Comidinhas na Casa Nero: Imagens da Semana

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UPDATE: O RESTAURANTE ENCONTRA-SE FECHADO DESDE O FINAL DE 2013. 

 

Casa Nero: cerveja gelada, carne boa e drinks bem feitos. Precisa mais?

Uma das minhas hamburguerias favoritas na cidade morreu há algum tempo: era o Chez Burger, ficava na Al. Lorena, e era um dos restaurantes do grupo do Bar Secreto. Depois de alguns meses de tristeza, o grupo relançou o endereço no final de 2012, com uma nova proposta, novo nome e nova decoração – e ainda bons hambúrguers no cardápio: nascia a Casa Nero. E aí eu ganhei outro restaurante favorito.

O nome do imperador só tem a ver mesmo com o fogo da bela churrasqueira que ocupa a cozinha do local, já que a especialidade da casa são as carnes. Também é um bom lugar para pedir uma cerveja e dividir comidinhas de boteco (queijo coalho, pastel, pão de alho, salaminhos…) e petiscar porções de “churrasco” bem mais interessantes que a já batida picanha no rechaud servida por aí.

Carnívora que sou, já perdi as contas de quantas vezes fui na Casa Nero e de quantos dinheiros deixei por lá. Sei que já provei quase o cardápio inteiro e até hoje nada me desagradou. A frequência é ótima, o som é bom, o ambiente bonito e o preço razoável também contribui para o local ser uma ótima opção diante dos abusos que andam rolando em São Paulo. Abusivo mesmo talvez seja só o preço do valet, mas eu estaria sendo injusta se não dissesse que infelizmente é o mesmo valor praticado em toda a região – com sorte, encontra-se uma vaga na vizinhança.

Bem, depois de tantas idas e vindas, tava na hora de contar por aqui, certo? Eis alguns dos pedidos da última vez que estive por lá:

Pastéizinhos de queijo: ou de carne, ou de palmito ou de camarão. Você escolhe ou pede tudo misturado, tanto faz. Massa leve, recheio abundante. Alegria frita de boteco, não há quem não goste!

Bloody Mary: é meu drink favorito já há tempos e infelizmente não é tão fácil de achar boas versões da mistura em São Paulo. Com sorte, a Casa Nero repete a receita impecável do Chez Lorena (do mesmo grupo) e tudo fica dentro dos conformes! <3

Carpaccio rústico: a tradicional salada de carpaccio tem uma pegada bem roots por aqui. Vem numa ótima quantidade, é feita na casa, super saborosa e ainda é acompanhada de um delicioso molho mostarda e desse pão tostado que faz toda a diferença! É meu prato favorito no momento!

 

Gorgonzola Burger: carne ao ponto bem rosada com queijo gorgonzola e a porção de batatinhas fritas crocantes e fininhas que acompanham todos os sanduíches

De sobremesa, o pudim da casa é um must-eat: essa calda leva laranja e é simplesmente de delirar! A receita da sua avó vai ficar com ciúmes depois que você provar esse! hauahauh

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Outras boas pedidas do cardápio que recomendo: queijo coalho na grelha, batatas fritas (perfeitas!), porção de lingüiça toscana, porção de azeitonas pretas e salaminho para acompanhar uma cerveja gelada, o Black Burger, o steak tartar, o bife de chorizo e o frango desossado. Quando o assunto é bebida, a cerveja de garrafa vai bem, o Bloody Mary é meu favorito e o milk shake de pistache continua 5 estrelas –  já era excelente na época do Chez Burger e continua por lá!

Preço médio: R$60 por pessoa, com entrada e prato principal. Indo em turma, dá para pedir várias porções e provar de tudo.

