Eu sempre quis ter um contato (muuuito) maior com vocês, e finalmente tomei algumas atitues para isso! Agora criei um perfil no Orkut exclusivo para vocês adicionarem, uma comunidade pra gente trocar ideias e uma página no facebook pra vocês mostrarem que passam sempre por aqui!
Vamos aos links?

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E, claro, tem também meu twitter, meu Youtube, meu Flickr e outras coisinhas que vocês encontram reunidas no meu MeAdiciona ou no meu Flavors!
ps: depois dessa, ninguém mais pode ter vergonha de comentar aqui, tá? Não quero mais saber de gente falando “acompanho seu blog faz tempo e só agora resolvi comentar mimimi”…. SEI! Vai todo mundo levar bronca! LOL
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O Google Reader está mais sociável. Agora você pode escolher seguir os feeds compartilhados de uma pessoa, des-seguir outras e ocultar mais algumas – assim, só para não ficar feio de fulano perceber que você parou de bizoiar as coisas que ela põe na roda.
Como em todo bom ambiente internético de socialização, tem gente que torra seu saco de vez em quanto, mas também coloca coisas interessantes de vez em quando, o que te faz continuar seguindo-a. Portanto, como todo mundo quer ver é coisa boa e não notícia do mês passado, resolvi compartilhar também essa listinha de etiqueta feita unicamente por mim, viciada em reader – mas não em perda de tempo com “1000+ não lidos”.
5 Coisas que você NÃO deve fazer no compartilhamento de feeds do Google Reader:
1. Compartilhar tudo
Nem todo mundo tem tanto tempo para ler tudo isso – a não ser que você tenha um olhar brilhante para descobrir coisas sensacionais diariamente e saiba muito bem disso. Do contrário, não compartilhe.
2. Compartilhar itens do seu próprio blog
De novo: você só posta coisas geniais? A última novidade do último segundo? Textos incrivelmente dignos de orgulho próprio? Pense: estou compartilhando para mostrar o que é meu ou passaria isso pra frente se viesse de outro blog? Daí sim. Caso contrário, deixe que as pessoas digam que o seu conteúdo é bom.
3. Compartilhar feed da semana passada no domingo da semana seguinte
Ficou confuso? Eu também. Compartilhar a notícia que todo mundo já leu ou sabe é uma desinformação: quem te segue acha que vai ler algo novo porque o reader se baseia em coisas fresquinhas e não é bem isso que você vai proporcionar. A gente entende que você não tem tempo. Eu não tenho, ninguém tem. Então se atualize no seu tempo, mas nada de passar o “jornal do peixe” como se fosse jornal novo.
4. Compartilhar coisas que só fazem sentido para você e 2 pessoas
Auto-explicativo e dou sugestões: use o twitter, o msn, o facebook, o orkut, e olha! Tem uma coisa chamada e-mail que costuma ser bem útil para isso também.
5. Deixar o Youtube compartilhar por você
Não só o Youtube, mas qualquer outro site que permita compartilhamento automático. É bastante chato ficar lendo “Fulana assinou o canal de Ciclana” ou “Beltrano agora favoritou o vídeo ‘Pedro, devolve meu chip’”.
Lembre-se que metade desses viraizinhos que você guarda aí no Youtube são lixo, que nem todo mundo gosta dos mesmos clipes e que provavelmente pelo menos 30% da população mundial não vê utilidade alguma em tutorial de maquiagem.
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… E, enfim, considerando que eu mesma sou capaz de infringir minhas regras, deixo aqui o link para os meus itens compartilhados – sigam por sua própria conta e risco.

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O “Hair Fashion Show 2009″, evento realizado anualmente para mostrar as tendências em cabelos para as próximas estações, aconteceu na última quinta-feira, só que eu infelizmente só pude descarregar as fotos 48h depois e tive uma festa ontem, portanto não apareci aqui para contar, porque eu sou filha de Deus e mereço uma festa a fantasia para brincar de faz de conta (falo depois).
