Dia dos namorados e vídeo especial <3

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O Dia dos Namorados chegou e não deixei a data passar em branco: convoquei o namorado para fazer, finalmente!, sua estreia no canal comigo. rs O Rafa já apareceu várias vezes em posts por aqui e mesmo casualmente nos vídeos por lá, mas nunca tínhamos falado nada sobre o nosso relacionamento de forma mais ‘aberta’ como fizemos dessa vez.

Algumas e alguns de vocês que acompanham o blog faz tempo sabem bem que nos conhecemos há anos atrás (7!) depois de uma ação realizada em Porto Alegre, num frio do caramba, mais ou menos nessa época do ano. Demorou para a gente se acertar, mas depois que finalmente demos uma chance um para o outro, não largamos mais: em outubro comemoramos os 7 anos de namoro!

Nesse vídeo, falamos um pouco mais do nosso relacionamento respondendo as perguntas reveladoras da tag “Ela ou Ele”. Quem é o mais preguiçoso, o mais esquecido, o mais ciumento? Tá tudo aí no vídeo – inclusive uma curiosidade: nós dois somos librianos com ascendente em touro! rs

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Tá faltando homem? Afinal: por onde andam os heteros interessantes?

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Não é de hoje que as mulheres solteiras sofrem com a constante sensação de que tá faltando homem no mercado. Fora o IBGE que deixa claro que existem bem mais moças que rapazes no país, a sensação é de que está cada vez mais difícil encontrar alguém bacana para conversar. Eu, que já não sou solteira faz tempo, tive esse papo recentemente e a real é: as minas não sabem nem onde estão os caras interessantes. Tem que ir aonde pra encontrar alguém: balada? Barzinho? Festival de música? Tinder ainda vale a pena? Dá pra conversar com esses caras por mais de cinco minutos?

Para discutir esse assunto e ajudar as migas, mergulhei no assunto ao lado do meu amigo Edson Castro do Manual do Homem Moderno. Espero que vocês curtam o vídeo tanto quanto a gente!

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[VÍDEO] Existe pivô de separação? Ou: a lenda da destruidora de lares

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Uma coisa sempre me incomodou muito quando um casal de famosos se separa: a forma como a mídia trata as coisas, especialmente se houver uma traição no meio. Para piorar, não é só ‘o monstro da mídia’ que costuma colocar culpados no banco dos réus de um jeito torto: as pessoas também.

Diante do caso de Jennifer Garner e Ben Affleck e até da suposta separação de Gisele Bündchen e Tom Brady, uma coisa está bem clara: a ‘culpa’, se é que se pode falar nestes termos, nunca vai ser de alguém de fora, e sim de quem abandonou o combinado do casamento. O que você pensa disso tudo? Dá o play no vídeo!

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Um Tinder para quem quer dividir a pipoca

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Uma grande mentira espalhada pela humanidade é de que os opostos se atraem. Não, eles nunca se atraem. Qualquer pessoa com uma experiência amorosa mais madura que a de uma ostra consegue perceber que são os gostos em comum que movem um relacionamento para frente.

Dito isso, a segunda grande mentira sobre amor é de que a tampa da sua panela estará te esperando com uma cerveja gelada no bar da esquina mais próximo. Vocês vão se olhar, nenhum dos dois estará bêbado e a magia vai acontecer como se o mundo todo girasse ao redor de vocês. É. Só que não.

binger

Por isso, hoje os amigos solteiros, caseiros e viciados em séries podem vibrar com a proposta do Binger, o aplicativo que quer copiar o Tinder, mas basear o cruzamento de casais através de seus hábitos de visualização do Netflix.

É o fim do duelo “tem o aniversário de fulano” x “e aquela maratona que você me prometeu?”. É o Oásis de um relacionamento em que barzinho é sinônimo de morte e em que o sofá não só pode como vai ser mais usado que a cama.  Parece moderno. O vídeo mostra a proposta direitinho:

Eu fiquei de cara com a proposta (conheço tanta gente que usaria! hehe), mas há um problema: o Binger não existe (ainda). O projeto foi feito todo bonitinho para chamar a atenção do Netflix, que tem API fechada e não permite que as informações sejam usadas por outros aplicativos.

Este post é para ajudar na campanha dos criadores do app e dar aquele empurrãozinho para os amigos que querem um cobertor de orelha para o outono/inverno 2015 e não merecem encarar sozinhos a terceira temporada de “House of Cards”. Libera aí, Netflix!

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Pelo fim de criaturas esponjosas solitárias <3

ps: Live e PSN, a bola está quicando, quem chutar primeiro faz gol! ;)

O que aprendemos com Jimmy Fallon, ou: quando o queijo brie não é suficiente

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São os 9 minutos de maior vergonha alheia e “essa é minha vida, esse é meu clube” que já vi na televisão contemporânea. Depois de assistir à entrevista quase desabafo de Nicole Kidman com Jimmy Fallon, cheguei à conclusão: je suis Jimmy Fallon. Não importa de qual lado você já esteve (no meu caso, dos dois), a questão é que todo mundo vai deixar uma oportunidade incrível passar por nem enxergar que ela era uma possibilidade, seja amorosa ou não.   

