Como filtrar as memórias indesejadas do Facebook

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Quem nunca abriu as ‘lembranças’ sugeridas pelo Facebook e teve vontade de cair pra trás de raiva, tristeza ou até de auto-inveja ao relembrar o que estava fazendo de mais incrível? Pois bem, não só isso aconteceu comigo mais de uma vez, quanto falei sobre o assunto nesse vídeo aqui:

Para minha surpresa, descobri hoje que há sim um meio muito simples de não deixar o sistema da rede social trabalhar para o mal – mas, para isso, quem vai ter de trabalhar é você. É fato que o Facebook se torna um tanto quanto irritante porque nós também não fazemos bom uso da ferramenta. Damos pano pra manga em discussões desnecessárias, não selecionamos nossos contatos e continuamos seguindo gente que só adicionamos por educação. Bem, se você quiser ver alguma mudança, pelo menos no que diz respeito às memórias, vai precisar fazer alguma coisa, afinal, quem manda é você. Pelo menos por enquanto.

Para restringir o que o sistema pode ter acesso nos próximos anos, basta acessar a página ‘Neste Dia’ (On This Day), clicar em ‘Preferências’ no topo direito e filtrar o que você não quer que apareça mais pra você. É possível escolher datas específicas e também pessoas.

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É rude o Facebook ser incapaz de perceber que você não tem mais nada com aquela pessoa ou que aquele ali no canto da foto faleceu no último ano? Talvez. Mas é mais rude ainda se você não fizer nada para resolver o problema. Ainda são poucas as possibilidades, mas já dá pra aliviar a barra. De nada!

Videogame na moda: Game Boy vira bolsinha fashionista

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Ainda fico um pouco intrigada em como a moda explora pouco o universo do videogame. Música, cinema e artes plásticas são referências constantes e inesgotáveis, mas por que não seria a hora de incluir um pouco de diversão eletrônica nisso tudo?

Até hoje, Pac-Man e Space Invaders reinam absolutos como referência do mundo gamer, só que sem nenhum rebuscamento: a gente vê os personagens pura e simplesmente aparecendo impressos em peças variadas, só para dar um ar divertido (e às vezes infantil), mas nunca recebendo aquela reinterpretação mágica que a moda costuma dar para suas outras referências mais antigas.

Com a moda cada vez mais carente de impacto com os consumidores, acredito que é apenas uma questão de tempo para essa indústria dar uma olhadinha com um pouco mais de carinho para o videogame e seus representantes menos ‘old school’. Embora os jogos ainda sejam bem novatos, especialmente se compararmos com música ou pintura, tá aí uma fonte inesgotável de histórias e referências visuais que merece tratamento de gente grande.

Mas eu disse: é só uma questão de tempo! 

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Thassia Naves desfilando seu Game Boy na semana de moda em Paris

A marca de acessórios grega Urania Gazelli acaba de lançar uma coleção que usa não só o manjado universo de Pac-Man em suas bolsas, mas também faz uma reconstrução exata de um Game Boy. Sim, o portátil da Nintendo que reinou lindamente nos anos 90 virou uma clutch na coleção “Game Girl”! Quem é que não queria ter um na infância, me conta? (eu não tive, portanto estou chorando com essas imagens)

 

Fiquei apaixonada pela ‘bolsinha’ singela, mesmo sabendo que a coleção ignora totalmente o fato de que Pac-Man e Game Boy são de épocas totalmente diferentes – vamos tolerar só por ver, finalmente, algo mais novinho sendo representado. A clutch deve custar algo entre US$800 e US$1800, média de preços da grife. 

Salgado sim, mas sacou direitinho essa história de inspirar desejo, tanto nas nerds, quanto nas fashionistas que lembram muito bem dos anos 90 e vão ficar suspirando em casa.

Mais alguém se identifica com os dois lados? Eu sim, só me faltam limites no cartão! kkk

imagens: reprodução/Instagram Urania GazelliBlog da Thássia

[VÍDEO] Deboísmo não! Como o Facebook estragou nossas vidas

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Você consegue ficar “de boa” com o Facebook? Eu não! A rede social já mudou demais a forma como a gente se relaciona. Ninguém se lembra mais aniversários, fazer um evento na vida real virou um verdadeiro spam no virtual e as tretas que pareciam inofensivas ganharam proporções tremendas, chegando ao ponto da galera inventar o tal ‘deboísmo’. Em pensar que tudo começou com um grupo cheio de gente interessante tentando trocar ideias…

Dá o play no vídeo e se inscreve no canal! ;) Quero saber se você também está num relacionamento complicado com o Facebook. Eu tô.


