100 fatos sobre a europa – Parte 2

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Tudo o que eu vi, o que você já sabe e o que ainda não te contaram. 100 fatos divididos pelas 9 cidades que visitei e um top 10 geral para não faltar nadinha.

Esta é a segunda parte dos 5 posts que farei contando tudinho. Perdeu a primeira parte? Veja aqui.

PARIS



– But what about us?
– We’ll always have Paris.
(Ingrid Bergman e Humphrey Bogart em Casablanca, 1942)

21. Paris recebeu o apelido de “Cidade luz”, pois foi uma das primeiras grandes cidades a possuir iluminação nas ruas. Tal obra de urbanização foi feita para a Exposição Universal de 1889, motivo pelo qual foi construída a torre de ferro mais famosa do mundo. A Torre Eiffel ficou pronta exatamente para a exposição, levando apenas 2 anos para ser construída.

22. Eu sempre quis, de fato, conhecer Paris. Sempre. E apesar de toda a felicidade em passar 5 dias lá (foi a cidade em que ficamos mais tempo), infelizmente o momento mais incrível da viagem toda não foi no alto da Torre Eiffel. Tudo bem. Pelo menos foi lá que eu tirei mais fotos: mais de 500 imagens para registrar a cidade de manhã, de tarde e, principalmente, a noite.

Enquanto em outros lugares você acaba guardando a câmera pela falta de luz, lá você só pensa em registrar. Acho que só estive em um lugar mais iluminado que Paris: a Times Square, em NY. Só que lá são os anúncios que brilham na sua cara, não uma iluminação bela e estrategicamente planejada para impressionar turista.

23. Esqueça tudo o que te disseram sobre os franceses serem nojentos e antipáticos. Diz a lenda por aí que eles não curtem falar inglês, que odeiam turista que fala inglês, que odeiam, enfim, turistas. Mentira. Paris foi a cidade que mais nos tratou bem, além das pessoas terem sim topado falar com a gente em inglês. A única senhora que conversou conosco em espanhol foi super simpática e disse que não falava inglês. Se era verdade, não sei. Só sei que ela nos ajudou e nos deu um sorriso. Por que iríamos reclamar disso?

24. Paris é linda ao ar livre, mas provavelmente é o subsolo com mais história para contar. Além de ter milhares de estações de metrô, elas têm passagens e corredores que parecem caminhos de rato. Corredores estreitos, muita gente, plaquinhas de direção para todos os lados. E, bem, o metrô te ajuda absurdos. Acho que nunca peguei tantos metrôs na vida quanto em Paris: a gente chegava a pegar o metrô 8 ou 9 vezes por dia. A cidade tem tantos pontos turísticos que deixar de ver algum deles é praticamente um crime, principalmente quando se tem mais tempo!

Para completar a história do subsolo, Paris tem catacumbas espalhadas por baixo da cidade inteira. Em um determinado momento há uns 300 anos, os cemitérios começaram a ficar cheios, principalmente com os guilhotinados da Revolução Francesa. A solução aí foi criar corredores de cemitérios “ao ar livre” embaixo da terra.

Apesar dos moradores da cidade afirmarem que existem várias catacumbas espalhadas pela cidade, só uma delas fica aberta a visitação “turística”. É claro que nós fomos! Andamos quase um kilômetro em baixo da terra e nos deparamos com corredores escuros, úmidos e com ossos até o teto. Certamente foi o lugar mais assustador e bizarro em que eu já estive, mas sei lá porque cargas d’água eu simplesmente não me senti mal. O lugar tem uma calmaria estranha. Vai entender…

25. O lugar em que eu comi melhor e pior foi Paris. Lá a comida é realmente cara. Você pode sentar num restaurante mediano e gastar mais de 20 € no almoço (*facada*), ou você vai num fast food e gasta menos de 7€, ou come um belo crepe por 2 ou 3€. No começo da viagem, a gente se propôs a experimentar o fast food de cada cidade, mas em Paris a overdose foi tão grande que eu estava abandonando “Royals with cheese” pela metade. Sim, quarteirão com queijo lá é “royal with cheese” por causa do sistema métrico, assim como contaram pra você nos diálogos de Pulp Fiction (1994).

