Justin Timberlake e o clipe “Suit & Tie”

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Justin Timberlake de volta: todo 50’s, todo grooveado, todo dançandinho!

Já tínhamos ouvido “Suit & Tie”, já tínhamos visto o lyric video, mas agora chegou a hora de vermos finalmente o clipe para valer. Dirigido por David Fincher, que já havia trabalhado com JT no filme “A Rede Social”, o vídeo traz Justin Timberlake  de terno, em preto e branco e mostrando seu swing caprichado.

Quer presente melhor para este Valentine’s Day? Dá o play:


A música não é realmente das minhas favoritas, mas pelo menos no clipe a introdução fez um pouco mais de sentido. Na track pura e simples, infelizmente incomodou um pouco. Em todo caso, é impossível não amar esse homem dançando. Charme para poucos!

E o Bieber que me desculpe, mas boyfriend de verdade é esse Justin aqui. Pena que já tá bem casado… 

 

Save the date: o dia em que Justin Timberlake falou que ia voltar

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2013 já chegou com boas notícias: Justin Timberlake vinha se dedicando apenas à carreira de ator, mas resolveu publicar um vídeo para anunciar que vai voltar a cantar!


Já implorei, chorei e reclamei para ele largar de ser só ator! O estilo dele é único e necessário no mundo pop e ver esse rapaz dançar é bom até mesmo no mudo. Só fiz esse post para comemorar mesmo, afinal vai ser bom! Segundo ele, não dá para entregar nada que ele não ame de verdade agora, porque ele pôde se dedicar.

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SDDS, Justin! Que não demore e que venha para o Brasil! <3

Lady Gaga e os Rolling Stones

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Quando publiquei aqui minha opinião sobre o show de Lady Gaga em São Paulo e brinquei de dar alguns “conselhos” para a cantora, muita gente  criticou ou talvez realmente não tenha entendido o sentido da coisa.

Na ocasião, falei que Lady Gaga era uma das únicas cantoras pop da atualidade capaz de fazer música de verdade sem tanta parafernália e maluquice pop. Para bom entendedor meia palavra basta, mas para quem duvidava do caso, esse vídeo explica tudo.

Gaga quebra tudo like a rockstar ao lado dos Rolling Stones (!). E o fato de ser minha música favorita da banda só melhora. Simplesmente ótimo:

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Veja o clipe de Will.I.Am e Britney Spears, “Scream & Shout”

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Tá aí mais um dance farofa provido por Will.I.Am pra gente dançar: “Scream and Shout”, em parceria com Britney Spears!

Britney botando o clubinho pra fritar

Os dois estão super lindinhos e glamurosos no clipe e Will deve ter encomendado com a cantora um registro um pouco mais maduro do que o que ela já costuma usar em suas músicas. Não sei vocês, mas eu não lembro de ter ouvido alguns desses graves saindo da boca da Brit. Pode até ter auto-tune, mas né? Mas me pareceu voz de mulherão e acho que ela deveria usar mais. #palpites

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O clipe é simples, tem cenários futuristas e aposta na edição maluca para construir a história do clube pegando fogo, porque eles são muito hot dançando e tal. Diversão pura!

Lady Gaga, você arrasou em São Paulo! Mas por favor tire a máscara e bote a banda no palco!

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Gaga e a moto-piano em que ela entoou “Hair” e “You and I”; a foto é de um show em Bangkok

Lady Gaga demorou, mas veio ao Brasil. O show foi divulgado em cima da hora, muita gente não pôde ir por já ter quebrado o porquinho para a Madonna e as liquidações de ingressos começaram, assim como as piadas. Eu, que comprei meu ingresso humilde lá no começo, fiquei chateada e revoltada com a situação de ver que poderia ter comprado um ingresso melhor gastando a mesma quantia, mas bola pra frente. Os organizadores pelo menos conseguiram levar o povo pro estádio: 50 mil pessoas ouviram os hits da turnê “The Born This Way Ball”.

