Cateto, queijos e cervejas artesanais na Mooca: Imagens da Semana

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Cateto: cervejas, queijos e um lugar para passar horas degustando novos sabores

Quem disse que só se pode harmonizar queijos com vinhos? Hora de rever isso aí. Os sócios do Cateto – Beber e Comer Artesanal resolveram tentar algo diferente: unir queijos brasileiros com bebidas de cervejarias artesanais. O bar de ambiente rústico e aconchegante apóia produtores locais e abre suas portas justamente num bairro que carecia (e muito!) de novas propostas. Sim, é no coração  da Mooca, meu! Oba!

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as cervejas e o cardápio do Cateto

No Cateto, não há cozinha. Tudo é preparado à vista e no balcão. O menu de comidinhas foca em sanduíches e em tábuas de queijos e embutidos. Já a geladeira tem cervejas diferentonas que já ficaram famosas e muitas do tipo “achado”,  que nunca tinha ouvido falar ainda – caso da Madalena, de uma cervejaria do ABC. Também dá para levar tudo para viagem, com exceção do chopp Colorado, tirado ali no bar, na hora.

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o balcão e algumas peças de queijo para levar para casa

Provamos duas cervejas diferentes (Madalena e Curupira), o chopp, uma porção de bruschetas que levam linguiça defumada, além de uma bela tábua de queijos. No dia em que fomos, ainda estava rolando uma degustação e tivemos a felicidade de comprar queijos diretamente com o produtor mineiro. Os queijos, aliás, são sempre servidos com uma porção de pesto ou de mel. Para escolher tudo isso, um dos donos, o Márcio, nos deu recomendações e foi super prestativo.

Das cervejas às comidas, tudo estava maravilhoso, sem exceções. Os mais puristas só não vão gostar de uma coisa: as bebidas são servidas em potes de vidro, não em copos. Não me incomodo e acho que tem a ver com a proposta, mas, é… Prefiro copos. rs

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as bruschetas e a maravilhosa tábua de queijos: diferentes texturas e sabores

O Cateto é lugar para chegar relativamente cedo  e passar a tarde comendo e bebendo, sem preocupação – especialmente se você adorar queijos e cervejas. rs Como o local é pequeno, talvez seja realmente bom ficar atento à este detalhe e se programar. Algumas degustações tem sido marcadas na casa, por isso a lotação também pode variar bastante. Ah sim: o som também faz jus ao estilão da casa e é uma verdadeira viagem no tempo.

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as sacolinhas para levar sua “marmita” para casa

Ultimamente, o bairro vem ganhando várias novidades que se destacam das tradicionais pizzarias e faço questão de prestigiar, até mesmo porque é ótimo não ter que atravessar a cidade só para tomar uma cerveja num lugar legal, para comer num bistrô, ou num japa com preparo de respeito.

Estes lugares das redondezas, aliás, estão despertando a curiosidade até de gente que chamava a região de “zona lost”. Casos recentes são o do Cadillac Burger, que foi eleito uma das melhores hamburguerias da cidade em 2013 segundo a Veja (já falei sobre ele aqui no blog também) e o Bravo Bistrô, que está entre os 10 mais de São Paulo no Trip Advisor.

Será que finalmente a Mooca vai entrar no mapa de São Paulo também para os “modernos”? Torço para que sim. Há muitos bairros além de Pinheiros, Vila Madalena e Jardins que merecem as visitas dos recém-chegados.

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PREÇO MÉDIO: Aqui tudo vai depender do seu consumo de álcool. A nossa conta saiu em R$53 por pessoa.

VAI LÁ: Cateto – Beber e Comer Artesanal. Rua Fernando Falcão, 810 – Mooca. Aberto de quarta a domingo.

“Como Ter uma Vida Normal Sendo Louca”: um guia incorreto para enfrentar qualquer parada

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e quem nunca passou por isso?

Um manual para você que quer ser alguém na noite sem ter histórico cool favorável. Um guia para quem precisa se livrar de gente chata usando mentirinhas elegantes. Um apanhado de dicas para viver bem acima do peso e muito abaixo do orçamento sem ser crucificada. Foi isso que a apresentadora Jana Rosa e a escritora Camila Fremder produziram juntas: um livro cheio de conselhos para lidar com situações ingratas que acontecem com (quase) toda mulher na casa dos 20.

“Como Ter uma Vida Normal Sendo Louca” tem um humor ácido que vai te fazer rir bem alto, tudo porque mistura conselhos realistas do tipo “fake it ‘til you make it” (engane até você conseguir), mas também conselhos ainda mais loucos que a própria situação da vítima. Afinal, que tal se livrar do vexame de uma foto feia na Internet dizendo que vai embarcar para a lua com a Nasa semana que vem? Super coerente se for pra rir, é claro. rs

Com pouco mais de 200 páginas e uma lista bem grande de pedidos de desculpas aos malas citados no texto (inclusive blogueiras e pessoas inconvenientes com metabolismo rápido), o livro é perfeito para ser devorado na areia da praia neste verão. Enquanto você presta atenção nas descrições super detalhadas dos casos (com nomes e tudo – tipo, astróloga/numeróloga chamada Núria), a dupla de autoras coloca uma piadinha leve. Uma piadinha maior. Um absurdão que vai fazer até o tio do coco rir da sua risada.

