[VLOG] Nerdice, micos e etc.: meus tempos de escola

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Como já fazia um tempo que eu não respondia nenhuma tag, resolvi fazer essa sobre os ‘tempos de escola’! Resolvi não ler muito as perguntas para deixar as lembranças rolarem, mas tá tudo aí: desde as nerdices até meu maior mico da história da escola incluindo… Cof cof, menstruação. Quem nunca, né? kkk Pobres adolescentes proibidas de ir ao banheiro pelos professores com o absorvente no bolso do uniforme! rs

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O canal no Youtube tá de volta!

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Hoje é um dia de muita felicidade pois: o canal no Youtube tá de volta! Aquele espaço gostoso que a gente tem para falar umas verdades dando a cara à tapa está aí e tem novidades, inclusive!

Estou realmente satisfeita de poder contar essa novidade para vocês, pois foram praticamente quatro meses de muita ansiedade e complicações – mas algo me diz que agora vai. kkk

Se você ainda não tá inscrito no canal, que tal fazer isso agora? ;) 


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Desapeguei: vem ver minha lojinha no YOP!

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Já contei aqui que faço limpas no guarda-roupa umas 3 ou 4 vezes por ano, né? Sinto calafrios de ver o armário lotado de coisas que já não me interessam e não é raro isso acontecer de novo e de novo e estou passando por isso de novo. Compro tudo errado ou preciso aplicar o método Marie Kondo? Respondam nos comentários! rs

Apesar de doar muita coisa, sempre rolam algumas peças mais bacanas, novinhas (às vezes com etiqueta!) ou pouco usadas que valem a pena ser vendidas. A minha primeira experiência como vendedora foi ao vivo, no Trocaderia em 2015 (rolou até vídeo, pra quem não lembra!) e agora estou quebrando as barreiras geográficas com uma lojinha online pronta para receber vocês!

Separei 20 peças bem legais do meu armário, novas e semi-novas, e coloquei todas à venda no aplicativo YOPTem a camiseta que usei na E3, vestidos sociais, sapatos, um jeans flare maravilhoso (vocês já viram aqui!), roupa pra treinar…
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O aplicativo é super simples de mexer e espero que vocês se animem com esse aperitivo! Bora renovar as energias e o guarda-roupa! <3 Espero vocês lá!

*Aproveito para agradecer a parceria com a YOP, que me ajudou a montar a lojinha e fotografar cada uma das peças! Valeu gente!

Como começar ou continuar indo à academia em 2016?

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Começo de ano é assim: um desejo imenso de mudar os hábitos, renovar as energias, se tornar mais saudável, começar algo novo… No papel tudo parece fácil, mas quem já tentou colocar o projeto em prática e falhou, pode ter uma opinião diferente. Parece que nem sempre encontramos a tão falada ‘disposição’ para isso… Ou o tempo. Mas, veja, se você consegue fazer tantas tarefas ao longo do dia, por que ainda não consegue um tempinho pra você?

exercise_2016‘beautiful fitness woman’ via shutterstock

Hoje é dia de batermos um papo sincerão sobre o que pode estar te impedindo de levar o #projetoverão adiante ou o que pode estar te deixando desanimado no processo. Se você paga academia e não vai, espero que isso acabe agora!

quer começar a se exercitar? qual é sua prioridade?

Costumo dizer que a única forma de fazer o ‘projeto verão’ virar ‘projeto eterno’ é colocando o exercício e o tempo para você como prioridade. Simples assim. É impossível que uma pessoa não consiga 40 minutos para si mesma três ou quatro dias na semana. Impossível. E se você não fizer disso uma prioridade, é muito fácil que qualquer outra coisa entre na frente e se torne mais importante – desde coisas sérias como imprevistos e burocracias, até coisas banais, como, bem, preguiça.

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Se você anda contando essa mentira do ‘não tenho tempo’, talvez ainda não tenha chegado a hora de isso ser uma prioridade na sua vida. Talvez você precise ouvir o médico dar um ultimato, talvez tenha de surgir uma viagem ‘ecológica’ incrível com muita caminhada envolvida (e pouco condicionamento físico) ou talvez você apenas se olhe no espelho um dia e tenha vontade de ser diferente.

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A primeira semana do bom ano

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Depois da desgraça ambulante que atendia pelo nome de ‘ano de 2015’, 2016 finalmente chegou. Poucas vezes vi tamanha comoção coletiva em torno de um ano maluco e, até por isso, certamente foi uma boa virada para se passar no Brasil. Quem já viajou pelo mundo na data, sabe bem que é só aqui mesmo que rola essa coisa do branco, de dar as mãos, pular as ondas e fazer uma faxina energética. E que faxina: 2016 é um ano solar – e se você manja mais de astrologia que eu, sabe que é coisa boa.

‘hands holding the sun’ via shutterstock

2016 tá aí: quente, ensolarado (coincidência ou não), com Carnaval já na cara de fevereiro para não atrasar o expediente e as notícias da Coréia do Norte dando aquela indigestãozinha suave logo cedo. Ah! Que delícia se sentir vivo e cheirar a efemeridade das coisas junto com um café quente logo pela manhã, não é mesmo?

E o que você resolveu para este ano? Já colocou no papel? Dizem que colocar no papel é que faz funcionar, fixar. Não vale digitar, tem que pegar uma caneta e fazer do jeito que sua avó faria. Aparentemente as good vibes não lêem documentos de Word. Google Docs, então, é ‘nuvem’ demais pra elas. O lance é conferir os anseios da galera num papelzinho facilmente perdível e bem offline. Quem poderia culpá-las, não é mesmo?

