Sorria! “Cheap Pop Song”, de Kumisolo

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Para animar essa essa quinta-feira com cara de Londres que está rolando aqui em São Paulo, vai um clipe engraçadinho:  “Cheap Pop Song”, de Kumisolo, dirigido por Rhett Dashwood.

Cheap Pop Song from Rhett Dashwood on Vimeo

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Dedinhos espirituosos, esses! 8)

Cabelo novo, roupa nova e chuva sem fim – Imagens da Semana

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CABELO NOVO

arrumadinho, na volta do salão, e bagunçadinho-pós-pilates.

Dito e feito: me joguei no Studio W do Anália Franco hoje. O resultado? Muitos dedos de cabelo a menos e um visual com um quê cinqüentinha-independente, segundo os amigos, principalmente quando bagunçado, que vai ser provavelmente como ficará no dia-a-dia. :D

Eu gostei – e, se eu desgostar amanhã, cabelo cresce, graças a Deus!

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ROUPA NOVA

Oi, se você não comprou um casaco neste inverno e está afim, recomendo passar na Renner  o mais rápido possível! Todos os casacos e casaquetos da última coleção estão saindo por menos de cem e eu tive a sorte de pagar metade do preço neste blazer com carinha de Gossip Girl – blazer que, na verdade, estou namorando desde que ele chegou à loja e achava caro.  Ou seja? Felicidade total!

Vale lembrar: fiquem atentos a defeitos nas peças. Vários blazers iguais a este estavam com botões faltando, então sempre chequem os produtos antes de sair da loja.

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CHUVA SEM FIM

Depois de alguns dias de chuva seguidos em São Paulo, pude experimentar os melhores e os piores momentos provocados pela umidade. Adivinha? Fiquei no trânsito e experimentei um zero por hora na Av. Rebouças dentro de um taxi com o cabelo pingando de chuva e a roupa molhada provocando calafrios…

… Mas, em compensação, fiquei em casa no sábado, feliz e contente, vendo o dvd de Crepúsculo sem aquele peso na consciência besta de não aproveitar a noite. Assisti os extras e ouvi os comentários de Robert Pattinson, Kristen Stewart e da diretora sobre o filme. Beeem divertido!

E espero que a chuva tenha acabado, porque eu simplesmente odeio e não tenho o menor ânimo pra sair de casa. Eca.

Paquerinha com hora certa.

sáb

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“E agora??” via le love


Timing é tudo num relacionamento.
Numa paquera. Num tête-à-tête. No sexo. Em qualquer coisa envolvendo duas pessoas, duas bocas e muita vontade de ser feliz. É por isso que a frase “quando um não quer, dois não fazem” começa com quando.

A conjunção subordinativa adverbial de tempo “quando” assume não só a função de dizer “em que ocasião” ou “em que tempo” a oração principal ocorre, mas, simplificando tudo, o quando tá aí não só pra determinar o momento em que as coisas acontecem, mas se acontecem né, baby. Sabem do que eu estou falando?

Pois, bem. Paquerar devagar é uma bosta. Tá todo mundo muito afim, a menina, o cara, tudo escrito na testa, todos os fofoqueiros amigos comentando e a coisa não vai pra frente. Paquera rápida também é uma bosta. Tipo, “oi, consegui seu msn, porfavormedáseutelefoneagora?”. Não, não vou dar nada, meu amigo. Até porque a última vez que fiz isso, o infeliz ligou 5 vezes no mesmo dia e eu achei melhor bloquear o cara. E bloqueei, tipo, na vida, morrendo de medo do moço. (mas ok, esse foi um dos poucos casos em que um homem realmente me assustou.)

Os casos são extremos? É lógico que são! E eu acho bom avisar, afinal de contas, a real é que a maior parte dos meninos não é tão desesperado e sem noção, graças à Deus. Aliás, convenhamos: quanto mais você quer ter alguém do seu lado, mais você quer que essa pessoa seja legal, inteligente, tenha um visual bacana, etc.  e não que seja um freak necessitado, certo? Certo.

Aí tu fica nessa mesa de bar contemporânea que é o msn e o gtalk e conhece pessoas interessantes. Vê fotos interessantes. Tem papos interessantes. Acha até a droga da voz do sujeito interessante. Mas o incrível é que ele ainda não pediu seu telefone. Ele ainda acha que vocês vão marcar. Ele insiste que tá louco pra te conhecer. Ele não marca merda nenhuma concreta e ainda acha sacanagem se você não insiste com ele: é como se, além de topar sair, ela  tivesse que marcar tudo, ligar confirmando, buscar o queridão em casa e ainda abrir a porta do carro pra ele. Depois disso, ela pode até coçar o saco imaginário, se quiser. Assim, só pra tornar a coisa mais dramática, sabe? …

Bobeiras à parte, acho que todo mundo super-ama a modernidade, homens e mulheres, e que é bastante provável que agora tudo esteja melhor para todo mundo (pelo menos teoricamente, é claro!) . Só que do mesmo jeito que o rapaz ainda hoje vai achar legal se a garota tiver um certo timing pra “liberar a cerejinha do bolo”, a lindinha também vai adorar se você tiver aquele timing delicioso para agir.

Sim, é verdade que gostamos de homens sensíveis ou compreensivos, pero no mucho. Ser homem de verdade perto de uma mulher conta muito mais do que ter um abdominal rachado ou  decorar meia dúzia de poemas. Saibam disso.

E se você (homem, mulher ou indeciso) não tem idéia de como anda sua noção de timing, simplesmente pense em três coisas:

1. o quanto vocês já se conhecem?
2. já está na hora do próximo passo?
3. ele/ela/xis já está curioso(a)?

Pronto. Se vocês já se conhecem o suficiente para o próximo nível, se o “próximo nível” realmente não for nada absurdo ou incomum e se, ainda por cima, você conseguir ter a mira certeira de atingir o ponto de curiosidade da outra pessoa sem fazê-la esperar, ponto pra você! o/

É uma jogada de sorte? É! Mas simplesmente não é tão difícil!  Saiba que enquanto você está lá no “devo pedir o telefone?”, ela estará no “huum, e agora, quando ele vai pedir o telefone?”. Sendo que o “telefone” obviamente pode ser trocado por N mil coisas. Usem a imaginação.

Yes, you can! Just-in-time. 8)

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ps: só para relembrar que isso não é um convite para que as mulheres fiquem passivas, mas sim para que os homens ajam mais. Falar de mulher que não age hoje é meio esquisito, já que, pelo contrário, são os rapazes que têm sido alvos da mulherada louca. Logo, não é porque “os tempos mudaram” que eles precisam ser tempos de “algo de podre no reino da Dinamarca”, não é? Pois é.