Guia de Viagem: as roubadas fazem parte das férias

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Supercombo de histórias de viagens, junto com dicas para evitar ter dor de cabeça nas férias! Post gigante, para guardar e mandar para aquele seu amigo de primeira viagem: tem dica sobre como escolher restaurantes, que remédios levar, como contratar seguro de saúde para viajar e o que fazer em caso de roubo. Tem uma dúvida? Deixa aí nos comentários que eu tento ajudar! Mais dicas de viagem você encontra nesta tag!

Todas as imagens deste post são minhas, tiradas em viagens. Algumas estão no flickr; outras estão a caminho!

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admita: você já pagou um mico de viagem! 

É impressionante como ser turista profissional se tornou um objetivo a ser conquistado por todos. Todo mundo faz viagem perfeita, volta com mil dicas in-dis-pen-sá-veis para dar para os amigos e acha que tem o melhor roteiro de compras depois de ter ido uma única vez para Miami. Já repararam?

Estou exagerando, mas já notou como ninguém conta que perdeu avião, foi enganado pelo taxista ou chegou naquele restaurante hiper cool quando já estava fechado? Pois saibam que estes erros te ajudam sim a se tornar um turista mais esperto com o tempo – e obviamente fazem parte de qualquer viagem, não há nenhum pecado nisso.

Como o Carnaval vem aí e muita gente aproveita o feriado pra viajar, resolvi fazer este post para contar algumas das piores roubadas que já aconteceram comigo e o que aprendi com o erro, para tentar evitar que vocês passem por isso também.

No meu Guia de Viagem sobre Buenos Aires contei que fui roubada no metrô, mas tenho muuuito mais que isso para contar pra vocês… hehe Respirem fundo, riam de mim e vejam se conseguem aprender um pouquinho com o meu top 5 de gafes em viagens:

1 – Sempre vai ter alguém que fala português

aquele carinha ali no canto pode ser brasileiro, nunca se esqueça!

Nunca me esqueço do dia em que encontramos um cara que falava português no meio de uma estação de trem vazia de Paris. Estávamos Larissa, Eddie e eu tentando passar pelas catracas com um bilhete problemático e todos os guichês estavam fechados para que pudéssemos comprar bilhetes novos. Ou melhor, eles precisavam comprar bilhetes novos, porque eu já estava lá do outro lado.

Rindo da nossa desgraça e pensando que teríamos que jogar alguns euros e um passeio no lixo, me surge um cidadão ao longe. O rapaz era um anão de terno, muito bem alinhado, só que a cena foi tão inusitada que começamos a rir feito loucos. E falar português, obviamente. Agora você aí, leitor, adivinhe quem nos ajudou a resolver o caso? O próprio anão. Não sei o que ele fez, mas os tickets funcionaram e ele só disse “vou ajudar vocês, sou português!”. Agradecemos demais e ele disse, com aquele sotaque legal de Lisboa: “não tem de que!”.

Como evitar a gafe: haja como se sempre todos entendessem o que você diz. Isso vale também para aquela vontade danada que dá de gritar mil palavrões enquanto você está de ponta cabeça girando bem rápido num brinquedo de parque temático da Flórida.

2 – Cheguei no ponto turístico fechado – ou faltando meia hora para fechar

o famigerado museu de Frankfurt: fechado!

Essa é um clássico. Mesmo já tendo ido a Buenos Aires e já tendo visitado o Cemitério da Recoleta, cheguei atrasada agora recentemente quando estava com o Rafael para fazer o passeio. Sabíamos bem o horário, mas infelizmente não deu tempo. Ficou para a próxima viagem.

Outro caso foi durante meu mochilão, quando cheguei no Museu de Arte Moderna de Frankfurt louca para ver um Lichtenstein. Era horário comercial, era dia útil, tudo certinho – mas estava fechado. Para obras. Durante 12 dias. Não dizia no site. Bacana, né?

Por fim, teve também o Museu de Orsay em Paris que visitei pela primeira vez em apenas **meia hora**, ouvindo a mulher anunciar que todo mundo ia ficar preso e ver os quadros tomarem vida à noite dali a pouco. Brincadeiras à parte, fiquei feliz de visitá-lo novamente ano passado nas férias e pude perder algumas horas por lá para dar a atenção que  Renoir, Degas, Monet e Van Gogh mereciam.