Talvez eu só não tenha me divertido muito no capítulo sobre dietas. A descrição do problema foi real até demais, e as dicas não foram tão loucas o suficiente para me fazer rir. Difícil fazer humor com dieta. “Largue seu casaco PP no carro de um amigo, para que todos vejam o quanto você está em forma” – é tão absurdo que consigo imaginar alguém fazendo isso de verdade.

Em todo caso, o capítulo sobre como enfrentar o ridículo reencontro de 10 anos do ensino médio compensa qualquer mal causado pelo capítulo da malhação. Me sinto devidamente preparada para lidar com esse churras maravilhoso que deve acontecer em minha vida em breve. Preciso falar mais? Livro devidamente recomendado!

 

“Carrie” e seu remake estranho

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“Carrie”: o baba baby mais aterrorizante (ou pelo menos nos anos 1970)

Sozinha num quarto de hotel, aos 15 anos e numa cidade que eu não conhecia. Foi nesta situação que assisti o clássico “Carrie”, de 1976. Para muitos, pode ser uma combinação tentadora excitante para ver um belo terror. Para mim, era só uma bela combinação de motivos para ter um cagaço ainda maior que o normal. Não gosto de filmes de terror. Morri de medo, mas gostei de “Carrie”.

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Guardei a sensação forte da primeira assistida até ir ao cinema ver o remake com Juliane Moore e Chloe Moretz. Nunca mais voltei a ver o filme original, só mesmo  trechos da grande cena da formatura – naquela parte em que você já está é torcendo pela personagem, que sai vingando um por um -, e em parte quis ver pois estava ansiosa para ver o trabalho de uma veterana talentosa e uma novata promissora.

Pipoca em mãos e cinema lotado, o que vi foi um filme rápido, direto, um roteiro enxuto demais, uma luz que entrega as cenas de bandeja, uma trilha sonora que não cria tensão e uma personagem que parece estar “exagerando” em sua reação ao bullying. Não senti adrenalina. Não vi verdade na raiva de Carrie White. Não gostei.

Eu poderia dizer que o problema foi a situação diferente em que eu estava, mas o fato é que a própria direção mais realista de Kimberly Peirce deixou as coisas às claras demais. As interpretações pareciam fora de sintonia: a mãe fanática religiosa de Moore é realmente excepcional, mas soou até demais diante da simplicidade das outras cenas do filme, tão diretas. O pequeno plano em que ela espeta uma agulha de costura na perna parece um exagero sem fim.

Entre as jovenzinhas, quem chama atenção é a vilã à la “Meninas Malvadas” (a atriz Portia Doubleday), que age sem dó e quando tem vontade. Já a menina dos olhos Moretz parece ficar sem recursos para reagir à altura dos obstáculos propostos no roteiro. A cena da menstruação no chuveiro é uma tortura maior para quem assiste do que para a protagonista.

Quando Brian de Palma rodou seu filme nos anos 70, o politicamente correto não estava na moda e sua atriz principal, Sissy Spacek, tinha 10 anos a mais que a personagem. E num caso como Carrie White, não é só a experiência como ator que conta, mas a experiência de vida.

Depois de pensar muito sobre o que de fato me incomodou, chego à conclusão que para superar um roteiro pasteurizado, mas com um grand finale anunciado, faltou sensibilidade para perceber o que faltava à tão jovem Chloe Moretz. E o que faltou não foi talento, mas repertório emocional.

Com sorte, ela ainda tem anos de carreira para continuar nos encantando – só não foi dessa vez.

“Perfume”: melhor música de “Britney Jean” ganha clipe

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clima de romance em cena de “Perfume”, de Britney Spears

Sabe o que acontece depois da letra de “Womanizer”? Acontece o dramalhão todo de “Perfume”: na música, composta pela também cantora Sia, duas moças disputam o amor de um homem, e uma delas faz questão de deixar um rastro e tanto de perfume para que a outra, quem sabe, perceba.

A música é a segunda a ser lançada do álbum “Britney Jean” e é de longe minha favorita – saudades da Britney cantandoney!  rs É claro que com um enredo desses, ia ter espaço de sobra para a cantora fazer propaganda dos próprios perfumes. Alguém duvida que vai vender que nem pão quente até o Natal?

O vídeo de “Perfume”, que vem das mãos do mesmo diretor de “Stronger”, “Toxic” e “Womanizer” (!),  começa com Britney e o namorado gato fazendo coisas bobas que namorados fazem e continua com a outra fazendo exatamente as mesmas coisas. O repeteco é feito quadro a quadro, tudo para mostrar que o bofe não é apenas safado, mas também sem criatividade.

