O clipe de Paparazzi, da Lady Gaga

sex

Isso é um festival de referências.
Isso não é um clipe, é um curta-metragem.
Isso é uma puta obra prima pop.

Paparazzi, novo clipe da Lady Gaga, traz quase 8 minutos de uma narrativa muito bem contada pelo sueco Jonas Akerlund, cineasta que virou figurinha carimbada no mundo do videoclipe e é o grande responsável por verdadeiros clássicos de disk MTV. Para citar alguns: “My Favourite Game”, do The Cardigans, “Ray Of Light”, da Madonna, “Whisky in the Jar”, do Metallica, e o fodérrimo “Smack My Bitch Up”, do Prodigy (que vale a pena mesmo assistir, caso você nunca tenha visto!).

Preciso dizer mais alguma coisa? Pois é. Simplesmente assistam.

… E adorei o fato de que as roupa da Lady nos últimos tempos eram bem um teaser do próprio clipe que ela acabou de lançar. Lady Gaga, te amamos!

ps: adorei as modelos mortas pela casa. hehe

edit: Se mais alguém se apaixonou pelo clipe, aproveite pra baixar aqui antes que tirem o link do ar. :)


Sobre porque o MP3 influencia pessoas

ter

Sou uma pessoa altamente influenciável. Não pelos maus hábitos dos outros, mas por seus estados de espírito. Sabendo disso, escolho muito bem com quem pretendo me relacionar. Também sou influenciada pela energia/clima do lugar. Se sinto a famosa “energia pesada”, pode crer, não fico no local nem mais um minuto. Não me chame para um velório. E nem sei o que eu farei quando morrer: acho que devemos curtir alguém enquanto a pessoa tá viva, afinal.

Mas o assunto não é esse. Bom, também me influencio pela trilha sonora. Eu, que não sou chegada a axé/pagode e cia. limitada, cheguei até a dançar MÓITO em Porto Seguro. O clima faz a ocasião, junto com as pessoas, muito bem escolhidas, claro. Mas e quando está só você, com seu MP3? É você e a música que escolheu.

Baseadas em algumas MP3 atualmente no meu aparelhinho bosta:
– quando estou feliz, quero pop meloso e animado: Public Affair da Jessica Simpson, Like a Virgin da Madonna e etc (tenho muitos pops melosos, acredite);
– quando estou triste, música melancólica: qualquer coisa do Depeche Mode, Good Morning Joan dos Cardigans, All Good Things da Nelly Furtado, ou Blower’s Daughter do Damien Rice (provavelmente uma das músicas mais melancólicas do mundo);
– se estou energética: Smile da Lily Allen, The World is Mine do David Guetta, Wind it Up da Gwen e Say it Right, da Nelly Furtado;
– se quero ser uma sex machine (é, acontece): Sexyback do Justin (amo profundamente), Toxic da Britney, Love Hurts da Joan Jett, Sweet Dreams do Eurythmics, I touch myself do The Divinyls ou Like a Boy da Ciara (melhor música dela até agora, na letra e no ritmo, ao meu ver);
– pra pensar na vida, atualmente a preferida é Rebellion do Arcade Fire.

Recomendo todas as músicas que eu citei, não preciso nem dizer. Mas a questão é quando você não está “in the mood” para aquela música e seu mp3 insiste em jogar músicas tristes com você feliz, ou pops melosos quando você está sexy, ou músicas-sem-classificação quando você está a fim de pensar. Afinal, não tem como não andar em clima de passarela na rua quando está tocando Sexyback no seu ouvido e você está com vontade de dominar o mundo (acontece às vezes também).

Acho que os mp3s deviam ter um botão seletivo de músicas por emoção, facilitaria muito os meus problemas (de ser influenciada pelo “clima energético” das situações). Detesto ouvir música triste quando estou feliz e detesto ter que ficar apertando botõezinhos do MP3, dentro da bolsa, enquanto estou de pé no busão lotado. Acho que vou patentear essa idéia e enviar pra Apple. E ficar milionária, claro.