OsGemeos e Joey- Imagens da Semana

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Esse feriado foi intenso, teve festa, teve almoço, teve tudo, só não teve muita foto decente. Então vamos só com as decentes, né? hehe

OSGEMEOS

osgemeos

programa da exposição “Vertigem”

Domingo, eu e o Rafa fomos no Museu da FAAP ver a exposição “Vertigem” d’OsGemeos que, acredite, vai ter dar uma certa vertigem. O espaço da exposição é arredondado e as cores e iluminações fortes causam um efeito óptico que fazem você se sentir meio tontinho.

Para quem não conhece o trabalho e Otávio e Gustavo Pandolfo, irmãos gêmeos, basta dizer que eles foram pioneiros na junção do grafite e da arte urbana com suportes mais tradicionais de arte, como telas, esculturas e instalações moderninhas.

Por normas do museu, não é permitido tirar fotos, mas o Rafa deu uma de joão sem braço e …

osgemeos

Ok, não vou contar em qual das instalações tiramos a foto. Vão no museu e confiram a exposição que está incrível e ainda por cima é grátis. Um conselho? Cheguem cedo! Faz uma certa fila e as pessoas entram em grupos de 50. Para conhecer o trabalho dos gêmeos, recomendo também esse grupo no flickr, lotado de fotos dos trabalhos dos caras.

Serviço:

Exposição“Vertigem”, de OSGEMEOS
Data: de 25 de outubro a 13 de dezembro
Local: Museu de Arte Brasileira da FAAP – site
Endereço: Alagoas, 903 – Higienópolis

Horário: de 3a a 6a feira, das 10h00 às 20h00. Sábados, domingos e feriados, das 13h00 às 17h00. Fechado às 2as feiras, inclusive quando for feriado.
Entrada Gratuita

JOEY

joey

Poucas coisas me agradam mais que trash food australiana, que dirá se ela for rodízio. Lembram de um restaurante que comentei há algum tempo, o Joey Steakhouse?

Então, levei o Rafa para conhecer e aproveito para reforçar a minha dica: mentalize um australiano rodízio com um preço ok. Sim, é isso que tem lá! Colocando na ponta do lápis, você come muito mais que no Outback pagando muito menos. E esse aí é minha sobremesa favorita, com massa de churros e doce de leite! Nham! Recomendo.

Só perdi minha escova de dentes, mas ralei o carro.

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Minha mãe é dentista, portanto este título já é uma afronta. Desculpa, mãe. E eu espero que você tenha desistido de vez de ler o blog sempre ou pelo menos tenha parado de indicar para conhecidos que possam me cagüetar. Mentira, conhecidos! Continuem entrando, só não me cagüetem nunca, ok?

O trabalho está me fazendo adquirir o péssimo hábito de comer sobremesa, justo eu, uma pessoa capaz de abdicar de uma gorda e suculenta fatia de torta de chocolate em prol de um cafézinho esperto e espresso. Canso de fazer isso, e sei que todo o açúcar do mundo numa colher não me fará engordar o mesmo tanto que a tortinha faria. E aí que aqui no trabalho novo tem uma entidade móvel: “o Carrinho”.

Nós não temos um refeitório ou uma lanchonete dentro do prédio, portanto, para facilitar as coisas,  o Carrinho passa em determinados períodos de tempo oferecendo toda sorte de guloseimas xuxu beleza para nos fazermos engordar e não precisarmos nem largar o sedentarismo de nossas cadeiras. E aí, dona Maria, aí que eu fico aqui no trampo até dez da noite e a larica aperta forte, não é suave, não. Logo, aproveito-me de ensinamentos de vida saudável de todos os lugares do mundo e obviamente como à tarde, porque dizem os especialistas que longos intervalos de tempo sem comer te engordam ainda mais (é, parece que seu corpo fica achando que você está numa situação no limite e começa a poupar calorias para te manter vivo enquanto um olhinho de cabra saboroso não vem).

