Analista profissional de “Playboy”

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“me olha que eu gosto”

Eu queria não começar essa texto de um jeito clichê, mas vou ter de começar assim e vocês me desculpem. Todos os dias somos bombardeados pela publicidade, pela imprensa, pela indústria da moda, dos cosméticos e até da cirurgia plástica, com modelos.

Resumos, rascunhos e best-sellers de obras primas da forma humana se multiplicam na sua frente e você ali, consumindo; consumidores passivos de imagens que somos. Neste quesito, aliás, até quem acha que é um ponto fora da reta desse borogodó de influência se engana. Mesmo mantendo seu gostinho pessoal excêntrico e blasé, uma hora a mídia te empurra uma verdade universal e você tem de admitir: qualquer ser humano pegaria Angelina Jolie.

Não sei como isso começou, mas vou aqui confessar um segredinho de Gerson (sim, o doentinho sexual da novela) – e também um prazerzinho mórbido. Estão aí todos sentados? Prontos? …

Então: eu curto ficar olhando para tudo isso. Não, não me dá prazer sexual e eu não tenho sonhos molhados com isso à noite, eu simplesmente curto. Sabe aquele prazer idiota de ficar com os olhos repousados sem focar a visão em nada? Tipo isso.
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“e continua olhando”

Para mim, são visões de paisagens, paisagens que relaxam, mas que ainda assim não fazem bem. Bater o olho em tanta foto de bundas lisas e biquínis cavadinhos me fazem imediatamente começar um exercício de comparação com meu próprio corpo. Na esmagadora maioria dos casos, meu corpo perde, óbvio, até porque só vejo gente bonita aprovada pelo padrão, tá? Ainda não sou (tão) masoquista.

É como um check-list: cabelo liso? não tenho; lábio cheinho? não tenho; silicone no peito? não comprei; barriga lisa? HAHAHA. E aí a vida continua: basta fechar a janela da foto ou jogar a revista longe para se certificar de que tudo (meu) continua em seu lugar e nada mudou.

Não conheço mais ninguém que tenha essa mania bizarra, ou que pelo menos confesse, mas me sinto muitas vezes simplesmente analisando corpos femininos. Também tenho certa preferência pelas poses o mais desnudas possível, ok? Relatório de “Playboy” é comigo mesma: vejo todas as edições, e não é para ver se fulana é bonitinha ou se depila tudo.

Lógico que, durante uma análise, reconheço a beleza e gostosura da pessoa, como no caso da supracitada Jolie, mas não fico observando-a para isso. Observo as mulheres para me observar.

O sentimento de derrota diante de uma imagem é gigantesco e talvez isso não seja absolutamente nada saudável, mas um pouquinho de confissão não faz mal; pelo contrário, ajuda. O terapeuta do Gerson e também a minha dizem que “só o fato de falar sobre já é bom”.

Portanto, confesso: “vejo fotos da Megan Fox quase pelada só para me sentir feia”. Tá. E agora, que eu faço com isso?!

Quem quer barriga, leva a mão

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garota esperta.

Um dia estava fuçando numas fotos em alta qualidade de celebridades. Por fuçando, entenda: colocando o zoom no máximo e observando a beleza (ou não) alheia.

Fiquei passada com o clipe novo da Shakira, e aloca aloca aloca da barriga dela, trincadíssima e sequinha e fui observar. Aliás, pauta de oportunidade: como o abdome da mulher ficou enxuto assim, até porque nuns tempos remotos ela era estilo magra de dança do ventre, não essa perfeição toda.

Crente que eu jamais terei pique ou estrutura corporal pra manter um tanquinho desses, passei a visualização para as mãos da moçoila. Um esmalte bizarro, mal cuidado e os dedos de um jeito que até me lembrei de Megan Fox. Num estalo, percebi que a genética não é 100% benevolente jamais.

Parei para pensar se algum homem algum dia deixaria de dar um pega no cantinho com alguma das duas por observar suas mãos esquisitas. Duvidei. Não sou macho, mas me parece mais interessante uma barriga lisa em cima de mim do que uma mão com unhas de porcelana me fazendo cafuné.

Dizer que homem olha para suas mãos e presta atenção nisso é argumento de manicure que, para mim, até hoje só se provou válido quando dentro de uma sala de entrevista de RH. E enquanto sua mão está ali, linda, batucando no curriculum, sua barriguinha se encolhe de medo de qualquer tentativa de biquíni, afinal de contas.

Shakira está certa – certíssima: sua última entrevista de emprego deve ter sido há quase dez anos.

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Quebrando a banca…

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… Literalmente.

Depois de fazer a via crucis para cuidar do pescoço torto em função das minhas tensões, percebi o quanto as pessoas adoram dizer “relaxe, minha filha”. Seria fácil, porraputaqueopariu, eu acho, se eu fosse relaxada. Mas, veja só, se eu fosse relaxada não ouviria isso, confere?!

Quer dizer, eu sou do tipo que compreende totalmente as motivações do personagem de “Um Dia de Fúria”, com a diferença que não sou agressiva (geralmente) e guardo tudo pra mim, bem nas minhas articulações (!).

Voltei ao divã há uns meses e tenho livre associado minhas ideias deitada num sofá semanalmente. O assunto, claro, veio à tona, e foi assim que me toquei do quão cruéis são todos os que nos mandam relaxar. Se você aí acha inofensivo, eu explico.

Mandar uma pessoa tensa relaxar não é simplesmente dizer para ela “não se preocupar”, é aumentar isso a um grau absolutamente maior. É dizer, na cara dura, que os motivos dela são ínfimos e afirmar, subliminarmente, que ela é um ser humano inferior por se importar com isso.

Sinceramente, é um comentário do mais  preconceituoso,  já que cada um se importa realmente com o que quer e faz dos seus limões uma limonada como dá. Sendo assim prefiro o conselho da minha avó, “vai lavar uma pia de louça”.  É mais honesto.

Dizer “fica calmo” é como tornar um pequeno copo d’água um grande maremoto, a partir do momento que você invalida os argumentos do nervoso, e faz o pobre repensar tudo para relembrar realmente porque está com tanta raiva. Fazendo isso, veja só meu caro, você não só está atrapalhando, quanto está elevando o problema ao quadrado.

Quer ajudar um tenso, nervoso e estressado numa boa? Conte uma piada, indique um livro, brinque de adivinhar o formato das nuvens, faça uma massagem no indivíduo, meu Deus. Proponha qualquer atividade diferente, mas não faça de conta que essa diquinha é inocente.

Tá na dúvida? Melhor simplesmente não falar nada.

Meme das 9 coisas

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Quase 8 meses se passaram desde o último meme postado aqui e como eu acho bem divertido responder essas coisas, fiquei feliz de finalmente ser indicada de novo!  A Tayra (que, através de suas respostas me mostrou que eu sempre falei o nome dela errado) me pôs na listinha dela, então vamos lá:

9 Coisas Sobre Mim:
(aleatórias, ilustradas e, até onde sei, realmente nunca antes reveladas por aqui)

1 – Sou viciada em café. Quando me controlo, tomo duas xícaras, quando estou com sono, perco realmente a conta. Tanto sou maluca por esta iguaria quentinha que já passei bem mal por isso. No segundo ano de faculdade (2007), no meio da correria de prova/trabalho/estágio, dormi umas 4 horas e emendei tomei três cafés pela manhã. Claro que deu merda: tive uma crise feia de labirintite (???!) e senti a extraordinária sensação de parecer que estou pisando em areia movediça a todo segundo e quis vomitar a cada paradinha do elevador do prédio, da faculdade, de qualquer coisa. Até hoje não sei como peguei o metrô pra casa sem por pra fora o beloved café.

