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	<title>Fake-Doll &#187; TPM</title>
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	<description>Música, moda e cultura por Fernanda Pineda</description>
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		<title>O melhor de ser mulher, by Greta Garbo</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 23:30:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
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		<description><![CDATA[Pensando bem&#8230; Perguntaram para mim qual era a melhor coisa de ser mulher. Parei por uns trocentos minutos e pensei em trezentas e quinquenta e cinco respostas clichê, tipo: - fazer shopping day com as amigas; - fazer &#8220;queen day&#8221; com as amigas; - chorar sem motivo sem te acharem (tão) louca; - poder chorar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><img class="blogimage" src="http://i45.tinypic.com/35a8yvq.jpg" alt="" /></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Pensando bem&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Perguntaram para mim qual era a melhor coisa de ser mulher. Parei por uns trocentos minutos e pensei em trezentas e quinquenta e cinco respostas clichê, tipo:</p>
<p style="text-align: justify;">- fazer shopping day com as amigas;<br />
- fazer &#8220;queen day&#8221; com as amigas;<br />
- chorar sem motivo sem te acharem (tão) louca;<br />
- poder chorar com qualquer filminho e não duvidarem da sua sexualidade;<br />
- poder falar não para o sexo sem duvidarem da sua sexualidade;<br />
- não se sentir mal por não saber trocar um pneu;<br />
- saber que a tequila funciona mais para você;<br />
- orgasmos múltiplos;<br />
- ser mãe.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, olha, vamos e venhamos? A maior parte de nós vai passar essa vida inteira sem fazer &#8220;shopping day&#8221; e &#8220;queen day&#8221; toda semana, muitas vão transar sem estar com <em>aqueeela</em> vontade, várias vão morrer de vergonha de chorar em público, as azaradas vão ser assaltadas quando aceitarem ajuda alheia para trocar o pneu, nem todas vão ou querem ser mães e, enfim, né? Um porcentagem ínfima de nós vai ter orgasmos múltiplos.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, digo uma coisa: a melhor coisa de ser mulher é poder estar de <strong>TPM</strong>, curtir sua melancolia em paz, saber que esta sigla maldita é a causa única do seu mau humor e, assim,  levantar uma bela placa de &#8220;me deixa&#8221; para os outros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sim, à la Greta Garbo: &#8220;Leave me alone. I want to be alone&#8221;.</strong></p>
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		<title>Sorria, eles estão te seguindo.</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 10:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[É a vida...]]></category>
		<category><![CDATA[homens]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
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		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
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		<description><![CDATA[twitter: birds in a tree. Twitter é um muro das lamentações com atualizações múltiplas a cada f5, dependendo da quantidade de pessoas que você segue. Mesmo que existam poucos passarinhos twittando no seu galho, certamente você já reparou o fator “ninguém me ama, ninguém me quer” que rola ali. E não adianta reclamar: uma hora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="blogimage" src="http://fake-doll.com/wp-content/uploads/2009/07/twits.jpg" alt="" /></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;"><em>twitter: birds in a tree.</em></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><em> </em>Twitter é um muro das lamentações com atualizações múltiplas a cada f5, dependendo da quantidade de pessoas que você segue. Mesmo que existam poucos passarinhos twittando no seu galho, certamente você já reparou o fator “ninguém me ama, ninguém me quer” que rola ali. E não adianta reclamar: uma hora será sua vez de grafitar o desabafo ali também.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Quando comecei no twitter, em  abril/maio/junho de 2007, pouca gente lia, então era um prato cheio pra falar bobeira. Rolava uma espécie de terapia do desabafo diária ali e era ótimo: alívio imediato, conselhos instantâneos e ninguém de tão importante que te fizesse pensar que jogou merda no ventilador, afinal, o que era o twitter no Brasil em 2007? Era um bando de interneteiros brincando com uma ferramenta nova.