Depois de passar uns dez dias devorando todos os sabores de barrinhas de cereais, eu enjoei. Enjôo rápido e agora eu só consigo ser trash, o que me obriga a fazer o sacrifício de comer fatias de bolos deliciosos com sabores variados servidos pelo Carrinho. Todo dia é um sabor diferente, e eu só não como quando é de fubá com goiabada porque sei que o de cenoura com chocolate ou o de prestigio são muito melhores. E convenhamos que bolinhos são menos trash que palha italiana todo dia. C’est la vie.

Depois disso eu vou escovar os dentes voando. Mais que uma questão de higiene, é uma questão de tirar o gostinho bão da boca, porque por quanto mais tempo você fica com aquele nhami nhami  na língua, mais fome você terá dali há algumas horas. Acredite e faça o teste.

Aí eu fui tirar o nhami nhami ontem e descobri que minha escova de dentes não estava na necessaire. Fiquei pensando onde raios ela estaria, já que ela se presta única e exclusivamente a remover os nhamis no trabalho. Nisso, olhei adiante na pia e avistei uma escova parecida com a minha.

Não falo que é igual porque seria exagerar na minha memória visual, mas era bastante parecida. Eu precisava tirar aquele bolo prestígio de mim e precisava da escova ali, agora. Fechei os olhos e rezei para ser a minha escova.  Medo de cáries? Eu, não. Medo de gripe suína? Pois, sim.

Enfiei a malditinha na necessaire e saí de fininho. Aguardei o resto do dia pra saber se alguém teria perdido uma escova de dentes. Não ouvi nada.

Mais tarde, em casa, chego naquele momento em que a fome está apertadinha, mas já está tão tarde que você simplesmente não é capaz de cometer algum crime de gulodice. Você só tem desejo de ir dormir. Sendo assim, janto um prato modesto de comida, ou troco por uma sopinha, ou iogurte com frutas, ou sei lá o que.

No dia seguinte, nada de comentarem sobre a escova. No banheiro, tudo normal. É, era minha mesmo. E esta pessoa que vos fala, que conseguiu esquecer uma escova de dentes em cima da pia, voltar no banheiro diversas vezes ao dia e ainda assim não se tocar dela ali, perdida, também está tão zureta que ralou seu carro novo numa bobagem e chorou compulsivamente de raiva.

Acho que nem se eu tivesse pegado gripe suína por uma desatenção de escova de dentes eu estaria tão irada comigo mesma quanto estou agora, que tenho manchas brancas num carro chumbo por mera desatenção de quem chega em casa e só pensa em ir dormir.

E ah, nem pensem em cagüetar pra mamãe que eu ralei o carro: ela simplesmente estava na garagem e acompanhou tudo ao vivo.

 
ps: sim, esse post serve para contar bastidores do meu emprego novo, para justificar porque estou postando menos, para contar que eu troquei de carro (!) e para contar que eu só consigo e só penso e desejo dormir. Muito. E em seguida, quero ir ao cinema ver trocentos filmes atrasados, mas a cama anda muito mais forte que eu.

Britney que se cuide.

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Eu obviamente vou postar sobre a viagem logo mais, mas vamos aos fatos: os fãs da Britney são os melhores. São mesmo. O fã-mór Chris chorando, ela aparecendo sem calcinha e todo mundo defendendo, o fato de todos nós sermos capazes de cuidar da vida amorosa dela muito melhor que ela.

Eu já conhecia o trabalho de Valmir e Josy em Womanizer. Um neoclássico, praticamente. Agora quando você vê a dupla dando tudo de si em Me Against the Music (ela, a Madonna, ele, a Britney, claro!), você tem de compartilhar. Só que aí eu, que virei fã, abri o perfil deles e tááádááá! Não é que os talentosos adolescentes já gravaram até Circus??! E esse é bem produzido viu, galera:


Tem Valmir de palhacinho, Josy de maiô sexy e botona, circo, palco e platéia. Pra quem pode, é claro.

Mas, continuemos. Enquanto eles se preocupam com edição, figurinos e coreografias, tem quem se importe com a poesia da coisa. Então confiram esta versão de Womanizer:

Como a poesia é profunda e exige admiração, por favor, acompanhem a letra e cantem junto:

“Não vem pra cá
Eu não tô te esperando
Já sei também
Que sua batata tá assando
Você pode até pensar que eu vim aqui pra te pegar
Mas não vai rolar, não vai rolar, baby.