Agora, falando do que interessa, pode até soar estranho este ser o álbum mais “pessoal” da cantora sendo que as letras são todas de outras pessoas e há milhões de produtores envolvidos, mas não tem como negar que aqui e em “Work Bitch” ela está mais presente que nunca – e toda soltinha nos vídeos.

Dá o play:

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Só esperamos agora que essa fofoquinha de aposentadoria seja falsa: há rumores de que uma grande artista do pop vai se aposentar em breve e tudo faz crer que é de Brit que estão falando. Será? Torcemos MUITO para que não! Ainda tenho esperança de ver um grande show dela ~ao vivo~. rs

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FALANDO NISSO…

Quem mostra que tem uma longa carreira pela frente é o modelo absurdamente gato que faz o malandrão da história, Alexander Kjellevic. O rapaz é norueguês, tem 28 anos, 1,88m de altura e já modelou para grifes como Empório Armani, John Varvatos e Ermanno Scervino. Agora ele quer abraçar a atuação – e a gente já acha que ele tem futuro.

“It”: o livro-diário da garota Alexa Chung

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Alexa Chung e seu livro, “It”

Antes de ganhar uma bolsa com seu nome e sentar na fila A dos desfiles que importam, Alexa Chung era uma simples modelo que escondia o sobrenome chinês e se apresentava para testes com camisetas de dinossauro. É essa uma das coisas que ela conta em seu primeiro livro, “It”.

Mistura de confissões aleatórias com referências de moda e beleza, o livro de tecido rosa surgiu a convite de uma editora. A garota-fenômeno hesitou, mas não desistiu. E tão aí 192 grossas páginas com fotos interessantes e a tentativa explícita e bem-humorada de Alexa mostrar que é só mais uma garota comum. Mas uma garota, há de se dizer, com boas referências, beleza, altura considerável e porte físico “bem aceito”.

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Em “It”, Alexa prova que não tem apenas um bom faro fashion, mas que sabe justificar muito bem suas escolhas através de um punhado de imagens bem gravadas na memória. Coisa rara em dias que estilo é sinônimo de dinheiro. As referências vão desde filmes antigos e rock stars até o próprio avô chinês, que não aceitava vestir qualquer coisa. Diz ela que o avô e as aulas de equitação na infância foram elementos essenciais para suas escolhas até hoje. Fora isso, ela cita alguns ícones de estilo absolutamente improváveis, como Jeremy Irons e suas camisas amassadas (!). Para quem curte o estilo boyish, aliás, o livro é realmente um prato cheio. 

Além de falar obviamente de moda e de sua experiência em dividir a primeira fila com Anna Wintour, a it girl dedica boas páginas a falar sobre sua experiência com pés na bunda e sobre o quanto ela adora música, músicos, karaokês e até o estilo das groupies dos anos 1970, verdadeiras mestres em se vestir “em camadas”. Não por acaso, é bem provável que o episódio de coração partido que ela tanto cita deva ter sido o término com o cantor Alex Turner, do Arctic Monkeys. É um momento do tipo “entendedores entenderão”.

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Leitura leve, livro para abrir e rever de novo os causos e conselhos simples da apresentadora que quase ninguém lembra que é apresentadora. E, sim, lá no final do livro ela dá as dicas dela para tirar uma selfie perfeita.

No fim, em sua tentativa de parecer uma garota “simples” e descomplicada, Alexa parece agora um pouquinho mais especial para mim. A obra direta, despretensiosa e cheia de bom humor cumpriu seu papel. Simpatizei.

Comprei o meu livro na Amazon; chegou em 10 dias.

10 linhas para: hidratante para o banho Nivea

qui

O que é? Hidratante para ser usado durante o banho
Quanto custa? Entre R$10 e 13; recebi os meus para teste da assessoria da Nivea
Onde encontrar? Farmácias e supermercados

Lotion Express e Milk: a dupla de hidratantes para o banho da Nivea

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EM ATÉ 10 LINHAS

Uma das grandes chatices de se usar um bom hidratante no verão (e não só no verão!), é ter que aguardar secar para então poder colocar a roupa sem que tudo vire um grande grude. E acabar com esse desconforto é justamente uma das promessas do hidratante para banho da Nivea, disponível em duas versões – Milk, para pele seca, e Lotion Express, para pele normal. Basta passar no banho após o sabonete e enxaguar na sequência.

Não senti muita diferença entre a hidratação proporcionada por cada um deles, mas gostei. Não é como usar um hidratante poderoso tradicional, mas é um excelente substituto para quem tem pressa ou tem coceirinha só de pensar em creme nesse calorão. Como faço parte dos dois times, testei, aprovei, e devo continuar usando. Fora isso,  o preço é super camarada! Alguém mais aí já usou? ;)

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EM 1 LINHA

Produto perfeito para as preguiçosos e para quem não curte hidratante demorando pra secar na pele!

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