Zooey Deschanel vira garota-propaganda do iPhone

seg

*sou fofa o suficiente para fazer propaganda do iPhone?*

O comercial foi postado no youtube no dia 16 e não é necessariamente notícia nova, mas não tem como não comentar a escolha certeira da garota-propaganda!

Em anúncio “recente” para a TV do iPhone 4S, Zooey Deschanel aparece de pijama usando as funcionalidades da Siri para aproveitar um dia chuvoso em casa. A asssistente ajuda a moça a pedir uma sopa de tomate num restaurante e coloca uma musiquinha antiga para ela dançar, no caso “Shake, Rattle & Roll” de Big Joe Turner:
.

.

E aí, hipster-cute-fofico o suficiente pra te impressionar? Todos os machos macfags vão à loucura! heheh

As músicas de Natal de 2011

qui

all i want for christmas is… good music

Quando a dupla She & Him lançou um álbum natalino em outubro, eu não só achei que eles estavam adiantados quanto subestimei os ouvidos do público. Pensei: “quem quer ouvir CD de Natal?”, mas aí me vi completamente equivocada quando vários outros artistas lançaram singles e álbuns para narrar a noite feliz cheia de neve.

Como hoje começa o mês do Papai Noel, os shoppings já estão decorados e jájá funcionando até meia-noite, chegou a hora da trilha sonora natalina. Deve ser coisa que americano gosta e a gente não faz muita ideia disso por aqui, mas, se for assim, melhor que sejam artistas legais cantando!

Do She & Him, recomendo “It’s Cold Outside”. Dá o play nessa fofura:


.

Depois deles, Lady Gaga lançou seu CD natalino, o “Very Gaga Christmas”. Apesar do EP ter apenas 4 músicas (e duas serem versões de suas músicas “profanas”, “You And I” e “”The Edge of Glory”), a versão da cantora para “White Christmas” também vale ser ouvida:


.

Agora esta semana a banda The Killers lançou o single “The Cowboy’s Christmas Ball”, que eu achei meio caça-níquel, mas bonitinho:


.

E se você estiver no clima, mas só se você estiver no clima MESMO, aproveita para dar o play no clipe natalino de Justin Bieber e Mariah Carey.

A dupla regravou a canção natalina superpop “All I Want For Christmas Is You” – e depois desse vídeo recheadinho de merchants, só consigo sentir saudade de Lindsay Lohan em “Meninas Malvadas”:

.

Sobre Michael Cera e “Paper Heart”

qua

Se existe uma musa indie, ela é Zooey Deschanel. Agora se existe um muso indie, ele é Michael Cera.

Não lembro quando exatamente foi meu primeiro encontro com o rapaz, creio que foi numa sessão pouco aconchegante de “Juno” no HSBC da Consolação com a Paulista. O filme não me agradou lá grandes coisas, mas o jovem papai e a trilha sonora me deixaram um tanto quanto curiosa.

Meses e meses depois, estava eu num avião também pouco aconhegante, no meio de um gordinho simpático e um bêbado que se achava bonito, voltando da Europa. Estava cansada e triste com o final da viagem – e com a situação ridícula – e eis que na televisãozinha frente a minha poltrona estava ele, Michael Cera, Santo Chapolim Colorado que gritou “eu” num momento de “quem poderá me defender?”.

Pus os fones no máximo e dei um chega pra lá no beubo do lado direito que achava estar abafando no chaveco e comecei a assistir “Nick and Norah’s Infinite Playlist”. E, antes que vocês pensem que pousei no Brasil alegre com o doce filme, digo que não, pois o avião pousou 20 minutos antes do grand finale. @#$*@#¨!!!

tira os zóio, Juno

Foram três meses de aflição até eu poder baixar o filme – e um motivo extra para rever o querido Mike. Claro que assisti o filme todinho novamente e aí sim fiquei de coração quentinho e fui convencida pelo talento bizarro dele de atuar de forma ridiculamente natural – ou de nos enganar direitinho apenas decorando falas e sendo ele mesmo. hehe

Logo, quando li sobre “Paper Heart” fiquei fascinada. Basicamente, trata-se de um documentário sobre amor feito por jovenzinhos; ou melhor, um docudrama, ficção que se aproveita do formato de documentário para contar uma história – real ou não, ou com pitadinhas de realidade, quem sabe. Também logo desconfiei que as amigas distribuidoras negariam o prazer de ver o loirinho pálido no cinema, assim como fizeram com “Nick and Norah’s…” e fiquei a postos para baixar o filme.

No último domingo, assisti. E, tipo, OWN. O filme é centrado em Charlyne Yi, uma jovem com jeitinho masculinizado mas de bom coração, que diz nunca ter se apaixonado e que, de tanto temer não poder sentir tal tremor nos joelhos e suor frio nas mãos, resolve ir investigar qualé a desse tal de romance. Durante a jornada, ela conhece Michael Cera e os dois começam um casinho, devidamente documentado.

Basicamente, o filme traz histórias sobre romances, casais e a visão de jovens, tanto dos dois envolvidos, quanto do diretor, um terceiro personagem na história. A fotografia muitas vezes deixa a desejar dado o grau de improvisação do filme, mas a trilha sonora e a espontaneidade de sua forma compensam.

a noiva anti-romântica

No longa, todos assumem seus próprios nomes, o que trata de nos deixar com uma pulguinha atrás da orelha, sobre o que é texto, o que é improvisação e o que é verdade – tipo, será que eles tiveram mesmo um casinho? (sim, tiveram, e aparentemente ele terminou com ela. Danado!)

Dúvidas fofas à parte, o casal de protagonistas cria cenários e marionetes e faz mini teatrinhos de cada suspiro dos entrevistados, o que traz doçura às histórias e contrasta com a visão da simpática Charlyne, que se esforça para entender o amor, mas entra e sai com um ponto de interrogação sobre o que ele realmente é, apenas mais disposta a tentar.

Assisti ao lado do Rafael e demos risadinhas sinceras, daquelas que vem de dentro para fora e tratam de aquecer o caminho que traçam. Ao final, mais uma produção que merece ser assistida. Meu conselho? Veja em dias de chuva, dias de leve melancolia ou dias em que o mundo te fizer desacreditar no amor.

Eles não podem fazer isso, e Michael está aí para te salvar. You go, boy Cera!

.

ps: aconselho às fãs do rapaz que realmente vejam este, porque “Scott Pilgrim Vs. The World” só estreia em novembro e quando estrear, pois ainda não há data definida. “Youth in Revolt” eu não vi ainda, mas pretendo. Alguém aí já?

Dancinhas no corredor da escola – Modos de Usar

qua

Britney Spears já foi tema de “Modos de Usar” uma vez e a princesinha do pop aparece por aqui de novo pois andou servindo de inspiração recentemente.

Quem se inspirou nela? Nenhuma aspirante a mega estrela da MTV, não. Desta vez, Zooey Deschanel é que bebeu na fonte de “Baby One More Time” para lançar o clipe “In The Sun”, canção de sua dupla, She & Him.

.
É claro que provavelmente a Zooey não está nem um pouco afim de ser comparada com a Britney, até mesmo por seguir um estilo totalmente diferente, mas para mim a referência é clara, e embora eu adore a dupla indie dessa mocinha com cara de anjo, vejo esse clipe e só consigo pensar: Britney, Britney, Britney!

Duvida? Reveja “Baby One More Time”, primeiro clipe de Spears, lançado em 1998.


.

E aí, parece ou não parece? Novidade mesmo, só a cena na biblioteca. 8)

1 ano, 4 meses e 20 dias com (ou sem) a Summer

dom

Duvidei um pouco desse filme no começo por achar que ele usaria aquela fórmula do “casal moderninho”, mas me enganei. Entrou para os favoritos.

.