E só para não dizer que não falei do serviço: já dei pinta lá tantas vezes, que o gerente já chama pelo nome e pergunta se eu quero meu drink. <3 kkk

Musical “O Rei Leão” chega para reinar no Brasil

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Adaptação do clássico da Disney, o musical “O Rei Leão” estreou na Broadway em 1997 e 16 anos depois chega ao Brasil batendo recorde de orçamento e dando a Gilberto Gil a função de adaptar as músicas de Elton John e Tim Rice premiadas no Oscar de 1995.


O espetáculo que estreou no Teatro Renault (antigo Teatro Abril) já chega com banca de blockbuster: a peça bateu em 2012 o recorde de bilheteria do tradicional “Fantasma da Ópera” em Nova York e por aqui é o musical mais caro já encenado, com custo estimado em R$50 milhões até o final da temporada prevista para dezembro.

Os números impressionantes vêm de um espetáculo realmente impressionante, mas os leões ganham mais uma vez dos concorrentes: ao contrário de muitos sucessos grandiosos, a peça tem sim muita alma, pulso e um coração africano cheio de energia, que se traduz com cantos típicos da terra dos felinos.

Apesar de ser a adaptação do desenho que cativou filhos e pais nos anos 90, “O Rei Leão” não é nada infantil. No palco, as referências a “Hamlet” ficam bem claras, o texto é mais denso e o trabalho primoroso dos atores leva a questão da herança do trono a um nível dramático bastante interessante (e adulto). Some-se a isso o ótimo trabalho de César Mello (Mufasa), Osvaldo Mil (Scar) e dos atores-mirins que vivem Simba e não temos como não ficar impressionados logo no primeiro ato com a grandiosidade do leão rei e com a maldade de seu irmão, capaz de enganar o pequenino príncipe.


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O segundo ato é marcado pela adolescência de Simba, vivido então pelo ator Tiago Barbosa, e pelo retorno do príncipe a sua terra natal.  É hora também de diversão garantida com a dupla Timão e Pumba e de lamentar a mudança nas letras dos super hits “Hakuna Matata” e “Can You Feel The Love Tonight”.

Imagino que muita gente irá feliz da vida para o teatro com a expectativa de que este será o musical perfeito para o público brasileiro cantar junto, já que as canções do filme ganharam versões famosas em português. Mas, bem, não foi dessa vez. As letras propostas por Gilberto Gil couberam perfeitamente em nosso idioma e ficaram ótimas na boca do elenco, mas quem está sentadinho na cadeira vai embora do teatro com vontade de ter cantado junto. Pelo menos o “Hakuta Matata” deu pra entoar em alto e bom som!


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O musical “O Rei Leão” tem um mix delicioso: drama dos bons, ótimos atores, músicas que são sucesso e cenografia e figurinos de tirar o fôlego. De todos os musicais da safra Broadway que chegaram por aqui, é certamente dos mais imperdíveis – palavra de quem assistiu “Chicago”, “Fantasma Da Ópera”, “Cats”, “Miss Saigon” e “A Família Addams” no mesmíssimo teatro.

As máscaras dos animais são um espetáculo à parte e a expressão corporal dos atores é praticamente coreografada com o uso do adereço. Não tem como explicar: só vendo ao vivo. Fora isso, deixo um conselho de amigo: não se atrase. A abertura da peça é de encher os olhos!

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SERVIÇO

“O Rei Leão”
Sessõs de quarta a sexta-feira às 21h, sábados às 16h30 e 21h e domingos às 15h30 e 20h
Teatro Renault – Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411
Ingressos de R$50 a R$280 à venda na Tickets For Fun
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Agradecimento: Time For Fun Musicais
Fotos: João Caldas/Divulgação

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Sexta tem Tiger Robocop na Hot Hot – e eu vou tocar!

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90’s are back!

Fazia tempo que eu não falava das minhas aventuras DJzando por aí, né? Pois estou de volta e a postos com a mão no botão: nesta sexta-feira (22) tem Tiger Robocop e vou separar minha melhor máscara para dar pinta por lá.