É claro que uma hora nós nos cansamos de trash food (não dava mais!) e aí eu gastei 26€ num almoço com gosto. Três pratos, vinho e café espresso. Sem reclamar. Mas, considerando o estilo da viagem que fizemos, não daria pra fazer isso sempre, até porque nós duas preferimos gastar com compras, passeios e museus do que com comida, obviamente.

26. Paris tem museu pra caramba, pra não usar outra palavra começada com “ca”. Sério. Apesar do Louvre ser o Louvre, ser gigante, ter um acervo incrível, abrigar a Mona e centenas de outras obras importantes, não foi meu museu favorito de toda a viagem. Mas… Lá é permitido tirar fotos.

Dentre todos os museus que visitamos, os de Paris foram alguns dos únicos que não proibiam câmeras fotográficas. O Louvre e o D’Orsay (museu dos impressionistas)deixam o turista à vontade e eu incluo isso na lista de razões pela qual Paris é um dos principais destinos turísticos do mundo. Os viajantes querem registrar o que vêem, querem mostrar para os amigos. Portanto, os quadros são protegidos, as informações estão em três línguas diferentes e, sim, você pode tirar fotos sem flash.

Agora eu preciso fazer um parênteses para a Mona Lisa (1507): eu juro que ainda estou tentando entender qualé a do quadro. Achei bacana ver um dos maiores símbolos da cultura ocidental ao vivo, o tal sorriso enigmático, a paleta de cores harmoniosa,  a perspectiva interessante, enfim. Só que vocês têm noção de que o quadro é praticamente um porta retrato?


Onde está Wally? Digo, onde está a Mona?

Além da tela ser pequena, duas barras de proteção estão lá pra proteger a obra de Da Vinci e uma multidão de gente se aglomera para tentar ver um pouquinho mais. Bem, eu tirei foto da bagunça toda, dei zoom na Mona e decidi que qualquer imagem em alta resolução do quadro me daria uma visão melhor do que a que tive ao vivo. Uma pena: o quadro fica tão longe que não deu nem para ter aquela emoçãozinha que eu tive ao ver outros quadros de pertinho.

27. Paris tem a população mais misturada de todas as cidades que visitamos. São indianos, negros, turcos (muitos!), loirões e loironas no estilo ariano e os franceses mesmo. A diferença é clara: eles não tem porte atlético, elas têm o rosto fino e são bem magras. Eles se vestem bem. Elas andam maquiadas até o dedo do pé, mas são finas. Foi a cidade em que mais vi gente bonita e onde menos o “biotipo brasileiro” chama atenção, já que eles estão bem acostumados com tons de pele e tipo físico parecidos com os nossos.

28. A quantidade de filmes que já foi rodada em Paris é absurda e eu fiquei toda feliz ao passar pelos lugares e lembrar dos filmes. Isso inclui o trecho do Rio Sena onde o Linguini cogita jogar o Remy em Ratatouille (2007), ou então olhar para os prédios e imaginar que uma daquelas janelas pode ter feito parte de Os Sonhadores (2003).

É claro que passar em frente ao Moulin Rouge foi uma emoção à parte, já que eu sou fã maluca do filme. Tirei trocentas fotos lá, mas me recusei a assistir o show. Minha mãe assistiu quando foi à cidade e me contou o que viu: basicamente mulheres que dançam muito e usam roupas exóticas. Como os shows atualmente, portanto, nada têm a ver com o que a casa era no passado e muito menos com a história do filme, resolvi não ir.

29. A cidade é planejada em torno do Arco do Triunfo, de forma que todas as avenidas principais levem a ele e a Champs Elysées. Olhando de cima é maravilhoso, mas para os pedestres? Um inferno. Cruzamentos de seis ruas e boulevards e avenidas que mudam de nome apenas por conta de uma leve angulação. Sim, a gente se perdeu com mapa na mão e quase foi atropelada mais de uma vez.

30. A primeira sex shop que eu entrei na vida foi em Paris. A loja estava vazia e o atendente, um chinês maluco com inglês tosco, ficava perseguindo nós duas e nos oferecendo finger vibrators. Aposto que ele pensou que éramos um casal. hehehe 8)



AMSTERDAM


Quando for a Amsterdam, alugue uma bicicleta.

