[VÍDEO] Minhas apostas para o Oscar 2016

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O Oscar está quase chegando e este ano eu consegui ver quaaaase todos os principais indicados. Só senti falta realmente de ver “Brooklyn” e “A Garota Dinamarquesa”, mas ainda verei com certeza.

No vídeo de hoje, faço as minhas apostas para as categorias artísticas da premiação e tenho uma torcida bem especial por “Mad Max”. Dá o play e, se você ainda não tá inscrito no canal, que tal fazer isso agora? ;)


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O jogo do Leonardo DiCaprio no Oscar

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O Oscar tá quase aí e nossa listinha de filmes indicados tá cada vez mais riscada – dos que quero muito ver, só falta “O Quarto de Jack”! Agora a grande questão deste ano é: será que o DiCaprio finalmente leva esse prêmio pelo trabalho em “O Regresso”? Tem um joguinho muito viciante apostando que sim…

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Red Carpet Rampage: o jogo pra levar Leo DiCaprio até o Oscar

O game te coloca para sentir toda a fúria do ator, que já tá aí a muitas indicações sangrando sem a estátua no bolso. No Red Carpet Rampage você é o DiCaprio numa verdadeira corrida maluca pelo prêmio: tem que ser rápido e esbugalhar o teclado pra chegar lá. É preciso ultrapassar repórteres e fotógrafos, aperfeiçoar seu discurso, encontrar os indicados negros e também fugir das Lady Gaga’s no seu caminho. Ou seja, hilário!

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O jogo é simples e bem repetitivo, mas ridiculamente engraçado e cheio de referências à carreira do ator. No mínimo um bom entretenimento para um dia de tédio. Só senti falta de alguma referência a “O Regresso”: será que nos níveis avançados você luta com o maldito urso? heheh Com meu tecladinho do notebook, só cheguei ao level 6. Tentem e me contem! ;)

 

Os filmes do Oscar 2016 em 2 minutos

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Uma das coisas que mais faço nesse início de ano “Pré-Oscar” é ir ao cinema: não são poucos os filmes que estreiam em cima da hora para a premiação e, apesar de faltarem pouco mais de 20 dias para a grande noite, alguns ainda não chegaram no Brasil. É o caso do filme de DiCaprio, “O Regresso”, que estreia hoje, e também do super comentado “O Quarto de Jack”, que chega por aqui só no dia 18 de fevereiro.

Enquanto a nossa lista de assistidos não fica 100% completa, vale ver esse resumão super legal publicado no Youtube por uma rede de cinemas canadense. Eles misturaram desde favoritos à estatueta até algumas surpresas e queridinhos do público. Tudo em só 2 minutinhos! :P

O legal de ver os filmes todos juntos assim é notar que às vezes existe um certo inconsciente coletivo em Hollywood: todo ano rolam algumas semelhanças aleatórias entre os filmes, seja na temática, seja no cenário. Só para citar alguns, aí vemos as mulheres fortes de “Carol”, “A Garota Dinamarquesa” e “Joy”; os cenários desérticos de “Star Wars”, “Mad Max” e “Perdido em Marte”; o friozão de “Os Oito Odiados” e “O Regresso” e os homens de negócios de “A Grande Aposta” e “Steve Jobs”.

Nesse clipão, também rolam alguns segundinhos de “O Menino e o Mundo”, animação brasileira concorrendo lado a lado com o mega hit “Divertidamente”. O páreo é duro, mas o prestígio é, sem dúvida, sensacional. Para quem ainda não conhece ou não viu, deixo aqui o trailer para alegrar o dia:

Minhas 5 favoritas do Oscar 2015

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Antes mesmo da noite do último domingo, a Academia já estava respondendo a avalanche de críticas: o Oscar 2015 prometia ser a celebração do homem branco na 7ª arte, mesmo com “Selma” para botar na mesa a questão dos negros com a luta de Marthin Luther King Jr. pelos direitos civis. Mas o que se viu, pelo contrário, foi um show de “yes we can”.

Os artistas resolveram falar do que importa e um pouco menos de suas vidas pessoais. O palco foi palanque para falar da falta de igualdade salarial para mulheres, para falar dos imigrantes e para dar luz à doenças e situações dolorosas, como o Alzheimer e a depressão ou suicídio.

TRAZ A PIZZA!

Por outro lado, se o show de causas nos surpreendeu, o mesmo não se pode dizer do marasmo do tapete vermelho. Não me senti muito emocionada por nenhum dos looks e entrei com gosto nos memes da noite. As escolhas esquisitíssimas de vários artistas  mereceu a zoeira, afinal é essa a forma da internet responder à altura para quem caprichou bem mais no Globo de Ouro. kkk

Ok, Meryl, vamos agora ao que se dispõe o texto: os 5 favoritos da premiação.