Você não vê
Que eu estou me esfregando
Em outro que
Soube me dar valor
E quando eu subir no palco
Pode saber que eu arraso

Você me perdeu, me perdeu, baby!

Mulherengo, mulherengo, você é muito mulherengo
Mulherengo, mulherengo, você é muito mulherengo
Você sabe que é, você sabe que é, você sabe que é
Mulherengo

Nunca mexa com alguém se não quiser ir mais além
Nunca mexa com alguém se não quiser ir mais além
Eu não tô doida, mas faço a louca.
Procure outra, Mulherengo!

E não rolou,
Você precisa de outro sócio
Desconjuntou
Eu to na pista é pra negócio
Achou que fosse fácil, que era o dono do pedaço
Mas já não colou, não decolou, baby

No chão-chão-chão
Eu nunca quis nada contigo
Não sou corrimão
Tire essa mão do meu umbigo

Não adianta nem tentar
Se insistir vou te gongar

Não quero tu, não quero tu, baby

Mulherengo, mulherengo, você é muito mulherengo
Mulherengo, mulherengo, você é muito mulherengo
Você sabe que é, você sabe que é, você sabe que é
Mulherengo

Nunca mexa com alguém se não quiser ir mais além
Nunca mexa com alguém se não quiser ir mais além
Eu não to doida, mas faço a louca
Procure outra, Mulherengo!”


Um minuto de reflexão.

Eu poderia aqui conjecturar sobre os melhores versos, a melhor construção, mas estou rindo demais para isso. Arrasaram. Vou decorar meia dúzia de linhas e mandar na lata para quem não souber me dar valor.

Afinal, eu não tô doida, mas posso até fazer a louca!

PS: se alguém souber o nome do cidadão que fez essa letra, por favor, manifeste-se!

Trilha sonora dos anos 90

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Hoje eu vou mostrar uma descoberta incrível para todos os amantes de flashback. Mas, um flashback um pouquinho mais “recente”… Estou falando dos poperôs melosos dos anos 90, aqueles que grudaram na sua cabeça enquanto você usava um jeans saint-tropez e um tênis keds, ou passeava por aí de calça bailarina.

Navegando nessa web de deus, descobri um usuário do Youtube que mudou o meu dia. O /raridadesdance tem mais de 100, eu disse CEM!, vídeos com apresentações de bandas, grupos e cantores dance em programas de TV brasileiros. Ou seja? Só lá você pode rever a apresentação da Alexia cantando “Uh La La La” no Xuxa Park, ou o Haddaway cantando “What’s love” no Faustão. Quer mais? Pois tem mais! Eles também tem separadinho algumas entrevistas de artistas pop em programas brazucas (Christina Aguilera!) e apresentações de artistas dance recentes, tipo Dj Tiesto, Lasgo e o Kasino, que é brasileiro também.

Nessa época aí eu ja nem era fã da Xuxa, mas devo admitir que a produção dela fazia um excelente trabalho em trazer toda semana uma atração internacional. Tiro o chapéu mesmo, afinal, hoje em dia é praticamente impossível um artista estrangeiro vir pra cá só pra aparecer num programa. Então lógico, tive também que separar uma apresentação memorável pra deixar postada aqui, certo? Certo.

Nesses idos dos anos 90, eu não falava inglês, você também provavelmente não falava e sua mãezinha talvez também não soubesse o que você tentava cantarolar enquanto assistia o programa da Xuxa Meneghel. Eu fiquei chocacada quando “redescobri” essa música e me toquei do que eu tentava cantar aos 7 aninhos:

Não entendeu ainda o meu espanto? No refrão ela canta “Don’t want no short dick man” repetidas vezes e ainda faz questão de rir da cara do rapaz que não foi abençoado pela mãe natureza. Veja a letra e, se precisar, passa no altavista.com e traduz. O que um cursinho de inglês não faz….

PS: Destaque para os figurinos da Xuxa nos programas. É uma superação atrás da outra…