Quando coloquei as fotos no orkut, uma amigona dos tempos do colegial veio e me perguntou: “Fê, você é algum tipo de pessoa famosa? :O” e eu respondi: “ainda não! Mas dizem por aí que tenho um blog conhecido. Eu não acredito, mas as pessoas acreditam e me chamam para lugares onde estão os famosos de verdade”. Pois sim, nesse tipo de lugar a gente joga a meritocracia informal no lixo e não se espante se acharem que só porque você tem uma câmera fotográfica maior que a média você está lá trabalhando.
O evento é patrocinado pela Koleston, que fez questão de trazer a novela das 8-9 em peso e algumas subcelebs arroz de festa, além de cantoras como Luciana Mello e Wanessa Camargo, e modelos gatas como Raica Oliveira e Daniela Sarahyba.
Vi pouco das tendências de cabelos porque tive que chegar mais tarde devido ao meu expediente (workinggirl.com), mas deu pra fazer boas fotos e me encher de orgulho vendo o dono do Estúdio W fazendo cortes de cabelo ao vivo. Sim, porque cortei meu cabelo no W e amei! Dinheiro muito bem gasto, de fato.
Vamos às fotos, e para quem prefere, estão todas no flickr também:
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final do desfile de Wanderley Nunes com Dira Paes, Luciana Mello, Daniela Sarahyba,
Ana Furtado e Seu Abel da novela (não sei o nome dele! hehe)
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Ana Furtado, Débora Secco magrela e Juliana Góes (ex-BBB e Barbarella)
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… CONTINUE LENDO

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… Porque provavelmente toda mulher/menina/garota já passou ou vai passar por isso.
Todas nós tivemos aquele momento, aquele triste momento na vida pós-infância em que nossas idades se tornaram dezenas com o número um na frente. Número que desencadeia todo um processo de adaptação (insira a metáfora da borboleta aqui) e transforma nossos próximos 4 anos num inferno. Ou cinco, se você não tiver sorte. Ou muito mais, mas aí eu não tenho know-how pra te ajudar.
Uma pausa: se você era maravilhosa no comecinho da adolescência, desencane de ler. Ou ria de nós pobres mortais. Ou vá até o espelho conferir se você ainda está com tudo em cima. Aliás, já repararam como as bonitonas jovenzinhas sempre pioram??? Não dá pra saber se elas pioram porque pioraram mesmo ou se pioram porque chegaram ao ápice muito cedo e já não são tão bonitas.

“Eu cresci e agora sou mulher…” - imagem via we <3 it
Enfim. Eu tinha acabado de fazer 11 anos. Uma criança, pero no mucho, porque meu primeiro namoradinho veio aos doze. Era BV e observava minhas amiguinhas devidamente desvirginando suas bocas nas festinhas. Eu, ao primeiro forte sinal de que chegara minha vez, tinha desabado a chorar porque “não estava preparada”.
Algum tempo depois, eu estava bastante preparada. Furiosamente e curiosamente preparada. Como eu sempre fui nerd uma garota conectada, estava no icq papeando com a galera à tarde e eis que de repente um garoto me achou pelo “finder” e veio conversar. Papo vai, papo vem, descobri que ele era praticamente meu vizinho, acelerando todo o processo de encontro.
Dois dias depois da primeira conversa online e de outra conversa por telefone, marcamos dele passar no meu prédio. A desculpa dele, jovem garoto de 13 anos, seria levar o cachorro pra passear. A minha, nenhuma. Eu só tinha que pegar o elevador e cuidar pra não morrer ou gaguejar, já que até onde eu sabia ele era alto, tinha olhos azuis e tal.
Com uns cinco minutos de conversa com aquele menino gigante e gatinho, eu percebi que não estava agradando. Mas tudo bem, não era um encontro feito pra durar, afinal ninguém passeia com um yorkshire por três horas, né? Pobre inocência, a minha! Se interessasse, ele passearia por cinco horas. Qualquer homem passearia por doze horas, se interessasse. E coitado do cachorro, é claro.