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Emojis invadem Nova York

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Se a geração da internet paleozóica pode se orgulhar por ter sido a primeira a usar gifs, a geração já mobile tem um grande trunfo nas mãos: os emojis. Não conseguimos mais conversar com os amigos sem usar os símbolos, que não são só fofos e bem-humorados, mas muitas vezes nos poupam de muitas palavras (aquela cara de tédio é maravilhosa). E não, não vale só mandar um coração quando você não tem nada a dizer, porque é chato.

O diretor de arte do Brooklyn Brad Warsh resolveu fazer um projeto com o quanto esses desenhinhos já estão nas nossas vidas e transformou várias fotos do cotidiano de Nova York! O resultado é demais e ganhou até hashtag no insta: #emoji_irl. Dá pra fazer em São Paulo, hein? ;)

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dancinha no fim de tarde! Happy hour alguém?

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O teleférico de Rooseveld Island de outro jeito

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ovos no brunch de domingo

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camelando no metrô. quem nunca?

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[VÍDEO] Passando vergonha no Snapchat

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O Snapchat está aí há tempos, mas a verdade é que só pegou mesmo no Brasil nos últimos meses. Provavelmente todos os seus blogueiros e youtubers favoritos já estão por lá e até seus amigos offline já se renderam à magia do app que apaga tudo depois de 24 horas. Espontaneidade é a lei na terra dos 8 segundos, mas já tá bem fácil de exagerar na dose ou até esquecer do que está sendo gravado.

Em homenagem ao MEU próprio exagero, o vídeo de hoje tem umas dicas e conselhos pra você não fazer cagada usando o Snapchat! hehe Aproveita para se inscrever no canal também!

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Testei: como funciona o Spotify Running

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No final de maio, o Spotify anunciou uma de suas grandes novidades: uma interface de corrida no aplicativo mobile que mandaria uma playlist de acordo com o treino do usuário. Eu, que já sou usuária assídua do Spotify e tenho lá umas tantas listas temáticas de músicas para correr, fiquei animada com a novidade e comecei a usar semana passada.

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Spotify Running: detecta seu ritmo e manda uma playlist de acordo

Ao abrir o Spotify, basta ir na lateral esquerda e procurar por Running. Lá você encontra uma série de playlists especializadas, desde as “feitas” para o aplicativo, como a “Blissed Out” e a “Burn” (do Tïesto) até várias outras seleções interessantes de músicas famosas que levam em conta seu ritmo.

Depois de escolher qual será o tipo de música que vai te embalar, é hora de ler o quanto você corre. Uma tela assim vai aparecer e medir o seu ritmo:

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Apesar de ser extremamente intuitivo para quem corre na rua, os corredores de esteira não ficam para trás: o aplicativo só precisa ler seu pace uma única vez, de forma que você pode apenas segurar o celular para descobrir o ritmo e depois deixá-lo de volta no suporte tranquilamente.

Também é possível ajustar mudanças de ritmo na mão, para mais ou para menos. A música? Sim, ela acompanha sempre cada mudança e é fantástico!

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Já usei estas duas playlists e embora tenha uma ou outra faixa que não tenha sido do meu agrado, elas são no geral bem energéticas e para cima. Como a música vai acompanhar perfeitamente o ritmo em que você está, acaba sendo muito gostoso pisar junto com a batida.

Esse movimento sincronizado ajuda até mesmo a relaxar a mente: é como se eu colocasse o corpo no automático. Pode ser só um grande placebo, mas juro que me sinto até menos cansada e mais energizada. A playlist do Tïesto é especialmente legal, só tem um problema: acaba muito rápido! Qualquer corrida de mais de 35 minutos já esgota e começa do zero. Podem mandar mais! rs

Ainda não testei na rua, mas mesmo no wi-fi da academia notei alguns engasgos com a sincronização da música, especificamente nessa modalidade Running. Não sei se tem a ver com a conexão em si ou com a leitura do pace, já que o aplicativo aumenta/diminui os BPMs das músicas para atender o usuário, mas achei um pouco esquisito, até mesmo porque as playlists normais costumam tocar normalmente, mesmo no 3G.

Entre uma música e outra, você também vai ouvir uns segundinhos de silêncio, mas neste caso é bastante compreensível: a pausa acontece para que a próxima música já entre no ritmo em que você está correndo.

Para entender mais como funciona, este foi o vídeo de divulgação do serviço: