Guias de viagem cinematográficos, literalmente!

qua

Eu pirei quando vi isso – e torço para que eles estejam à venda logo por aqui!

Os Film + Travel Guides da Museyon vão virar objeto de desejo para pessoas que gostam de viajar e são amantes da sétima arte. Por que? Simplesmente porque mostram locações de filmes famosos no mundo todo, curiosidades desses locais e um pouco da história das filmagens que aconteceram por lá.

Já existem três edições do guia, uma com locações da Asia, África e Oceania, outro com lugares na Europa e, claro, um só para as Américas, que inclui Argentina e Chile como representantes latinos, mas nada de Brasil ou México.

As ilustrações dos guias são ótimas! Desenhos representando cenas dos filmes são sobrepostos a fotografias da locação original, resultando em artes como as dessas capas:
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no guia da Europa, Fontana di Trevi e a famosa cena de La Dolcce Vita, em Roma.
na capa do guia “das Américas”, a cena de Vertigo na Golden Gate em San Francisco.
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E se você for curioso com relação a locações de filmes e etc e tal, visite o Movie Locations: eles contam onde ficam exatamente os cenários de cada produção nos mínimos detalhes, dando enfoque para como foram as filmagens por lá (os guias obviamente falam pelo lado mais turístico da coisa).

Se não fosse esse site, eu jamais saberia que as cenas da escola em Crepúsculo foram divididas em três cidades diferentes. Também não saberia que algumas locações de Mullholand Drive não eram em Hollywood. Só fiquei decepcionada de não encontrar Blindness por lá (eu queria ver São Paulo, ué?). De qualquer forma, vale a visita, principalmente quando você estiver entediado numa tarde chuvosa, pedindo algo no estilo “guia dos curiosos”… 8)

Guia de Viagem: 10 dicas para a Europa

seg

Post para ler com calma, salvar, guardar, compartilhar e enviar para os amigos que planejam viajar.

Esta é a última parte dos posts de 100 fatos sobre a Europa e espero sanar todas (ou quase) dúvidas que me foram enviadas. Se você tiver algo a perguntar, pergunte aqui nos comentários, de forma que a resposta fique disponível para quem quiser saber o mesmo.

Vai viajar para Buenos Aires? Veja 10 dicas para visitar a capital da Argentina!

.Baseando-me em meu mochilão de 23 dias pela Europa, passando por 7 países e 9 cidades, escrevi aqui as minhas principais dicas de viagem para vocês. Como já tenho um certo tipo de experiência com viagens internacionais, agreguei aqui alguns toques que também servem para qualquer lugar do mundo, principalmente no que diz respeito a dinheiro, às malas, às bebidas, a passeios culturais e equipamentos eletrônicos.

Se você procura por informações específicas de cidades ou países, veja estes posts: Lisboa e Madrid, Paris e Amsterdam, Berlim e Frankfurt, Salzburg e Veneza e, por fim, Roma. Se você estiver indo para os Estados Unidos, especificamente para Nova York ou San Francisco, leia também este meu post sobre minha viagem ano passado.

(Só não falo de “Disney” ou América Latina por aqui porque viajei para esses lugares há alguns anos, portanto torçam para eu ter verdinhas e viajar mais, assim dou conselhos fresquinhos! rs)


1. DINHEIRO

 

Roma

eu, “desperdiçando” 0,50€ na Fontana Di Trevi, em Roma

 

Vamos começar pela parte chata, já que várias coisas legais você já sabe. Depois de quebrar seu cofrinho e passar horas pesquisando hotéis ou indo até uma agência de viagens encomendar um pacote tradicional (ou um pacote mochilão, tipo o que fechei com a CI), você terá de calcular seus gastos.

Quando você viaja por diversos países europeus, a média de gastos com transporte público, museus e comida giram em torno de 50€ por dia, e pode inclusive sobrar se você não fizer questão de ir em restaurantes chiquetérrimos. Aliás, se você tiver condição pra isso, pode pular para o item 2.

Certo, você que também é gente como a gente mas quer ir pra Zoropa, faça o cálculo dos 50 por dia baseando-se em quantos lugares você irá. Digo isso porque algumas cidades são caras e outras super baratas. Por exemplo, se você for passar 20 dias apenas e exclusivamente em Paris, saiba que você irá gastar mais que 50, com certeza.

Em cidades “baratas” como Lisboa, Madrid, Amsterdam ou as alemãs que conheci, Frankfurt e Berlim, você certamente vai gastar menos de 50 e vai sobrar uma quantia razoável para equilibrar com as cidades caras que vierem pela frente, como Paris e Veneza. E, sim, Paris é a mais cara (das que visitei). Nós sentimos bem a diferença, pois ficamos lá 6 dias, enquanto que nos outros lugares ficamos no máximo 3 – minha viagem foi super frenética.

