Camiseta suja do Alexander Wang por $85

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você pagaria US$85 por uma camiseta suja de café?

Em comemoração aos 40 anos de Starbucks, a “grife” de café mais amada do mundo resolveu chamar alguns nomes grifados para desenhar camisetas que representem o espírito da cafeteria e do amor pelo café.

Alexander Wang, Billy Reid e Sophie Theallet fizeram peças com manchas e desenhos, todas à venda por US$85 na Nordstrom ou na própria loja online de bugigangas do Starbucks.

a camiseta de Sophie Theallet, com detalhe nas costas

a camiseta básica de Billy Reid

Enquanto Reid e Theallet apostaram em algo mais estilizado para representar a marca, Wang foi direto e reto: que tal uma bela de uma mancha de café no peito? Voilá. Em entrevista, ele disse que se inspirou justamente no fato de ser “tudo o que a gente tenta evitar quando toma café”, mas até aí, quem vai pagar pra adquirir esse acidente?

Nenhuma das camisetas é supergenial, e por mim nenhuma vale esse preço, mas parte da renda será revertida para a CFDA/Vogue Fashion Fund e dá uma forcinha pra quem quer ajudar.

Só quero ver agora quem vai andar com camiseta suja de café só para falar que tem uma peça Alexander Wang no armário. Alguém duvida que essa é a peça (controversa) que vai vender mais da coleção?  tsc tsc

A relatividade de Escher – Modos de Usar

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M.C. Escher é o artista por trás de “Relativity” (“Relatividade”), famosa tela que mostra escadas indo para todas as direções e que brinca com a composição de dimensões que se vê tradicionalmente em quadros.

O artista holandês também expôs a problemática dos pontos de vista em diversas outras obras, como “Drawing Hands” e “Waterfall”, que você pode ver no Wikipedia, e acabou inpirando manipulações de fotos tipo essa aí, com um “Starbucks a cada esquina”.

“Relativity”, de M.C. Escher

STARBUCKS

Arte que virou POP!

Via Urlesque

Eu na Gloss, MJ difamado, “Amanhecer”, decoração, Vanilla do Tatuapé – Imagens da Semana

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EU NA GLOSS


E não é que aquela minha foto com a capa da Vanessa Giácomo saiu na sessão “Eu & Minha Gloss” da edição de agosto? Vou ganhar uma bolsa da revista e mostro aqui depois!

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QUARTO NOVO

Eu já reclamei para Deus e o mundo que não agüento mais meu quarto rosa/lilás/cor de burro quando foge, decorado quando eu tinha simplesmente 9 aninhos. Pois isso vai mudar em menos de um mês! Neste final de semana, comprei boa parte dos itens de decoração do quarto novo e escolhi até o piso que vou querer.  Os móveis (com direito à cama de casal, uhu), chegam no comecinho de setembro. Alegria é pouca, Brasil!

E tristeza mesmo foi esta libriana conseguir decidir entre milhões de papéis de parede para a  minha decoração. Mas acho que fiz uma boa escolha! Me aguardem.

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“PINK IS THE NEW BLACK”

É isso que está escrito nessa caneca lindinha que comprei no Pão de Açúcar! Essa vibe de decoração me deixou com olhos bem abertos para peças pra casa. Se alguém gostou, saiba que também tem um modelo lindo (que também comprei), em preto, escrito “Black Is Beautiful”. O tamanho da caneca é ótimo e vale a pena deixar também no trabalho. Paguei baratinho, R$11,00.

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AMANHECER

Só comecei a ler Amanhecer agora e estou simplesmente devorando o livro. Basicamente, eu não dormi de sexta pra sábado nem de sábado pra domingo por causa da leitura. Eu enrolei para começar a ler justamente porque sabia que isso ia acontecer, mas como a Cásper adiou o retorno às aulas devido à gripe H1N1 e etc e tal, comecei de uma vez e  com certeza termino de ler antes das férias acabarem, dia 17 (!).