Para quem não sabe, a festa é toda dedicada aos anos 90 e prometo botar o povo para se jogar com os dances dos bons que marcaram nossas vidas – numa época, aliás, em que a gente mal sabia o que estava cantando! rs

Posso contar com vocês lá? Posso, posso? A festa já é famosa em São Paulo, o preço é amigo e a Hot Hot é uma das casas mais legais da cidade. Não tem como dar errado! <;3

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SERVIÇO:
Tiger Robocop: Edição Baile de Máscaras – à partir das 23h na Hot Hot (Rua Santo Antônio, 578, São Paulo, SP)
Quanto: R$15 para as moças, R$20 para os moços com o nome na lista
Confirme sua presença no Facebook! ;)

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Utilidade pública: Louis Garrel ganha mostra em sua homenagem em SP

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Louis Garrel, #celebcrush dos bons!

Moreno, 29 anos, 1.83m, parisiense e famoso por seus papeis sempre sensuais no cinema: este é Louis Garrel, um dos atores mais sexies do cinema francês atual. Com 21 filmes no currículo, o galã que também é diretor acaba de ganhar uma mostra de cinema em sua homenagem aqui em São Paulo – e o nome do evento é bem sugestivo: “Louis Garrel, o ator fetiche do cinema francês”!

A partir de hoje, dia 9, até o próximo dia 27, o Centro Cultural Banco do Brasil exibe 17 filmes que envolvem o trabalho de Garrel com ingressos custando apenas R$4. O filme que transformou Louis em sex symbol, “Os Sonhadores”, é um dos destaques da mostra, mas outras sessões que realmente merecem sua atenção são a do divertidíssimo “Canções de Amor” e a do conto de amor contemporâneo, “Amores Imaginários”. De todos os longas selecionados, o mais recente é “Um Verão Escaldante”, lançado em maio de 2012.

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como não amar?

A ideia da mostra é ótima, os ingressos são baratinhos, Louis Garrel é apaixonante e o francês é um plus, mon cher! Se você não teve a oportunidade de ver toda essa belezura francesa e esse nariz avantajadinho na tela grande, creio que não há melhor hora e vai valer a pena! hehe Além disso, os filmes são realmente ótimos e é impossível não amar esse cara, ou o que ele representa.

Boa parte do hype de Garrel vem da liberdade sexual de seus personagens, liberdade essa que vemos muito pouco aqui pelos trópicos. Enquanto nossos machos estão preocupados em se afirmar mais machos, os machos de Garrel querem apenas se descobrir e se tornam uma metralhadora desgovernada de sedução. Em poucas palavras, mesmo quando se sentem atraídos por outros homens, esses personagens exalam tanta testosterona que continuam mexendo com as cabeças femininas. Será que vem daí o fetiche? Só pode ser.

A programação completa da mostra você encontra aqui.

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Hambúrguer gostoso e novinho na Mooca: Imagens da Semana

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É com muita alegria e orgulhinho bairrista que hoje venho dar a dica de um restaurante delicioso e pertinho de casa: é na Mooca, meu! Fiquei sabendo do Cadillac Burger através de uma matéria do Guia da Folha e já logo anotei para ir num dia de preuiça de de atravessar a cidade. rs

O Cadillac Burger fica na Rua Juventus, super bem localizado, e tem decoração caprichada. O dono é José Américo “Tatá” Crippa, figurinha carimbada da cultura “lowrider” no Brasil e responsável por personalizar carros de gente como o rapper Mano Brown – dá pra ver, aliás, algumas obras dele estacionadas do lado do restaurante.

pedacinho do salão do Cadillac!

O resultado da pesquisa do cara é uma casa com carinha de diner de estrada californiana e elementos estradeiros pelas paredes, além de hambúrgueres muito leves e bem feitos e cervejinhas diferentes, como a Brooklyn. Outros pontos positivos são o estacionamento próprio (viva o mundo sem valet!) e o som que toca: uma rádio bem boa lá do Havaí.