Com relação a gastos com compras: tudo depende do seu poder aquisitivo, mas souvenires geralmente são razoavelmente caros para o que são (a não ser na Itália, sei lá porque cargas d’água!). E uma observação idiota, mas importante: nunca, NUNCA, nunca compre postais, miniaturas e breguedet’s do lado do monumento/museu/etc. Aí ficam os pega-turistas e eles chegam a cobrar o dobro do preço de lojinhas em regiões centrais.

Última coisa: vai levar cartão de crédito? Calcule o limite de reais para euros antes de sair daqui, para não ter surpresas. Se vai viajar com traveller check ou com o Visa Travel Money (cartão de débito pré-pago), tenha cuidado também. O traveller check pode não ser aceito e o Visa Travel Money pode travar, dar uma falha, ou qualquer merda – aconteceu com a minha amiga.

Na dúvida? Leve dinheiro vivo, pelo menos para cobrir o básico (alimentação e transporte). Seja esperto e ande com a grana com você, dentro daquelas “bolsinhas” que vão por baixo da roupa. Não tem erro e você não precisa alugar cofre do hotel. Até porque, mizifio, você tá na Europa. Podem até bater sua carteira, mas jamais vão rasgar sua roupa e descobrir a “pochetinha” do dinheiro. ;)



2. FAZENDO AS MALAS

Tudo certo com a grana? Vamos à mala!

 

 

lisboa

esperando no terminal de trem, em Lisboa, apoiadas nas nossas mochilonas (eu sou a galocha de onça! hehe)

Primeira coisa: pense sinceramente no estilo de viagem que você fará. Mala ou mochilão? Se for mochilão, tenha consciência que sair daqui com mais da metade da mala cheia te dará prejuízo e você comprará uma mala nova.

Se você for de mala, IDEM. Por que? Porque, sim, você vai encontrar promoções incríveis lá e vai querer encher o resto da mala. Por mais duro que você esteja, alguma coisa você sempre acabará trazendo, então nessas horas é bom treinar o desapego e ser compacto.

Eu viajei com mochilão, porém lá pelo 18º dia da viagem troquei para uma mala de rodinhas de qualidade, que comprei com a certeza de que ela seria muito bem vinda e duraria mais várias outras viagens. Se possível, faça o mesmo.

Geralmente, malas boas no exterior custam muito mais barato do que aqui e você pode fazer um bom negócio. E não seja bobinho: ao comprar uma mala nova, considere se ela conseguirá comportar com folga tudo o que você já tem no momento além da própria mala que você viajou primeiramente, já que nem sempre ela poderá ser usada como bagagem de mão ou poderá ser despachada, conforme o peso da mala nova.

– Como escolher o que levar?

Outra parte difícil. Depois de checar a temperatura de seus locais de destino, comece a escolher roupas alguns dias antes de viajar. Depois disso, tire metade da pilha – principalmente se você for exagerado(a) – e capriche nos acessórios. Se o seu cachecol for rosa hoje e branco amanhã, o foco nas fotos vai pra isso, e não pra sua roupinha igual. Got it?

Se você for no inverno, leve boas blusas cacharrel (ou bem quentes, no caso dos meninos) e uma jaqueta, ou no máximo duas. Mais que isso é exagero e muitas vezes os tecidos daqui não nos protegem o suficiente, pois lá o frio é diferente. Sendo assim, se ao chegar lá a sua jaquetinha não agüentar, você só vai ter ocupado espaço na mala com ela e não com duas.

Tenha algumas camisetinhas básicas para ir trocando por baixo da “blusa quente”. Elas não irão sujar e você com certeza consegue usar por mais de um dia, pois por mais que você ande, confia em mim!, você não vai suar, já que o frio deles é seco (com exceção de Veneza, por motivos óbvios!).

Quanto aos sapatos? Keep it simple, a não ser que você já saiba que terá algum tipo de evento fino por lá. Um bom tênis quentinho e uma bota sem salto já são o suficientes. Para os homens, tênis e pronto! Sortudos.

(calcinhas, cuecas e meias vocês podem contar sozinhos né? 8) )


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100 fatos sobre a Europa – Parte 5

sáb

Tudo o que eu vi, o que você já sabe e o que ainda não te contaram. 100 fatos divididos pelas 9 cidades que visitei e um guia final de viagem para não faltar nadinha!

Esta é a quinta e última parte dos posts que contam tudo sobre a viagem. Se você perdeu as primeiras partes, veja aqui: primeira parte (Lisboa e Madri), segunda parte (Paris e Amsterdam), terceira parte (Berlim e Frankfurt) e quarta parte (Salzburg e Veneza).

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Segunda-feira sairá o guia de viagem com 10 dicas básicas para viajar pela Europa, que completará meu top 100! Dicas gerais e completas: como fazer a mala, escolher hotel, calcular o dinheiro (e as compras!), decidir quais museus visitar e etc. Tenho certeza que vocês vão gostar (e guardar!).

