Concorra a ingressos para o tributo ao Legião Urbana*

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UPDATE: A promoção está encerrada! Quem vai curtir o show no dia 29 é a Sarah Galantini e no dia 30 as sortudas são a Aline Penha Lima e a Anne Rego. Parabéns, meninas! A produção da Fiat vai entrar em contato com vocês pelo e-mail de cadastro! ;D

vamos? vai ser genial!

Nos dias 29 e 30 de maio, o Espaço das Américas, São Paulo e o Brasil inteiro vão reviver uma das fases mais frutíferas e encantadoras do nosso rock n’ roll.

Na bateria, Marcelo Bonfá. Nas guitarras, Dado Villa-Lobos. E nos vocais deste tributo à banda Legião Urbana, Wagner Moura, o ator mais prestigiado da nova geração. O show é promovido pela MTV e já está com ingressos à venda, mas você pode concorrer o seu aqui no blog!

O FAKE-DOLL em parceria com a FIAT, uma das patrocinadoras do evento, convida você para ser um CORRESPONDENTE FIAT. Para participar, demonstre porque você merece ser um correspondente Fiat no show respondendo à pergunta: por que a Banda Legião Urbana é tão importante para você? (fácil, hein!)

Os donos das três melhores respostas ganham um par de ingressos para curtir as apresentações dos dias 29 e 30/5, sendo que temos em jogo um par de ingressos para o dia 29 e dois para o dia 30! No show, os correspondentes irão registrar o tributo com fotos e twits usando a hashtag #correspondentefiat. O material produzido vai para a fanpage da FIAT, para mostrar para todo mundo como foi a emoção de estar nesse show tão especial!

PARTICIPE!

Para concorrer aos ingressos do show tributo ao Legião Urbana, preencha o formulário abaixo com seus dados, siga a fanpage de Fiat e o Twitter @FiatBR!

O resultado será divulgado através de um update neste post nesta segunda-feira (28) a partir das 14h. Capriche na reposta e a gente se vê lá! :D 

*Todas as informações do concurso e o regulamento completo estão disponíveis clicando aqui.

*Este post é uma permuta.

Festival Sónar: Imagens da Semana

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Para ver tudo o que já contei nesta tag, clique aqui.

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com óculos 3D para ver os efeitos do telão do Kraftwerk!

O Festival Sónar passou por São Paulo na sexta e no sábado e foi a primeira vez que tive a oportunidade de conferir o mesmo evento em duas cidades bem diferentes. Para quem não sabe, fui ao Sónar em sua cidade natal, Barcelona, no ano passado e foi bem legal ver o que rola em cada cidade, o comportamento do público e até mesmo dos artistas. Todo ano o Sónar passa por algumas cidades além de Barcelona e este ano a capital paulista sediou a festa pela segunda vez.

A convite da Samsung, fui nos dois dias de shows e, entre um palco e outro, assisti Kraftwerk, Criolo e Chromeo no primeiro dia e no segundo dia, vi The Twelves, Justice, Modeselektor e um pouquinho de Jeff Mills, que mandou um techno pesado com um preciosismo cirúrgico. Consegui ver um pouco do Cee Lo Green no sábado também, mas não curti a pegada da apresentação. Na sexta, peguei também uns trechinhos de Marky e Patife, mas realmente drum ‘n bass não é minha praia! rs

as mil e uma faces do palco lindão do Justice

De tudo o que vi, sem dúvida o melhor foi Justice, até pela espera do público, que queria ver os caras novamente faz tempo (a última passagem da dupla pelo Brasil foi em 2008), mas quem surpreendeu bastante foi o Criolo. Gosto muito do álbum dele, acho o som complexo e interessante, e imaginei que fosse ser bom, mas foi melhor ainda! rs O cara capricha na interpretação das músicas nos shows e sua voz ao vivo é ainda mais encorpada e forte, fora a banda que o acompanha, que é realmente excelente. Quem estava lá no auditório do Sónar não se arrependeu e cantou junto o tempo inteiro, foi incrível!

Criolo e o Sónar Hall com gente de pé, sentada e dançando

Quem empolgou bastante na sexta foi o Chromeo, que fez uma apresentação bem descontraída, mas que tinha playback até na guitarra. rs Também foi muito bacana ver Kraftwerk e os efeitos do palco, mas foi muito mais um show de contemplação do que de diversão, se é que me entendem.

o show empolga-hipster do Chromeo!