Na entrevista, Jimmy conta que, há uns anos, foi pego de surpresa com um amigo dizendo que ia levar a Nicole fucking Kidman em sua casa e aconselha que ele compre queijos legais, algo para comer. Ele então resolveu comprar brie e salgadinhos, embora ele nem soubesse o que era um queijo brie. Muita falta de cultura gastronômica, aliás, e espero que isso tenha mudado, mas a questão é que ele fez um grande esforço para tentar lidar com o inimaginável que era ter Nicole fucking Kidman na sala da sua casa. Isso já era tão inimaginável que insinuar que ela ainda queria dar uns beijos entraria no nível pegadinha com câmera escondida.

Agora, quantas vezes você já fez um pequeno esforço, que parecia gigantesco, mas que não alterou em nada o curso geral das coisas? Quantas vezes você não comprou um queijo brie achando que seria suficiente e nem imaginou que havia um baú do tesouro que se escondia atrás daquela curva fechada? E aí, depois de tão cansado, resolveu ligar o videogame e abandonar a quest da vida real no meio?

Os conformados dirão que “não era pra ser”, mas tirando o contexto amoroso da coisa, é absurdo pensar quantas vezes colocamos nossas forças no movimento errado e abandonamos o objetivo principal na sequência, de tão exaustos que estamos. Pense na sua vida profissional, por exemplo. Quantas vezes você parou no queijo brie e depois ligou o “Just Dance” porque ficou tímido? Porque não foi cara de pau? Porque achou que não era bom o suficiente?

Seja qual for o assunto, o brie e o videogame, o que aprendemos com Jimmy Fallon é simplesmente: try harderJá que não temos bola de cristal para descobrir aonde a força deve ser aplicada e já que foi difícil chegar até aqui, continue tentando. A recompensa pode estar depois da curva da estrada, e você nem imagina o quanto ela pode ser incrível!

Se você ainda não viu o vídeo, está mais que na hora. Pegue a pipoca e reflita.

Fazer amigos na vida adulta: é possível?

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Você acredita que é possível fazer amigos depois dos vinte? Depois do trinta? Depois de já ter a vida feita e as contas pagas? Talvez isso muita gente não tenha nunca, mas talvez também não tenha amigos conquistados depois de uma certa idade. E por “amigo”, entenda, não estou falando de contatos para te indicar uma vaga de emprego, dar dicas de viagem ou fofocar & curtir no happy hour da firma – embora tudo isso aí seja super bom.

Estou falando aqui de alguém para ligar numa emergência, alguém para bancar a baby sitter do seu gato enquanto você viaja ou até, sei lá, batizar seu filho na igreja. Você conheceu alguém para quem delegaria alguma destas três tarefas depois de ter terminado a faculdade, essa grande última chance da raça humana para fazer amigos? Então você é uma exceção – ou vai se decepcionar em breve. Desculpa, mas alguém tinha que avisar.

Já imagino muitos dedos apontados para mim neste terceiro parágrafo, mas só no BBB amizades verdadeiras 4ever são feitas entre adultos sem grandes questionamentos ou requisição de antecedentes criminais. Para quem pensa que isso é babaquice, não sou só eu e minhas travas sociais que têm certeza da absoluta dificuldade de fazer amigos na vidinha adulta. O tópico está cheio de resultados no mestre Google.

Milhares de artigos se debruçam com fervor sobre o tema, mas foi difícil encontrar algo que respondesse o porquê. Com alguns cliques inclusive, encontra-se até guias ilustrados sobre como fazer amigos depois de adulto, uma coisa assim bem didática e vergonhosa. Clique por sua conta e risco para ver um manual de como se tornar um freak que tenta fazer amigos num clube do livro ou numa loja de pesca. Não sei, mas só desconfio que aquele manual de como ser uma gótica suave deve dar resultados mais concretos.

Agora veja como são as ironias da vida. Todas as dicas para fazer amigos novos servem também para conhecer gente com objetivos românticos. Isso significa simplesmente que, depois de uma certa idade, somos reféns do sexo como objetivo final de relacionamento. Veja, você poderia fazer amigos na balada, mas a tradição diz que lá é lugar para conhecer gente para ir para cama, certo? O contrário já não vale: você poderia transar com o vizinho da casa onde cresceu, mas se vocês se falam até hoje e não são inimigos ou casados, é bem provável que sejam amigos-quase-irmãos e já tenham superado essa questão.

O que acontece é que você segue a dica da inscrição no curso de jardinagem para conhecer alguém com interesse em comum e acaba, por exemplo, odiando todo mundo e tendo que adicionar no Facebook uma pessoa menos pior que vai te paquerar para todo o sempre. E você vai empurrá-la para a “friend zone”, porque, afinal, precisava de um amigo desde o princípio. Não é aquele amigo-amiiiigo, mas é o que tem pra hoje. Torcendo agora para não ser daqueles que mandam corrente no Whatsapp.

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