31. Gente feliz andando de bicicleta. Foi a maior impressão que Amsterdam me deixou, até porque os ciclistas sorriem pra você (?). Aliás, o número de bicicletas é infinitamente maior que o de carros, o que também me proporcionou experiências de “quase-atropelamento” freqüentes, já que a ciclovia é um trecho reservado na borda da calçada e eu obviamente me esquecia disso.

32. Para o resto da Europa, um parque de diversões. Para brasileiros que moram lá, uma cidade pacata sem nada pra fazer (?). Pelo fim de semana que passamos lá, cheguei à conclusão que é uma cidade pacata, com diversões controladas. Vida noturna? Não sei. Amsterdam tem cartazes de festas espalhados por toda cidade, mas não há casas noturnas no centrinho. Aos domingos, 23h já é hora de dormir e muitos pubs começam a fechar. Logo, nada lembra a agitada vida noturna paulistana. Marijuana? Só em coffee shops. Prostitutas? Só no red light district dentro de sua própria vitrine.

33. Venta muito, portanto recomendo que você tenha um guarda-chuva bom em mãos. Pagar 5€ cada vez que um guarda-chuva seu virar ao contrário ou outra garoa começar não é nada recomendável para o seu bolso.

34. Terra da Heineken. Tomei Heinekens de todos os jeitos: em lata, em garrafa e tirada na hora. Lá eles não diferenciam cerveja de chopp, então não tenho outra forma para definir. Nós visitamos a “Heineken Experience”, o tour alcóolico que eu comentei aqui. Lá é uma espécie de fábrica turística em que você acompanha o processo de fabricação da cerveja. Cheirei todos os ingredientes, vi o tal do lúpulo e e depois tive a experiência gostosa de tomar cerveja fabricada ali na hora e sentir nela pronta todos os cheiros dos ingredientes novamente. Foi bem interessante!

35. Vodka Bols. Outro tour alcóolico, mas dessa vez da Bols, marca de vodka que não é exportada para cá e também produz diversos licores. Além de tomar um drink preparado por um dos barmans do lugar, nós ainda sentimos todas as essências possíveis dos lícores deles e descobrimos que a Bols é que inventou o copo de martini e a coqueteleira. Você sabia? Nem eu.

36. Existe uma região da cidade conhecida como “Red Light District”, ou Distrito da Luz Vermelha, e para bom entendedor, meia palavra basta. Como não existe uma placa indicando ou não há nada sugerindo como chegar lá em mapas ou guias turísticos, nós tivemos que nos informar com um taxista. Achei engraçado, porque obviamente metade dos turistas vão lá pela maconha e pelas putas. É triste, mas é verdade.

Não tirei fotos das “vitrines” especificamente porque é proibido. Melhor não arriscar…

Depois de seguir as informações do taxista, chegamos a uma rua cheia de vitrinezinhas com luzes vermelhas e pinks, onde loiras, morenas, indianas, gordinhas e feias (?) se exibem com roupas mínimas para os passantes. Se o cara gosta, dá um toque na porta, abre, conversa com a moça. Se fecharem negócio, ela simplesmente fecha a cortininha e o rala-e-rola acontece ali mesmo, numa caminha de solteiro.

Vimos diveeeersos rapazes entrando e saindo, cortininhas abrindo e fechando, levamos piscadinhas das putas (preconceito zero!) e observamos toda a interação. As bonitas lembram atrizes pornôs no estilo ninfeta do leste europeu. As feias, sei lá. As feias são piores do que as piores da Rua Augusta. E a opinião é minha, da Lari e do Eddie (que quase se apaixonou por várias “vitrines”).

37. Depois de entrar no sex shop francês, eu já estava pronta para mergulhar mais nas loucurinhas. Entramos em quase todos os sex shops da rua principal do Red light district e nos divertimos a valer. Desta vez o Eddie, meu amigo que estava morando na Inglaterra e passeou conosco em Paris e Amsterdam, estava junto, o que garantiu mais a nossa desinibição.

Conferimos com calma todos os lançamentos de vibradores, vimos todo o tipo de fetiche bizonho em dvd e observamos que todo e qualquer tipo de pessoa entra nessas lojas sem pudor algum, ao contrário daqui. As lojas geralmente têm bastante gente comprando, não existe estacionamento e é comum ver casais com mais idade entrando juntos. Neste ponto, Amsterdam me conquistou profundamente: hipocrisia zero. Palmas pra eles.

