Vogue embarca na onda 3D

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3d é modinha?

O efeito 3D realmente está dominando o mundo e todas as mídias possíveis. Depois de ser considerado a salvação do cinema e virar adicional nas televisões hipermodernas, as revistas parecem também estar abraçando a “tecnologia”.

Depois da “Playboy” gringa, a brasileira deu seu primeiro passo com um pôster na edição de Cléo Pires e agora anda junto a outras revistas gringas, uma vez que o ensaio completo da paraguaia Riquelme promete pular das páginas.

Não sei muito bem o porquê, mas o universo “sexy” parece adorar mesmo a novidade, já que os chineses estão produzindo o primeiro pornô em terceira dimensão para Imax e, incrivelmente, até editoriais de moda estão dando este tom para suas primeiras experimentações.

O primeiro ensaio de moda que precisa de óculos para ser devidamente apreciado foi de Baldovino Barani em fevereiro e tem um quê moderninho, porém agora a “Vogue Itália” de setembro traz uma sensualizante Miranda Kerr saltando do papel.

As fotos, apesar de assinadas por Steven Meisel, são muito mais sensuais do que qualquer outra coisa:

Podem chamar o ensaio de conceitual, mas para mim isto é puramente sensual. E ainda estou para entender se a grande revolução do 3D não é tornar o 5 contra um cada vez mais interessante.

Em todo caso, a visão de um rapaz de óculos de papel mandando ver no banheiro é hilariante – assim como essa capa, zuuuper conceitual para ser sensual:

oi?

Uma campanha pró-vida real

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não deixe seu gato chegar a esse ponto.

A campanha “look up, stop texting” começou em Nova York com o simples intuito de fazer as pessoas largarem seus smartphones, olharem para cima, respirarem ar puro e, por favor, se olharem nos olhos.

Criada pela blackberry-maníaca Cat Greenleaf, a campanha tem diversos slogans, como “stop texting, start real writting” e começou quando, um belo dia, a moça se deu conta de um maravilhoso prédio novo na saída do metrô. Alguma espécie de maravilha arquitetônica que ela deixou passar porque estava muito preocupada com o sinal do celular. Afinal, vai que ela perde algo importante durante o trajeto subterrâneo?

Aqui no Brasil, a coisa ainda pode soar um pouquinho exagerada, já que os planos de internet estão começando a baratear e ainda estamos em vias de observar toda a população mergulhada em seu pequeno mundinho de bolso. No entanto, já existem diversas regras de etiqueta se proliferando em revistas por aí, lembrando elementos básicos, como não mexa no celular no meio do almoço, não interrompa uma conversa para dar uma checadinha no Twitter e por aí vai.

No site do projeto nova-iorquino, existem até sessões especiais para as pessoas contarem  como conseguiram olhar para cima e o que de bom elas viram quando fizeram isso – bem no estilo alcoólicos anônimos, só faltou um “só por hoje”.

Brincadeiras à parte, gostei e muito da proposta, especialmente porque também sofro dessa ansiedade generalizada de ler todos os feeds, acompanhar todo novo vídeo bombando no youtube, zerar a caixa de e-mail a qualquer custo e por aí vai. Sabem bem o que é isso, né?

Como toda campanha americana que se preze, ainda existem mil e um produtinhos fofos para você comprar, usar e mostrar que está dando força à causa.  Os itens vão desde capinhas para os celulares até camisetas e colares, só não vale colocar uma camiseta dessas e usar o celular no meio do bar:

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Para saber mais sobre o projeto, acesse o site do Look Up Stop Texting.

Donas de iPhone transam mais

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Mais uma da série “pesquisas inúteis que amamos”: o Ok Cupid, que se intitula o maior e melhor site de relacionamentos do planeta,  publicou em seu blog uma nota que deve mudar bastante a forma como o mundo vê quem não tira os olhos da tela do smartphone.

O estudo analisou a atividade sexual de usuários com idade média de 30 anos de acordo com seu aparelho de celular. O resultado? No mínimo, curioso: as mulheres donas de iphone transam mais.

Analisando o gráfico rapidamente, vemos que as usuárias de iPhone são as mais pegadoras, chegando a ter até dois parceiros a mais que a média de donos de iPhone homens. Em terceiro lugar, temos as moças que usam Blackberry, seguidas pelos usuários homens, e em quinto lugar ficam, quase empatados, os homens e mulheres donos de Android.

O que isso significa? Bom, significa que as mocinhas estão usando a internet pra entrar em contato com todos os pretendentes, significa que iPhone pode te fazer mais sensual (aloca) e significa que a maioria das mulheres solteiras, norte-americanas e com 30 anos colocam senha difícil no telefone.

Agora você aí, solteira feliz e dona de iPhone, pode mandar este link para aquela tia mala que acha que você só fica na internet porque está encalhada. Só cuidado para ela não te achar saidinha até demais.

Via Tecnoblog

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A nova carreira da Barbie: vlogueira

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Vontade de voltar a ser criança em 5, 4, 3….

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não sei se é “novidade velha”, mas é digna de post mesmo assim!

Caí no site da Mattel por acaso e tive a digníssima surpresa de encontrar seu mais novo lançamento: a Barbie Video Girl. Em seu colar, a loira tem uma câmera filmadora (!) que vai registrando tudo por onde ela passa. Os controles e o visor do que está sendo filmado ficam nas costas da bonequinha, devidamente disfarçados por seu capuz.

Para completar, a bicha vem com um cabo usb rosa para que os vídeos sejam descarregados e  traz um software de edição de vídeo super amigável e, claro, pink. No site também há uma área de dicas de como fazer bons takes com a boneca e sugestões de roteiros para gravar.

Tudo bem que não é lá uma baita qualidade de imagem, mas eu me lembro muito bem do estardalhaço que foi quando a Barbie  falante foi lançada e consigo imaginar a febre que essa aí vai causar.

Como arma de divulgação, a Mattel convidou uma “vlogueira” americana para conhecer o processo de manufatura da Barbie Videogirl e já encontrei um vídeo feito com a própria, intitulado “Um Dia Com a Barbie”:


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A câmera é porqueta, como diria meu amado professor de tecnologia, mas quem se importa? Eu quero porque é Barbie!, agora videologger, cameragirl, videogirl, whatever…! 8)
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ps: e pra geek nenhum botar defeito, dá pra comprar online, tá?
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Viva a mobilidade!

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Agora que tenho um smartphone digno, finalmente entendi o quão importante é ter um site acessível nas mais diversas plataformas. Portanto, voilá:

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Fake-Doll agora tem versão para celular! Acessa aí do seu aparelho (ou rouba o iPhone do seu amigo uns minutinhos) e conta o que você achou. 8)

ps: a versão mobile é simples e provisória, pois em breve a cara deste blog todo vai mudar. Aguardem!

“Toy Story”: Que bela fase!

sáb

… Porque só assim para resumir o que eu senti ontem à noite, assistindo “Toy Story 3”.
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Lançado em 1995, “Toy Story” foi o primeiro longa-metragem da Pixar e é também considerado o primeiro longa-metragem em animação digital da história.  Sua trama traz o dilema do brinquedo “antigo” versus brinquedo “moderno”, estilizado na figura de Woody e Buzz Lightyear. Marcou época.

Eu tinha apenas 7 anos, vi o filme no cinema e um pouco depois meu primo, na época com um aninho, ganhou o VHS (!) – e eu ia até a casa dele só para assistir de novo e de novo:

Quatro anos depois, veio “Toy Story 2”. Lembro-me que também vi no cinema, e desta vez levamos meu primo junto, já que era a sequência do filme que ele tinha em casa e adorava. Na época eu estava naquela fase chatinha de pré-adolescente  e lembro que não dei o devido valor ao filme, mas nunca me esqueço das cenas dentro da loja de brinquedos:

Ontem, mais uma vez me emocionei com o trabalho da produtora e posso dizer que “Toy Story” marcou época – e também a minha vida. Foi através destes filmes que me encantei com animação e com a trama simples, cheia de significado por trás. Além disso, posso dizer que foi a Pixar que me apresentou ao formato do curta-metragem, já que sempre que eu ia ao cinema tinha um “filminho legal” antes de começar a história para valer.
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Em “Toy Story 3”, Andy está indo para a faculdade e finalmente tem de dar um destino aos seus brinquedos: lixo, sótão ou doação? A decisão atinge a todos, inclusive à mãe, que  acaba confundindo sótão com lixo e começa toda a confusão, fazendo os bonecos se unirem não só para tentar voltar para seu dono, mas também para que se sintam vivos e sejam “brincados” uma última vez por Andy.

O final é totalmente emocionante e faz derramar lágrimas e, bem, Barbie e Ken são uma atração à parte e dão alívio cômico para esta história claramente direcionada às crianças que cresceram.


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Rever “Toy Story” e assistir “Toy Story 3” diz muito sobre a própria história da Disney e sobre a atual revolução do 3D. Percebemos o quanto a animação melhorou desde o primeiro filme, mas o quanto isso não significa nada para que um excelente enredo chegue às telonas.

Em todo caso, para encerrar de vez  a briga da boa história com a alta tecnologia, o terceiro filme estrelado por Andy, Buzz e Woody é introduzido por “Dia & Noite”, curta que metaforiza a questão usando dois personagens antagônicos que carregam em si animações 2D e 3D e que, quando menos esperam, descobrem que se completam totalmente.

Veja um preview (e assista no cinema em 3D para ter a experiência completa!):
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Parabéns, Pixar! 8)

ps: para quem gostou do superhiper metrossexual Ken, a Pixar fez outros vários mini clipes com o personagem. É genial! Dá para ver no canal DisneyPixar no Youtube.

ps2: se quiser ter ideia do quanto estes danados evoluíram, recomendo os DVDs com curta-metragens deles. Muito bons!