Tag: sono


Vocês me deixaram numa bela saia justa e por isso demorei pra dar os resultados!  Postaram mil e uma histórias complicadas! Tem gente com um dia-a-dia bem pesado, gente com um dia tão cansativo quanto o meu, gente que realmente ganhou da minha rotina, gente que está muito melhor que eu e as pobres solteiras mortais e conta com um cobertor de orelha toda noite  (ou toda semana!) e não deveria estar aí reclamando (protofalei!) e meninas com respostas engraçadíssimas que quase me conquistaram…

Mas, posso falar? Tive que dar o prêmio para a Maíra, porque eu sei exatamente como é dormir em todo-santo-lugar:

Eu dormindo no trem durante o mochilão pela Europa.

E como se não bastasse, também tirei um cochilinho no banco do Museo Del Prado em Madrid.  Sim, eu dormi  em locais inusitados em pleno mochilão enlouquecido, eu sempre fui uma cochiladora de ônibus e metrô e sempre apoiei cadeiras confortáveis na faculdade – adivinha para que? (…) Por essas e outras entendo muito bem o dilema da Maíra, principalmente porque quase cochilei no volante esses dias e garanto que isso sim é bem perigoso:

E não desistam, porque a próxima promoção vai ser incrível pra todo mundo: meninas, meninos e indecisos. 8)

Postado por loverox

Tags: , , , , ,

Conforme o prometido, venho aqui para anunciar a promoção de “Always Bons Sonhos”!

O mimo é o resultado de uma pesquisa realizada pela Fundação Norte-Americana do Sono (National Sleep Foundation), com 1.102 mulheres onde  descobriu-se que 73% das que ainda menstruam têm sintomas perturbadores do sono durante seu ciclo . Inchaço, cãibras, dores de cabeça, seios inchados e sensíveis…. Aí, já viu, né? Com o sono agitado, fica difícil não acontecerem “surpresas”.

Por isso, a linha “Bons Sonhos” da Always tem gel de alta absorção, capaz de encapsular até o fluxo mais intenso – e se você sofre realmente com isso, pode até usar a linha no dia-a-dia, já que existe a versão ultrafina!

Agora, vamos falar do presente: vocês vão ganhar um kit igualzinho a este meu, com várias embalagens de Always Bons Sonhos, cházinho pra dormir bem, caneca para tomar seu chá, CD com músicas relaxantes, fones de ouvido, um livro-guia para dormir melhor e uma almofadinha cinza bem fofa da Tok Stok… Tudo isso dentro de uma caixa azul incrível que você vai usar com certeza aí no seu quarto! ;)

Para concorrer ao kit é muito simples: responda aqui nos comentários por que você precisa dormir melhor! Tipo assim:

Eu preciso dormir melhor porque… Trabalho até tarde, levanto cedo, estou perdendo a memória, estou terminando meu TCC e quero ter pique para dar conta da minha vida social toda sexta e sábado!

Serão válidos comentários enviados até a próxima terça-feira, dia 29, e a melhor resposta leva o mimo para casa. Deixem e-mails válidos para que eu possa entrar em contato e sejam criativas, porque não está difícil!

O resultado sai na quarta, dia 30 de setembro!

Postado por loverox

Tags: , , ,

#TWITTERTRASH

Sexta-feira foi dia de arranjar pique para sair do trabalho (às 22h!), vir pra casa, me arrumar em meia hora e sair de novo para ir direto para o Clube Caravaggio, no centro de São Paulo.  O objetivo? Curtir a noite toda a #twittertrash, festinha organizada pela Lú Sabbag e pelo Metheoro! Encontrei outras @’s por lá e fiquei alegre com apenas uma caipirinha, já que eu simplesmente esqueci de jantar (sério, gente! Esses esquecimentos tão ficando perigosos!)

#twittertrash

Lú Sabbag, a dona da sobrancelha mais perfeita do Brasil, e eu

#twittertrash

E eu e a Lini. Se liga na minha cara. Tá.

Bom, pelo menos eu não estava dirigindo dessa vez, né? Tem mais umas fotos no flickr, mas não tirei nem meia dúzia, então não deu nem graça…! hehe
.

DESAFIO SEDA 10

Comecei a usar os produtinhos da Seda e não é que gostei? Vou dizer pra vocês que no primeiro dia o impacto de “cabelo bonito” foi grande, porque o brilho ficou  ma-ra de verdade. Agora, neste exato momento, meu cabelo está macio, fofinho e cheiroso, buuut… O frizz não resistiu à chuva paulistana de hoje.

Vamos aguardar os próximos capítulos até o décimo dia, porque por enquanto o defeito é do meu cabelo, não é do produto, não.  Afinal, nem Kèrastase, nem Paul Mitchell (nem escova progressiva) corrigiram 100% meus rebeldes até hoje. Posso chorar agora? hehe

.

KIT BONS SONHOS

Acho que o pessoal da Always andou realmente lendo o blog e viu que eu estou precisando dar um slow down e simplesmente não consigo, afinal, se eu parar eu durmo, ou então perco os prazos, logo sou uma cafeína ambulante há algumas semanas, já.

Hannah-aparecida e meu kit “durma, Fernanda, durma”

Mas, como eles são uns amores, me mandaram  um estoque de Always Bons Sonhos que serão bem úteis (já que eu realmente gosto da marca!), um livro “Guia do Sono Saudável”, uma almofada cinza lindona da Tok Stok, uma caixinha de chá relaxante, uma caneca para eu tomar meu chá quentinho e um CD de relaxamento junto com um fone de ouvido. Ou seja? Faça o chá, coloque os fones, repouse na almofada e, por favor, inspire profundamente e relaaaaaxe.

Quer saber? Eles estão certos. Mas acho que vou aproveitar o clima de relax e imendar uma máscara verde gosmenta no rosto, uns pepinões, um banho de creme no cabelo… O tempo tá escasso, então melhor juntar o útil ao agradável, não? E… Ah, sim! Aguardem: vocês vão concorrer a um kit igualzinho a esse! :D

Postado por loverox

Tags: , , , , , , , , , , ,

romeus e julietas

durante gravação em maio no Ibirapuera

Faltando quase um mês para a entrega de meu TCC, resolvi por na balança o que a faculdade me trouxe. Não estou falando de conhecimento,  nem de contatos,  muito menos de aulas chatas e minutos mal dormidos em cadeiras de um braço só desconfortáveis e bambas.

Estou falando do que a instituição faculdade te traz. Os amigos, um trote, uma briga em grupo, meia dúzia de desafetos, interação com outros cursos, paixões platônicas por professores e festas tão cheias de esbórnia que te fazem querer se enfiar embaixo da terra tão logo amanhecer a segunda-feira.

Entrei na faculdade cedo, com 17, e desta lista toda, vivi poucas, mas vivi outras coisas também. E talvez se eu entrasse na faculdade novamente, teria me jogado muito mais em alguns aspectos e deixado pra lá aqueles debates polêmicos de bixete achando que sabe alguma coisa. Não, eu não sabia de nada. Provavelmente ainda não sei, mas sabia menos ainda antes.

Algumas noites de sono não foram boas, outras foram tão boas que eu quis mais no meio da aula – o que fez a Lari praticamente criar um álbum com fotos de Fernanda dormindo com N cabelos diferentes (é verdade. Se um dia ela liberar as fotos todas, eu mostro as menos piores ou as com menos baba).

Alguns amigos vão ficar pra sempre, outros certamente vão passar e, como dizem, tem quem você mal conversava que vai virar uma pessoa mais que próxima. Isso ainda não sei, mas dos outros dois fatos, já tenho certeza.

Devo à faculdade ter aprendido a tomar cerveja com gosto, a(s) minha(s) primeira(s) bebedeira(s) e o certificado de graduação em armar barracas e desmontá-las depois na metade do tempo e com um quinto da disposição. Tudo graças ao JUCA e, em outros casos, a qualquer jogo do qual sua faculdade participe.

Aprendi que não se aprende por osmose, que não vão te cobrar jamais e que é bem possível fazer metade das provas sem estudar quando o estágio pegar pesado. Ao contrário da escola, ninguém torce para que você se dê bem, ninguém vai te chamar para conversar. Eles torcem para você se destacar.

E para se destacar, só depende de você.

Fico feliz de sair sendo reconhecida por nome e sobrenome pela maior parte dos “mestres”, coisa que no colegial jamais aconteceu durante três anos por eu não ser nerd o suficiente em química ou física, mas  ao menos  fui querida para os professores de humanas, porque eram essas notas que sempre me garantiam boa colocação na escola.

Não dou à faculdade o maior crédito pela prática de minha profissão, porque aprendi na prática: trabalhando, ralando e chorando com produções que caíam. Dou o crédito pelo conhecimento de causa, pela segurança de falar: faz assim, faz assado e tá errado. Dou crédito por notar, em plena conversa de bar, que posso falar sobre manipulação de informação com a mesma facilidade com que falo de planos de câmera, edição, trilha sonora e sobre como aquele ator é gato demais da conta.

Na verdade, o que aprendi na prática não foi a me comunicar, mas sim que devemos nos comunicar. Se está errado, fale.  Se não concorda, fale.  Se tiver que comprar briga, compre.  Se for lavar roupa suja, lave o cesto inteiro. Respire fundo e recomece. Todos vamos trabalhar em grupo e o modus operandi de um grupo também têm altos e baixos, também precisa morrer pra renascer com a idéia nova genial que vai dar aquele prêmio tão sonhado para cinco amigos sem um puto no bolso.

Se eu entrasse na faculdade hoje de novo (ou se eu entrar mais pra frente), vou me envolver mais, vou procurar mais, vou cobrar de quem está lá para me formar antes que eu me forme. Mas isso é só um “se”: o fato é que está terminando e a saudade aperta antes do tempo.

Aperta forte, aperta fundo, transborda meus olhos e eu nunca quis tanto que o tempo parasse para eu reviver melhor algumas coisas quanto agora.

Obrigada, Cásper.

Postado por loverox

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Minha mãe é dentista, portanto este título já é uma afronta. Desculpa, mãe. E eu espero que você tenha desistido de vez de ler o blog sempre ou pelo menos tenha parado de indicar para conhecidos que possam me cagüetar. Mentira, conhecidos! Continuem entrando, só não me cagüetem nunca, ok?

O trabalho está me fazendo adquirir o péssimo hábito de comer sobremesa, justo eu, uma pessoa capaz de abdicar de uma gorda e suculenta fatia de torta de chocolate em prol de um cafézinho esperto e espresso. Canso de fazer isso, e sei que todo o açúcar do mundo numa colher não me fará engordar o mesmo tanto que a tortinha faria. E aí que aqui no trabalho novo tem uma entidade móvel: “o Carrinho”.

Nós não temos um refeitório ou uma lanchonete dentro do prédio, portanto, para facilitar as coisas,  o Carrinho passa em determinados períodos de tempo oferecendo toda sorte de guloseimas xuxu beleza para nos fazermos engordar e não precisarmos nem largar o sedentarismo de nossas cadeiras. E aí, dona Maria, aí que eu fico aqui no trampo até dez da noite e a larica aperta forte, não é suave, não. Logo, aproveito-me de ensinamentos de vida saudável de todos os lugares do mundo e obviamente como à tarde, porque dizem os especialistas que longos intervalos de tempo sem comer te engordam ainda mais (é, parece que seu corpo fica achando que você está numa situação no limite e começa a poupar calorias para te manter vivo enquanto um olhinho de cabra saboroso não vem).

Depois de passar uns dez dias devorando todos os sabores de barrinhas de cereais, eu enjoei. Enjôo rápido e agora eu só consigo ser trash, o que me obriga a fazer o sacrifício de comer fatias de bolos deliciosos com sabores variados servidos pelo Carrinho. Todo dia é um sabor diferente, e eu só não como quando é de fubá com goiabada porque sei que o de cenoura com chocolate ou o de prestigio são muito melhores. E convenhamos que bolinhos são menos trash que palha italiana todo dia. C’est la vie.

Depois disso eu vou escovar os dentes voando. Mais que uma questão de higiene, é uma questão de tirar o gostinho bão da boca, porque por quanto mais tempo você fica com aquele nhami nhami  na língua, mais fome você terá dali há algumas horas. Acredite e faça o teste.

Aí eu fui tirar o nhami nhami ontem e descobri que minha escova de dentes não estava na necessaire. Fiquei pensando onde raios ela estaria, já que ela se presta única e exclusivamente a remover os nhamis no trabalho. Nisso, olhei adiante na pia e avistei uma escova parecida com a minha.

Não falo que é igual porque seria exagerar na minha memória visual, mas era bastante parecida. Eu precisava tirar aquele bolo prestígio de mim e precisava da escova ali, agora. Fechei os olhos e rezei para ser a minha escova.  Medo de cáries? Eu, não. Medo de gripe suína? Pois, sim.

Enfiei a malditinha na necessaire e saí de fininho. Aguardei o resto do dia pra saber se alguém teria perdido uma escova de dentes. Não ouvi nada.

Mais tarde, em casa, chego naquele momento em que a fome está apertadinha, mas já está tão tarde que você simplesmente não é capaz de cometer algum crime de gulodice. Você só tem desejo de ir dormir. Sendo assim, janto um prato modesto de comida, ou troco por uma sopinha, ou iogurte com frutas, ou sei lá o que.

No dia seguinte, nada de comentarem sobre a escova. No banheiro, tudo normal. É, era minha mesmo. E esta pessoa que vos fala, que conseguiu esquecer uma escova de dentes em cima da pia, voltar no banheiro diversas vezes ao dia e ainda assim não se tocar dela ali, perdida, também está tão zureta que ralou seu carro novo numa bobagem e chorou compulsivamente de raiva.

Acho que nem se eu tivesse pegado gripe suína por uma desatenção de escova de dentes eu estaria tão irada comigo mesma quanto estou agora, que tenho manchas brancas num carro chumbo por mera desatenção de quem chega em casa e só pensa em ir dormir.

E ah, nem pensem em cagüetar pra mamãe que eu ralei o carro: ela simplesmente estava na garagem e acompanhou tudo ao vivo.

 
ps: sim, esse post serve para contar bastidores do meu emprego novo, para justificar porque estou postando menos, para contar que eu troquei de carro (!) e para contar que eu só consigo e só penso e desejo dormir. Muito. E em seguida, quero ir ao cinema ver trocentos filmes atrasados, mas a cama anda muito mais forte que eu.

Related Posts with Thumbnails

Postado por loverox

Tags: , , , , , , , , , , , ,

Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, 23 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil
dTwitterYoutubeFacebook

Twitter

Flickr

Visitantes



bloglovin

Página Inicial | Domínio | Perfil | Arquivos | Links | Contato

Assine o Feed | 36 Users Online

Copyright © 2010 Fake-Doll. All rights reserved.