Planeta Terra 2012, a edição da mulherada: Imagens da Semana

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Entre um show e outro curti o camarote do Palco Indie graças à gentileza da Gol. Obrigada pelo convite! Para ver tudo o que já contei nesta tag, clique aqui.

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a vista do camarote!

Já fui em Planeta Terra que poderia se chamar “Planeta Strokes”, em outro que poderia ganhar facilmente o prêmio de “lineup da vida” e fui neste, nesta edição 2012, que pode ser facilmente lembrada como “a edição da mulherada”. Não teve para ninguém: foi o girl power que garantiu a energia de shows como o do Garbage e o do Gossip

Beth Ditto chamou todas as atenções, Shirley Manson arrancou choros e suspiros e, entre amor & ódio, Azealia Banks mostrou para muita gente que veio pelo menos para incomodar. Fora tudo isso, ainda teve a fofurice de Little Boots, uma das primeiras artistas de eletropop que comecei a curtir láá atrás, junto com a Yelle. Faz tempo e tem história, mas ouvi o primeiro CD dela “Hands” de cabo a rabo no repeat por pelo menos um ano e foi uma delícia ver a gatinha bem de perto!

Little Boots: uma lady!

Dando uma volta pelo festival, vi trechinhos ainda do Maccabees, do The Drums e até mesmo do Garbage; só uma pena que perdi as músicas que curto pra valer do grupo, mas ainda assim valeu a pena.

Pouco depois, veio Azealia Banks. 10 minutos de DJ e show de meia horinha da moça já fizeram o povo querer arrancar as calcinhas. Vale o parênteses: Azelia tem apenas um EP lançado, clipes lindos e uma mixtape recheada de música boa, mas também de muita coisa conceitual que não cola em festival. Daí a escolha de esquentar o povo e entrar só pra arrebentar, algo que ela já fez lá fora e que funciona já que o tempo para causar é curto.

Azealia Banks: perucona e o top que brilha – e que não deu certo

Nos bastidores rolaram boatos de que a nova-iorquina deu uma de estrela, mas no palco sinceramente isso não veio à tona. Foi só música boa e um fôlego desgraçado para entregar as notas e o rap sem parar de mexer as pernocas um só segundo. Achei de tirar o chapéu. Só incomodou mesmo o probleminha que a gata teve com o figurino; algo deu errado com o top cheio de “luzinhas” e toda hora ela virava para o DJ para arrumar, fora que saiu do palco segurando o peitinho e com cara de ponto de interrogação depois que o áudio falhou por alguns segundos para a plateia. Bizarro! Vai se benzer, diria a minha avó. hehe

Só sei que depois dessa apresentação, dona Banks me ganhou mais ainda e já tô até com ciúmes do tanto que ela vai estourar. Digo e repito: Rihanna que se cuide.

Beth Ditto simpaticona e seu Gossip

E então, Beth Ditto e o Gossip. Nem ao menos considerei dar uma ouvida no Kings of Leon, porque perder esse espetáculo de voz e personalidade ia ser imperdoável. Beth entrou no palco já dando uma ~zoada~ para aquecer o público, brincou de falar “Oi Oi Oi” e apresentou o grupo como sendo o Kings, que tocava lá do outro lado. O povo já começou a rir e antes de outra piada, Beth mandou mil e um “deixxxculpa” por ter cancelado outras apresentações por aqui. E mandou ver na sequência.

Beth tomou goles e goles de caipirinhas e cervejas, arrotou duas vezes, cantou sem perder uma nota pulando pelo palco descalça e ainda achou espaço para homenagear outros artistas no meio de suas próprias músicas. Rolaram trechinhos de Nirvana, Michael Jackson, Ramones, Madonna e até Lady Gaga, de quem ela disse que é fã (só não saquei se foi ironia! hehe).

Foi extremamente divertido e fiquei pensando que, sei lá, uma cantora de timbre parecido como a Adele jamais seria capaz de fazer aquilo. Beber e soltar o gogó na sequência com tamanha precisão não é apenas difícil, é simplesmente arriscado e pode danificar a voz. Mas, ó,  a Beth #vidaloka não estava com medo algum e ainda se jogou pra plateia no fim do show: saiu dando selinho no povo.

Só amor pra ela! <3

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E O LOOK!

E, rá!, mais uma vez uma roupa confortável para ir em festival. O dia estava chuvoso e a probabilidade de lama era alta, logo fui de bota, calça pra não sujar as pernas e joguei um casaquinho muito, muito leve por cima da blusa, só pra não tomar ~friagem˜. rs Os créditos das peças seguem depois das fotos e o coturninho é mais um achado da viagem! Yey! <3

Jaqueta e blusa: H&M; jeans: 7 For All Mankind; coturno: Necessary Clothing;
colar: Ebay (vendedor xiaojion)

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Ney e Post-It – Imagens da Semana

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muuuito mais fotos.


Dan Nakagawa apresenta Ney Matogrosso

Dan Nakagawa apresenta Ney Matogrosso - Show no Teatro Oficina

para ver mais fotos, flickr djá!

Terça passada fui convidada para conferir o show do Dan Nakagawa cantando juntinho com ninguém menos que Ney Matogrosso no primeiro Festival de Outono do Teatro Oficina! A apresentação deles foi incrível e eu agradeço horrores o convite do pessoal de lá! Além de eu adorar o teatro (um dia tenho que contar a história deles!), foi uma oportunidade excelente pra ver de pertinho um dos maiores cantores da música brasileira, carregar mamãe junto e ainda conhecer o Dan, que tem uma puta voz e é um verdadeiro poeta – até porque cantar com o Ney não é pra qualquer um, não. Visitem o Myspace dele!


Post-It, a festa do Papelpop

post-It @Vegas

post-It @Vegas

dançando e tomando só uma cervejinha, porque eu tava dirigindo. Juro!

post-It @Vegas

mãos pra cima pra se jogar ao som da Stephany! Veja todas as fotos.

Eu sempre morri de vontade de ir nas festas do Phelipe Cruz, dono do ótimo Papel Pop e meu ex-primeiro-chefe na Capricho. Eis que finalmente deu certo! Sexta à noite peguei o carro (peguei o carro!!!), peguei a Luísa, pegamos a fila do Vegas e nos acabamos com a tchurma ao som de Britney, The Gossip, Blur, Beyoncée e da diva absoluta, Stephany. Sim, Phelipe Cruz botou Stephany e a pista foi ao chão com as mãos para o alto! Comoção geral. Timais. Quem perdeu, perdeu mesmo. Cheguei em casa quase 7 da manhã do sábado, sem pernas, sem cabelo, sem voz, porém feliz. Parabéns pelo sucesso, Phê!

Nylon de maio

Quando vi no SkinsBrasil que a Nylon de maio traria uma matéria com os queridos da segunda geração de Skins, eu já corri para comprar. O melhor mesmo é que a capa traz  a querida da Kat Dennings – sim, do Nick and Norah’s Infinite Playlist que eu indiquei semana passada – e a Olivia Thirlby, a melhor amiga da Juno em, ahn.. Juno.
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Para quem não sabe, a Nylon é uma revista americana muderrrninha que faz uma mistura delícia de moda com música. É claro que, exatamente por isso, cada edição vai ser sempre irresistível e você vai querer devorá-la aos pouquinhos para que ela dure o mês inteiro… Mas eu não resisti! Corri direto para a matéria “45 Stars of the New Generation” que traz um montão de atores que nós ainda vamos ouvir falar bastante e os lindos de Skins: Lily Loveless, Lisa Blackwell, Jack O’Connell, Kaya Scudelario (linda!), Ollie Barbieri (alta vocação para beleza nerd), e o meu favorito, Luke Pasqualino, que ficou escondidinho na sombra da foto. Queremos 4ª temporada now! 8)
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ps: sim, por N motivos eu ignorei toda a programação da Virada Cultural. Ano que vem tô lá – ou não.