Angels da Victoria’s Secret dublam Taylor Swift

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asas para que te quero!

O show todo já foi gravado e devidamente bombardeado pela internet a fora, m as é só semana que vem que o espetáculo das ~anjas da lingerie~ vai invadir as televisões dos lares americanos. Na próxima terça-feira, dia 10, a CBS exibe o desfile da Victoria’s Secret, que conta com o show de ninguém menos que Taylor Swift.

Para divulgar o evento televisivo e fazer um barulho, Adriana Lima, Alessandra Ambrósio, Candice Swanepoel, Lily Aldridge e outras tops do time estão dublando “I knew you were trouble”, música da Taylor. Ela mesma, aliás, dá pinta rapidinho ao longo do vídeo. Piscou, perdeu!

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E aí, deu para divertir ou o vídeo de Natal do ano passado ganha na espontaneidade? rs

Kate Moss faz caridade lendo “50 Tons de Cinza”

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Kate Moss: reacendendo a chama de “50 Tons de Cinza”

Quando a gente pensava que o hype tinha acabado,  vem ela, justo ela, e pá: Kate Moss resolve ler “50 Tons de Cinza” numa rádio ao vivo, com direito à interpretação picante e tudo mais.

A brincadeira rolou num programa matinal da Radio 1 de Londres nesta quinta-feira (14). Se o programa conseguisse arrecadar 200 mil libras para uma instituição de caridadethe one and only Kate Moss leria um trecho da obra picante de EL James.

E não é que eles conseguiram? Bem, quem ouvia a rádio àquela hora presenciou exatamente isso aqui:

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- Esquentou aí também?

David Beckham corre de cueca pela rua para a H&M

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David Beckham: correndo por aí

Para divulgar mais uma coleção de underwear de David Bekcham para a H&M, o melhor comercial do mundo foi feito: Guy Ritchie dirige o vídeo que mostra, basicamente, Beckham correndo pelas ruas de Beverly Hills de cueca após ficar trancado para fora de casa.

A ideia não é nadica inovadora, mas ficou uma gracinha, é claro. Não há nada de errado com esse vídeo: direção ponta firme, David correndo, David de cueca, David dando um olé nas crianças, David enganando os paparazzis e ainda toca “Don’t Stop” do Foster The People. O que mais nós queremos? <3
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No site é possível conferir a coleção completa, mas eu eu vi mais graça no vídeo! hehehe

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A música nova (e sexy) da Yelle

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Yelle: nossa francesinha favorita e seus comparsas estão de volta

Em jejum desde 2011, quando lançou o ótimo álbum “Safari Disco Club”, Yelle acaba de divulgar sua nova música, “L’Amour Parfait”. A track é praticamente uma música dance em slow motion e promete causar movimentos sexies na pista – ou ganhar remixes interessantíssimos, como sempre acontece com as músicas do trio francês.

A canção sensualizante fala de “amor perfeito”, até onde o meu francês e o google translator me permitiu, mas uma sacada bacana não está no coração da música, e sim no sample inicial.  Yelle sabe muito bem que seu sucesso é maior fora da França, entre gente que não fala francês, e incluiu  uma voz grave repetindo várias vezes “I don’t know what you mean, but you mean a lot to me” (eu não sei o que você está dizendo, mas significa muito para mim).

A observação é perfeita e vai agradar todos os outros fãs que não “parlam” nada de francês. Eu adorei! Já tive a oportunidade de assistir o grupo ao vivo em São Paulo e em Barcelona e cantei sem pudores todas as letras num idioma que nem eu mesma sei qual era. rs Música boa tem esse poder, né? A língua mesmo não importa, só a vibe. ;)

Dá o play:

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Enquanto o novo CD não sai, anote aí: o EP com a música & remixes sai no próximo dia 12 no Itunes. 

Super Trunfo do “Magic Mike”: ou porque toda mulher hetero tem que ver esse filme

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“Magic Mike” fez uma estreia silenciosa no Brasil depois de ter causado no verão americano (o filme estreou por lá no dia 29 de junho) e está disponível em poucas salas em São Paulo. Não sei como está a distribuição pelo resto do país, mas essa divisão de salas me pareceu um tanto quanto “pudica”.

