Fernanda Young está irritante com essa “Playboy”

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Irritante de bonita e irritante falando demais.

Nunca li nada da dona Fernanda Young, tirando um texto para teatro genial, em que um casal discute porque raios a mulher ficou até tarde fora de casa com sua turma de amigas lésbicas. O diálogo é realmente ótimo e nunca vi nos palcos, mas gostaria.

Fora isso, nunca nem folheei nenhum romance, então não sei se ela é boa com parágrafos longos, mas eu já a vi ao vivo e isso não é o suficiente para dizer que ela é inteligentíssima, porém é o suficiente para afirmar que a mulher é sim bonita, divertida e tem cintura fina.

Quando os rumores de que ela sairia na “Playboy” foram confirmados, uma galera se ergueu dizendo que ela era feiosa, nada a ver, ou sei lá o que. Para mim ela é linda sim – e simplesmente diferente. E, vamos lá, de fato há mais classe e bom gosto em Fernanda Young do que em Mulher Melancia sendo capa da edição de aniversário, ou isso é que foi “legal” por parte da revista?

O que não tá colando agora é esse lance de, a cada entrevista, dona Fernanda inventar um novo motivo para posar nua. Espera aí, cadê a segurança da mulher de quase 40 que topa aparecer sem maquiagem, de biquíni e jogando baralho nas cenas extras do seu programa? Quer dizer, a “Playboy” tem o costume de deixar (ou tentar deixar) a mulher muito mais incrívelzíssima do que ela é na vida real, então porque toda essa neura?

Fernanda Young por Bob Wolfenson na “Playboy”

Veja bem, as fotos já foram tiradas, o contrato assinado e soa um pouco engraçado a Young sair por aí se justificando: “queria irritar uns três babacas”, “queria irritar minha mãe”, “queria ganhar a fantasia de coelhinha”, “queria salvar o erotismo da breguice”, “nos meus livros, eu me exponho mil vezes mais”, “espero que muita gente se masturbe” e “não devo nada a ninguém” – além de mais mil e uma outras justificativas.

Pois não deve mesmo nada a ninguém, Fernanda. Admiro você topar sair na revista, agora que tal assumir a falta de roupa e continuar sendo inteligente em todos os outros lugares e poupando a gente destes comentários?

Tá linda na capa, salvou sim a revista do mau gosto (aleluia!), e tô torcendo mesmo para que você venda mais que uma ex-BBB ropaharastyle. Só que, quer saber? Fica mais bonito se a gente (leitor, leitora, sei lá) disser isso. Não você.

E pela publicidade toda que tá rolando em função da revista, vou comprar “O Pau” pra ler quando for lançado.

Fontes: Ego e Abril

Estilo pin-up: modos de usar

seg


Bettie Mae Page, a pin-up mãe:

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Playboy norte-americana lendária com Marilyn Monroe, dezembro de 1953:


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Dita Von Teese, pin-up contemporânea por excelência:



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Andressa Soares, aka Mulher Melancia, capa da Playboy, julho de 2009:


Posso chamar de heresia? I’m speachless. (!!)

Ao Natural: elas não usavam photoshop.

qui

Os meninos vão gostar. E lá vou eu falar mais de fotografia…

Photoshop hoje é ferramenta fundamental para qualquer finalização de imagem profissional, seja em revistas, em propagandas, em editorias de moda… Isso todo mundo sabe.  Agora imagina voltar no tempo e ver como eram as fotos originais de ensaios sensuais e eróticos sem photoshop, tipo nos 50’s e 60’s?

Pois sim. Descobri um blog recheado de scans de revistas safadinhas das antigas e vou dizer uma coisa: elas eram gostosonas e não tinham “stamp” e “liquify” a seu favor.

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Quem curtiu esse aperitivo censurado e tem mais de 18 anos aninhos, visite o Vintage Girly Magazines.
O blog não é atualizado há algum tempo, mas dá pra perder umas boas horinhas fuçando nos arquivos. Eles têm inclusive scans completos dos Private Peeks da Betty Page, eterna musa pin-up que abusava do bondage.

Preciso dizer mais alguma coisa? É sexy demásss da conta. 8)