Depois de alguns dias, notei que ele não ficava mais online. Estranho. Telefonei um dia, ele não estava. Aí conversamos secamente no icq outro dia. Estranho, né? Até que um dia ele ligou. Ligou pra falar que não era nada comigo, não, mas que “tá ruim pra gente conversar, eu vou começar a ajudar meu pai (???) e…“. Depois do “e…” não lembro e nem quero, mas fiz alguma pergunta intrigante. Como resposta, ouvi: “VOCÊ É FEIA”.
….
Eu, que já não era das mais auto-confiantes, afundei. Fiquei triste. Chorei por 3 dias e 3 noites.
Qualquer garotinha ficaria assim no meu lugar. Imaginei como seria minha vida virgem e solteira pra sempre. Imaginei que talvez ele estivesse certo (!!). Imaginei todo o tipo de absurdo. Tá, de fato eu estava na fase do patinho feio, mas que tipo de ser humano é tão cruel??? O tipo entitulado por aí de menino. Odiei os rapazinhos e atrasei a minha entrada no mundo das bocas desvirginadas.
Os meses se passaram e eu observei a magia da borboleta acontecendo em mim. As espinhas e cravos estavam lá, o cabelo marromenos estava lá, mas ganhei centímetros rapidamente e hum, até que não fica tão mal colocar esse jeans sem esse agasalho na cintura hein??
Com doze anos veio meu primeiro beijo e meu primeiro namorado. Um ano e meio depois, o segundo beijo e o segundo namorado. O segundo, mais bonito e mais briguento. Durou 3 meses. Com 14 anos eu estava finalmente solteirinha e tinha o icq free for chat para garotinhos interessantes.
O jovem garoto de 13 anos agora tinha 16 e estava mais bonito. Incrível, ele se achava muito adulto, porque tinha aprendido a dirigir com o papai e passou aqui de carro para tomarmos sorvete. Saímos na ilegalidade e conversamos muito tempo, muito tempo, e dessa vez eu vi que estava agradando. Ele elogiou meu cabelo, me fez rir, algo bem mais saudável. Mas não aconteceu. Nada.
Foi o primeiro ponto de interrogação de toda a minha vida. Jurei que esse cara seria um idiota para todo o sempre. Mas acabei considerando toda a linhagem dele idiota quando soube que ele tinha contado para uns amigos em comum (morar perto tem isso!) que tinha ficado comigo. Pô! Desde quando é justo levar a fama e nem aproveitar a cerejinha do bolo?!
O tempo passou, o icq passou, minha fase patinho feio passou. Ele até me adicionou no msn, mas nunca retribuí contato. Um belo dia, eu estava fuçando num site chamado ORKUT e, para a minha surpresa, não é que ele estava lá? Com foto de book, modelete, gatinho, arrasando com as menininhas na época em que os scraps não eram bloqueáveis, todo mundo aceitava todo mundo e usava aquilo com segundas intenções para se conhecer melhor.
As espinhas diminuíram, os cravos se foram, alguns kg também. O cabelo melhorou, o formato do rosto foi levemente ajustado e, como num passe de mágica, como com um toque de varinha de condão, eis que estou em minha melhor forma. Contente, feliz em saber que finalmente os anos das dezenas passaram.
Sentindo o cheiro dessa vibe Sandy-“eu cresci agora sou mulher…”, ano passado o jovem de 22 anos deu o ar de sua graça falando que eu estava linda. Começou a aparecer para comentar em algumas fotos. Comentou em fotos de Paris. Comentou em fotos aleatórias.
Comentou bastante. Scrapeou. Eu não scrapeei de volta.
E só vou comentar uma coisa: agora baba, baby.
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Eu ando passando por uma espécie de crise nas redes sociais (tem algum especialista estudando isso?). Meu orkut não anda servindo para muita coisa, a não ser para rejeitar pedidos de add de pessoas que eu não conheço. Meu facebook se resume a friends for sale, embora eu fique lá para observar a vida de quem usa aquilo furiosamente. Confesso que é interessante, porque o “orkut gringo” dá muito mais gás para voyeurismo que o orkut. Quer coisa mais divertida que poder ver quem está enrolado ou quem começou a namorar com quem e ainda poder deixar um comentáriozinho em baixo??