Como evitar a gafe: confira todos os horários no seu guia turístico e no site oficial do local que você vai visitar. No caso de museus, por exemplo, vale checar até para ver que dias não abrem, se há horários alternativos (alguns abrem mais tarde e ficam até mais tarde, por exemplo), se há dias de ingresso gratuito e se haverá algum evento tipo “noite no museu” enquanto você estiver na cidade. Pesquise direitinho e monte seu roteiro, mesmo que você dê com a cara na porta, igual aconteceu comigo em Frankfurt. Em todo caso, esse nosso problema poderia ter sido resolvido perguntando para alguém do hotel antes de sair. Mas quem ia imaginar, né? rs

3 – Segui uma dica de restaurante “exótico”

um dos salões do meu restaurante favorito em Buenos Aires, o Grand Parrilla del Plata

Antes de embarcar para Buenos Aires em 2010, comprei um guia bem atualizado que me ajudou bastante. Mergulhei de cabeça nas dicas de restaurantes e me prometi que ia comer bem por lá, e que ia comer coisas diferentes também.

No meio do mar de sugestões (Bs As tem muitos restaurantes interessantes!), uma casa chamava a atenção por ter “clima intimista” e “pratos com carne que fugiam da parrilla tradicional”. Fiquei curiosa e marquei para ir. Chegando lá, vi que as carnes fugiam bem do tradicional mesmo: era um menu de alguns passos que incluía carne de tubarão, jabuti e outras iguarias mil.

A parte boa foi que escapamos de lá e descobrimos o restaurante que se tornou meu favorito na cidade, o Grand Parrilla del Plata. O engraçado é que ele também era apresentado pelo meu guia, mas não dei tanta atenção! rs

Como evitar a gafe: sabe o bom e velho cardápio ilustrado? Pois é. In loco não é uma prática super elegante, mas nos sites, certamente é. Esse restaurante inventivo tinha uma página super minimalista e não deu para ter noção do que íamos encontrar. Portanto, se quiser algo diferente do tradicional, já sabe: tente dar uma olhadinha no que é antes de ir. No caso de Bs As, vale dar um search no Guía Oleo, que traz resenhas de praticamente todos os restaurantes da cidade, assim como horário de funcionamento e gasto médio por pessoa no almoço e no jantar. O site é muito bom e usei bastante quando viajei para lá de novo para o Revéillon!

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Imagens do dia – Paris #7

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1. detalhe do portão de ouro do Palácio de Versalhes;
2.
o início dos jardins “sem fim” do palácio; 3. uma palhinha do luxo em que viveu o Rei Sol;
4. sala de música no pequeno palácio de Maria Antonieta (é pequeno mesmo!);
5.
o sorvete imperdível vendido pertinho do lago: vale voltar só por ele! <3

Imagens do dia – Paris #6

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1. balões na entrada do Walt Disney Studios na Eurodisney; 2. batatinha frita do Pateta;
3
. gato de Chesire no labirinto da Alice; 4. Jack Sparrow ao vivo dando autógrafos;
5.
os dedoches de Salvador Dalí e Van Gogh da Lari curtindo o brinquedo da Alice

Imagens do dia – Paris #5

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1. estátua na bilheteria dos Bateaux Mouches no Rio Sena; 2. curtindo a brisa;
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. no passeozinho de barco; 4. macarrons da Ladurée; 5. street fashion dog

Imagens do dia – Paris #4

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1. eu e Lari curtindo um brunch; 2. túmulo de Oscar Wilde no cemitério Pére-Lachaise;
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. docinhos delícia de uma confeitaria (que não lembro o nome); 4. eu e a vista do último estágio da Torre Eiffel; 5. a torre iluminada

Imagens do dia – Paris #3

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1. framboesas à venda nas ruas de Montmartre; 2. espresso no Café de 2 Moulins, o famoso café de Amelie Poulain; 3.vitrine de sex shop de Montmartre; 4. no paredão de “te amos” do mesmo bairro;
5. webhit mandando ver no seu show de bola pertinho da basílica Sacre-Couer;
6. vídeo especial que fiz de Dia dos Namorados para o Rafa! ;)