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">O fato é que criei (criamos) o péssimo hábito de soltar os cachorros por lá. Brigou com o chefe? Posta. Tá no trânsito? Posta. Comeu e não gostou? Posta no ato. Tomou um fora? Já sabe. Postamos lá toda e qualquer espécie de bosta aleatória e quando vê, ops!, já foi, <em>I think I did it again.</em></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Voltando à primeira pessoa do singular, eu só fui perceber o quanto isso era chato quando comecei a ver pessoas cujas atualizações eram basicamente isso, reclamar &#8211; e quando, em madrugadas e tardes desocupadas, eu percebia o número de followers diminuir com uma mera atualização de página depois de uma mera twittadinha inocente. Comecei a me disciplinar, eu já sabia o quanto era chato.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Com o surgimento de uma infinidade de ferramentas para mostrar quem deixou de seguir você, as pessoas pararam com essa aleatoriedade de seguir e des-seguir diariamente, mas surgiram os anjos da guarda. Vocês tem? Eu tenho. E explico.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Os <em>meus </em><span style="font-style: normal;">anjos da guarda são cinco twitteiros que costumam aparecer em off para dar aquele toque sincero de amigo e dizer que eu não devia ter falado isso ou aquilo. Pode parecer intromissão, mas são amigos que, por algum motivo cármico, me entendem e conseguem dar um toque na hora certa.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-style: normal;">De alguma forma, o “poxa, conversa com a gente ao invés de se expor assim” funciona muito bem, e apesar do alívio imediato provocado ao vomitar 140 caracteres, passei a pensar cada vez mais antes de apertar o update graças a esses anjinhos online.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-style: normal;">É claro que, por conta da popularização do twitter, alguns de seus desafetos começam a criar arrobinhas ali e o que era puro elemento desabafístico vira indireta clara.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-style: normal;">Aos poucos vão chegando seu ex-chefe mala, companheiros de trabalho que você adoraria não encontrar além do escritório e gente da escola que nunca mais olhou na sua cara &#8211; mas agora quer manjar tudo “desse tal de twitter”. Aquele cara que você ficou uma vez – e ele vai te seguir. Aquele cara que você ficou e adoraria mandar tomar onde o sol não bate – e ele vai te seguir. Aquele seu ex-namorado gente boa de anos atrás  &#8211; e ele vai te seguir. O seu último namorado, mas que vai bloquear os posts dele &#8211; e não vai te seguir. Afinal, ele não quer você o siga.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-style: normal;">Um belo dia, mesmo amparada por meus guardiões, tive um momento de deslize. Comentei sobre um caso <span style="text-decoration: line-through;">mal resolvido</span> antigo e acrescentei novidades publicadas no orkut que envolvem a situação civil atual do sujeito. Situação que não vem ao caso, sabe por que? Porque no dia seguinte ele nasceu em forma de “@” e começou a me seguir.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-style: normal;">Mais uma vez, uma anjinha apareceu e, por algum lapso de sanidade em momento de alteração hormonal feminina, eu apaguei todas as twittadas sobre o assunto. Logo, salva pelo gongo, quando o rapazinho apertou o follow, não viu nada demais. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-style: normal;">Agora sorria: eles estão te seguindo. Todos eles. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-style: normal;"><span style="color: #ffffff;">.</span><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Investe ou passa?</title>
		<link>http://fake-doll.com/2008/07/27/investe-ou-passa/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 01:59:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[É a vida...]]></category>
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		<category><![CDATA[viagem na maionese]]></category>
		<category><![CDATA[namoro]]></category>