Como eu geralmente estou lá só para observar e para descobrir que personagem de Sex and The city eu sou, ou para aceitar todas as solicitações de amizade (lá eu sou facinha), acho divertido quando rola interatividade. Por exemplo, eu não sabia que circulavam memes por lá. Hoje a Vy postou uma nota com o 25 things, um meme em que você posta 25 coisas aleatórias a seu respeito e convida mais 25 amigos a fazerem o mesmo.

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Como eu adoro um meme, não só respondi lá, como colei aqui, já que boa parte dos fatos da listinha eu ainda não contei aqui. Então, vamos lá: 25 things.
Once you’ve been tagged, you are supposed to write a note with 25 random things, facts, habits, or goals about you. At the end, choose 25 people to be tagged. You have to tag the person who tagged you. If I tagged you, it’s because I want to know more about you.
(To do this, go to “notes” under tabs on your profile page, paste these instructions in the body of the note, type your 25 random things, tag 25 people (in the right hand corner of the app) then click publish.)
1. Eu nunca me dei bem com seriados no geral. Comecei a ver “Lost” e “Gossip Girl” e parei. Nunca fui audiência cativa para “Friends”. Assistia as aventuras da Carrie Bradshaw e achava o máximo, mas não tinha a menor freqüência para isso. Até que conheci “Skins”. Conheci, xonei e não abandono mais. Não me importo com o fato de ser uma espécie de “Malhação hardcore made in England”, mas o formato do seriado é estúpido de bom e não tem nada igual por aí. Ganhou meu coração.
2. Eu me rendi a Steve Jobs e comprei um ipod. Tô amanduuu. Mas com os mac’s ele não me ganha. Tenho toda uma relação de amor e ódio/tapas e beijos com o Windows. Gosto dessa coisa intensa, cabeçuda e nada “intuitiva”. Aliás, esse papo de “intuitivo” é a maior mentira da história da tecnologia, a meu ver. Tem lá suas vantagens, mas chamar de “intuitivo” não, né? ¬¬
3. Eu não costumo lembrar dos meus sonhos. Geralmente quando lembro era algo ruim ou bizarro demais. Mas é legal mesmo assim, porque eles são cheios de referências, principalmente porque eu sonho em “terceira pessoa”, me observo num filminho. E antes que alguém fale: eu não comecei a sonhar assim depois de entrar na faculdade e estudar fotografia, posicionamentos de câmera, movimentação e etc. Eu sempre sonhei assim.
4. Eu odeio chuva. Quer dizer, gosto de dormir ouvindo o barulho da chuva, mas não suporto ter que sair num dia mais umidozinho. Só a leve hipótese de ter um “bad hair day” por causa da chuva já me deixa mal humorada pelo resto do dia.
5. Meu celular foi comprado com a desculpa de ter uma patcha câmera, mas até onde me consta eu mal usei esses megapixels todos. Fica entre nós. (Fica entre nós também que eu ainda não consegui arrumar a internet no meu celular. Esse é o único motivo que eu tenho pra me lamentar da Claro.)
6. Eu sou a favor de terapia. Já fiz por algum tempo, quero voltar e não hesito em recomendar pra quem aparentemente tem perrengues contínuos com as mesmas coisas. Penso que às vezes engana-se muito quem pensa “não preciso de terapia porque tenho amigos”…
7. Sou viciada em café. (Essa é novidade, hein? 8))
8. Não sou fã de doces, mas geralmente tenho duas preferências fortes e constantes quando se trata de glicose: chocolate com amendôas e Häagen Dazs de macadâmia. Se tiver Kit Kat, eu aceito também.