2 – Terminei o curso de inglês aos 15 anos. Parece cedo, mas comecei o curso com 8 aninhos e tive aquela formação bem completa. Hoje minha fluência não é mais a mesma da adolescência, o que me rende pegar no tranco vez ou outra. Sempre que preciso desenferrujar o inglês começo meio esquisitinha e depois de alguns dias é como se eu sempre tivesse falado a língua diariamente. Vai entender! Em todo caso, já deveria também ter começado outro idioma faz tempo e não consegui. Fiz um ano de alemão e abandonei, mas ainda tomo coragem pra começar francês – já o espanhol, passando. Por hora, fico com meu portuñol fueda mesmo.

3 – Conhece uma pessoa que morre de tédio? Conhece, eu. Eu fico entediada com comida repetida, trabalho repetido, rotina sem novidade, programação de televisão, todas as minhas mp3s e também com todo mundo do Twitter. Não me levem a mal, eu simplesmente enjoo. Dali um tempo isso passa, mas pode crer que durante todo um período eu vou ficar surtando atrás de um novo restaurante, um novo emprego, um artista novo pra ouvir, meia dúzia de twiteiros novos para seguir…

4 – Algumas pessoas já sabem que eu tenho todo um passado de estudos musicais, além de ter me formado atriz.  Fiz 7 anos de piano e canto e, sim, foi muito legal e, sim, sinto muita falta – e me culpo horrores de não ter sido mais disciplinada.  Em todo caso, essa dedicação marcou toda uma época minha, de forma que meus olhos se cegaram para determinadas breguices durante minha adolescência. Meus amigos e família achavam o máximo ter a “conhecida cantora” e eu dei umas palhinhas para homenagear as pessoas em diversas ocasiões. Ter cantado em tanta festa se tornou um eterno fantasma pra mim.  Quer dizer, imagina se eu vou pro BBB, ganho na loteria,  viro BFF do Silvio Santos, caso com um jogador de futebol ou fico ryca e famo$a e esses vídeos pipocam por aí? ahuaheue Maldita hora que popularizaram a transformação de VHS para DVD!

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5 – Já usei franjinha N vezes e me prometi jamais cortá-la de novo, mas a vontade é ridiculamente grande. Sempre que topo com a Anne Hathaway na televisão ou revejo de relance “O Diabo Veste Prada” fico com uma vontade descomunal de ter o cabelo de Andy Sachs. Fora que, enfim, me sinto Andy Sachs diversas vezes na vida, especialmente quando tenho uma lista de nomes e caras pra decorar – não, isso não é coisa de filme.

6 – Penei, sofri, chorei para tirar minha carta de motorista. Fiz o maldito teste três vezes e ainda sofri preconceito durante a aulinha teórica, porque um monte de marmanjos fodões achava que eu, mulher, não podia saber de mecânica (século XX mandou beijos!). É claro que esqueci boa parte do que eu estudei da **mecânica**, mas enfim  uma hora a carta saiu e considero o carro essencial para se ter liberdade numa cidade grande como São Paulo. Sei que posso soar ecologicamente nada correta, mas poder ir para qualquer lugar a qualquer hora sem se preocupar com pegar ônibus, com o horário que o metrô fecha ou com o dinheirinho do táxi é a melhor coisa que já me aconteceu. Morar sozinha está nos planos, mas confesso que amo móito meu automóvelzinho e nunca tomei nenhuma multa, tá?

7 – Vez ou outra algum evento, festa ou acontecimento cósmico me motiva a gravar um vídeo e subo-o em meu Youtube. Não tenho um videolog ou muito menos um videocast, mas está na hora de contar: uma das minhas maiores vontades nesta internet de meu Deus é postar vídeos com regularidade. Afinal, além de ser produtora e de já ter trampado n vezes com edição, sou atriz formada há dois anos, com registro na carteira e tudo, logo, não tem nem desculpa, ? É, eu sei. /chora

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Paris

(agora, eu)

8 – Me considero um pouco “viajante profissional. Nunca fiz uma viagem absurda de longa nem intercâmbio (adoraria fazer!), mas já viajei bastante e comecei ainda criancinha. Deu para aprender muito bem todos os truques que mamãe ensinou, desde fazer rolinhos com a camiseta, até colocar coisas dentro dos tênis, tirar todas as etiquetas de todas as compras e andar com aquela bolsinha invisível de dinheiro e passaporte em baixo da blusa. Ainda não inventaram nada melhor, até porque  se aventurar confiando plenamente no cartão de crédito é furada.

9 – Preciso de ócio criativo de vez em quando, e isso quer dizer “tempo pra viajar na maionese olhando pra parede” e ter aquelas ideias que precisam ser passadas para o papel no exato segundo, antes que voem embora.  E, bem, só estou contando isso para fazer uma prece: voltem para a mamãe, ideias. Não estou suportanto mais olhar para telas em branco sem vocês comigo. Vamos andar de mãozinhas dadas e nunca mais nos separar?

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E, por fim, a parte de encaminhar para queridas 9 pessoas responderem e passarem o meme adiante (e que eu estou muito curiosa para ver o que irão contar!): Alê Ferreira, Bruna Vieira, Juliana Dacoregio, Juliana Ferreira, Lya Zumblick, Mari FrioliMarina Santa Helena, Mirian Bottan, e  Rê Biscoito! Divirtam-se, meninas! E me avisem quando postarem! ;)

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Gisele, o movimento

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lançamento - Pantene

mais fotos no flickr

No tal evento da Pantene, tivemos a oportunidade de ver e ouvir Gisele Bündchen por alguns sete minutos, o que obviamente não nos possibilitou perguntar coisa alguma e nos deu a certeza total que ela passa spray de baforada de Afrodite no cabelo, ou qualquer coisa divina do gênero.

Com portuguesinho gringo e uma gíria ou outra “tipo assim”, a loira explicou rapidinho o que eram os lançamentos e falou das novas embalagens da marca feitas com plástico cuja matéria prima é a cana de açúcar – ou ao menos foi isso que entendi, já que estava bastante ocupada fotografando.

Olhando bem pra mulher, vimos que é toda uma energia absurda que não se trata de cabelo, de produção ou de passarela. Talvez Gisele seja atriz por natureza e saiba concentrar sua energia toda no sorriso aberto ou no carão durante os poucos minutos que se mistura conosco, pobres mortais.

Quem sabe ela nem seja assim no dia a dia, quem sabe seja toda uma questão de concentração para dar o melhor de si nos milionários segundos em que aparece e dá o ar de sua graça. Ou, sei lá, ou a mulher é mesmo iluminada, e aí saberemos que não há Pantene – ou qualquer outra coisa – que traga tanta energia para o nosso cabelo e ilumine nosso rostinho.

Quer dizer, quem sabe Gisele, e seu movimento ondulado, sejam a tal beleza real, a tal inner beauty que só quem se ama – e se ama demais – pode ter.

Posso falar? Admirei-a como ser humano. (mas ainda não consigo imaginá-la fazendo o número 2.)

Vagina, a parte mais triste do corpo de uma mulher

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foto via tumblr

Uma vez me deram um livro sobre sodomia e libertação sexual. Era um best seller autobiográfico e todo poético, mas que poderia ser resumido mal e porcamente com algum verso de funk, no estilo “essa merda é minha, dou pra quem quiser”. É claro que era algo que teoricamente mudaria o meu jeito de ver o sexo e todas as questões que lhe envolvem antes, durante, depois e ao lado de quem, mas não mudou nada.

Não sei se sou super feliz assim, não sei se não tenho curiosidade alguma nas santinhas ou nas putonas, mas o livro me passou batido. Foi como se eu tivesse lido centenas de páginas de relatos pra dizer “que bom pra você, escritora”. É claro que a bela obra chegou a mim através de um homem, este que provavelmente tinha algo a dizer com isso, e bem, não conseguiu.

O fato foi que li o tal do livro unicamente porque tinha ganhado, e porque faz parte comentar o que achou do livro com quem te deu, especialmente quando o outro ser humano em questão também já o havia lido. Em meio a meia dúzia de momentos excitantes relatados, só  guardei bem um ensinamento, e não posso nem dizer que foi uma frase, foi uma lição mesmo, já que perdi a citação correta e perdi também o livro – perdi, joguei fora ou esqueci de guardar bem guardado só de raiva, sabe como é?

Em meio a milhares de linhas autobiográficas sobre como ela passou de certinha ao extremo oposto, altamente sexual, a única coisa que me prendeu foi quando ela disse: “a vagina é a parte do corpo mais triste de uma mulher”, ou algo do gênero. A autora fez tal afirmação para explicar porque se depilava sempre de última hora. A razão era não correr o risco de ficar esperando um amante à toa e o “embelezamento” não ser utilizado.

Isso para mim valeu o livro. Não pela depilação de última hora, até porque de libertário isso não tem nada, mas por resumir o quanto de expectativa criamos, nós mulheres, em cima da hora H. Inclusive você aí, libertária.

Ficamos esperando, nos preparamos, programamos aàs vezes,  compramos a lingerie certa para a data certa, passamos perfumes, arranjamos velas modernas que prometem ter cheiro disso e cor daquilo e morremos um pouco (muito) por dentro quando largamos tudo isso em casa. E aí você olha para você mesma e diz: relaxa (!!).

Revistas, programas de tv e meia dúzia de livros nos doutrinam sobre quantas vezes temos de gozar e como fazer o strip tease perfeito, mas inteligentes que somos, não damos ouvidos e não nos deixamos mais levar. Na tentativa de equilibrar a balança, colocamos um pouco de ousadia em pequenas coisas. A revista é só um guia – e se 10% forem alcançados, well done, girl.

O interessante é que nenhum destes meios, nem sua amiga comedora, se ocupa de dar uma dica resumida do que fazer quando tudo der errado. Levar com bom humor? Nem sempre é possível. Quando for, pode crer que o faremos, especialmente quando a culpa é do outro, quando o probleminha é do outro. Acontece, e se nunca aconteceu, vai acontecer.

Agora como lidar feliz com aquela lingerie caríssima que saiu do armário uma única vez? Ou como reagir bem com aquela peça que nem chegou a sair do quarto, pois na hora de provar você simplesmente achou que não estava tão bem assim e deixou para lá? E o que dizer, então, dos brinquedinhos de sex shop para serem usados a dois que você tomou coragem de comprar, mas jamais saíram da gaveta? Será que toda a tensão de receber o pacote marrom da loja online foi em vão?

Bom. E aquele presente que você se deu? O vibrador com passagem garantida ao sétimo céu, recomendado em “Sex And The City” e confirmado por aquela mesma sua amiga? O danado está tão bem guardado, mas tão bem guardado, que ninguém consegue achar, muito menos você, que dirá quando quer.

Expectativas geralmente estão aí para te foder. Elas servem para isso e te fodem bem do jeito que você não quer. Explico: se o fato superar o que você tinha em mente, será como se tivesse sido o mínimo. Se coincidir, você não terá surpresa alguma. E se ficar abaixo? Se ficar abaixo grande coisa, foi sempre assim.

Bem lá no fundo, quase no colo do útero, a vagina é só uma metáfora quente para as picuinhas broxantes de nossas cabeças. Sexo é bom, é ótimo!, e com ele, elas vão e vem, somem e nascem, mais rápido ou mais devagar, relaxa que passa!, mas só nós sabemos o quanto essa pequena se fecha um pouco mais quando um ponto de interrogação faz pouso em nossas cabeças.

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ps: não citei nem o  lado do homem na questão, acho que não precisa. Em todo caso, se algum representante da ala masculina quiser opinar, será interessante.