Agora, vamos à cidade eterna e o último top 10 da viagem. Com vocês, Roma (e o Vaticano)!
(todas as fotos de Roma estão em meu flickr.)
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Roma

visitei o Coliseu com chuva, o que tornou as fotos muito mais dramáticas, se é que isso é possível.
O próprio ambiente é dramático, tem energia carregada and all that jazz.
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81. Sobre a fundação de Roma:

Segundo o mito romano, a cidade foi fundada a cerca de 753 a.C.[2]. por Rómulo e Remo, dois irmãos criados por uma loba, que são símbolos da cidade. Desde então, tornou-se  centro da Roma Antiga (Reino de Roma, República Romana, Império Romano) e, mais tarde, dos Estados Pontifícios, Reino de Itália e, por fim, da República Italiana, com a unificação do país em 1871.

É por essas e outras que Roma é considerada a Cidade Eterna: além de ter sido capital de governos poderosos e agregado a si as culturas de diversos outros povos conquistados, ela ainda é guardiã do Vaticano, micropaís-sede da Igreja Católica que, apesar de contar com moeda, policiamento e governo próprios, recebe todo o apoio do governo “romano” e, obviamente, o incentivo turístico.

82. Faça questão de visitar Roma depois de Paris, se você for aos dois lugares. É muito engraçado observar como a capital francesa copiou a italiana em centenas de aspectos da organização urbana e dos monumentos, fontes e praças. Chega a ser engraçado, porque em Roma tudo é obviamente parecido, só que bem mais antigo que em Paris, então só pode ter servido de inspiração. E realmente inspirou Eugène Haussmann, urbanista responsável pela reforma de  Paris em 1840, com o intuito de transformá-la num cartão postal.
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Roma

Fontana di Trevi (que é gigantesca!), cenário de “La Dolce Vitta” (1960), de Fellini.
Praticamente um poço
a céu aberto de dinheiro de turista querendo amor e boa sorte.
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83. Se Paris inspirou-se em Roma e tem um número absurdo de pontos turísticos , Roma tem ainda mais. Só para ver todas as fontes da cidade, você vai perder umas boas horas rodando, e se quiser fotografá-las de dia e de noite, para ver as iluminações belíssimas, vai demorar mais ainda. São castelos, museus, ruínas, estátuas, fontes, pracinhas e todo um infinito de coisas pra ver. Passamos 4 dias em Roma e certamente vimos muito pouco, portanto eu recomendaria dispender um bom tempo para visitar a capital honorária do velho mundo.

84. Apesar das “ruínas principais”, como o Coliseu e o Senado romano, ficarem localizados em regiões mais centrais da cidade, Roma tem ruínas espalhadas por todos os lados (inclusive do lado do meu hotel tinha uma!), o que  prejudica a  própria ampliação da rede de metrô deles, porque toda vez que iniciam-se escavações são encontrados fósseis e materiais arqueológicos.

Entre todas as cidades que visitei, as que menos usamos o metrô foi Amsterdam, porque ele simplesmente não existe por lá! hehe Já em Roma, o metrô é pequeno (apenas duas linhas, uma norte-sul e outra leste-oeste), porém atende todos os pontos turísticos da cidade e tivemos a sorte de ficar localizadas do ladinho da estação central, que une as duas linhas.

Roma

Praça São Pedro vista do alto do domo da Basílica.  Consegue ver um rio ali?
Sim, é o Tibre, o tal rio que você ouviu falar durante anos na escola.
(agora preciso conhecer o Eufrates! Mesopotâmia rlz!
8))
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85. Você já sabe (ou poderia saber) que o Vaticano é o menor país do mundo (0,44 km²), que consiste basicamente de uma praça, a Praça São Pedro, e de prédios administrativos e museus; que é a cidade-Estado sede da Igreja Católica; que foi um acerto de contas entre governo italiano unificado e Igreja em forma de “presente territorial” dado por Mussolini ao papa Pio XI, de forma que a igreja tivesse seu próprio espaço e não metesse o bedelho na administração italiana ou romana.

O que você não sabe, *hihihi*, é que os caixas eletrônicos dos bancos do Vaticano são os únicos do mundo em que LATIM é uma das opções de idioma para ler as mensagens do banco durante a transação. Genial! 8)

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Imagens da(s) semana(s)

seg

Com a confusão da troca de servidor semana passada, além de dias extremamente entediantes, acabei ficando sem postar as “imagens da semana”. Então vamos falar logo desta última semana, que bombou muito mais!

Schmap: Roma e Veneza

Lembram-se que eu tinha mais duas fotos concorrendo a entrar no Schmap Guide de Veneza e no de Roma? Pois sim, elas foram aprovadas! O mais divertido é que na foto de Roma eu apareço, portanto quem clicou a foto, na real, foi a Lari! Vejam:

eu, vermelhinha, no Arco de Constantino, em frente ao Coliseu

a famosa Piazza San Marco, coração de Veneza


(e não, eu não esqueci! Estou devendo a ultimíssima parte dos posts sobre a Europa, pra falar de Roma e do balanço geral da viagem. Jajá sai!)

Curta-metragem Minerva


Sexta-feira me uni a colegas do terceiro e quarto ano da faculdade para gravarmos este curta aí em cima, que será enviado ao Itaú Cultural. Desta vez, fui convidada como atriz pelo Felippe Meira, meu amigo, diretor e roteirista neste trabalho. Para quem assistiu e não entendeu (ou ficou com gostinho de quero mais), é só entrar na página do vídeo no youtube e ler o conto no qual o curta foi baseado e que serviu de base para o edital do Itaú!

Joey Steakhouse

foto horrorosa tirada com o celular. Mas imaginem que isso é uma sobremesa: massa crocante de churros com doce de leite em cima, sorvete de baunilha, chantilly e cobertura de chocolate, tá?

Como vocês sabem, eu até tento, mas não consigo resistir a uma trash food de vez em quando, ainda mais se for trash food australiana! Um belo dia, de passagem pelo Tatuapé, mamãe e eu encontramos o “Joey Steakhouse”, que nada mais é que um restaurante australiano com uma excelente opção de rodízio! Sim, rodízio!

Imagine que você vai chegar lá e comer batatas com queijo e bacon, onion rings, costelinhas, jacked potatoes e o diabo-a-quatro sem ter de pagar por 2897892 pratos separados! Deu até fome, né? Então, eu adoro lá, o ambiente é legal, o preço é honestíssimo e eu não sei de mais nenhum lugar em São Paulo com essas características. Fui lá jantar no sábado e inclusive consegui um mimo com o dono do restaurante para dar aqui pra vocês… Será que alguém quer? Manifestem-se! 8)

Liberdade

Domingão foi dia de juntar a família e ir na Liberdade comer temaki, andar na feirinha, comprar pincéis de maquiagem na nova Ikesaki gigante (que eu devia ter fotografado) e tirar foto do realejo, claro. Awn.

Estadão


… Meu time não chegou na final (São Paulo, ê-ô!), mas tô na capa do Estadão de hoje junto com o Ronalduxo e a gripe suína! Pequenina, mortal e com a câmera na mão! HAHAHA 8)  Também tô na capa do caderno Link. Parabéns ao fotógrafo, Sérgio Castro, e parabéns ao Rodrigo Martins: a matéria ficou super boa!

Eurotrip. Au revoir.

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Para muitos, as férias já terminaram. Para mim, elas nem começaram!

Quarta-feira embarco para Lisboa, onde começará minha aventura de 22 dias pela Europa. 9 cidades, 7 países, uma mochila de 60L, uma amiga, uma câmera, frio e neve. Neve a dar com pau! Meu itinerário? Olha aí!


Primeira parada: Lisboa, para ir acostumando com o frio e ouvir muitos “tudo bains?”


Madrid. Um pouco mais frio, muitos museus, mucha música buena!


Paris, Louvre – porque a Eiffel Tour todo mundo já viu.
E, bom, Paris é Paris, então acho que não preciso entrar em detalhes do que farei por lá. :)


Amsterdam. Red light district, Party 24h, barcos, Heinekens (perigon!), marijuana free pra quem gosta.


Berlim: mais homens lindos gente linda, muito mais frio, história moderna em cada esquina.


Frankfurt: modernidade, moda³, carros!, frio da porra.


Salzburg, Áustria. Terra de Mozart, ski, muito charme e tudo coberto de neve.


Veneza: visite antes que a cidade acabe.


Roma: cidade eterna, gente linda, terra nostra.

Interrompo agora as atividades por aqui para arrumar minha mochila, tirar as meias de lã do armário, encontrar as luvas de couro, desenferrujar meu alemão e aperfeiçoar minha lista de besteiras pra comprar, que já inclui o calendário dos padres do Vaticano.

Quero postar de lá, mas não garanto, afinal eu obviamente vou ter coisa melhor pra fazer – procurar casacos e aquecedores, por exemplo. Logo, quem quiser acompanhar a jornada timtim por timtim, pode seguir meu twitter ou ler as twittadas que serão agrupadas e publicadas aqui. Encontrei um plugin legal que faz isso, então rezemos para funcionar. E claro! Se possível, darei um aperitivo das fotos no flickr!

Volto dia 28 de janeiro, depois de uma overdose italiana e cheia de histórias para contar!
Hasta la vista, au revoir, auf Wiedersehen. 8)

ps: dicas e sugestões extras do que fazer nas cidades são super bem vindas!