38. Saindo de todos os sex shops, encaramos um puteiro light. Não fui lá colocar nota de 10€ na calcinha da profissional do sexo, porque eu tenho amor pelo meu dinheiro, mas demos uma moedinha de 1€ para assistir uma moça dançar.

Lá existem diversos tipos de live shows, com loiras, morenas, casais e girl-on-girl. Nós optamos por ver algo mais tradicional. Entramos cada um numa cabine individual e depositamos a moeda. Em seguida, o vidro tornou-se transparente para o nosso lado e pudemos assistir a loirona dançar por um minuto. Foi uma experiência bastante surreal ver uma bunda (e outras coisas) tão de perto e do jeito que os homens curtem ver, afinal a garota faz o trabalho dela sem saber quem é que está assistindo.

Passados os 60 segundos mais surreais da noite (pelo menos pra mim!), nós três saímos da cabine e vimos uns meninos com cara de ponto de interrogação olhando pra gente. Tipo, “nossa, duas garotas? Hum”.

38. Para fechar a noite sensacional, voltamos de biketaxi para o hotel, porque os ônibus já tinham parado de circular. Quase acabamos com o fôlego do motorista francês gato que odiava Paris, mas pelo menos ele nos abraçou forte e profundamente, o que rendeu assunto para as conversas antes de dormir. Ai, ai. (L) Eu devia ter tirado uma foto dele pra mostrar pra vocês. Droga.

39. Comprei meu segundo moleskine lá. Um ruled reporter notebook de capa dura, para ficar bem diferente do que eu já tinha, um pocket ruled soft. Para quem quiser conhecer todos os modelos, entre no site. Eu estava bem afim de comprar um storyboard notebook ou um music notebook, para as minhas composições, mas não encontrei em nenhuma cidade. :(

40. Para quem pensa em visitar Amsterdam pela “diversão”, um aviso: estão querendo limpar a cidade de todas as “diversões”, então sejam rápidos. hehe 8)

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Na seqüência do Top 100, os top 10’s de Berlim e Frankfurt.
A minha não-visita ao muro, o restaurante mais alemão de toda a minha vida, os melhores cafés da manhã, nossa ação “criminosa” no metrô e o meu amor platônico pelo Knut. :love:

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Comentários via Facebook

40 comentários

  1. Carol

    Vc nao foi na casa do Monet?!?!? É meu sonho de vida… (L) Pena q fica longe de Paris, em Giverny, de fato. Mas vc foi no Museu l’Orangerie, ver as ninféias?? (desculpa, é q sou fã mesmo! aheuh)

    Responder
  2. Fernanda

    Carol on 12/02/2009 at 4:45 pm said:

    Vc nao foi na casa do Monet?!?!? É meu sonho de vida… (L) Pena q fica longe de Paris, em Giverny, de fato. Mas vc foi no Museu l’Orangerie, ver as ninféias?? (desculpa, é q sou fã mesmo! aheuh)

    na casa do Monet eu não fui não. hahaha
    Mas fui na casa do Mozart na Áustria (fã! hehe) e no museu de Van Gogh em Amsterdam.

    Agora no L’Orangerie eu não fui, não. Eu fui no D’Orsay, que é um pouco maior, tem mais coisas pra ver, e tem Monet e companhia também. hahaha

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  3. *Lusinha*

    Seus posts sobre a viagem estão ficando tão completinhos que enquanto você descrevia Paris até projetei muito dela aqui na minha mente.
    Bjitos!

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  4. Mari

    Com certeza Paris é um dos lugares que mais quero visitar!!!!

    Muito legal o jeito q vc tá fazendo os posts!!

    Bjs

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  5. Fernanda

    que bom que vocês tão gostando, meninas! 8)
    Aproveito pra avisar que também farei um post falando sobre compras e um guia de viagem (tipo, o que levar, como se preparar, etc).

    Uma hora eu paro de falar disso, juro! hahaha

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  6. melissa

    estes posts sobre a Europa estão uma delícia de ler !!!
    mto interessantes mesmo .

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  7. Camilla

    Monalisa! Meu sonho é vê-la!

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  8. Dani Danczuk

    Nossa deve ter sido bem divertido na Holanda… rs

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  9. Rômullo

    (AMSTERDAM
    Para brasileiros que moram lá, uma cidade pacata sem nada pra fazer (?). Pelo fim de semana que passamos lá, cheguei à conclusão que é uma cidade pacata, com diversões controladas.)

    PUT’S VC ACABOU COM A IMAGEM QUE EU TINHA DE AMSTERDAM NA MINHA MENTE POLUIDA… TE ODEIO.
    RSRSRSRRRRSRR^^

    Responder
  10. Ju Santos

    Cara, simplesmente amei tudo o que você já escreveu sobre sua viagem, do começo ao fim (ainda bem que ainda tem mais coisa por vir!). Eu sempre leio teu blog mas não comento, pq, enfim, ás vezes a gente gosta do q lê mas nao sabe o q dizer. Só sei q vc so me deixou mais louca pra conhecer a europa, tirou toda a impressão errada q eu tinha de Amsterdam e me deixou DOIDA pra assaltar um banco pra poder me acabar de comer coisas gostosas e caras em Paris!
    Por favor, continue esse top 100 assim, bem detalhista, pq acho mesmo q não sou só eu q tou amando como você descreve tudo!

    Parabéns pelo blog!
    Ju :*

    Responder
  11. Fernanda

    Ju Santos on 13/02/2009 at 8:08 pm said:

    Cara, simplesmente amei tudo o que você já escreveu sobre sua viagem, do começo ao fim (ainda bem que ainda tem mais coisa por vir!). Eu sempre leio teu blog mas não comento, pq, enfim, ás vezes a gente gosta do q lê mas nao sabe o q dizer. Só sei q vc so me deixou mais louca pra conhecer a europa, tirou toda a impressão errada q eu tinha de Amsterdam e me deixou DOIDA pra assaltar um banco pra poder me acabar de comer coisas gostosas e caras em Paris!
    Por favor, continue esse top 100 assim, bem detalhista, pq acho mesmo q não sou só eu q tou amando como você descreve tudo!

    Parabéns pelo blog!
    Ju :*

    Olá Ju! Fiquei suuuuuuuuper feliz com o seu comentário! ;) Pode deixar que eu vou continuar contando tudo bem direitinho! hahaha

    Espero que agora você comente mais vezes!^^
    beijão!

    Responder
  12. Ariane

    Hahaha, assim como a Ju do comment acima, tbm tô pensando seriamente em assaltar um banco pra minha eurotrip….será q ela aceita ser a minha cúmplice? Huahuaha
    Bjão.

    Responder
  13. Loo

    eu nunca quis tanto ir para a Europa como agora depois de ler esses posts

    invejinha branca rolando fooorte

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  14. Luly

    Paris é meu sonho de infância, desde pequenininha quando assisti O Corcunda de Notre Dame eu desejo totalmente conhecer essa cidade!!
    Linda a foto que você tirou da frente do Moulin Rouge!!

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  15. Thais

    ai moleskines sao sensacionais! ainda vou comprar 1, mas acho caro pra um “caderno”!estou adorando a sessao de posts, definitivamente a europa e um lugar que eu quero conhecer muito bem ainda! nossa, essa foto do moulin rouge me deu ate vontade de ver o filme de novo!
    beijo

    Responder
  16. J.F. de Souza

    É bom ter mais algumas informações sobre a Europa! Meu roteiro já está fechado, e não penso em mexer nele…
    Mas é bom obter maiores informações, de Paris e Amsterdam – ambas estão no meu roteiro. Você só veio reforçar tudo o que eu já tinha lido/ouvido sobre. Excelente!

    =*

    Responder
  17. Fernanda

    J.F. de Souza on 17/02/2009 at 2:53 pm said:

    É bom ter mais algumas informações sobre a Europa! Meu roteiro já está fechado, e não penso em mexer nele…
    Mas é bom obter maiores informações, de Paris e Amsterdam – ambas estão no meu roteiro. Você só veio reforçar tudo o que eu já tinha lido/ouvido sobre. Excelente!

    =*

    Meu roteiro inteiro está aqui: http://fake-doll.com/2009/01/05/eurotrip-au-revoir/ !
    Ainda faltam alguns top10’s para eu contar a viagem toda.. rs! ;)

    Fica de olho!
    beijo

    Responder
  18. Eddie

    Quase não, darling. Eu me APAIXONEI mesmo…

    Responder
  19. Taly

    Paris é realmente um sonho
    Quando fui pela 1º vez me apaixonei
    Quem vai uma vez se apaixona..

    Responder
  20. rafael

    OLa parabens pelo blog, gostaria de saber como vc se locomovia em paris e roma. Principalemnte tenho duvidas sobre a noite, como aquela foto do rouge que vc tirou, nao tenho muita segurança de qual meios usar, e estou indo para roma e paris semana que vem

    Responder
  21. Fernanda

    rafael on 12/07/2009 at 4:14 pm said:

    OLa parabens pelo blog, gostaria de saber como vc se locomovia em paris e roma. Principalemnte tenho duvidas sobre a noite, como aquela foto do rouge que vc tirou, nao tenho muita segurança de qual meios usar, e estou indo para roma e paris semana que vem

    metrô, metrô e metrô em todas as cidades.
    só não o usei em cidades que ele não existe, como amsterdam e salzburg. :)

    Responder
  22. Nana

    Oi Fê!
    Você tem dicas de hotéis para ficar nessas duas cidades?

    Bjos

    Responder
  23. Fernanda

    Nana on 10/01/2011 at 11:35 am said:

    Oi Fê!
    Você tem dicas de hotéis para ficar nessas duas cidades?

    Bjos

    aaaaaai! :( incrivelmente, nas duas cidades eu fiquei em hotéis HORRÍVEIS. Foram os piores de toda a viagem (junto com Roma). O dia em que eu viajar pra lá novamente, vou escolher outros! rs

    Responder
  24. Nana

    Putz, jura?
    Acho que desisto de procurar hotéis nessas cidades, sério hahaha a cada um que eu acho “legalzinho” logo encontro páginas de reclamações.
    Tudo bem que o povo adora falar, mas a gente fica com um pé atras, né? :(

    Responder
  25. Fernanda

    Nana on 11/01/2011 at 12:05 am said:

    Putz, jura?
    Acho que desisto de procurar hotéis nessas cidades, sério hahaha a cada um que eu acho “legalzinho” logo encontro páginas de reclamações.
    Tudo bem que o povo adora falar, mas a gente fica com um pé atras, né? :(

    o problema lá é que os hoteis baratos ou de preço médio são geralmente super antigos – caindo aos pedaços, literalmente. Meu hotel em Paris tinha diferença no teto e no carpete e era 3 estrelas (!!). O café da manhã era péssimo!

    em Amsterdam o quarto era menos pior, mas o café da manhã era TERRÍVEL. Só pão meio velho, mel e manteiga, praticamente. E o suco de laranja mais ácido que eu já tomei… hauhauha

    Responder
  26. cristiana

    Meu Deus, todo mundo tem a mesma impressão???????!!!!!!!

    todo mundo fala a mesma coisa, onde está a poesia nos comentários?

    deixem a maquina fotográfica de lado e sintam realmente onde estão, prestem atenção aos detalhes.

    mais sorte da proxima vez

    Responder
  27. Mel

    Fernanda, absolutamente amei seu blog!!!
    Vou a Paris em outubro deste ano e também devo passar 5 dias lá (e talvez uma tarde também, no dia de chegada).
    Já tenho meu roteiro praticamente pronto, com todos os lugares que pretendo visitar, mas gostaria de mais dicas suas, se possível. Como ficou o seu roteiro nos 5 dias que passou lá? O que deu pra ver e o que não deu???
    Desde já agradeço, e parabéns pelo blog!!!

    Responder
  28. Natalia

    Poxa que delicia ler suas experiencias de viagem!

    Vou à Europa em Janeiro e desde já não consigo pensar em outra coisa!!!

    Obrigada por dividir tudo isso com a gente!

    Vou continuar por aqui lendo mais um pouquinho…rsrs

    Responder
  29. Hannah

    BOm saber que Paris aceita ingles… senão estaria ferrada!!! rsrsrs bjs

    Responder
  30. Manu

    Fernanda gostei muito do seu blog e queria uma opinião.
    Estou indo pra Europa em janeiro, não ficarei muitos dias, por esse motivo devo escolher poucos lugares entre os muitos que gostaria de conhecer. Na sua opinião entre Berlim e Amsterdam, qual foi a mais atrativa pra você?