Mas então, esse é o ano de comprar um apartamento? Se desfazer de um carro? Trocar de emprego? Vai começar a correr ou aprender um novo idioma? Agora vai, de uma vez por todas, ler pelo menos um livro por mês (ei, parece fácil, mas tô aí nesse grupo)? E qual dos desafios da modinha você vai tentar: dia sem carne, 21 dias sem carne ou o dificílimo 30 sem reclamar? Por falar nisso, já está na página 7 de 366 do seu livro? Um bom contingente do Twitter embarcou nessa de escrever muito mais que 140 caracteres por dia. Talvez dê certo.

Começo mais um ano aqui com vestido branco, calcinha amarela, pé direito, ares renovados, resoluções que uma hora eu conto, dois livros lidos (oh yeah, já tô entrando na cota de março!), os treinos em dia e mudanças profissionais. Sim! Nova área, nova empresa e detalhes que vocês, migas, suas loucas, poderão acompanhar no snapchat com certeza – sim, é ‘feepineda’ igual todas as minhas outras redes sociais!

Falando do que só depende de mim, quero mesmo é correr: mais kilômetros, mais provas e que seja pra frente, não de lado, faz favor! E que as good vibes tenham lido pelo menos essa última frase aqui online, amém.

Os primeiros 10k: a corrida que começou em 2012

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Se eu escrevesse uma carta para minha eu do passado e dissesse o ‘feito’ que acabei de concluir este final de semana, eu ficaria simplesmente abismada. Mesmo totalmente sedentária, eu saberia que topar um desafio desses significaria uma grande mudança no meu estilo de vida do futuro, algo que eu simplesmente não conseguia conceber pra mim. Eu teria, fatalmente, rachado de rir da minha própria cara. Mas que bom que a gente muda. Finalmente estreei numa prova de corrida de 10k. 

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em 2012 eu nem devia saber que tinha prova dando medalhas. Aposto.

Foi em setembro de 2012 que tudo começou. Eu poderia ter esquecido essa data tão exata, mas meu eu do passado deixou um post para registrar o quanto era dolorido tentar fazer algo por mim mesma. Há exatos três anos em relação à corrida, dia 20 de setembro de 2012, eu me deixei esse pequeno presente: um texto indignado com a falta de resultados dos exercícios físicos. Que fique claro: ainda não cheguei aonde ‘desejo’ e não tenho tanquinho dos sonhos, mas exercício para mim virou uma questão de saúde. E mais a mental que a física, se querem saber.

Ali em 2012 eu estava começando a acelerar o passo na esteira, tentando entender meia dúzia de coisas, e acima de tudo, começando a me conectar com o meu corpo, tão abandonado. Depois veio a musculação, uma mudança de prioridades ‘físicas’, uma nutricionista que deu errado, uma nutricionista que ensinou algumas coisas, boas fases voando solo, o retorno triunfante da corrida e agora um nutrólogo diferente para me acompanhar e trabalhar minha saúde e estética como um todo – e, por consequência, minha cabeça e auto-estima. Para mim, mais do que nunca, está tudo ligado.

Domingo foi uma celebração interna, mas ao mesmo tempo uma batalha contra a mente. O trajeto da corrida Vênus foi bastante sofrido: um sol massacrante e duas passagens por cima da marginal Pinheiros, seca e empoeirada, deixando qualquer nariz ofegante em estado crítico. O ritmo foi pior do que o de qualquer treino recente, mas colocar tudo em perspectiva me fez bem no final: mais de mil pessoas atravessaram a linha de chegada depois que eu. Mais uma garota empatou igualzinho. Entre as corredoras da minha idade, fiquei mais ou menos no meio do caminho. Parece justo para uma primeira vez.

São poucas as coisas que lembro. A corrida virou um grande borrão de subidas e descidas e uma luta interna de ‘caminha um pouco pra recuperar, volta a correr, não desiste!’. Os piores momentos? Entre 6 e 8km. O trajeto parecia sem fim, especialmente com o asfalto quente nos pés e nenhuma sombra à vista. Uma hora, dezesseis minutos e quarenta e sete segundos depois, acabou.

Aí era medalha no pescoço, gatorade na boca e suportar minha consciência, às vezes dizendo que eu poderia ter ido melhor, às vezes dizendo que eu fui uma vitoriosa porque suportei os 10 kilômetros, essa distância que até um sedentário sabe que exige um bom treino. E que treino! Não nasci com o gene da corrida e só eu sei o quanto sofro comparando resultados, inclusive de gente que chega lá tão mais fácil… Mas, ao invés de sofrer, resolvi amar minha decisão de ter feito a prova num domingo de sol, em que tantos ficariam na cama ou prefeririam ir à praia. Era (e é) uma conquista que começou há três anos para ser coroada só agora.

O mais interessante do quanto essa rotina é agora importante para o meu corpo e minha vida, é que sinto falta. Se fico sem, minha cabeça parece que não funciona, o dia parece que não começa… E de todas as decisões que já tomei na vida nos últimos anos, levar isso a sério parece ter sido a mais acertada. Posso me sentir perdida em algumas (várias) áreas, mas jamais me arrependo do tempo que gasto comigo todos os dias. Isso ninguém tira.

Daqui a duas semanas tenho mais uma prova, desta vez de 5k, em que já posso comparar com meu resultado do ano passado. Que seja divertido – e, se possível, menos ensolarado! 

ps: peço desculpas pela repetição do assunto, mas precisava tirar esse desabafo da frente antes de voltar para a programação normal. ;)