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05
Mar
2010
O tal “dedo podre”

Alguns dizem que isso é azar, outros que é coisa de mulher não muito favorecida geneticamente (ou muito bonita), os sexistas comentam que é o resultado de mulheres tão bem-sucedidas que oprimem os rapazes, já outros podem ser freudianos e falar que a moça tem complexo de édipo mal resolvido (antes que corrijam, a nomenclatura “complexo de Electra” caiu faz tempo, tá?) e assim a pobrezinha está condenada a repetir erros pelo resto da vida.

Do que estou falando? Do famoso “Dedo Podre”. Numa definição simples, trata-se da nomenclatura popular para o fenômeno de “moças bacaninhas” se darem mal em relacionamentos com “cafajestes”. Da primeira vez, pode até ser azar mesmo, poxa. Mas depois de ser corneada, chifrada, traída e moralmente abusada por quinhentas vezes e, portanto,  com mais de um companheiro, pode-se dizer que a tal moça em questão tem, de fato, o dedo podre.

Existem os famosos casos das cegas que não querem ver (leia-se: ingênuas) e também existe a versão “homem supimpa” com “mulher vadia”, sobre a qual não vou discorrer aqui, já que o caso das moças é realmente muito famoso e já que o padrão de repeteco de coisa ruim parece se explicar (ou não se explicar) pelos mesmos motivos, independentemente do sexo.

Li uma vez que nós seres humanos não gostamos do que não conhecemos, exatamente e simplesmente porque não conhecemos. Concordo. Quando iniciamos nossa vida amorosa, somos cordeirinhos felizes correndo pelo campo em busca de acasalamento e não, não sabemos nada deste mundo, vasto mundo. Aí um belo dia CRÉU! E quebram nosso coração.

Estava tudo tão bom, estava tudo tão bem! Por que? Snif, snif, snif. O remédio chamado tempo vem e passa, e lá adiante estamos nós de novo, correndo pelo campo com um sorrisinho um pouco menor, mas ok, correndo – e fugindo de levar mais outro CRÉU por trás.

Como não sabemos o que vem pela frente, damos chances à vida, mas não é incrível que nosso próprio coraçãozinho inteligentemente (burro!) escolha só aquilo que ele já conhece, por pior que seja, já  que realmente é  isso o que parece mais lhe apetecer? Pois sim.

No começo, tudo muito lindo, mãos dadas, toalhas quadriculadas e vermelhas em baixo de uma árvore e inciais de nomes talhadas num tronco. Dali um tempo… CRÉU! Burro, burro, burro! Por que de novo, hein? Por que comigo? ….

É, as patinhas podres são a mais pura expressão do medo. Surgem do medo de não ser feliz, continuam pelo medo de perder a felicidade que alcançamos e persistem a cada tombo que tomamos no caminho. Para mim, dedinhos podres não dependem de sexo, cor, idade ou grau de sucesso na vida profissional, seja no escritório, seja em Hollywood.

Talvez, patinhas podres sejam o mais puro sinal de evolução emocional um pouquinho torta, um pouco desviada do caminho da luz. Ao invés de aprender com os tropeços, o jovem cordeirinho corre do buraco que os provocou – e continua correndo, mesmo velhinho. O problema é que, aparentemente, depois do primeiro tropeço, nosso maior objetivo passa ser não sofrer de novo ao invés de ser feliz.

O tempo nem sempre é só um remédio. Às vezes o tempo nos obriga a olhar para trás e passar a confiar que sim, podemos ser felizes desta vez e, não, nem sempre tudo tem de começar do mesmo jeito para funcionar.

E, olha, tudo bem se você descobrir que é bom se arriscar aos 15, 20, 30, 40 ou 50 anos – e tudo bem  também se no meio do caminho você esquecer um pouquinho disso e fugir morrendo de medo. Tudo a seu tempo. Eu só torço para que todos nós entendamos isso – e hoje torço especialmente por Jeniffer Aniston.

Se uma quarentona incrível como ela consegue tomar mais outro belo tombo devidamente midiatizado (Brad Pitt, John Mayer e Gerard Butler) exatamente por um repeteco de azar (ou não!), todas nós podemos. Só esperamos que agora ela finalmente pare pra pensar de uma vez por todas no que anda fazendo – e escolhendo.

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(Nem que isso inclua uma sessão semanal de divã para descobrir que, é, realmente você tem um complexo xis de infância mal resolvido na sua fase oral e, portanto, seus relacionamentos…)

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09
Feb
2010
O que as mulheres querem, no que elas pensam, do que elas gostam.