Mas melhor que tudo isso mesmo, melhor até que as férias prolongadas, é  sonhar com Robert Pattinson quando leio antes de dormir. Deve ser uma espécie de gratificação por ter trocado balada por leitura. hehe 8)

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Rolê internacional

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Rufem os tambores, que finalmente vem o post mais aguardado (e maior) do mês (do ano).
Tudo o que descobri nos 12 dias que eu me ausentei, divididos em top’s 5 de cada cidade e mais algumas considerações finais sobre minhas compras. E, claro, as fotos, mas só de SanFran por enquanto, porque virei PRO no flickr ontem e ainda não deu tempo de arrumar tudo!

SAN FRANCISCO

1- O clima. Califórnia. Você pensa em calor, mas não foi bem o que aconteceu em plena primavera… Em San Francisco é sol o dia inteiro, dias lindos, mas o vento é de arrepiar até os ossos. Tá, exagerei. Mas venta MUITO. Esqueça seu cabelo ao tirar fotos e abuse do charme do cabelo ao vento.

2 – Castro. San Francisco não é inteiramente gay, obviamente. A cidade é sim super liberal e sem preconceitos (maconha sob prescrição médica). Lá cabem todos os tipos de expressões e de pessoas: é um choque de cultura incrível. Mas, mais especificamente, San Fran abriga um reduto gay, o bairro Castro, cheio de gente bonita, artistas e cachorrinhos fofos. No cenário, bandeiras de arco íris por todo lugar, sex shop’s explícitos e o bondinho tradicional. Outro choque belíssimo. Ah, é nesse bairro que é realizada a maior parada gay do mundo também.

3 – Golden Gate. Dourada só no nome, ela fica numa espécie de “reserva”, chamada Golden Gate Park. Lá muita gente vai para andar de bicicleta, fazer um lanche e, claro, comprar souvenirs. O lugar é lindo e sim, é a vista mais bonita que eu já vi na vida. Sem a menor dúvida. É emocionante: quando você entra na ponte, o vento parece que te leva junto, e aquilo treme que só! Você sente nos pés, no corrimão da passarela de pedestres, é muito surreal…
4 – O transporte público. Funciona. Além dos lindos bondinhos, cuja passagem é cara: $11 pra andar o dia todo, a cidade tem um sistema de ônibus que nunca atrasa, uma espécie de ônibus-metrô chamado Müni, que anda tanto embaixo da terra quanto fora, e um metrô com nome de BART (Bay Area Rapid Transit), que circula por todas as cidades da baía de SanFran e passa até de baixo d’água. É super legal: você sente a pressão no ouvido quando o trem entra/sai do mar.
5 – As pessoas. Completamente diferentes do lado leste dos EUA e da imagem geral que se faz dos americanos. Lá você se sente num filme (juro!), porque todo mundo é mui-to legal, gentil, alegre e sorridente (e bonito. hehe). É uma sensação de tranqüilidade que paira no ar, mesmo a cidade sendo grande e tão cosmopolita (conheci latinos, italianos, orientais, indianos e até egípcios). Eu moraria lá. Tudo é realmente apaixonante e eu entendi o porquê da música que diz “When you´re going to San Francisco / Be sure to wear some flowers in your hair” .

NEW YORK

1 – Nightlife. New York é mesmo a cidade que nunca dorme. Eu fiquei ao lado da Times Square, num hotel super barato (quem quiser a dica, só pedir), e cheguei lá 9 da noite. Guardei as malas e já fui bater perna. Passei por 500 mil lojas, que ficam abertas até meia-noite/uma da manhã (isso em plena quarta-feira) As luzes são tão fortes que, no fim da tarde, parece que o sol está nascendo, e não se pondo. Aliás, essa impressão sobre as luzes era o que eu mais me lembrava de NY, já que fui pra lá com apenas 9 anos. Nunca esqueço de mim dizendo pra minha mãe: “nossa, parece que tá de dia!”. :D

2 –Rappers. Pode parecer preconceito, mas eu fiquei chocada como os negros de Nova York (pelo menos os que circulam pelo centro), são “padronizados”. Todos andam à la 50 Cent e falam com o mesmo sotaque das músicas. As negras não são tão estereotipadas, ainda bem! Ah! Para completar, os aprendizes de 50 Cent são mais atirados que qualquer maninho ZL de sampa. Ouvi todas as cantadas do mundo, desde “beeeaaauuutiful” até “Good job, mamma, she’s hot!” – minha mãe viajou comigo.

3 – Chinatown. Não tinha ido para lá quando era novinha, e acho que minha mãe fez certo, já que lá é um formigueiro à la 25 de março, com indianos e chineses disputando pau-a-pau pelas barracas. Mas dessa vez eu fui e dei sorte. Estava uma chuva do cão e nós resolvemos então, passear de metrô. No começo parecia idéia de louco, mas eu fiz as maiores pechinchas da viagem!Os chineses/indianos/árabes estavam loucos porque não tinha quase ninguém comprando e, para não sair no preujuízo, eu dei aquela chorada e fiz verdadeiros negócios da China. :D O perfume da Vera Wang, que custava $50 na Sephora, eu paguei apenas $20. $20! Sucesso. E sim, é original, mas antes de levar, tem que conferir, porque lá eles dão golpe.

4 – Comida. Como eu já imaginava, me alimentei muito melhor em SanFran do que em NY. Lá eu acabei recorrendo ao Subway e a restaurantes italianos especializados em pizza. E, claro fui tomar café da manhã no MC Donald’s também. O incrível é que o Subway custa absurdamente barato (tipo, $3,50 o lanche de 30 cm) e o MC serve capuccinos/hotchocolates mais baratos que o Starbucks. Aliás, qualquer MC de São Paulo dá de 10 a zero nos de lá: são bem feios e mal cuidados (os de SanFran são mais bonitos). O mais legal que eu entrei era o da Times Square, por motivos óbvios.

5 – Metrô. O metrô de NY é famosérrimo, leva para todo o lugar, mas desculpa aí! Que coisa mais lusitana! As linhas lá se dividem, tem bifurcações e às vezes a mesma estação está presente em mais de uma linha. É como se existisse, sei lá, a estação “Trianon – MASP” na linha azul, na vermelha e na verde e você escolhe em qual das “cores” é melhor parar. É claro que pra quem mora lá fica fácil, mas eu, acostumada com a organização do metrô de São Paulo, fiquei um pouco perdida. Acabei me achando, afinal metrô continua sendo universal. E, bom, o metrô daqui é melhor: o de NY é imundo (leia-se: pacotes e copos de MC Donald’s jogados no vagão) e até caro, se você considerar a falta de limpeza – a passagem custa $2.

Considerações finais:

Eu abandonei o ipod por lá. Vi a quantidade de roupas legais que eu deixaria para trás se gastasse $200 no Nano e me libertei. E não me arrependo! Mas, se você realmente quiser comprar eletrônicos, NY é mesmo o melhor lugar. Eu comprei minha handycam na Chinatown de San Francisco, mas deveria ter trazido de Manhattan. Não, não fui enganada e nem perdi dinheiro, mas enfim, é melhor comprar por lá: tem mais opções.

Roupas? Fiz as melhores compras em San Francisco! Lá é a sede da GAP, da Banana Republic e da Old Navy, então as lojas são imensas e cheias de promoções enlouquecedoras. Mas… O lugar onde eu vi a maior quantidade de vestidos lindos por metro quadrado foi na Forever 21. Se eu tivesse que escolher uma loja pra ter filial aqui, seria essa! (L)

E sapatos: Não compre lá! Só os tênis valem à pena (valem muito!), a não ser que você esteja nadando no dinheiro e traga algo tipo Manolo Blahnik ou Jimmy Choo. De resto, fique com Via Uno, Arezzo, Melissa e Picadilly daqui. A qualidade brasileira é absurdamente superior e você não ocupa lugar na mala de bobeira.

Quando o assunto é compras, meu destaque vai para as roupas: você consegue comprar muita coisa boa com apenas $10 (ou menos!). Os eletrônicos também são em conta, mas se você pára pra pensar na conversão do dólar, já não é tão barato assim.

Ufa. Com mais de 7000 caracteres, termino aqui o maior post desse blog.
Para as fotos, visite e adicione meu flickr (lá tem as fotos do JUCA também! hehe). E se você não estiver cansado do meu jeito de escrever, visite o ELES 3: lá tem post sobre a Vanilla (L) e outro post sobre a viagem (bem resumidinho).

That’s all folks :)