Joseph Gordon-Levitt, como Tom, e Zooey Deschanel, a Summer, em “500 Dias Com Ela”

Eu não sei vocês, mas eu lembrava do Joseph Gordon-Levitt de “10 Coisas que eu Odeio em Você” e olhe lá, já que no filme ele era o protagonista, mas totalmente eclipsado pelo rebelde sem causa interpretado por Heath Ledger.  O  fato é que o rapaz cresceu, não é mais um adolescente (nem parece) e agora faz o papel de um recém-formado que acredita no amor,  mas não acredita que pode ser feliz.

Fofo e um pouquinho loser, do tipo que perde o momento certo do primeiro beijo, o personagem Tom Hansen abandona a arquitetura, faculdade que cursou, para escrever cartões. Cartões de aniversário, de dia dos namorados, de condolências, de boa sorte e de qualquer outro tipo de coisa que “as pessoas querem falar e preferem que um pedaço de papel fale por elas”.

Um belo dia, seu chefe contrata uma nova assistente que resolveu mudar de cidade por puro tédio. Esta é a heroína Summer, vivida pela também cantora da ótima dupla She & Him, Zooey Deschanel. Ela é uma mocinha pela qual todo e qualquer homem poderia se apaixonar e que por isso mesmo causa alvoroço ao chegar num escritório repleto de senhorinhas, carente de um pouco de ovulação.

É praticamente instantâneo: rapazinho fofo e excêntrico detecta gostos em comum com uma gatinha estilosa e se apaixona. Como sua própria irmã mais nova – e mais experiente nos assuntos do coração que metade dos personagens – diz: “poderia ser ela ou qualquer outra. Vocês só gostam das mesmas coisas”.

Como o trailer anuncia, o filme não é uma história de amor e sim uma história sobre amor. E eu acrescento: sobre amar, ou sobre tentar. (Se você não viu o trailer, clica aqui)

“500 Days With Summer” ou “500 Dias Com Ela” nos conduz ao longo dos dias em que Summer e Tom tentaram ter um relacionamento e ao longo dos dias em que Summer já havia virado a página e apenas Tom ainda estava com ela.  Desde o início, a garota deixa claro que não quer um namorado, que não quer ser “a namorada de alguém”.

Eles vão ao cinema, passeiam por lojas de móveis, fazem compras, comem comidinhas diferentes, tentam inovar no sexo, dão risada, compartilham segredos e, enfim, fazem você que está em frente à tela se apaixonar por eles por menos apaixonada que esteja a tal Summer e por mais triste e mulambento que esteja o Tom, depois de levar o pé na bunda anunciado no próprio trailer.

O espírito livre da mocinha me lembrou Holly em “Bonequinha de Luxo” (1961), que alimentou a paixão em seu Fred e tenta fugir, mas descobre estar apaixonada realmente. Já Summer, não, talvez porque a esta altura já estejamos mais que liberados para contar uma história em que uma “mulher livre” rejeita um homem, e apesar de eu realmente gostar da trama de “Bonequinha…”, talvez se ele fosse rodado hoje o final seria diferente.

Em todo caso, são dramas que não se comparam. Aparentemente baseado em fatos reais, “500 Dias Com ela” discute os relacionamentos modernos de uma forma original e ao mesmo tempo sensível, nada parecida com a fórmula usada por estes últimos filmes à la “Ele Simplemente Não Está Afim de Você”. Desta vez, a questão principal é: o que você tem versus o que você espera.

Se você é uma Summer que tem medo ou não acredita que vai acontecer pra você, ou se você é um Tom que perdeu quem acreditava ser sua soulmate, assista.

Apesar do preconceito que o gênero causa, é uma comédia romântica para meninos e meninas sim!, com bons diálogos embalados por uma trilha sonora excelente (que eu vou comprar!), e uma edição que revira de ponta cabeça e trás pra frente os momentos desses dois que ficam muito bem juntos, mas… A vida estava lá e os separou. Simples assim.

Para quem quer ver o filme, download aqui. Quem quiser a trilha sonora, download aqui.

E se você realmente gostou e ficou querendo mais, assista o curta-metragem musical feito pelo diretor Marc Webb com Zooey Deschanel e Joseph Gordon-Levitt para divulgar o filme: