…Porque eu resumiria esta semana que passou em algumas imagens:
Revista Pix:
Apareci no recheio da última Pix dando dicas de como escrever um “about me” bacana. Quer ler? Confira a foto da matéria aqui!
#Booparty:
Eu, Loo e Lia, num enquadramento prejudicado pelo consumo de Guinness.
Festa ótima de lançamento da Boo-box, sistema que vai fazer eu, você e todo mundo querer ganhar dindin com propagandas bonitas e organizadas. Ou pelo menos este é o objetivo. 8)
Jornal da Gazeta:
E lá estava eu de novo, aparecendo no canal 21 da NET e ahn, 11 nas tvs abertas? Não sei qual é o número. Corrijam-me se eu estiver errada. Desta vez a galera do 8º andar veio até aqui em casa para me perguntar tudo sobre o twitter. Vai ver eles também repararam que eu sou *viciadalôca* nesse trocinho.
O melhor bolo de chocolate do mundo:
É meu novo vício. Se eu tive vontade de comer um doce bem doce por duas semanas seguidas, meu alarme toca. Esse maldito bolo de mousse de chocolate com massa de merengue de chocolate me faz ver estrelas. Não sei se é de fato o melhor bolo de chocolate do mundo, mas sei que essa rede portuguesa acertou por aqui!
Eles já têm três lojas no Brasil e entregam seus bolos em casa também. Não é barato, mas vai valer cada centavo! Veja no site: omelhorbolodechocolatedomundo.com. 8)
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ps: essa última foto foi tirada com o meu telefonezinho. Ele definitivamente tem uma câmerazinha respeitável e eu pretendo usá-la mais - nem que seja pra fazer posts semanais como esse aqui. O que vocês acham??
É engraçado estudar numa faculdade que não tem campus. Sim, a Cásper é uma antena (caso algum metodista/pucão/chupamackenzie esteja lendo), mas tem metrô perto, ok? ¬¬
O que acontece lá é que os cursos estão divididos por andares e, apesar do prédio servir para o Objetivo, para a UNIP, para a rádio e tv Gazeta e para a torre de transmissão da Globo, você dificilmente convive ou divide o elevador com quem não é do seu “quadrado”. Ou seja? Eu nunca tinha entrado dentro dos estúdios de televisão da Gazeta.
Portanto, estou orgulhosa em poder mostrar pra vovó que eu conheci ele, o magnânimo, o príncipe, Ronnie Von!
Nós quatro batemos um papo rápido com o Ronnie sobre blogs, contamos nossas histórias e causos e demos risada. A entrevista foi super divertida, leve e fluiu muito bem! Logo mais terei o link no youtube e passarei pra vocês, mas enfim, eu queria vir aqui contar, né?
Eu tinha outras coisas para falar, mas vamos lá! Estou devendo alguns comentários aqui.
Sim, eu apareci e assisti. Não, eu não sou blogueira profissional. 8)
Acho importante começar assim, já que uma matéria de poucos minutos jamais daria conta de falar realmente o que é a blogosfera, como é um blog ou muito menos como raios tem gente que ganha dinheiro com isso.
Na matéria, a globo “maquiou” algumas coisas. Além do fake-doll ter virado um blog de “cultura pop e celebridades” (e eu espero que vocês vejam que não é bem isso!), a matéria também pisou na bola com alguns valores que eu falei e aumentou a coisa toda.
Não vou negar que eu ganhe dinheiro aqui, mas afirmar que eu recebo seguramente de R$300 a mil por mês é uma mentira. Só que, mais uma vez, numa matéria de dois minutinhos não dá para explicar que às vezes existem contratos, que num mês não se ganha nada e que no outro se ganha razoavelmente e por aí vai.
Como eu já falei para algumas pessoas, vou repetir aqui: acho uma estupidez largar empregos/faculdades ou qualquer coisa mais sólida por causa de um blog. É claro que, por exemplo, o Ney deve ganhar muito mais do que de R$ 300 a 1000 por mês, e se ele avaliou que era melhor adotar a vida online profissionalmente, certamente tomou a decisão certa.
Marina Araújo, a repórter da matéria, conversou comigo por quase uma hora e uma das perguntas dela foi: “Você é ou quer ser blogueira profissional?”
Eu disse que não. Primeira coisa que “blogueiro”, para mim, não é profissão. Segunda, que o blog é um hobbie para mim, sempre foi. Tanto que nunca me vi obrigada a escrever diariamente e isso aqui começou falando essencialmente de mim e do meu dia-a-dia, “linha editorial” que eu abandonei, aleluia.
O blog é hoje um espelho do que penso, do que gosto e um grito de liberdade, pois aqui eu falo do que eu quiser. O fato é que, se eu puder ganhar um dinheirinho por isso e ainda divertir e informar as pessoas na medida do possível, poxa, eu ficarei muito feliz! Para mim é bem óbvio que um dinheirinho extra não faz mal a ninguém! É como eu disse na matéria: é independência financeira para eu fazer as minhas compras, as minhas baladas e todo o resto, sem depender de ninguém.
O que me assusta um pouco são pessoas jovens demais abandonando carreiras para fazerem apenas isso. Este ano, o meu blog deu um super boom e eu nem sei ao certo explicar porquê. Desconfio de algumas razões, mas não vou discorrê-las aqui – talvez a mudança da linha editorial há um ano, mais ou menos, tenha surtido efeito. Estou citando isso simplesmente porque do mesmo jeito que o sucesso vem, ele pode ir embora, principalmente hoje em dia, em que modinhas e tendências são construídas e abandonadas com um piscar de olhos.
Agora, a vida continua! Tem muita gente falando negativamente sobre o assunto, mas quer saber? É impossível agradar a gregos e troianos e até se um big documentário fosse feito sobre o assunto ainda teríamos uma meia dúzia de descontentes.
Eu adorei ter recebido visitantes novos – aliás, sejam bem vindos, afinal! E espero que tenham gostado daqui. Aproveito também para agradecer a repercussão positiva no orkut. Aliás, as cantadas também foram divertidas… Fazer uma mulher rir é o primeiro passo, não? 8)
… Por que tem coisas bacanas e culturais que só a web 2.0 pode fazer por você. A Web 2.0 e a pátria-mãe Globo, é claro.
A minissérie Capitu da Globo, baseada no romance Dom Casmurro, de Machado de Assis, será exibida do dia 9 ao dia 13 de dezembro e uma das estratégias de publicidade da emissora para sua nova atração foi um projeto de leitura coletiva da obra do mestre Assis.
No site Milcasmurros.com.br a obra foi dividida em mil partes, de forma que mil pessoas gravem seus vídeos com uma webcam ou uma câmera digital lendo um trecho do livro. Sendo assim, ao final do projeto, a Globo terá promovido a maior leitura coletiva de Machado de Assis.
Além de Fernanda Montenegro, Tony Ramos e outros figurões, alguns blogueiros também já gravaram seus vídeos. Bom, eu não sou muito fã deste livro, confesso. Eu prefiro Machado escrevendo contos, fazer o que? Mas, enfim, é um clássico e eu, como atriz (e nerd), jamais resistiria a ficar fora dessa.
Escolhi um trecho que me marcou desde a época em que li o livro, há uns 4 anos (vestibular, né, benhê!):
“Não lhe bastava ser casada entre quatro paredes e algumas árvores; precisava do resto do mundo também. E quando eu me vi embaixo, pisando as ruas com ela, parando, olhando, falando, senti a mesma coisa. Inventava passeios para que me vissem, me confirmassem e me invejassem.”
Acho essa passagem absolutamente linda. Ela mostra a forma de amar do feminino, aquela coisa de “eu te amo e vou gritar para todo mundo ouvir”, e o momento masculino de assumir o amor. Afinal eles sempre demoram mais do que a gente, não?
Bom, chega de blablabla. Quem quiser conferir a minha leitura no site, corra até o trecho #713 ou clique aqui. Mas como eu sou chique, enviei meu trecho para o youtube com trilha sonora, filtro branco e preto e tudo o que tem direito. Então… Assistam! 8)
Certamente um dos motivos que me faz ficar bem triste por não ter o maior pacote de tv a cabo da NET é não poder assistir “The Girls of the Playboy Mansion”. É um reality show, assim, no melhor estilo The Simple Life, só que melhor. O programa é exibido no E! Entertainment, o mesmo canal de reality shows bastante “edificantes”, como E! True Hollywood Story e Dr. 90210, agora exibido na Rede TV! como Dr. Hollywood. Nem sei se deve ter pra baixar (é claro que deve), mas não vou gastar meu HD com isso. De qualquer forma, tem coisas que só esse reality show traz pra você.
Para quem não sabe, o “The Girls of the Playboy Mansion” mostra o dia-a-dia das três “esposas” de Hugh Hefner, criador da Playboy: Kendra Wilkinson, Bridget Marquardt e Holly Madison. Além de mostrar todas as farras das meninas em cartões de crédito e seus eventuais trabalhos como modelos, o destaque fica para a relação deles quatro, que é estupidamente amigável (e baseada no amo$$$r). Está tudo bem para todos que Holly seja a esposa preferida. Literalmente uma primeira dama.
Acontece que o aniversário de Hefner foi em abril deste ano. Todas as comemorações de seu aniversário foram filmadas e exibidas no reality show, naturalmente. Uma das surpresinhas que o senhor de 82 anos recebeu foi um bolinho de Pamela Anderson. Um singelo bolinho. Só que a loira siliconada entregou o presente pelada, on high heels. A cena é indescritível e, claro, foi ao ar censurada. As mulheres presentes no evento não sabiam onde enfiar a cara. Hugh abraça a loira, dá tapas no bumbum e enfatiza que ela está melhor que nunca. No final, Pamela também dá um abraço pelada na primeira dama. É mole ou quer mais?
Só que aí você se pergunta por que eu estou falando de um episódio antigo de “The Girls of the Playboy Mansion” e eu te dou dois motivos: 1- eu não vi esse episódio por conta dos motivos explicados no primeiro parágrafo, 2- o Egotastic soltou essa semana o vídeo do programa sem censura.
Agora matem a curiosidade. E vejam a cara da Holly (a loirinha fofa de verde). Clique na foto abaixo e tire as crianças da sala.
“The Girls of the Playboy Mansion”: mostrando o loo$$$$ve in the real life.
ps: estou imaginando o quão horrível (isso não foi irônico!) deve ser receber um abraço de uma loira com peitos de plástico.
Hoje eu vou mostrar uma descoberta incrível para todos os amantes de flashback. Mas, um flashback um pouquinho mais “recente”… Estou falando dos poperôs melosos dos anos 90, aqueles que grudaram na sua cabeça enquanto você usava um jeans saint-tropez e um tênis keds, ou passeava por aí de calça bailarina.
Navegando nessa web de deus, descobri um usuário do Youtube que mudou o meu dia. O /raridadesdance tem mais de 100, eu disse CEM!, vídeos com apresentações de bandas, grupos e cantores dance em programas de TV brasileiros. Ou seja? Só lá você pode rever a apresentação da Alexia cantando “Uh La La La” no Xuxa Park, ou o Haddaway cantando “What’s love” no Faustão. Quer mais? Pois tem mais! Eles também tem separadinho algumas entrevistas de artistas pop em programas brazucas (Christina Aguilera!) e apresentações de artistas dance recentes, tipo Dj Tiesto, Lasgo e o Kasino, que é brasileiro também.
Nessa época aí eu ja nem era fã da Xuxa, mas devo admitir que a produção dela fazia um excelente trabalho em trazer toda semana uma atração internacional. Tiro o chapéu mesmo, afinal, hoje em dia é praticamente impossível um artista estrangeiro vir pra cá só pra aparecer num programa. Então lógico, tive também que separar uma apresentação memorável pra deixar postada aqui, certo? Certo.
Nesses idos dos anos 90, eu não falava inglês, você também provavelmente não falava e sua mãezinha talvez também não soubesse o que você tentava cantarolar enquanto assistia o programa da Xuxa Meneghel. Eu fiquei chocacada quando “redescobri” essa música e me toquei do que eu tentava cantar aos 7 aninhos:
Não entendeu ainda o meu espanto? No refrão ela canta “Don’t want no short dick man” repetidas vezes e ainda faz questão de rir da cara do rapaz que não foi abençoado pela mãe natureza. Veja a letra e, se precisar, passa no altavista.com e traduz. O que um cursinho de inglês não faz….
PS: Destaque para os figurinos da Xuxa nos programas. É uma superação atrás da outra…