LIBERA ESSA MIXARIA!

melhor pretinho básico

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A absurda Margot Robbie, de “O Lobo de Wall Street”, usou o preto com drama, classe e de um jeito fatal como só as loiras de batom vermelho podem fazer. Não teve nenhum outro preto capaz de vencer esse conjunto surreal.

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melhor debutante

Embora essa tendência “debutante” esteja crescendo cada vez mais, ainda não fui convencida. Não sou fã de princesismo salvo raríssimas exceções (tipo, noivas ou princesas de fato). E Chloe Moretz. A atriz de apenas 18 anos tinha total permissão para usar um longo bufante com bolsos, algo fantástico quando se tem essa idade.

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Ela mesma adorou tanto o modelo da Miu Miu que não tirou a mão do bolso e ficou sem mostrar os dedos quase a noite toda. Tá perdoada, eu faria o mesmo porque não teria tido tempo de ir à manicure e/ou teria lascado a unha na correria do fucking Oscar.

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A versão musical de “Crepúsculo” no Oscar

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James Franco e Anne Hathaway apresentando o Oscar 2011

Apesar de Anne Hathaway ser fofa e esforçada para divertir, James Franco estava mais parado que a estatueda do Oscar e sentimos falta de uma pessoa um pouquinho mais divertida para jogar com Anne. E olha que opções não faltavam, não é? Justin Timberlake, Jude Law, Robert Downey Jr. e  Jake Gylenhaal poderiam ter sido opções melhores, quem sabe.

Como a dupla certamente não foi memorável no quesito humor, creio que um dos momentos mais hilários do Oscar foi a transformação de vários filmes em musicais. A melhor versão? Certamente a musiquinha feita com “Eclipse”, da saga “Crepúsculo”:
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Participação hilária para uma série que só ganha prêmios “pra valer” no MTV Movie Awards, né? 8)

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“Preciosa” e o efeito do trailer.

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Existe a teoria de que alguns filmes tem bons trailers, mas não são exatamente bons filmes. Existem trailers que, por mais bem intencionados que sejam, contam um pouquinho do final. Outros também não contam nada, mas te deixam com a pulguinha atrás da orelha.

Pois o trailer de “Preciosa” conta é bastante coisa do filme em seus míseros minutos, de forma que ao sentar para assistir o longa-metragem mesmo você fica esperando, com uma caixa de lenços ao lado, para ver como será o andar da carruagem até que coisa 1, coisa 2 e coisa 3 aconteçam.

O trailer, sozinho, quase me fez chorar, o que também me fez adiar assistir o filme. Eu já imaginava que ia ser um puta filme, mas puxa, tô de bom humor hoje, não quero chorar, pode deixar pra amanhã? … Assisti. Não chorei. E é mesmo um puta filme.


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Gabourey Sidibe em cena de “Precious”

Enquanto o trailer faz de tudo para comover as pessoas pela situação dramática da protagonista Precious, a própria personagem no filme faz de conta que essa sua realidade simplesmente não existe, e busca uma força de vontade admirável  para ir adiante e superar tudo o que passou em sua vida.

Sem ninguém, ela tem de encarar a realidade de que o amor nunca fez nada de bom por ela, mas ainda assim amar incondicionalmente os próprios filhos e tentar lhes dar tudo aquilo que sempre sonhou para ela mesma, mas nunca teve: uma família que lhe amasse, uma educação digna, apoio dentro de casa, mais respeito e dignidade perante a sociedade.

Para suportar tudo isso, a personagem tem diversos belos momentos de escapismo, viaja na maionese sozinha para  não ouvir os gritos da mãe, ignorar as investidas do pai e até broncas na escola. E, de uma certa forma, o que torna este filme um puta filme não é o fato de terem conseguido contar uma história tão bela com pouco dinheiro ou com bons atores (o roteiro é adaptado do romance “Push”, de Saphire), mas sim escancarar na tela grande como o ser humano é capaz de ser auto-suficiente usando apenas um pouco de imaginação e tendo fé.

Se este filme te tocou pelo trailer, se te tocou pela atriz Monique ter ganhado o Oscar ou por qualquer outro motivo, assista. Se você não foi tocado, assista também: você será.

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ps: temos aqui uma mágica semelhante a de “Quem Quer Ser um Milionário?”: uma história universal que diz muito sobre cada um de nós.