No sábado, depois do The Twelves e do Justice, conheci o som do Modeselektor e gostei bastante, adicionei para a lista de músicas “para estudar”. Também foi bacana ficar de olho no telão enquanto Jeff Mills tocava. Ele é praticamente um “vovô” do techno e toca numa concentração absurda, tem uma disqueteira imensa e não mexe no fone um só segundo. Como disse no começo do post, vê-lo tocar é quase como acompanhar uma cirurgia ao vivo. Não à toa, muita gente estava focada no telão, quem sabe tentando aprender alguma coisa assim como eu e meus amigos estávamos.

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E UM LOOK:

Como na sexta fui direto do trabalho para o Sónar, a coisa não foi tão “inovadora” e acabei não fotografando. Pus uma legging quentinha tradicional, repeti aquela botinha da Schutz, coloquei uma regatinha rocker (na primeira foto dá pra ver) e uma malha na cintura, porque o frio prometia.

No sábado, o look foi mais “planejado”, porque eu queria de todo jeito usar nosso amado sneaker com salto para colocar seu conforto à prova. Vesti uma legging encerada, uma camiseta de cruz de oncinha e carreguei também uma camisona xadrez de flanela, que esquenta bem e é leve para carregar. Nos pés, tcharam!, o famoso sneaker com salto, que passou pelo teste e foi confortável a noite toda! Bingo! o/

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camiseta de cruz: Truly Madly Deeply na Urban Outfitters; legging encerada: C&A; camisa de flanela: Canal; bolsa lojinha xis de barcelona (usei aqui); tênis: Isabel Marant inspired (detalhes aqui)

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Esta foto foi tirada no “esquenta” da Samsung na D-Edge e mais para o fim dos shows, o frio apertou e a camisa de flanela saiu da cintura e salvou legal. Mas, enfim, realmente a coitadinha ficou amarrada na cintura uma boa parte da noite. Mas, ó, tô nem aí: o que eu menos quero num festival é ficar carregando coisa! rs

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Agora é juntar energias para o próximo festival! E, bom, posso contar também mais detalhes das diferenças do festival aqui e em Barcelona. Cês querem? Alguém tem vontade de ir pra lá? Vai ser no começo de junho! ;)

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Promoção: ingressos para ver o The Ting Tings em SP!

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The Ting Tings dia 1º de maio em São Paulo!

A dupla The Ting Tings estourou com os hits “Thats Not My Name”, “Shut Up And Let Me Go” e “Great DJ” e veio ao Brasil em 2009 para apresentar o álbum “We Started Nothing”. Agora, Katie White e Jules fazem shows no Rio de Janeiro e São Paulo com as músicas do segundo álbum, “Sounds From Nowheresville”, que traz a ótima “Silence” (dá o play!).

O show no Rio acontece no próximo dia 30 no Circo Voador a partir das 23h  e o show em São Paulo (eba!) rola no Cine Jóia no dia 1º de maio a partir das 22h. Os ingressos estão à venda online no site da Tickets For Fun e custam a partir de R$160 (inteira).

O precinho tá  salgado, mas o show é imperdível e quem for sortudo pode ganhar um par de convites aqui no blog e ainda trombar comigo lá no show. Bora participar?? ;D

PROMOÇÃO

Para concorrer a um par de ingressos para ver o The Ting Tings em São Paulo, siga o meu twitter (@loverox), siga o Twitter da T4F (@t4fpop) e twite a seguinte frase:

Sigo a @loverox e a @t4fpop e quero o par de ingressos para ver o The Ting Tings em SP no Cine Jóia! – http://kingo.to/149j

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ATENÇÃO: este sorteio não se responsabiliza pelo transporte do vencedor até o local do show. O ganhador será sorteado via Sorteie.me e será avisado via direct message no Twitter na quinta-feira (26) a partir das 14h. Boa sorte! ;)

As calças e leggings com listras verticais

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A gente vem flertando com essa moda Beetlejuice que promete alongar a silhueta há muito tempo, mas algumas “madrinhas” fashionistas podem ajudar a fazer o movimento acontecer agora. Até Isabel Marant, que andou reinventando o conceito de modinhas para nós (inclusive com seu tênis de salto), lançou o seu modelo, mas não aconteceu. Kate Moss usou a danada, mas não emplacou.

