Links que valem o share: semana #110

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10. Tipos de cabelo e como cuidar de cada um deles

9. Youtubers elegem seus rolês gastronômicos favoritos

8. 100% das mulheres gamers já sofreram assédio, conclui estudo

7. “Ainda quero fazer uma novela”, diz Kéfera

6. Segredos de Fashion Week: fitting, street style e mais

5. Buzzfeed tenta criar looks sem gênero com nova coleção da C&A

4. Miniguia para um feed harmonioso no Instagram

3. Depois reclama que é ‘estuprado’: porque assédio não é bom pra ninguém

2. Grávida demais?, por Lia Camargo

1. A diferença entre ter uma vida e um lifestyle, por Ruth Manus

Links que valem o share: semana #109

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10. Por dentro do Burger Joint de São Paulo

9. Receita de french toast de caneca

8. Curso de ‘desaprincesamento’ empodera meninas no Chile

7. Tudo que aspirantes à celebridade já fizeram para sair no EGO

6. Mulheres já são 52% do público gamer do Brasil

5. Instagram vai ordenar fotos e vídeos por relevância

4. Eu não sei curtir festivais de música

3. Afinal, quem são os amigões que dão pinta com Kylie Jenner?

2. “O pobre é que sofre”, diz babá de foto polêmica em manifestação

1. O que acontece quando você só vê opiniões parecidas com as suas?

Links que valem o share: semana #108

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10. Quinze situações que só uma mulher que joga vai entender

9. Netflix prova como nem na ficção os clichês femininos fazem sentido

8. “Sense8” agora será comandada pelas Irmãs Wachowski

7. Ellen Page confronta Jair Bolsonaro sobre homofobia no Rio de Janeiro

6. Comédias românticas como “Simplesmente Amor” aumentam tolerância das mulheres a comportamentos abusivos

5. Relembre o primeiro single de 30 artistas mulheres fodonas

4. Mulheres poderosas brasileiras para conhecer e seguir

3. Pink Tax: por que produtos e serviços para mulheres custam mais caro?

2. Três mulheres são demitidas de agência de publicidade após o 8 de março

1. “Eu não odeio a Gabriela Pugliesi”, por Ana K.

 

Links que valem o share: semana #107

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10. Agar.io: o jogo brasileiro mais viciante de todos os tempos!

9. Os 30 jovens mais promissores do Brasil antes dos 30

8. Pesquisas apontam 17 causas de término de relacionamento

7. O que é melhor: se virar sozinha ou contratar um maquiador?

6. O desfile-show da Balmain em Paris

5. Kylie Jenner e Kylie Minogue vão brigar na justiça pela marca ‘Kylie’

4. Saiba por que o 5G vai mudar sua vida

3. Britney Spears lançará seu próximo álbum até junho

2. Não adianta espernear: o mundo não vai ser mais do jeito que você gostava

1. A vida sem pílula (spoiler: é boa)

Links que valem o share: semana #106

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10. Adolescentes americanos reagem aos clipes da Anitta

9. Taylor Swift doa 250 mil dólares para Ke$ha

8. Os bichinhos de lã de Tatiana Barakova

7. Mulher pinta o próprio corpo e se transforma em personagens de quadrinhos

6. Páginas feministas para acompanhar no Facebook

5. Modelo sueco de 21 anos é a cara do Leonardo Di Caprio novinho

4. Snapchat dos famosos: os mais bombados e os favoritos

3. Trabalhar em casa: um guia para iniciantes

2. Jennifer Garner fala pela primeira vez sobre divórcio e a ‘tal babá’

1. Não é fácil ter autoestima, amor próprio e ser você mesma

Sem “deslike”: as novas reações do Facebook

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Depois de anos com pedidos dos usuários pelo tal botão de ‘deslike’, o Facebook finalmente anunciou uma novidade para trazer mais emoção para nossa timeline: as reações. Você pode agora reagir com o like tradicional, mas também com um ‘love’, um ‘haha’, um ‘wow’, uma carinha triste ou nervosa.

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Facebook reactions chegaram: vai ser bom ou não?

Antes de implementar a novidade, a equipe fez uma série de testes e disse que o ‘love’ foi o botão que mais bombou. Nada mais tranquilo e fofo. No entanto, eles assumem que isso pode mudar a medida que as pessoas estiverem usando a novidade de fato. Aqui no Brasil, aliás, não tem como não prever muita treta e confusão com reações nervosas em textões.

Minha maior dúvida nisso tudo é se o Facebook vai passar a entregar diferente posts que gerem determinadas emoções. Será que eles vão usar seus poderes para forçar a barra e deixar todo mundo sempre feliz com o que lê ou podem errar a mão e deixar muita gente irritada? Há estudos, aliás, que dizem que as redes sociais nos deixam ainda mais intolerantes que o normal, já que filtramos tanto o conteúdo que desaprendemos a lidar com o diferente.

Fora isso, é mais que óbvio que eles usarão todas as nossas reações a favor do próprio cofrinho: é totalmente possível que a rede passe a entregar determinados tipos de anúncios baseado na emoção que a pessoa mais costuma expressar no conteúdo alheio.

Já atualizei o aplicativo no celular, mas por enquanto estou apenas na curiosidade. Quem já está usando, conta aí: você ficou ‘wow’ ou ‘sad’ com a ideia do Zuck?


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