Papo gamer: como é ir para a E3? Como funciona e o que esperar da maior feira de games do mundo

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A edição de 2016 da maior feira de games do mundo está chegando e convidei meu amigo Claudio Prandoni do UOL Jogos para um papo sobre o evento e sobre o que deve rolar este ano! Já trabalhei lá em Los Angeles em 2014 e conto também como é estar lá, no meio de tantos jogos e da imprensa do mundo inteiro.

Fora isso, tentamos responder algumas dúvidas da galera: será que a feira perde relevância com menos empresas por lá? Quais serão os destaques? Um fã aproveitaria bem a feira caso ganhasse um convite? Assista e divirta-se! ;)

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Sem “deslike”: as novas reações do Facebook

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Depois de anos com pedidos dos usuários pelo tal botão de ‘deslike’, o Facebook finalmente anunciou uma novidade para trazer mais emoção para nossa timeline: as reações. Você pode agora reagir com o like tradicional, mas também com um ‘love’, um ‘haha’, um ‘wow’, uma carinha triste ou nervosa.

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Facebook reactions chegaram: vai ser bom ou não?

Antes de implementar a novidade, a equipe fez uma série de testes e disse que o ‘love’ foi o botão que mais bombou. Nada mais tranquilo e fofo. No entanto, eles assumem que isso pode mudar a medida que as pessoas estiverem usando a novidade de fato. Aqui no Brasil, aliás, não tem como não prever muita treta e confusão com reações nervosas em textões.

Minha maior dúvida nisso tudo é se o Facebook vai passar a entregar diferente posts que gerem determinadas emoções. Será que eles vão usar seus poderes para forçar a barra e deixar todo mundo sempre feliz com o que lê ou podem errar a mão e deixar muita gente irritada? Há estudos, aliás, que dizem que as redes sociais nos deixam ainda mais intolerantes que o normal, já que filtramos tanto o conteúdo que desaprendemos a lidar com o diferente.

Fora isso, é mais que óbvio que eles usarão todas as nossas reações a favor do próprio cofrinho: é totalmente possível que a rede passe a entregar determinados tipos de anúncios baseado na emoção que a pessoa mais costuma expressar no conteúdo alheio.

Já atualizei o aplicativo no celular, mas por enquanto estou apenas na curiosidade. Quem já está usando, conta aí: você ficou ‘wow’ ou ‘sad’ com a ideia do Zuck? 


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Super-fashion: coleção da Moschino homenageia os 30 anos do Super Mario

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Depois de se inspirar em personagens saudosos da nossa infância, que vão desde a Barbie e as Meninas Super-Poderosas até Bob Esponja e Looney Tunes, o estilista Jeremy Scott está apontando todas as armas da Moschino para outro universo: o do Super Mario. 

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A coleção “Super Moschino” é uma parceria da grife italiana com a Nintendo para comemorar o aniversário de 30 anos do encanador mais carismático de todos os tempos. Segundo comunicado oficial, a coleção temática do Mario inclui camisetas, suéteres, agasalhos, bolsas de vários modelos, carteiras, jóias e até sapatos, pelo que podemos ver nas imagens (!).

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Eu testei: pulseira inteligente Mi Band da Xiaomi

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Adoraria começar este texto fazendo uma excelente apresentação do meu know how com gadgets de saúde e fitness, mas a verdade é que tenho pouquíssima experiência no ramo. Não por culpa minha, que fique claro, a culpa é dos preços absurdos desse tipo de produto e daquela incerteza constante de que vão cumprir o que prometem depois de tanto investimento.

Já ‘paquerei’ diversos itens por aí e, tirando uma boa balança digital, só utilizei mesmo o chip de passadas da Nike, que ficava dentro do tênis.  A empresa aposentou a tecnologia e, para a minha surpresa, na mesma semana recebi a tal da Mi Band, que a Xiaomi acaba de trazer para o Brasil. E a surpresa foi dupla: ela custa (apenas) R$95 e não só mede os passos do usuário e estima as calorias gastas, quanto também dá reports sobre a qualidade do sono.

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a Mi Band disponível no Brasil, com pulseira de silicone preta

A Mi Band vem numa caixinha discreta, com o sensor separado da pulseira, e com um pequeno carregador USB que pode ser plugado no seu computador ou em qualquer outra tomada USB que você já tenha. A carga da bateria, aliás, pode durar cerca de um mês (!) e todos os materiais são leves e resistentes à água – o fabricante garante até 1m de imersão por 30min. A ideia, afinal, é que você não a tire do braço e o seu banho não fará mal nenhum para o material.

A pulseira vai te acompanhar em tudo ao longo do dia: uma pequena caminhada até o banheiro, o passeio no shopping, o rolêzinho na hora do almoço. Quando quiser sincronizar para ver a quantas está o seu progresso, é só ligar o bluetooth do celular e entrar no aplicativo dela, o MiFit. Lá ficarão armazenadas todas as suas informações, inclusive sobre o sono – e juro que não incomoda pra dormir!

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reports de passos e sono – e, ops, domingo eu tirei a pulseira por algum motivo, olha que feio no gráfico!

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Como filtrar as memórias indesejadas do Facebook

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Quem nunca abriu as ‘lembranças’ sugeridas pelo Facebook e teve vontade de cair pra trás de raiva, tristeza ou até de auto-inveja ao relembrar o que estava fazendo de mais incrível? Pois bem, não só isso aconteceu comigo mais de uma vez, quanto falei sobre o assunto nesse vídeo aqui:

Para minha surpresa, descobri hoje que há sim um meio muito simples de não deixar o sistema da rede social trabalhar para o mal – mas, para isso, quem vai ter de trabalhar é você. É fato que o Facebook se torna um tanto quanto irritante porque nós também não fazemos bom uso da ferramenta. Damos pano pra manga em discussões desnecessárias, não selecionamos nossos contatos e continuamos seguindo gente que só adicionamos por educação. Bem, se você quiser ver alguma mudança, pelo menos no que diz respeito às memórias, vai precisar fazer alguma coisa, afinal, quem manda é você. Pelo menos por enquanto.

Para restringir o que o sistema pode ter acesso nos próximos anos, basta acessar a página ‘Neste Dia’ (On This Day), clicar em ‘Preferências’ no topo direito e filtrar o que você não quer que apareça mais pra você. É possível escolher datas específicas e também pessoas.

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É rude o Facebook ser incapaz de perceber que você não tem mais nada com aquela pessoa ou que aquele ali no canto da foto faleceu no último ano? Talvez. Mas é mais rude ainda se você não fizer nada para resolver o problema. Ainda são poucas as possibilidades, mas já dá pra aliviar a barra. De nada!

Videogame na moda: Game Boy vira bolsinha fashionista

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Ainda fico um pouco intrigada em como a moda explora pouco o universo do videogame. Música, cinema e artes plásticas são referências constantes e inesgotáveis, mas por que não seria a hora de incluir um pouco de diversão eletrônica nisso tudo?

Até hoje, Pac-Man e Space Invaders reinam absolutos como referência do mundo gamer, só que sem nenhum rebuscamento: a gente vê os personagens pura e simplesmente aparecendo impressos em peças variadas, só para dar um ar divertido (e às vezes infantil), mas nunca recebendo aquela reinterpretação mágica que a moda costuma dar para suas outras referências mais antigas.

Com a moda cada vez mais carente de impacto com os consumidores, acredito que é apenas uma questão de tempo para essa indústria dar uma olhadinha com um pouco mais de carinho para o videogame e seus representantes menos ‘old school’. Embora os jogos ainda sejam bem novatos, especialmente se compararmos com música ou pintura, tá aí uma fonte inesgotável de histórias e referências visuais que merece tratamento de gente grande.

Mas eu disse: é só uma questão de tempo! 

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Thassia Naves desfilando seu Game Boy na semana de moda em Paris

A marca de acessórios grega Urania Gazelli acaba de lançar uma coleção que usa não só o manjado universo de Pac-Man em suas bolsas, mas também faz uma reconstrução exata de um Game Boy. Sim, o portátil da Nintendo que reinou lindamente nos anos 90 virou uma clutch na coleção “Game Girl”! Quem é que não queria ter um na infância, me conta? (eu não tive, portanto estou chorando com essas imagens)

 

Fiquei apaixonada pela ‘bolsinha’ singela, mesmo sabendo que a coleção ignora totalmente o fato de que Pac-Man e Game Boy são de épocas totalmente diferentes – vamos tolerar só por ver, finalmente, algo mais novinho sendo representado. A clutch deve custar algo entre US$800 e US$1800, média de preços da grife. 

Salgado sim, mas sacou direitinho essa história de inspirar desejo, tanto nas nerds, quanto nas fashionistas que lembram muito bem dos anos 90 e vão ficar suspirando em casa.

Mais alguém se identifica com os dois lados? Eu sim, só me faltam limites no cartão! kkk

imagens: reprodução/Instagram Urania GazelliBlog da Thássia