Domingo na Av. Paulista: review do Burger Joint de SP, compras nerds e #File2016

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Depois de alguns meses dizendo que eu precisava ir ver a Paulista abertona aos domingos para os pedestres, finalmente me programei e fui. Montei um roteirinho maneiro que incluía: ir e voltar de metrô (porque né? sem carros!), almoçar no Burger Joint (tem duas filiais brasileiras e uma delas é no Top Center, na Av. Paulista), visitar a File 2016 (evento de arte e linguagem digital) e, finalmente, tentar comprar um jogo novo num dos shoppings da avenida que seeempre têm preços melhores. hehe

Tudo isso está no vlog de hoje, inclusive o “polêmico” review do Burger Joint que, sim, é gostoso, mas pelo preço dá para ir em uma séééerie de outras hamburguerias que já citei e recomendei pra vocês aqui no site. Holy Burger e Tradi, por exemplo, passam na frente disparado. Precisam rever os valores urgente por lá! hehe 

Assista o vídeo para entender mais do ~causo e se inscreve no canal para receber os vídeos primeiro! ;)

Para ver outros vídeos já publicados, clique aqui.

 

 

O melhor do Halloween em Nova York: os cachorros!

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Se tem um rolê imperdível para se fazer em Nova York próximo do Halloween, certamente é dar uma passadinha na ‘Tompkins Square Dog Parade. Todo ano, cães espirituosos e donos criativos (ou ao contrário, acredite) se reúnem devidamente fantasiados para um grande encontro nessa praça no Lower East Side.

Além de explodir sua cabeça e redefinir todos os seus conceitos sobre o que é uma fantasia pet, o evento é gratuito e super divertido. Já estive lá e simplesmente foi uma das coisas mais bacanas que já fiz em viagem: simples, fofo e rende altas fotos lindas! As fantasias deste ano estavam ótimas e rolou até momento ‘back to the future’!

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algumas das fantasias na dog parade de 2015

Quando estive lá em 2014, aproveitei também para fazer um vídeo mostrando um pouco do que rola além da zoeira e do concurso de melhor fantasia, contei se os cachorros parecem incomodados e como funciona essa festa. Vale o play! Se for pra NY nessa época do ano, já sabe! <3

Dismaland: a Disney de Banksy

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Uma grande área abandonada no litoral do Reino Unido tomou forma para abrigar um dos maiores projetos de Banksy que se tem notícia até o momento: nada mais, nada menos que uma ‘Disney às avessas’.

Com ingresso custando apenas três libras, a instalação em forma de parque abriga obras de diversos artistas e é uma crítica a boa parte do que a gente entende por diversão, desde as placas da entrada até o staff propositalmente mal humorado. Quem precisa de magia, não é?

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A Dismaland inaugurou no dia 22 de agosto em Weston-super-Mare e segue somente até o dia 27 de setembro. Na programação, já estão prometidos shows do Massive Atack e das russas do Pussy Riot. Segundo relatos, ironicamente o hype está tão grande que já há uma bela dificuldade para comprar ingressos.

Mesmo daqui de longe, vale ver com atenção as imagens publicadas do lugar. Tudo construído totalmente em segredo, assim como a identidade de Banksy. Por quanto tempo? Mais uma vez, tão pop quanto crítico. E bem a tempo da ressaca do verão.

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Emojis invadem Nova York

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Se a geração da internet paleozóica pode se orgulhar por ter sido a primeira a usar gifs, a geração já mobile tem um grande trunfo nas mãos: os emojis. Não conseguimos mais conversar com os amigos sem usar os símbolos, que não são só fofos e bem-humorados, mas muitas vezes nos poupam de muitas palavras (aquela cara de tédio é maravilhosa). E não, não vale só mandar um coração quando você não tem nada a dizer, porque é chato.

O diretor de arte do Brooklyn Brad Warsh resolveu fazer um projeto com o quanto esses desenhinhos já estão nas nossas vidas e transformou várias fotos do cotidiano de Nova York! O resultado é demais e ganhou até hashtag no insta: #emoji_irl. Dá pra fazer em São Paulo, hein? ;)

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dancinha no fim de tarde! Happy hour alguém?

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O teleférico de Rooseveld Island de outro jeito

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ovos no brunch de domingo

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camelando no metrô. quem nunca?

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Esse é o melhor vídeo de avião que você pode ver sem viajar

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Já fiz viagens com algumas companhias aéreas diferentes para o exterior e é difícil alguma conseguir marcar de verdade. Geralmente, a gente só lembra das empresas por motivos negativos – mal atendimento, vôo atrasado ou cancelado, bagagem perdida e afins. E aí, obviamente, a gente jura nunca mais voar com ela e fim de papo.