Imagine uma compilação de opiniões femininas sobre relacionamentos? Um estudo sem nenhum propósito científico, feito para que simplesmente os homens finalmente entendessem o que as mulheres pensam – e usassem isso a seu favor? Pois taí:

mulherada responde como gostaria de ser chamada para sair pela primeira vez no Lady Data

Ok, não se trata de um suuuper estudo e talvez o propósito “pegação” da história toda tenha deixado a pesquisa um pouquinho informal e um tanto quanto restrita, mas o “Lady Data” é um seção de pesquisa do portal do rum porto-riquenho Don Q que até pode ser útil.

No site você encontra uma compilação de respostas femininas a questões que os homens sempre quiseram saber, nunca tiveram vergonha de perguntar, mas também nunca chegaram à conclusão alguma. E, ao meu ver, a iniciativa é excelente, principalmente em tempos de emancipação feminina e de homens que parecem ter esquecido como trilhar o caminho em busca do ouro e da diversão.

Lá são conduzidas diversas pesquisas de opinião sobre a perspectiva feminina para assuntos como  mercado de trabalho, estilo, vida noturna e amor e sexo.  150 mulheres de diferentes perfis  são convidadas a responder ao seu agrado e e eventualmente deixar comentários, que aparecem com sua fotinho ao lado.

Depois, os homens curiosos que quiserem saber, por exemplo, “como convidá-la para um encontro?”, podem dar uma busca avançada nesta pesquisa especificamente e filtrar as respostas das meninas por idade, estado civil, localização e até grau de formação. Tipo, “quero saber o que uma loira universitária da Califórnia com idade entre 18 e 24 anos vai achar se eu chamá-la para sair pelo Facebook”.

Depois dessa, pelo menos os americanos não podem mais dizer que “não entendem” as mulheres! Enquanto nenhuma marca de cerveja brasileira copia a ideia, os brasileiros podem bem se basear pelas pesquisas do DonQ e por essa compilação feita pela revista Valet. Como o próprio Don Q diz, “use it wisely”. ;)

E para as meninas que querem agradar sem o menor risco de erro:  gloss da Heineken!


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Parece brincadeira, mas não é! A Heineken fez sim um gloss de cerveja e está à venda no site deles.

Mas, olha, bem que poderia existir uma pesquisa com homens também, não? Garanto que alguns parecem sofrer de TPM tanto quanto as mulheres…

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29
Jan
2010
Será que as mulheres são tão taradas quanto os homens?

A discussão é velha: homens e mulheres são iguais? E se forem, até que ponto?

Eu não acho que sejamos realmente iguais, pelo contrário! Somos diferentes, ainda bem! O que importa mesmo é sermos tratados como iguais. Mas, ok, deixando o papo sexista pra lá, imaginem que um homem e uma mulher comecem uma discussão sobre qual dos sexos é mais safado.

Certo. Daí imaginem que a mulher diga: “Nós somos absolutamente tão taradas quanto vocês!” e o homem desse um jeito de provar por a+b e em vídeo que não, não somos? Pois tá aí. O vídeo é cheio de sacadinhas *intrigantes* com situações clichê que você já viveu, já viu ou pelo menos ouviu falar.

O vídeo não é 18+, mas eu não assistiria no trabalho nem com uma criança do lado…

Genial, né? Eu morri de rir! Meu namorado nem tanto. Por que será, hein? Homens… 8)

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13
Jan
2010
Sobre a tal promiscuidade emocional.

Só por hoje, tá?

O título pressupõe uma pegação louca, uma obsessão randômica desvairada por pessoas diferentes, uma por mês, por semana, por dia. Mas é bem menos que isso, é bem mais simples, e não necessariamente envolve sexo, beijo ou andar de mãos dadas.

Tem gente mesmo que se apaixona a cada noite ou acha que encontrou o amor de sua vida em todas as bocas. Ingenuidade ou sentimentos à flor da pele? Sei lá. Sei que a tal “promiscuidade emocional” também está aí para quem dedica boa parte de sua vida para uma pessoa diferente por semana e dá a esta pessoa simplesmente a alcunha de “amigo”. Amigo mesmo, tá? Amigo preto e branco, amigo pra chorar no telefone de madrugada e pra te dar aquele convitinho VIP que você tanto queria.

Daí então o “melhor amigo da semana” do promíscuo (a) em questão torna-se o primeiro a ouvir todas as fofocas, o primeiro a saber dos segredos, aquele que sabe da festa da semana em primeira mão através do outro. O amigo, que provavelmente só seria um conhecido, se torna amigo mesmo, bota até inveja nos camaradas que já conheciam o volúvel há anos. Vai dizer que nunca viram isso por aí?

Eu sou do tipo que tem poucas amizades e acho que nem é uma escolha consciente minha, simplesmente aconteceu e talvez daí venha minha incompreensão com trocar de amigo como quem troca de roupa.  Olho pro lado e acho engraçado quem tem um melhor amigo hoje e dali um mês, dois, tcharam! Pergunte sobre o  fulano de tal e ouça um: “quem??? Não conversamos mais”.

Tem muita amizade sazonal por aí, principalmente daquelas que você faz num cursinho de jardinagem para apartamentos, ou num evento lotado de gente e calha de ter alguém simpático ao seu lado, alguém com quem você vai encontrar pelos próximos dias de congresso e por aí vai.

Essas amizades eu até entendo, normal. Agora como tem gente que encontra o seu super confidente hoje, banca o brother com ele e semana que vem simplesmente esquece tudo o que já passou, pois agora são… Hm… Colegas? Tipo… Bye bye históricos de MSN,  replies no twitter, as ligações, os BARES AO VIVO e todo o tempo imensurável que o outro ser passou investindo naquele relacionamento, achando que realmente tinha conseguido cumprir a resolução de ano novo de “fazer mais amigos”.

Sei não. Não consigo. Não acho legal, não acho que é amizade. Não acho nem ao menos saudável – e não deve ser mesmo: dá pra lembrar rapidinho de pelo menos umas três patologias que envolvem mudanças bruscas de humor.  Mas quer saber? Não tenho nenhum conselho elevado para dar sobre isso, a não ser dizer: o que vem fácil, vai fácil.

Talvez antes do “promíscuo” resolver trocar de coleginha, o próprio colega já tenha riscado seu nome da agenda.

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30
Dec
2009
Os dez melhores posts de 2009

É claro que eu não ia resistir fazer essa lista, né? Confiram os 10 melhores posts de 2009!

foi difícil decidir, viu?

Para fazer a lista, considerei o quanto gostei de fazer o post, o grau de utilidade pública ou divertimento proporcionado, variação de temas e, claro!, o que vocês comentaram, de forma que priorizei o que vocês mais curtiram, já que nem tudo que é meu favorito é o favorito de vocês, né?

1. Dez Dicas Básicas para viajar pela Europa

2. Sozinha no Cinema: “Jean Charles” às 15h

3. 10 Comerciais que deveriam ser curta-metragens

4. Speed Dating Trident Fresh – Imagens da Semana

5. Fantasiar não faz mal

6. Moonwalk: o guia definitivo

7. Ao Natural: elas não usavam Photoshop

8. Mashups de pôsteres de cinema

9. Eu odeio morar aqui (esse post fez um sucesso que eu jamais imaginava! Olha que eu nem ia publicar esse texto, hein?)

10. Dez flmes que a gente vai querer ver (post pra guardar, já que alguns ainda não estrearam!)

Bônus: os 100 fatos sobre a Europa, divididos em cinco partes. O primeiro post foi esse aqui.

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Lembra de algum post que você adorou e não está na lista? Conta nos comentários! 8)

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03
Dec
2009
Faça a vingativa: pênis de pelúcia pra vudu (!)

Ele não te quer mais? Te deixou por outra? Foi comprar cigarros e nunca mais voltou? Pois esse “toy” da Abitabite’s Shop vai matar toda sua sede de vingança.

São 17,8cm de pura pelúcia para exorcizar seus traumas e fazer o dele cair até a próxima encarnação. O tamanho é sempre razoável, mas tem branco, preto, amarelo e pink, caso ele tenha saído do armário depois de terminar com você.

As opções de personalização ainda compensam os $25 que custam o mimo: dá pra bordar o nome do infeliz por mais $20 se o total for de até 10 letras. Agora se além de tudo o desgraçado tiver um nome gigante, você paga $0,20 por caractere adicional. Ah, sim… Tem pra todos os gostos: circuncisado e não circuncisado.

Depois de toda essa customização, é só agulhar e acompanhar o twitter do cara. Vai que ele fica de mau humor de repente, né?

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ps: tô de brincadeira aqui ok, meninos e meninas? …
ps2: … Se bem que deve causar muito mais impacto enviar a pelucinha já agulhada para o ser em questão. Fica aí a  dica pra você que acordou Leona hoje.

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