9. Eu não consigo me imaginar escrevendo no novo acordo ortográfico. Não consigo, ok? Aonde eu enfio todas as regras de gramática que eu decorei e ainda fazia questão de explicar para os amiguinhos na escola???? Não responda.
10. Preciso desesperadamente de uma internet mais rápida.
11. Eu não fico feliz em saber que conhecidos meus lêem meu blog, comentam entre si a respeito e não me deixam saber disso. Se você que está lendo faz isso, saiba que eu nutro uma raivinha por você.
12. Falando em raivinha, eu não sou do tipo que perdoa. É triste, mas eu geralmente alimento as mágoas e fico pensando em formas cabulosas de vingancinha e (risada de bruxa) em como amaldiçoar as cinco próximas gerações dos alvos de meus desafetos. Tá, exagerei. A questão é que eu sou bem cabecinha dura, teimosa feito porta e vivo procrastinando aquelas conversinhas necessárias (mesmo sendo a favor de D.R., hein!). Eu vou adiando mesmo, até porque não sou fã de expor minha fragilidade. Ninguém é, né?
13. Não sou do tipo “sincera demais”. Não minto. Eu omito e faço “carão” quando precisa. Aliás, o fato de ser atriz ajuda muito nessas horas, mas obviamente não sei até que ponto isso é saudável.
14. A primeira série de livros que eu passei do segundo volume foi “Twilight” e atualmente estou babando pelo quarto livro. Nunca me empolguei com outras séries fantásticas (tipo Senhor dos Anéis ou Harry Potter). Aliás, eu não passei do terceiro capítulo de “Harry Potter e a Pedra Filosofal” e só li até o segundo livro de “Delírios de Consumo de Becky Bloom”. “Crepúsculo” me ganhou porque é ridículo de realista ao falar de personagens fantásticos e tem uma tensão sexual deliciosa. E, enfim, como eu já falei, eu não sou uma grande fã de coisas seriadas mesmo.

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15. Eu quero um animal de estimação. Preciso dar amor para alguma criaturinha.
16. Não atendo mais o telefone da minha casa se eu não estiver sozinha. Não atendo mesmo. Nunca é pra mim. Quem quer falar comigo, liga no meu celular e pronto. Aliás, nem lembro a última vez que algum amigo(a) pediu o telefone de casa… Alguém lembra?
17. Eu ainda não dirigi esse ano.
(juro que eu vou tomar vergonha, jurojuro!)
18. Eu tive uma idéia bem divertida para um documentário hoje. Vou por em prática.
19. Antes de pensar em juntar, casar, amigar, qualquer coisa do gênero, eu quero ter a experiência de viver sozinha.
20. Não vou ao show dos Backstreet Boys porque eles perderam totalmente o sentido pra mim quando o Kevin saiu. Tudo bem que ele não cantava nada mesmo, mas aquele homem é meu sonho de consumo e constituiu todo o meu ideal de estética masculina desde os meus 10 anos de idade, desde os meus primeiros cravos. Ou seja? Sem Kevin, nada de “As long as you love me”.
21. Pílulas anticoncepcionais deveriam exterminar a TPM? Alguém sabe? Por enquanto, eu não sei.
22. Estou procurando emprego. Um job, um freela, anything. Ou algo que me renda dinheiro fácil para sustentar meus vícios e luxos. Aceito sugestões. Sugestões saudáveis.
23. Eu sempre quis ter uma polaroid. (E eu quis mais ainda a polaroid das Spice Girls! <3 )
24. Escrevi tudo isso ouvindo o último cd do Kanye West, 808’s and Heartbreaks. A Lari recomendou e eu recomendo adiante.
25. Aparentemente, estou arranjando mais utilidade pro Facebook. Só falta meus amigos fazerem o mesmo.
Quem quiser, pode adicionar.
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ps: só queria deixar registrado que eu amei a Penélope Cruz ter ganhado o Oscar de melhor atriz coadjuvante por “Vicky Cristina Barcelona”. You go, girl!