Algumas das nossas escolhas:

“La Mafia”: hambúrguer com mussarela de búfala gratinada, tomate confitado, rúcula e manjericão

torta de maçã absurda, simplesmente a melhor que já comi em São Paulo!

Comemos as batatinhas rústicas da casa e eu optei por esse belo hambúrguer, o La Mafia, surpreendentemente leve e com tempero no ponto certo. A leveza dos pratos, aliás, foi um ponto positivo: o meu sanduíche e o do Rafa estavam perfeitos e ainda deu para pedir essa torta de maçã para dividir. Eu amo essa sobremesa e saí de lá suspirando, foi a melhor que já comi em São Paulo!

No fim das contas, vou voltar com certeza – e não só porque é perto de casa. Realmente é uma novidade competitiva e fora do circuito tradicional de hamburguerias da cidade.

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Salão do Automóvel e as novidades da Chevrolet*

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o estande imenso da Chevrolet no Salão do Automóvel em São Paulo

Visitei o Salão do Automóvel pela primeira vez há mais ou menos 5 anos. Na época, fui pela curiosidade e pela diversão, mesmo. Eu ainda nem tinha carteira de motorista e não sabia muito bem o que procurar num carro. Por isso mesmo, voltar ao evento neste final de semana a convite da Chevrolet foi uma experiência bem diferente. Hoje sou consumidora: sou mais uma paulistana que fica no trânsito e, mais do que isso, estou naquela fase de pesquisar um carro novo.

Entre os vários estandes montados no Anhembi, fui conferir a área de 2.750m² montada pela Chevrolet e vi de pertinho lançamentos como o Onix e o Cruze, nas versões sport e hatch, além de ter brincado um pouquinho nas áreas interativas do espaço e assistido aos shows que rolavam durante o dia.

Onix, a estrela da festa

Falando das novidades, o Onix é a maior aposta da marca no Brasil e chega às lojas já em novembro com a missão de ser popular. Totalmente produzido no país, o carro tem como destaque o sistema My Link, em que o usuário acessa conteúdos de seu celular, rádios AM e FM, músicas e imagens direto de uma tela de LCD no centro do painel. Pude testar essa espécie de “computador de bordo” e achei o sistema perfeito não só por dar acesso rápido aos meus arquivos, mas também por permitir que eu use os aplicativos do celular e faça ligações direto na telinha.

a tela touchscreen do My Link

Além do fácil acesso a conteúdo multimídia, outras características certamente vão agradar jovens motoristas: direção hidráulica de série, design cuidadoso num carro compacto e fácil de estacionar e o preço, que varia entre R$29.990 e R$41.990 para a versão mais completa do carro, que traz também a opção de câmbio automático.

os olhos de gatinho do Cruze Sport, irmão maior do hatch

No estande, também não pude deixar de notar o Cruze hatch, que está num segmento à frente, além de ser maior e mais parrudo. O carro é lindão por fora e por dentro: o painel é caprichado e uma sentadinha no banco do motorista já me deu vontade de dirigir.  Quem sabe numa próxima oportunidade, né?

eu e o Cruze hatch: quero testar!

Para fechar a tarde no Salão, ainda teve a apresentação do Frejat! A programação musical, aliás, continua até o encerramento do evento no dia 4/11. Ainda se apresentam por lá Wanessa, Tony Garrido, Ed Motta, Preta Gil, Ana Carolina e a escola de samba Vai-Vai; a agenda completa você encontra na página da Chevrolet.

líder de torcida animadinha num dos shows que rolam por lá!

Adorei a visita para investigar meu possível próximo carro e, se posso dar um conselho para quem ainda vai ao evento, digo logo: use roupas leves! O Anhembi é extremamente quente e a dignidade é zero para ficar montada (coitadas das modelos! rs). Sapatos confortáveis e roupas soltinhas são as melhores opções. Bom passeio! ;)

*Este post é um publieditorial.