Cheguei horas antes no dia do show e vi o esquenta de Lady Starlight e The Darkness, que aliás botaram o povo na pilha certa pra chegada de Gaga. O atraso da cantora foi mínimo, quase que só uma “esperadinha” pra ver se a chuva que caía no Morumbi dava uma trégua, e deu.

Foram quase três horas de apresentação e Lady Gaga entregou o que muita popstar ficou devendo aqui no Brasil: um show longo, apaixonado – ou muito em ensaiado – e uma voz fiel ao álbum, que de fato alcança as notas ao vivo. Faltou, no entanto, aquele momento do “choro” coletivo que senti nas apresentações que vi de Madonna e Katy Perry, por exemplo.

Essa hora de proximidade ficou para o momento em que os fãs subiram ao palco e deram presentinhos para a cantora, mas não senti que a emoção abraçou todo o estádio. Eu, pelo menos, me senti invadindo um momento íntimo demais para o meu gosto – isso porque talvez eu já tenha ouvido muitas vezes o “discurso monster” de outras formas e por outras vozes e ele não tenha nenhum significado específico para mim.

Apesar deste porém, Gaga tem sim um diferencial em relação a outras concorrentes da atualidade: ela realmente não precisa da parafernalha do espetáculo para funcionar. E digo mais: ela deveria dispensar mesmo esses adereços de vez em quando (se dispensasse também um pouco do discurso, seria adorável, mas entendo que vem daí a paixão e a obsessão dos fãs).

Gaga adora o figurino de carne, a maquiagem de monstrenga e os saltos maluquetes, mas dá para ver claramente que ela não é tão boa no quesito dança ao vivo, por exemplo. Então para que tanta coreografia? Ela pode se dar ao luxo de entregar a tarefa para os dançarinos e dançar vez ou outra, se for o caso. Sua voz sozinha já domina o palco e dá conta do espetáculo, portanto seria melhor ouví-la menos ofegante.

Prova disso é a apresentação de “You and I”, o melhor momento do show, quando a banda sai dos confins do cenário e toma frente junto com a cantora e seu vozeirão. Depois deste, os melhores momentos certamente foram “Americano” (o arranjo ao vivo é pesadão e bem mais interessante que no disco), “Judas”, “Alejandro”, “Telephone” e “Electric Chapel” (outra que também fica excelente ao vivo com as guitarras a todo volume).

Por outro lado, achei que “Born This Way” foi desperdiçadíssima logo no começo. O hit que dá nome a turnê veio depois de duas canções sem muito push, “Highway Unicorn” e “Government Hooker”, e pegou as pessoas um pouco de surpresa.

Ao fim da noite, percebi que gostei muito. Lady Gaga fez um belíssimo show. Só gostaria de pedir para a cantora deixar as máscaras em casa da próxima vez: estas 50 mil pessoas saíram de casa no domingo para ver o rosto da Mother Monster em carne e osso.

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ps: aproveitando o ensejo, dá uma olhada nessa demo de uma música nova da Lady Gaga. Dá sim pra fazer coisa boa sem esses vícios de pop comercial.


Modos de usar: Carly Rae Jepsen e suas sósias

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pfvr não sou eu na fita!

Esta semana, a cantora do hit “Call Me Maybe” passou pela primeira provação de pop star: Carly Rae Jepsen teve de negar que fosse ela numa sextape aleatória.

A questão começou no início de julho, quando o topless de uma garota muito parecida com ela foi parar na rede. Mesmo com a verdadeira dona da foto dizendo que se sentia lisonjeada pela comparação, o “material” continuou vazando e só restou a Carly dar sua versão quando um vídeozinho mais pesado veio à tona.

A questão é que a menina realmente parece ter muitas “sósias” espalhadas por aí. Só entre as famosas, dois nomes aparecem frequentemente: enquanto alguns sites apostam que ela é a cara da atriz Michelle Trachtenberg (também acho!), outros como o “Hipster Runoff” acham a mocinha bem parecida com Alexis Krauss, a vocalista do Sleigh Bells (acho que parece mais em movimento).

MICHELLE TRACHTENBERG

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ALEXIS KRAUSS

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E aí, será que ela vai ter que mudar esse cabelinho charmoso pra evitar problemas com seus clones no futuro?

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