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Existem dois tipos de homens. Sim, existem. Ou pelo menos eu gosto e tenho o hábito de separá-los assim, por simples questão de manter minha cabeça no lugar e não ser seduzida e desviada do caminho da luz durante uma ficada/saída/(insiraqualquercoisaaqui).
Existem os tipos “investimento” e “passatempo”. E, blah, não me julga não: quantas vezes já ouvimos os homens falarem “ahh, mas fulana não é pra namorar”. Então eu me fiz o favor de facilitar a minha vida e separar os homens entre quem eu realmente gostaria que virasse algo mais e homens que, bem, “enquanto o certo não vem, divirta-se com os errados”.
Até agora não errei em nenhuma categorização, embora alguns “investimentos” tenham feito questão de passar para outro lado. Tem homem que tem um medo absurdo de compromisso e acha que “ir levando” durante meses não significa enrolação, significa “se conhecer”. Bem, depois de tanto tempo eu vi que já conhecia o suficiente e, realmente, foi bom ver o tempo correr. Mulher não gosta de homem que não sabe o que quer. Aliás, eles até sabem: o bem-bom e… E só.
Aí ontem eu descobri essa comunidade: “Eu preciso de uma namorada”, com 1014 membros. Só homenzinhos chorando as pitangas dizendo que querem encontrar uma mulher, que não aguentam mais passar seus dias fazendo nada e relativizando a teoria da relatividade. Achei bonitinho. Sério, me tocou. Achei fofo e inclusive não encontrei uma comunidade do mesmo gênero para mulheres.
A única “do estilo” tinha uma porraaada de integrantes, mas que deixavam bem claro como teria que ser o namorado delas: “Eu preciso de um namorado que: faça xixi sentado, cozinhe, pague as contas, blablabla”. Os itens não eram esses, claro! Mas aí, fia, tu não tá realmente pre-ci-san-do, você tá é querendo uma companhia “assim e assado”. Não que EU não tenha uma lista de pré-requisitos (tenho e é grande), mas não fico falando que preciso de namorado por aí (mentira, nos momentos de TPM eu falo, cof-cof), eu simplesmente quero. Quero quando tiver que ser, até porque em 9 meses de solteirice eu estou me virando muito bem. Até eu me surpreendi, já que sempre fui a_namoradeira.
Voltando às comunidades. Comparando as duas, eu até pensei “olha! homens fofinhos e mulheres do mal!”, mas não deu nem 2 minutos e eu já avistei o seguinte tópico: “Falta mulher ou falta namorada?”. Lá os “fofinhos” mostraram a fuça real e to-dos (sem exceções) reclamavam que mulher até tem, mas namorada não. Aí pronto, parei de gostar dos 1014 membros e vi que continuo certíssima em separar os homens. Talvez seja inclusive natural que todos separemos as pessoas, só acho que mais mulheres deveriam fazer o mesmo: iam se machucar muito menos e se divertir muito mais.
É claro que um dia eu posso errar e correr o risco de jogar minha alma gêmea (eu acredito nessa porra) pela janela ao classificá-la erroneamente, mas eu juro que realmente não estou preocupada. Ele simplesmente pode me considerar como “passatempo” e, well, aí não ia dar certo. Já quando os homens te consideram “investimento” dificilmente tal fato passa desapercebido, já que geralmente quem toma a iniciativa de dar um passo a frente na relação são eles. Aí é só parar e pensar a categoria do moço, se ele pode ser alguém pra ti ou não. Simples assim. E, bem, eu realmente não pediria um cara em namoro (só na pré-escola), mas se tiver alguma moça que já tenha feito isso depois de grande, tem o meu respeito.
Categorias sim, inflexibilidade nunca. Carpe diem.
PS: eu ainda penso que, se for para eu casar um dia, ele vai ajoelhar do meu lado na mesa do jantar, ao som de violinos, e vai abrir uma caixinha e… 
PS2: leiam o post de baixo e CONTINUEM me ajudando no reality show! Vou preparar um bannerzinho pra deixar fixo aqui. Conto com vocês!

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