Em todo caso, isso não vai ser um empecilho para você ir lá assistir o filme, né? Para quem não sabe do que se trata – e mesmo para quem sabe, já que essas imagens nunca vão ser demais -, aproveita para ver essa interessante sequência com trechos do filme. cof cof

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O filme protagonizado por Channing Tatum e dirigido por Steven Soderbergh conta a história do principal stripper de uma casa de diversão adulta para mulheres da cidade de Tampa; história, aliás, inspirada na própria experiência de Tatum antes de virar ator.

A trama rola durante o verão e a coisa só não é uma comédia romântica cheia de homens bonitos porque vez ou outra alguém desmaia na boate ou aparece um traficante providenciando dorgas para a moçada. São toques leves até demais para pintar um ambiente que pode ser bem pesado na vida real, mas essa falta de verossimilhança não estraga nem de longe o filme. Pelo contrário: deixa mais leve para ir direto ao que interessa.

Este longa, minhas caras, deve ser apreciado pelas belezas dançantes na tela. E é isso. Vá com as amigas assistir, vá se você gosta de homem e largue o homem em casa. Você pode começar achando cafona, mas em instantes alguém vai fazer algum movimento de pélvis que vai te conquistar.

Por isso mesmo, resolvi fazer o SUPER TRUNFO do “Magic Mike”: porque os personagens é que são os maiores motivos para você ver o filme. E PRONTO! Tá ótimo assim:

Joe Manganiello é Big Dick Richie (!) e Alex Pettyfer é Adam (veja os cards aqui e aqui)

Channing Tatum é o protagonista Magic Mike, Matt Boomer é Ken  (veja os cards aqui e aqui)

Matthew McConaughey é Dallas, o dono da bagunça
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Agora, deixando as piadinhas pra lá, esse filme faz toda mocinha se sentir como um cara vendo um pornô soft, o que é bom para variar um pouco. E, ah sim: no DVD já lançado nos Estados Unidos estão todas as dancinhas que não entraram no filme. Aposto que, se você assistir, também vai querer comprar. Ai, ai…

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Manual das coelhinhas da Playboy nos anos 60 mostra bizarrices da época

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Uma ex-coelhinha da Playboy resolveu revelar um pouco de como era seu dia-a-dia trabalhando num bar da publicação em Detroit, no ano de 1968. Regina forneceu o manual de conduta das garçonetes para um site dedicado a falar do assunto e agora todo mundo pode ler – e imaginar – o que era a de fato a vida de uma “playboy bunny”.

a vida das coelhinhas não era tão fácil quanto parece

O manual não é muito extenso e deixa muita informação de fora (como o próprio salário exato das bunnies), mas algumas coisas  bizarras certamente se destacam. Por exemplo, as coelhinhas faziam turnos de oito horas de trabalho e podiam fumar à vontade durante o expediente, mas jamais em pé! Fumar, coelhinha? Só se for sentada. 

Cada uma das meninas recebia dois maiôs, dois rabinhos e orelhinhas, mas nada de perder nenhuma parte da fantasia: caso a garota estragasse ou perdesse alguma parte do modelito, teria que pagar do bolso a reposição do “uniforme”.

Falando em aparência, cada coelhinha era inspecionada antes de iniciar seu turno de trabalho. Dois gerentes, um homem e uma mulher, se certificavam de que as raparigas estavam com um visual “bunny perfect” e faziam questão de aconselhá-las caso não estivessem. As garotas recebiam instruções sobre como deveriam cortar o cabelo, que tipo de sapato era mais adequado e até de maquiagem, sendo que cílios postiços eram altamente recomendados.

Quem acha que a vida das moças era “fácil”, se engana. O manual conta que cada uma das meninas ganhava apenas US$1,25 por hora nas sessões de fotos e o regulamento também deixa claro que ninguém podia ir atrás da “grana dos clientes”: nenhuma coelhinha podia se relacionar com freqüentadores, todas eram proibidas de fornecerem seus telefones e ninguém podia revelar seu sobrenome real.

Esse manual é cheio de desenhos esquisitos e acaba servindo como relato de ambiente extremamente machista. Apesar de tudo, imagino que na época a profissão devia ser vista por muitas garotas como uma oportunidade, como uma “profissão glamourosa”. Eu, hein!

Quem quiser ler o manual, a íntegra está aqui.

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