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		<description><![CDATA[Existem dois tipos de homens. Sim, existem. Ou pelo menos eu gosto e tenho o hábito de separá-los assim, por simples questão de manter minha cabeça no lugar e não ser seduzida e desviada do caminho da luz durante uma ficada/saída/(insiraqualquercoisaaqui). Existem os tipos &#8220;investimento&#8221; e &#8220;passatempo&#8221;. E, blah, não me julga não: quantas vezes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem dois tipos de homens. Sim, existem. Ou pelo menos eu gosto e tenho o hábito de separá-los assim, por simples questão de manter minha cabeça no lugar e não ser seduzida e desviada do caminho da luz durante uma ficada/saída/(insiraqualquercoisaaqui).</p>
<p>Existem os tipos &#8220;investimento&#8221; e &#8220;passatempo&#8221;. E, blah, não me julga não: quantas vezes já ouvimos os homens falarem &#8220;ahh, mas fulana não é pra namorar&#8221;. Então eu me fiz o favor de facilitar a minha vida e separar os homens entre quem eu realmente gostaria que virasse algo mais e homens que, bem, &#8220;enquanto o certo não vem, divirta-se com os errados&#8221;.</p>
<p>Até agora não errei em nenhuma categorização, embora alguns &#8220;investimentos&#8221; tenham feito questão de passar para outro lado. Tem homem que tem um medo absurdo de compromisso e acha que &#8220;ir levando&#8221; durante meses não significa enrolação, significa &#8220;se conhecer&#8221;. Bem, depois de tanto tempo eu vi que já conhecia o suficiente e, realmente, foi bom ver o tempo correr. Mulher não gosta de homem que não sabe o que quer. Aliás, eles até sabem: o bem-bom e&#8230; E só.</p>
<p>Aí ontem eu descobri essa comunidade: <a href="http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=281513" target="_blank">&#8220;Eu preciso de uma namorada&#8221;</a>, com 1014 membros. Só homenzinhos chorando as pitangas dizendo que querem encontrar uma mulher, que não aguentam mais passar seus dias fazendo nada e relativizando a teoria da relatividade.  Achei bonitinho. Sério, me tocou. Achei fofo e inclusive não encontrei uma comunidade do mesmo gênero para mulheres.</p>
<p>A única &#8220;do estilo&#8221; tinha uma porraaada de integrantes, mas que deixavam bem claro como teria que ser o namorado delas: &#8220;Eu preciso de um namorado que: faça xixi sentado, cozinhe, pague as contas, blablabla&#8221;. Os itens não eram esses, claro! Mas aí, fia, tu não tá realmente pre-ci-san-do, você tá é querendo uma companhia &#8220;assim e assado&#8221;. Não que EU não tenha uma lista de pré-requisitos (tenho e é grande), mas não fico falando que preciso de namorado por aí (<span style="text-decoration: line-through;">mentira, nos momentos de TPM eu falo, cof-cof</span>), eu simplesmente quero. Quero quando tiver que ser, até porque em 9 meses de solteirice eu estou me virando muito bem. Até eu me surpreendi, já que sempre fui a_namoradeira.</p>
<p>Voltando às comunidades. Comparando as duas, eu até pensei &#8220;olha! homens fofinhos e mulheres do mal!&#8221;, mas não deu nem 2 minutos e eu já avistei o seguinte tópico: &#8220;Falta mulher ou falta namorada?&#8221;. Lá os &#8220;fofinhos&#8221; mostraram a fuça real e to-dos (sem exceções) reclamavam que mulher até tem, mas namorada não. Aí pronto, parei de gostar dos 1014 membros e vi que continuo certíssima em separar os homens. Talvez seja inclusive natural que todos separemos as pessoas, só acho que mais mulheres deveriam fazer o mesmo: iam se machucar muito menos e se divertir muito mais.</p>
<p>É claro que um dia eu posso errar e correr o risco de jogar minha alma gêmea <span style="text-decoration: line-through;">(eu acredito nessa porra)</span> pela janela ao classificá-la erroneamente, mas eu juro que realmente não estou preocupada. Ele simplesmente pode me considerar como &#8220;passatempo&#8221; e, well, aí não ia dar certo. Já quando os homens te consideram &#8220;investimento&#8221; dificilmente tal fato passa desapercebido, já que geralmente quem toma a iniciativa de dar um passo a frente na relação são eles. Aí é só parar e pensar a categoria do moço, se ele pode ser alguém pra ti ou não. Simples assim. E, bem, eu realmente não pediria um cara em namoro (só na pré-escola), mas se tiver alguma moça que já tenha feito isso depois de grande, tem o meu respeito.</p>
<p>Categorias sim, inflexibilidade nunca. Carpe diem.</p>
<p>PS: eu ainda penso que, se for para eu casar um dia, ele vai ajoelhar do meu lado na mesa do jantar, ao som de violinos, e vai abrir uma caixinha e&#8230; :)<br />
PS2: leiam o post de baixo e CONTINUEM me ajudando no reality show! Vou preparar um bannerzinho pra deixar fixo aqui. Conto com vocês!</p>
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