Difícil mesmo é uma companhia te marcar por um motivo bom. Creio que depois da comidinha e do “open bar de sorvete” da Airfrance (que me salvou de um vôo péssimo, aliás), a única outra companhia que me marcou pra valer foi a Delta. E pelo motivo mais inesperado do mundo: o vídeo de segurança da empresa. Esse aqui:

 

Depois de outros vôos com eles, percebi que a empresa faz questão de usar o humor a seu favor e simplesmente me apaixonei pela última “superprodução” da companhia, que vi sem sair de casa esta semana, dado o tanto que o vídeo viralizou – já na casa dos 7 dígitos.

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muitas saídas, super seguro

Apelidado de “o video se segurança mais internet de todos”, ele traz um gazilhão de referências a memes e virais e tem direito a finais alternativos remixados pelo maníaco do liquidificador do “Will It Blend?”. Coisa mais maravilhosa:

Much safety!

Adoraria ver esse vídeo no avião pra ficar olhando pro lado feito louca e ver quem tá pescando as referências. Tipo: “gente, vocês entenderam a piada? Não? Meu deus, que mundo vocês vivem?”. Pode não ser o melhor vôo da sua vida, mas certamente começa bem engraçado.

Falando nisso, como não rir se passarem esse outro vídeo com espírito anos 80 em que absolutamente nenhum passageiro sabe o que é Internet, muito menos wi-fi? :P

Onde me hospedei em Nova York: Hotel x AirBNB

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Depois de definir duração da viagem e comprar passagens, escolher onde ficar é com certeza a decisão mais difícil e essencial para uma viagem ser bacana, até porque é aí que morre a maior parte do orçamento das férias. Já fiquei em hostels bons e ruins, hotéis bacanas e pega-trouxa, mas ainda não tinha testado alugar um imóvel, uma terceira opção que se mostrou muito interessante, especialmente para quem vai para grandes metrópoles.

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Pod Hotel 51: saguão, quarto duplo simples e roof top

Quando fui para Nova York em 2012, fiquei no Pod Hotel, uma opção econômica, bem localizada, que recebe seus pacotes sem cobrar taxa (<3!) e, sobretudo, limpa! Pausa para um parênteses importante: antes de fechar qualquer hospedagem por lá, leia reviews no Trip Advisor e se alguém reclamar sobre bed bugs, nem pense em ficar neste lugar. É um problema sério e, depois de passar o dia todo na rua e em metrô sujo, tudo o que você quer é banho e cama limpa, pode acreditar. Ah, sim, como você é esperto, nem preciso falar que esse tipo de coisa não necessariamente tem a ver com o preço, né? Então tá!

Fechado o parênteses, a verdade é que mesmo o Pod sendo uma opção mais em conta, os preços de hospedagem da cidade estão cada vez mais surreais, principalmente para quem vai ficar mais de 10 dias. Alguns hostels e pousadas à la bed & breakfast, inclusive, nem aceitam essa quantidade de diárias. Portanto, para comportar meu pequenino roteiro de 16 noites, o AirBNB acenava como uma opção absolutamente viável.

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A tela de busca do AirBNB: você pode buscar imóveis por localização,
datas, valor e também selecionr a moeda de preferência

E assim foi. Mesmo sendo uma viajante acostumada a fechar todos os detalhes por conta própria e pela internet, o sistema me dava um pouco de medo. Achava que podia tomar calote ou que o dono do imóvel poderia cancelar tudo em cima da hora – esse era meu maior temor, à bem da verdade. Depois de conversar com amigos que só viajam nesse esquema e ler um pouco mais, descobri que há todo um sistema de segurança para contornar tragédias do gênero. O site penaliza o dono do imóvel e também paga ao viajante uma nova hospedagem. Ou seja: DE BOA NA LAGOA.

Depois de selecionar as datas, pagar (bem mais barato que hotel) e confirmar o apê, embarcamos super tranquilos com a opção que fizemos. Chegamos em Nova York, enrolamos no aeroporto, enrolamos num café na vizinhança, e finalmente fomos até o apartamento no East Village no horário do check-in – tipo hotel mesmo, só que sem lobby para aguardar. Encontramos o marido da locatária na porta e ele simpaticamente nos ajudou com as malas escadaria acima, além de mostrar os segredos do prédio antigo e tradicional.

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Home sweet home: alguns detalhes do estúdio que nos hospedou tão bem nas férias!

Assim como as reviews do imóvel adiantaram, o estúdio era uma graça, bem como nas fotos, limpo e com uma cozinha razoável para fazer pratos rápidos ou aquecer comida pronta. O sonho de cozinhar em Nova York ficou no Brasil, mas todo o resto foi realmente incrível e relativamente espaçoso durante os mais de 15 dias seguintes.

Metrô a duas quadras e uma vizinhança tão tranquila e ao mesmo tempo bem localizada que muitas vezes esquecíamos que estávamos na cidade grande – além de, claro!, andarmos para absolutamente tudo. No fim das contas, peguei apenas um táxi para sair do aeroporto e usei um Uber para voltar – carro executivo e ainda mais barato que os yellow cabs. Melhor impossível!

Veja mais posts de Nova York!


ps: tenho uma pequena lista de lugares que hostels e hotéis que adorei e outros nos quais não ficaria nunca mais. Faço um post? ;)