No último mês, listronas verticais mais ousadas e grossas apareceram em duas apostas musicais bem fortes para esse ano. E, como em toda boa aposta feminina, não é só a música que mexe com a gente, o estilo também: a safadinha Azealia Banks usou uma calça e um top listradões em sua apresentação no Coachella este final de semana. O look tem resultado duvidoso, mas para o palco, tá divertida e não tá exagerando: a moça teve apenas 25 minutos para levantar o povo e nada mais, já que nem CD lançado ela tem.

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quem segura esse look?
bota pesada, listra humana e cabelo rosa/roxo/vermelho? Rihanna pede penico!
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Um pouco antes, no meio de março e do festival SXSW,  a calça polêmica foi escolha da Kimbra para sua performance, que combinou a peça com camiseta, casaquinho e tênis e acabou ficando.. romântica!

Ela é a cantora neozelandesa que dá pinta no super hit do Gotye e canta com Mark Foster aqui, mas ela já deu voz à ótima “I look to you” do Miami Horror antes de tudo isso e, obviamente, tem músicas solo bem legais que a tornaram conhecida desde o ano passado – ouve “Cameo Lover”! Bom, como a moça com cara de boneca (e de apenas 22 aninhos) começou a acontecer com esse bando de gente, o CD vai ser relançado para os EUA com novidades e vamos ficar de olho – inclusive nas roupas:

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as pernas compridas da Kim ficaram maiores ainda! rs

Além das cantoras moderninhas, as fashionistas também aderiram, tudo isso nos últimos dias também. A blogueira Audrey do Be Frassy postou um look bem divertido com a sua representante listrada e Taylor Tomasi Hill, ex-editora de estilo da Marie Claire US, exibiu listras grossas, mas numa calça flare, o que deixou tudo mais elegante:

Taylor Tomasi Hill e Audrey, do Be Frassy

E ONDE COMPRAR?

Quem curtiu, pode bater palma atrás do cartão de créidto e encomendar a sua calça na gringa porque, tcharam!, infelizmente não encontrei nenhuma calça com estas modelagens à venda em lojas online brasileiras. No máximo encontrei essa calça com carinha de pijamamas ainda assim muito bonita, da Flower Power na Farfetch, mas nada de legging, de jeans ou de alfaitaria.

Para quem é adepto de giletar o cartão nos sites lá de fora, deixo a montagem:

1 – Blackmilk, 2 – Sass & Bide na Asos, 3 – Motel Rocks na Asos, 4 – Alice + Olivia

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Lollapalooza, dia 2 – Imagens da Semana

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chegando na animação! hehe

Segundo dia de Lolla foi dia de chegar mais cedo, foi dia das bandas mais amadas por mim e foi o dia do “indie do pé sujo”, como brinquei carinhosamente no twitter, já que o público era totalmente diferente do dia anterior (contei sobre o primeiro dia aqui). rs O esquema era chegar logo para aproveitar Friendly Fires, num bom lugar e sem correria.

Adentramos o Jóquei com o fim do som e da animação do Gogol Bordello para depois darmos uma olhadinha na tenda eletrônica, onde Killer On The Dancefloor mandava fodamente bem e botava o povo pra suar e sorrir. Foi épico, foi maximal e ganhou de 10 a zero da farofada de Calvin Harris no dia anterior. E foi também difícil sair um pouco antes do final para pegar um lugarzinho para ver Friendly. A dupla brazuca está  de parabéns: quem puder ir ver os caras na noite, vá!

doidona no meio do povo e antes da chuva

O show do Friendly Fires foi energético, foi animado, foi cheio de hits e  foi marcado pelas dancinhas malucas de Ed Macfarlane. A cada rebolada do vocalista o povo ia à loucura e foram gritinhos misturados com as letras durante o show inteiro. Ele, aliás, estava louco de vontade de interagir, mas infelizmente o palco Butantã não tinha uma frisa que o deixasse lá em cima, só um corredor na grama mesmo – e ele aproveitou ainda assim.

Foi delicioso ver uma das minhas bandas favoritas ao vivo e curti sentir a percussão pesada e dançante ao vivo; taí outra banda que veio na hora certa. Podia ter vindo um pouquinho antes, é verdade, mas mesmo assim não perdeu o ponto. Mandaram bem; o final da apresentação foi especialmente “energético”.

a chuva: o bom momento para ficar parado

Daí veio a chuva – e não foi qualquer chuva, só demos a sorte de estarmos  dentro da tenda da CK descansando bem na hora que o barraco desabou. rs Vimos raios e trovões rolando do lado de fora e, mesmo com super capas de chuva na mochila (compradas na Centauro; fica a dica! hehe), resolvemos abandonar o MGMT.

