feito especialmente para ela, sob medida.

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O aplicativo que pode mudar o jeito como você se veste

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Pastinha de referências, street style, desfiles: tudo isso inspira a gente a ousar e a sair do lugar comum na hora de se expressar com nosso guarda-roupa. O problema é que, ainda assim, às vezes não conseguimos nos relacionar com estas imagens que tanto amamos analisar. Aquele jeans boyfriend é maravilhoso no Pinterest, mas você não tem nada parecido? Ou você acha lindo, mas não em você mesma?

Precisamos ser mais práticas, é claro, mas ninguém falou em largar a criatividade para isso! Por isso mesmo, a minha a reação ao descobrir este app foi simplesmente ficar assim: de cara.no.chão.

saiaremix

O Polyvore, aquele site que dá ao usuário o poder de curadoria em lojas do mundo todo, criou um serviço inverso e gratuito para aproveitar melhor seu acervo. No celular, ao invés de ser a criadora de um set de peças de roupas e acessórios, você encontra as montagens já feitas para se inspirar.

O aplicativo gratuito Remix aproveita todo o extenso acervo de produtos e montagens dos usuários do site-mãe e coloca à disposição do usuário para busca. Você vai na caixinha de busca e joga lá, por exemplo, “leather skirt” (saia de couro), como eu fiz na montagem acima. O aplicativo vai te entregando N combinações de looks e é impossível que em algum momento você não encontre peças parecidas com as que tem no armário para se inspirar.

Depois disso, você pode salvar seus looks e peças favoritos, de forma a criar um acervo permanente de ideias ou até mesmo uma wishlist de itens que seriam bem-vindos para compor com o que você já possui em casa. É ou não é um guiazinho de montação de bolso? <3

A brincadeira é fodástica e dá para começar com uma calça de joelho rasgado e acabar com um look festa incrível.

remix_calcas

 

Dá para usar o aplicativo para ver novos jeitos de usar a mesma roupa, encontrar combinações para conseguir tirar do armário aquele lance bafônico que você comprou e ainda não estreou, ou até mesmo ver 300 combinações de sapatos para um vestido, de forma que você observa muitas combinações antes de decidir em qual investir.

Quem tem costume de fazer compras no exterior ou de adquirir produtos em sites estrangeiros, tipo Asos, vai fazer a festa ao encontrar no app peças iguaizinhas às que tem no closet. Eu até me emocionei, gente. kkk Daí é só favoritar e dar sempre um refresh nas novas combinações que pintam no app.

Em resumo: é simplesmente útil e incrível para sair da mesmice. Só não é 100% perfeito porque não tem versão em português. Ainda. Deixo aqui, portanto, meu apelo pela versão BR do aplicativo.

Para entender de vez como funciona:

 

Gisele Bündchen: 13 razões para sentir falta dela na passarela

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Com os tradicionais cabelos ondulados e longos, uma foto própria estampada do peito, jeans e camiseta branca, Gisele Bündchen encerrou sua longa jornada de desfiles no show da Colcci para o verão 2016 em São Paulo. É claro que GisBün sempre pode fazer o Schumacher e voltar para a passarela se der na telha, mas pelo choro que se viu no último desfile, parece mesmo que não vamos vê-la neste tipo de trabalho de novo tão cedo.

Já tive algumas oportunidades de vê-la e ouví-la ao vivo e de pertinho, assim como de assistí-la desfilando pessoalmente, num dos meus primeiros SPFW. Gisele é, assim, carismática e leve, mas choca ao assumir uma nova persona para atravessear a passarela. Tarefa assim tão simples, andar daqui até ali, mas tão poderosa.

A video posted by Fernanda Pineda (@loverox) on

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Enquanto ela caminhava pela última vez aos olhos de todos, o snapchat (segue lá: feepineda!) e o Instagram bombavam com chororôs de saudades da mais importante modelo brasileira. Em ritmo de festa, o post de hoje é só para pagar um pau para essa gaúcha que recomenda que todos tomem muita água para ficar belos, mas que também é viciada naquelas ampolinhas de cabelo lá da farmácia que a gente também usa. Porque ela merece.

13 razões para ter saudades de Gisele na passarela:
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1. porque nem todo Pokémon evolui assim:

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O Coachella ainda te inspira?

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Um grupo de amigas californianas lindas e magras num carro antigo dirigem pelo deserto. Uma banda indie que ninguém sabe o nome toca ao fundo. Um chapéu, uma coroa de flores, top cropped, muito crochê e algumas botinhas de camurça. Há também aquela amiga de saia longa e rasteirinha. Franjas pairam no ar.

Se eu nem precisei de uma foto para ilustrar tudo isso que você acabou de ver aí na sua cabeça, é sinal de que a imagem já está tão bem construída que nem demanda explicação, certo?

certo, mas não custa nada mostrar

A fórmula Coachella foi, ainda é, importantíssima para a moda: em meio a tantas bandas de rock que não duram até se tornarem headliners, o festival de música trouxe ar fresco para as vitrines. Ar ainda por cima etiquetado com o rótulo de “indie” e “para poucos”. O evento se consolidou como o grande atrativo de si mesmo, como o-lançador-de-tendências: não importa o que você pretende ver lá. O que importa é estar lá, ver e ser visto e colecionar pulseiras das festas VIP das modas.

Também não importa como você definiu seu look, se você se inspirou em alguém (Kate Bosworth chora!), se você acredita naquilo ou se só deu uma passadinha na H&M mais próxima e comprou direto da coleção que eles fizeram pensadinha pra você. Ninguém pode te culpar se você fizer isso, afinal.

até porque tem várias coisas lindas.

As tendências já foram tão engolidas e regurgitadas que parece que nada vai conseguir superar a mistura entre cowgirl, cigana e camponesa de boutique que reina entre o público. Até tem uma ou outra que não segue a cartilha, mas qualquer escorregão parece uma fantasia inadequada para a ocasião.

Katy Perry, why????!

Durante o festival, não adianta: os visuais mais incríveis e complementares à paisagem desértica se rendem às rendas e franjas com jeitão de empoeiradas. A mistura funciona, convenhamos. Deu tão certo que é quase um uniforme, e aceitamos até complementá-lo com uma coroa de flores, mesmo sem ter o talento ou personalidade da Frida Kahlo. Ou o dinheiro da Lana Del Rey. E agora ninguém aguenta mais.

Enquanto em alguns festivais recentes a gente se incomodava durante o show com tanta câmera e celular para cima, neste Lollapalooza outra coisa atrapalhava a visão: a repetição massiva dos chapelões anos 70 nas cabeças da mulherada. Se esse tipo de tendência enjoa até aqui, como será possível continuar inspirando alguém por lá, terrinha mãe destas tendências muito loucas?

Longe de mim, aliás, dizer que as coleções específicas de festivais não estão cheias de peças lindas. Elas estão. E ainda vão vender muito. Mas depois de anos olhando para a mesma referência, o esgotamento é inevitável, até para as “musas” do evento. É como se o próprio estilo inovador se virasse contra si mesmo. Você até pode adorar um uniforme, mas quando perceber que ele é só um uniforme, puf!, a graça se foi.

Thaila Ayala: double edition

As fotos poderiam ter sido tiradas em qualquer dos últimos anos do festival. As roupas podem ter qualquer etiqueta. As peças podem ter vindo num conteiner lá da China. Tanto faz.

Foto: Reprodução/Driely S./Terra

Se são os frequentadores do Coachella os grandes responsáveis por elevar o status quo visual do festival, pergunto-me: de onde vai vir o próximo sopro de vida para as araras que esperam pelo mês de abril do mesmo jeito que esperam pelo Natal??

Enquanto isso, o deserto segue seu desfile edição 2015: enche os olhos de tão lindo. Mas já não faz brilhar.

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Fotos via Vogue e Nylon Magazine

Look do dia: festival Lollapalooza 2015

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Para ver mais looks, navegue pela tag.

contei como foi minha experiência no Lollapalooza em vídeo, então agora é hora de mostrar o que eu vesti. Este ano o tempo não foi na-da amigo de quem foi ao festival. Enquanto no domingo choveu pra valer, o sábado nubladão também prometia chuva o dia todo. Resumindo: não tinha como sair de casa sem se programar para caso a previsão desse certo. Deixei um camisão jeans na mochila do namorado e levei capa de chuva na bolsa. Mas, fomos sortudos, nada disso foi necessário!

Com o ventão e a falta de sol, a blusa de mangas longas foi um belo coringa e fiquei bem o dia todo, sem passar calor nem frio, mesmo dançando pra valer. Enquanto as mangas são de renda e ficam transparentes, o “corpo” da blusa tem forro de algodão bem macio.

Já esse short trouxe de Los Angeles e, desde então, é meu favorito da vida. Amo que ele é cintura alta sem apertar e não escorrega nem por reza brava. A botinha já cansou de aparecer aqui e é de outros carnavais, mas só agora é que tomei coragem de botar pra jogo num festival com risco de lama. Perdi a dó! :P hehe

Mais fotos depois do pulo! ;)

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Blusa: Forever 21
Short: PacSun (Los Angeles)
Óculos: Jeepers Peeppers (Asos)
Bolsa: Luz da Lua (antigaça!)
Bota: Schutz
Colar de ferradura: Urban Outfitters
Pulseira: Forever 21

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