Tag: Vogue


Britney sem Photoshop ainda deve mandar melhor que a sua vizinha neurótica

Toda mulher neurótica gosta de pensar que não está tão neurótica. Um bom jeito para isso é enfiar seus dilemas embaixo do tapete passando seu questionamento adiante. Logo, as ciumentas conseguem enfiar minhocas na cabeça das não-tão-ciumentas, as obcecadas com o cabelo fazem brotar frizz até na mais lisa e auto-confiante, e as minhas  favoritas mesmo são as que não estão contentes com o próprio corpo e gostam é de comentar o corpo alheio.

Um dia fala-se sobre a bunda de fulana, no outro sobre silicone feio de ciclana e no dia seguinte sobre um culote, um pneuzinho, um bracinho mais avantajado. Ou seja, coisas nada anormais no mundo dos humanos com formas e tamanhos normais – mas tudo fora do tal padrão estético.

Teoricamente, padrão estético é algo bastante variável, mas todo mundo sabe que as mais cheinhas  não voltam à moda há séculos. Podem dizer que Marilyn Monroe era avantajada, mas ela era um belo 90x60x90, aproximadamente. Avantajado? Sei não. Para mim, ela era gostosa, tinha um corpo saudável e até onde eu saiba isso nunca deixou de ser bonito, ou algum homem aqui não pegaria essa loira? Ahan que não.

Apesar disso, repete-se exaustivamente que esta fase já foi, ao mesmo tempo que o império da magérrima Twiggy parece nunca ter fim. Com apenas 1,67m de altura e um peso pena que eu realmente não faço a menor questão de saber (42kg, para quem faz), esta “pequena” modelo se tornou grande nos anos 1960 justamente por representar o oposto da voluptuosidade de Marilyn.

Desde então, o “padrão” estacionou nas magrinhas, embora os homens e trocentas pesquisas científicas continuem reforçando que na esmagadora maioria dos casos eles gostam mesmo é de um belo quadril cheio (chamada da revista “Nova”, tá?).

Um dos editoriais mais legais de todos os tempos, da “V Magazine”: uma modelo “do padrão” e outra mais “girl next door”. Qual fica melhor?

Os críticos de moda dizem que o final dos anos 1990 foi marcado pela volta das “sexy curves”, tendência comprovada com a ascensão de la Bündchen e devidamente atestada pela Vogue em 1999 quando publicou que Gisele era a grande responsável pela nova tendência.  Só que aonde estas tais “sexy curves” chegam perto das de Marilyn?

Tirando Gisele da parada, manequins 36 e às vezes até 34 são os que desfilam, chegando ao ponto de modelos serem engordadas e terem seus ossos proeminentes apagados em processos de pós-produção. Hoje a moda é de “não-retocar”, e a pergunta é  onde vão esconder os ossos que aparecem até no meio dos peitos siliconados.

Se estas garotas são saudáveis, não é o meu ponto aqui: em qualquer extremo  sempre haverá gente doente. Assim como sempre existirão gordinhas “nascidas”, sempre existirão as “magras de ruim” e, olha!, está aí a diversidade. O que não é nada diverso é o tal “padrão”, que só serve à meia dúzia de manequins, alguns estilistas e alguns heróis  que se julgam capazes de acompanhar fisicamente tudo isso e se sacrificam.

Depois da tendência do não-retocar, outro grito da moda são as modelos 46, que já colocam seus pézinhos no outro extremo da balança. Quanto ao meio termo, esqueça! Também pegou chamar manequim 40 de plus-size. E por que não “normal size”? “Medium size”? (E vale incluir aqui qualquer nomenclatura que não seja puxa-saco dessa tal fábrica de cabides.)

Quando até Twiggy afirma que gostaria de ter nascido com as curvas de Marilyn Monroe, só cabe uma pergunta:  somos grandes ou elas são pequenas demais?

.

ps: e este foi um mero comentário vindo de uma garota que também gostaria de perder mais 2kg e “photoshopar” algumas coisas, mas que não abandona a cerveja ou a sobremesa por isso. Não vale a pena.

Postado por loverox

Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,

Depois de ver estas fotos de Holger Pooten, é bom ter cuidado…

O fotógrafo que já fez campanhas para a Nike, Adidas e clicou editoriais para a Vogue, tem chamado atenção com seus projetos pessoais. Original e criativo, ele gosta mesmo é de fotografar (ou manipular) o momento exato em que as coisas acontecem, desde um vaso quebrando até uma pessoa prestes a sofrer queimaduras de enésimo grau.

Como o clima é de dia das bruxas, separei fotos com uma beleza um tanto mórbida:

CONTINUE LENDO »

Postado por loverox

Tags: , , , , , , ,

Provavelmente as músicas mais famosas do Blondie, banda liderada por Debbie Harry, são “Rapture“, “One Way or Another” e “The Tide is High“, esta que inclusive foi regravada trocentas vezes. Mas a minhas favorita mesmo é “Dreaming”. Se você não conhece essa, eu recomendo. Dá o play e vê as releituras do estilo da cantora:
.


DEBBIE HARRY É (OU FOI) ASSIM:


.

RACHEL ZIMMERMAN ESTÁ ASSIM NA VOGUE FRANCESA:


.

E LILY ALLEN PÔS PERUCA LOIRA PARA A ELLE INGLESA:

.
… Lady Gaga, tá faltando você agora nessa lista.  Vamos?? 8)

Related Posts with Thumbnails

Postado por loverox

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, 23 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil
dTwitterYoutubeFacebook

Twitter

Flickr

Visitantes



bloglovin

Página Inicial | Domínio | Perfil | Arquivos | Links | Contato

Assine o Feed | 24 Users Online

Copyright © 2010 Fake-Doll. All rights reserved.