Estávamos ouvindo a apresentação dos caras e, pela animação do público, acho que não perdemos nada. Apesar do primeiro álbum ser muito bom e cheio de hits, o segundo mergulha num conceitual bom de se ouvir em fones poderosos em casa, não no meio da lama. Nessa hora, quem acompanhava de casa no Multishow se deu muito melhor! hehe

Foster The People: <3! (crédito: Photo Rio News)

Aí superamos a chuva e o resto do pinga-pinga para ver um dos nomes que mais aguardamos desde que o festival foi anunciado, Foster The People. Seriam eles bons músicos? Corresponderiam ao vivo ao ótimo trabalho em “Torches”? Teriam calor humano ou seriam só uma bandinha indie olhando para seu próprio umbigo enquanto entoam suas composições “super importantes” para a humanidade? Será que teriam bom humor? rs

Com capas e gotas de leve em nossas cabeças, tomamos lugar no palco principal para ver a banda. O show começou com “Houdini” e de cara deu pra ver que ia ser todo mundo cantando tudo o tempo inteiro e a banda sorrindo o tempo inteiro. O grupo fez um show maduro e mostrou todas as nuances eletrônicas propostas por Mark Foster no palco.

A voz do cara, aliás, estava ótima e todo o corre-corre de troca de instrumentos do trio, que poderia arrastar o ritmo da apresentação, só surpreendeu a galera. Cubbie Fink ia para os sintetizadores e voltava para o baixo, Mark pegava o piano, ia para os sintetizadores, saia correndo pela frisa (para alegria do povo) e chegou até a ajudar na percussão em “Call It What You Want”

Mas, é claro que 0 povo delirou mesmo com  o super hit “Pumped Up Kicks”, canção sabiamente deixada para o final da apresentação e para deixar todo mundo com gosto de quero mais, tanto é que a banda foi embora e nem precisou dar tchau! rs

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Já tinha contado de forma breve o quanto amei o show, mas tenho que acrescentar que agora me arrependo amargamente de não ter ido na apresentação dos caras no Cine Jóia e no DJ set do Clube Yacht (embora o povo tenha saído de lá com as pernas cortadas de tanto copo de vidro que caiu na pista – insano, não?). O jeito agora é continuar ouvindo o CD e torcer para que os meninos da Califórnia façam um segundo CD tão bacana quanto esse.

Depois do show, fomos lanchar e fazer o tempo passar até os Arctic Monkeys chegarem. Confesso que não “estudei” para o show e acabei ficando perdida na vibe das músicas mais recentes, que são mais pesadas e melancólicas, daí junto com o grupo que  não é lá uma super simpatia, é tocar e pronto. Isso não é ruim, de forma alguma, mas a chuva voltou a apertar, perdemos o lugar bacana em que estávamos e o ritmo desacelerou. Resultado: acabamos abandonando o show aos 45 minutos. Conversando com as pessoas depois, achei que quem mais curtiu o show estava vendo pela TV (e o inverso aconteceu com Foster: quem viu pela TV achou um lixo! Vai entender! hehe).

Sobre o evento: O festival foi super divertido e teve um clima delicioso, mas como todo grande evento numa grande cidade, a organização ainda tem muito o que aprender. A dependência do metrô e do trem foi um transtorno para muita gente e quem ficou até o último suspiro das apresentações dos dois headliners, sofreu. Sofreu inclusive com o shutter que levava para pontos estratégicos, como o Shopping Eldorado. Eu não tive problema pois usei carro + shutter e não fiquei até o último segundo, mas ouvi relatos bem chatos. Fica a questão para que todo mundo possa aproveitar até o último segundo ano que vem!

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E O LOOK:

Domingo foi o dia do hype feat. coolness (risos!!) e do corpo já cansado do primeiro dia, por isso apostei no super sneaker roxo confortável e na minha camiseta de triângulo misterioso. O restante do look foi consequência:

Camiseta: Complot (Buenos Aires); short militar com tachas nos bolsos: Shoulder; sneaker: Puma; bolsinha cinza com franjas: loja qualquer de Barcelona;  pulseira de couro, de franja, shambala e anel: Íris Bijoux (contei aqui); o Ray Ban vocês já conhecem! ;)

 

Lollapalooza, dia 1 – Imagens da Semana

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concentração até da plateia do fundão para o Foo Fighters

O primeiro dia de Lollapalooza foi o dia do Foo Fighters. Sei que você já deve ter lido isso 30 vezes por aí antes desse post, mas é preciso ressaltar: foi o raio do dia do Foo Fighters. Isso se refletiu no público do festival, nos milhões de fãs atolando o palco horas antes, nas filas intermináveis e até no estilo *coxinha* de ser da galera. Deu pra ver que Dave Grohl e sua turma agradam mesmo a gregos e troianos.

