Donas de iPhone transam mais

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Mais uma da série “pesquisas inúteis que amamos”: o Ok Cupid, que se intitula o maior e melhor site de relacionamentos do planeta,  publicou em seu blog uma nota que deve mudar bastante a forma como o mundo vê quem não tira os olhos da tela do smartphone.

O estudo analisou a atividade sexual de usuários com idade média de 30 anos de acordo com seu aparelho de celular. O resultado? No mínimo, curioso: as mulheres donas de iphone transam mais.

Analisando o gráfico rapidamente, vemos que as usuárias de iPhone são as mais pegadoras, chegando a ter até dois parceiros a mais que a média de donos de iPhone homens. Em terceiro lugar, temos as moças que usam Blackberry, seguidas pelos usuários homens, e em quinto lugar ficam, quase empatados, os homens e mulheres donos de Android.

O que isso significa? Bom, significa que as mocinhas estão usando a internet pra entrar em contato com todos os pretendentes, significa que iPhone pode te fazer mais sensual (aloca) e significa que a maioria das mulheres solteiras, norte-americanas e com 30 anos colocam senha difícil no telefone.

Agora você aí, solteira feliz e dona de iPhone, pode mandar este link para aquela tia mala que acha que você só fica na internet porque está encalhada. Só cuidado para ela não te achar saidinha até demais.

Via Tecnoblog

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A nova carreira da Barbie: vlogueira

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Vontade de voltar a ser criança em 5, 4, 3….

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não sei se é “novidade velha”, mas é digna de post mesmo assim!

Caí no site da Mattel por acaso e tive a digníssima surpresa de encontrar seu mais novo lançamento: a Barbie Video Girl. Em seu colar, a loira tem uma câmera filmadora (!) que vai registrando tudo por onde ela passa. Os controles e o visor do que está sendo filmado ficam nas costas da bonequinha, devidamente disfarçados por seu capuz.

Para completar, a bicha vem com um cabo usb rosa para que os vídeos sejam descarregados e  traz um software de edição de vídeo super amigável e, claro, pink. No site também há uma área de dicas de como fazer bons takes com a boneca e sugestões de roteiros para gravar.

Tudo bem que não é lá uma baita qualidade de imagem, mas eu me lembro muito bem do estardalhaço que foi quando a Barbie  falante foi lançada e consigo imaginar a febre que essa aí vai causar.

Como arma de divulgação, a Mattel convidou uma “vlogueira” americana para conhecer o processo de manufatura da Barbie Videogirl e já encontrei um vídeo feito com a própria, intitulado “Um Dia Com a Barbie”:


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A câmera é porqueta, como diria meu amado professor de tecnologia, mas quem se importa? Eu quero porque é Barbie!, agora videologger, cameragirl, videogirl, whatever…! 8)
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ps: e pra geek nenhum botar defeito, dá pra comprar online, tá?
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Viva a mobilidade!

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Agora que tenho um smartphone digno, finalmente entendi o quão importante é ter um site acessível nas mais diversas plataformas. Portanto, voilá:

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Fake-Doll agora tem versão para celular! Acessa aí do seu aparelho (ou rouba o iPhone do seu amigo uns minutinhos) e conta o que você achou. 8)

ps: a versão mobile é simples e provisória, pois em breve a cara deste blog todo vai mudar. Aguardem!

“Toy Story”: Que bela fase!

sáb

… Porque só assim para resumir o que eu senti ontem à noite, assistindo “Toy Story 3”.
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Lançado em 1995, “Toy Story” foi o primeiro longa-metragem da Pixar e é também considerado o primeiro longa-metragem em animação digital da história.  Sua trama traz o dilema do brinquedo “antigo” versus brinquedo “moderno”, estilizado na figura de Woody e Buzz Lightyear. Marcou época.

Eu tinha apenas 7 anos, vi o filme no cinema e um pouco depois meu primo, na época com um aninho, ganhou o VHS (!) – e eu ia até a casa dele só para assistir de novo e de novo:

Quatro anos depois, veio “Toy Story 2”. Lembro-me que também vi no cinema, e desta vez levamos meu primo junto, já que era a sequência do filme que ele tinha em casa e adorava. Na época eu estava naquela fase chatinha de pré-adolescente  e lembro que não dei o devido valor ao filme, mas nunca me esqueço das cenas dentro da loja de brinquedos:

Ontem, mais uma vez me emocionei com o trabalho da produtora e posso dizer que “Toy Story” marcou época – e também a minha vida. Foi através destes filmes que me encantei com animação e com a trama simples, cheia de significado por trás. Além disso, posso dizer que foi a Pixar que me apresentou ao formato do curta-metragem, já que sempre que eu ia ao cinema tinha um “filminho legal” antes de começar a história para valer.
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Em “Toy Story 3”, Andy está indo para a faculdade e finalmente tem de dar um destino aos seus brinquedos: lixo, sótão ou doação? A decisão atinge a todos, inclusive à mãe, que  acaba confundindo sótão com lixo e começa toda a confusão, fazendo os bonecos se unirem não só para tentar voltar para seu dono, mas também para que se sintam vivos e sejam “brincados” uma última vez por Andy.

O final é totalmente emocionante e faz derramar lágrimas e, bem, Barbie e Ken são uma atração à parte e dão alívio cômico para esta história claramente direcionada às crianças que cresceram.


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Rever “Toy Story” e assistir “Toy Story 3” diz muito sobre a própria história da Disney e sobre a atual revolução do 3D. Percebemos o quanto a animação melhorou desde o primeiro filme, mas o quanto isso não significa nada para que um excelente enredo chegue às telonas.

Em todo caso, para encerrar de vez  a briga da boa história com a alta tecnologia, o terceiro filme estrelado por Andy, Buzz e Woody é introduzido por “Dia & Noite”, curta que metaforiza a questão usando dois personagens antagônicos que carregam em si animações 2D e 3D e que, quando menos esperam, descobrem que se completam totalmente.

Veja um preview (e assista no cinema em 3D para ter a experiência completa!):
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Parabéns, Pixar! 8)

ps: para quem gostou do superhiper metrossexual Ken, a Pixar fez outros vários mini clipes com o personagem. É genial! Dá para ver no canal DisneyPixar no Youtube.

ps2: se quiser ter ideia do quanto estes danados evoluíram, recomendo os DVDs com curta-metragens deles. Muito bons!

Use seu iphone para… Dormir!

seg

Ok, vamos lá: meu  nome é Fernanda e me rendi a um gadget apple. Os Macs não dão jeito mesmo pra mim, mas eis que ontem entrei para o fantástico mundo dos donos de iPhone (o que torna meu iPod quase sem sentido agora).

Eu sabia que o aparelho era legal e tal e coisa, sabia que ia amar e encher de app’s legaizonas, úteis e inúteis, mas nunca imaginei que eu iria dormir melhor (e mais rápido) com um celular. Por que, né? Quem imaginaria isso?

Pois ontem mesmo eu baixei o Magic Sleep, app que conta carneirinhos para você além de botar uma bela música relaxante e hipnótica. A versão free só te deixa usar durante dez minutos, mas vou dizer que eu dormi em menos de cinco.

Só para constar: para melhores resultados, coloque o telefone no modo “avião” e plugue os fones de ouvido. Aí é só esperar os carneirinhos fazerem efeito! 8)

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ps: depois desse app, baixei outros bem divertidos, vou mostrando aos poucos por aqui.

Diga-me teu e-mail e te direi quem és.

qui

Tudo o que você sempre quis dizer para o seu amigo que ainda usa @hotmail mas tinha medo de magoar:

Mais um infográfico que amei – e mil desculpas para quem ainda usa hotmail. E aliás, como você consegue?!

Via Blame It On The Voices