Amiga, por que você ainda não joga videogame? 13 motivos para começar agora!
Jogo videogame desde criança e trabalho com esse mercado há uns bons anos. Mas, engraçado, muitos sabem disso não porque lêem o blog, mas porque me seguem em outras redes sociais. Por algum motivo, este assunto tão importante na minha vida não era tão presente por aqui, mas definitivamente está na hora de mudar as coisas!
Embora hoje eu conheça muitas (muitas mesmo!) meninas que jogam, digamos que demorei um tempo para sair desse armário, tudo única e simplesmente porque não tinha companhia. Das duas, uma: ou eu era a excluída na turma dos meninos ou a esquisitona entre as meninas. Legal, #sqn.
Ao mesmo tempo em que fui percebendo que não precisava de companhia nenhuma para fazer algo que me divertia e me dava prazer, o cenário foi mudando. Hoje falo de boca cheia que me orgulho demais em ver uma timeline recheada de mulheres que, como eu, adoram jogar e não estão nem aí para quem torce o nariz para isso. Se você leitora não entende do que estou falando e morre de curiosidade de saber o que tanto prende as crianças no youtube, então tá na hora de passar a mão no joystick mais próximo e experimentar. ;)
Amiga, por que você ainda não joga videogame? 13 motivos para começar agora!

‘two girls play videogames’ via shutterstock
1. Jogar é divertido, desestressante e desafiador. E, sim, vamos começar com motivos bem bestas mesmo, mas ainda assim necessários. Chegar de um dia difícil do trabalho e distribuir headshots nos inimigos vai fazer você se sentir ótima e super útil para o seu time. Não se preocupe com o que vão pensar, simplesmente divirta-se.
2. Não é ‘coisa de menino’: games são feitos para pessoas, assim como filmes, livros ou qualquer outra forma de entretenimento. Apesar de que, enfim, se existem jogos até para gatos… Talvez realmente não devamos colocar limites ou ter preconceitos aqui, certo?

3. As mulheres não estão sozinhas nem são a minoria nesse mercado. Pesquisas recentes já comprovam que a porcentagem entre homens e mulheres que jogam está cada vez mais próxima. Outro estudo mostrou que, entre o público adulto nos Estados Unidos, são as mulheres que mais possuem seus próprios videogames.
4. Videogame é coisa de gente grande: no conteúdo e na prática. Por anos a indústria e seus marketeiros deixaram bem claro seu foco no público masculino e jovem, mas as coisas mudaram um bocado, meus caros. Atualmente, por exemplo, já são mais mulheres adultas jogando do que moleques adolescentes. Fora isso, boa parte dos grandes lançamentos recebe classificação 18+. Sobre isso, vale lembrar: se o seu priminho anda jogando algo violento demais, é bom dar aquele toque para a família reparar na classificação indicativa de cada jogo. Todos precisam deixar isso bem claro na embalagem e há jogos adequados para todos os públicos.