Como não poderia deixar de ser, assistimos ao show dos caras, que começou bombando cheio de hits, mas foi ficando mais lento, especialmente depois que a banda toda foi apresentada. As duas horas e meia foram super legais para quem é fã de carteirinha e espera isso há anos, mas quem só curte ouvir (meu caso), deu uma cansada e ainda rolou pegar o finalzinho do Calvin Harris.

Saindo do palco principal para a tenda eletrônica, sentimos o cheirinho de farofa de longe: o DJ de hits deliciosos como “Acceptable in the 80’s”, “The Girls”, “Colours”, “Bounce” e “Feel So Close” estava tocando música de todo mundo, menos dele. rs Para aliviar a barra, ele tocou a farofa legítima “We Found Love” que levatou o povo, mas emendou com “Titanium” do David Guetta e “Good Feeling” do Flo Rida, aquela música que não para de tocar em todas as rádios pop. Não vou negar que foi super divertido, mas todo mundo ali esperava o Calvin tocando o Calvin e quando ele soltou “Feel So Close” a resposta foi imediata: todo mundo pulando até o céu.

Encontrei esse vídeo que mostra bem como foi! hehe

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Voltando algumas horas atrás, começamos o dia com as maluquices da Peaches também na tenda. Com uma roupa cheia de mamilos e dançarinas doidonas se pegando no palco, fazendo strip e cuspindo sangue, a gringa agitou o povo com música e bizarrice.

Quem não conhecia as músicas, acabou curtindo muito a performance! hahaha Mas o mais legal mesmo foi que ensinaram a mulher a gritar “as mina pira” e ela ficou soltando a pérola várias vezes no meio do show. Uma pena que eu não tenha filmado e também não encontrei no Youtube. Outra pena foi que não teve espaço para tocar a versão dela com o Moullinex de “Maniac”, a música era leve demais para a apresentação.

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fotos logo na primeira fila

Saindo da Peaches, pegamos um lugar interessante para ver a roqueira-mór, Joan Jett. Rafael disse que se sentiu um pouco no show da Xuxa com a quantidade de meninas estridentes na cara do palco e, realmente, o público chamou a atenção. Tinha mesmo muita menina nova e depois de cantar “I Love Rock ‘n Roll”, as gatinhas começaram a gritar “gostosa! gostosa!” para a Joan.

Aliás, tenho que falar: se o som estava ruim para o pessoal no meio da plateia, a visão da cantora estava ótima. Sabe-se lá se fez plástica e quantas foram, mas Joan Jett está linda, com um corpinho digno, cabelo bacanudo e pele boa. Em resumo: tá mandando um chupa pra Madonna (ambas tem 53 anos).

O show foi recheado de hits e ela mostrou porque continua aí desde os 14 anos (e cantando muita coisa dos tempos antigos). Ela apresentou músicas novas e foi autêntica ao colocar a letra na frente. Mas, enfim, minha perdição mesmo foi quando ela entoou “Crimson and Clover”, hino lésbico que fez muita menininha do lado chorar. Aqui dá para ver o show completo.

o estilo de Joana Jato com sombra lilás e delineador, rs (foto: Junior Lago/UOL)

Mesmo sem ter visto tudo, aposto de verdade que Joan fez o melhor show da noite – e deu dó mesmo de alguns fãs de Foo Fighters que não sabiam quem era a roqueirinha que subiu no palco para fazer uma participação e “cantar aquela música famosa”… tsc tsc

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E O LOOK:

Como era dia do rock puro e simples, sem eletrônico, sem indiezismo, sem tchananans, o look foi mais “do rock”. rs Bota, short e camiseta preta cropped junto com meu crucifixo “ao contrário”. hehe

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Camiseta cropped: The Candy Shop Flavour; short com barra xadrez: Me Move; coturno (véio de guerra!): Renner; bolsa: Siberian; colares e pulseira de couro: Iris Bijoux na 25 de Março;
óculos (que vocês já cansaram de ver): Wayfarer da Ray Ban