    Responder
  31. Fernanda

    Manu on 26/10/2011 at 8:51 pm said:

    Fernanda gostei muito do seu blog e queria uma opinião.
    Estou indo pra Europa em janeiro, não ficarei muitos dias, por esse motivo devo escolher poucos lugares entre os muitos que gostaria de conhecer. Na sua opinião entre Berlim e Amsterdam, qual foi a mais atrativa pra você?

    NOSSA, difícil!!! =/
    Eu fiquei pouco em Berlim pra dizer, mas pra te ser sincera, eu optaria por Berlim mesmo por causa da epoca do ano.
    Estive em Amsterdam em janeiro e chove MUITO. Alguns passeios foram prejudicados e acabamos passando frio (passamos frio com bom humor, mas passamos). Como os canais entram dentro da cidade, o frio e a chuva às vezes podem ser meio insuportáveis. Mesmo que chova em Berlim, tenho certeza que a sensação térmica não vai ser tão úmida!

    Se você fosse em outra época do ano e tivesse poucos dias, te diria pra ir pra Amsterdam. Apesar de ter vários pontos turísticos, é uma cidade pequena, bem ao contrário de Berlim.

    Espero ter te ajudado!!

    Responder
  32. Fernando

    Olá, tudo bom??

    estarei indo para Amsterdã na semana q vem, e de lá quria passar em Paris.

    Pode me dar umas dicas?

    se possível me add no msn: millan_sec@hotmail.com

    Obrigado!!
    Fernando

    Responder
  33. Fernanda

    Fernando on 25/11/2011 at 1:01 pm said:

    Olá, tudo bom??

    estarei indo para Amsterdã na semana q vem, e de lá quria passar em Paris.

    Pode me dar umas dicas?

    se possível me add no msn: millan_sec@hotmail.com

    Obrigado!!
    Fernando

    Te aconselho a ler as dicas deste próprio post, não tenho nada extra a acrescentar pois fiquei pouco tempo por la. boa viagem!

    Responder
  34. Roberta

    Estou curtindo ler seus posts sobre sua viagem pela Europa…
    Moro em Paris há alguns meses e posso confirmar o que você disse sobre os franceses: essa história de que eles são grosseiros, nojentos e antipáticos é lenda, é simplesmente o reflexo de turistas que agem de maneira grosseira e antipática. Como já vi por um outro post seu, você respeita os lugares onde vai e age com educação. Se todos fizerem como você, vão perceber que serão bem tratados em qualquer lugar do mundo! Muitos franceses têm dificuldade para falar inglês, não é nenhum preconceito contra a língua. E se você se esforçar pra falar umas palavrinhas em francês, ele vai ficar bem mais à vontade. Agir de maneira educada traz em retorno um tratamento educado. Parabéns! :)

    Responder
  35. thais

    Olá! Achei bem bacana seus posts sobre a europa e viajei no ano passado mais ou mesnos no mesmo esquema que vocês!
    Um museu imperdível em Paris é o Centro George Pon Pidou, nele tem obras do Andy Worol, Picasso e tantos outros artistas contemporaneos, o entorno do museu é maravilhoso, vários artistas de rua se apresentando e cafés ótimos com preços honestos..
    Em relação a Casa de monet, fui mas não achei nada demais, os jardins são lindos, a casa uma graça e a cidadezinha deliciosa, mais tem turista saindo pelo ladrão e logo os preços são absurdos e a exploração come solta! mais pra quem ama de paixão deve ir!
    Uma dica legal e que talvez seja obvia é comprar um euro pass para viajar de trem pela Europa, eu viajei de um país a outro de trem e foi maravilhoso, as paisagens são lindas, alguns trens como os franceses são muito confortaveis outros menos como o de portugal.
    Enfim viajar é ótimo e estamos com tudo no exterior! Afinal de contas chegou a hora dessa gente bronzeada mostrar seu valor…
    Abraços e felicidades

    Responder
  36. Fernando

    Só uma correção. Cidade luz não é porque é iluminada, mas sim por causa do Iluminismo. São Paulo é mais iluminada do que Paris.

    Responder

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