Um case de iPhone por uma causa

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Ou melhor, seis cases lindões para ajudar a causa de seis espécies de animais ameaçados de extinção!

coruja, panda, sapo, leopardo, urso e tigre: todos ameaçados de extinção

A Anicase é uma empresa de Nova York que resolveu lançar capinhas de iPhone 4 bem fofas por uma boa causa. São 6 cases de animais ameaçados de extinção, como a coruja de peixe Blakistoni, que vive na Rússia, o panda gigante chinês, o sapo Conraua Goliath, que vive na Guiné Equatorial, o leopardo-das-neves (o famoso snow leopard) que vive na Índia, o urso das florestas tropicais da Ásia e o tigre siberiano também da Ásia.

Todas as capinhas custam US$20 e 10% da venda é revertida para as causas dos bichinhos. Eu achei a doação muito, muito pequena, mas isso não me tirou a vontade de comprar uma gracinha dessas, especialmente porque até mesmo algumas ONGs voltadas para o meio ambiente não cumprem o que prometem.

O frete para comprar é fixo de US$4,99 e, enfim, além da causa ser ótima e os cases serem lindos, até que vale a pena se compararmos com as lojas dos shoppings de São Paulo!

Sono de beleza nerd

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Máscaras para dormir bem lindas e legais para quem vê muitos pixels enquanto está acordado:
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Por US$24 + frete no Design Boom.

O hambúrguer do Facebook

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o hambúrguer mais famoso da cidade

Eu nunca fui para Boston, mas de uma certa forma já estive na Bartley’s Burgers, a hamburgueria mais famosa da cidade, que fica no bairro de Cambridge.

Pertinho da Universidade de Harvard, a lanchonete cinquentona já recebeu convidados ilustres como Johnny Depp, Matt Damon e até Jackeline Kennedy, que esteve lá para um hamburguer e fritas com sua filha, Caroline, quando esta concluía a Faculdade de Artes.

Depois de tanto servir alunos famintos, eis que seu representante não mais famoso, ou talvez não mais bonito, mas certamente um dos mais jovens e milionários, lhe deu um presente. A história de Zuckerberg e seu Facebook rendeu: Bartley’s é a locação de abertura do filme “A Rede Social”.
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o menu

Logo na primeira cena, Mark Zuckerberg, interpretado por Jesse Eisenberg, está sentado junto a sua namorada. No diálogo,  ele já dá indícios de seu estilo megalomaníaco e conversa com ela de um jeito que conversou com poucos ao longo do filme, o que tornou a cena longa o suficiente pra sacarmos o ambiente bombado do restaurante.

A namorada de Mark no filme não existe – o Mark da vida real que disse -, mas a Bartley’s existe sim e está lá proporcionando um sentimento de Harvard student a qualquer um que peça seus sanduíches.

Em julho, o estabelecimento ganhou a honraria de ser eleito o dono do melhor hambúrguer da cidade numa votação realizada, adivinhe!, via Facebook. Mais de 70 mil moradores de Boston votaram e a casa incluiu o Facebook Burger em seu cardápio:

sanduba para nerds e famintos

Por $9,99, você leva carne grelhada ao ponto, molho barbecue, picles e  batatas fritas como acompanhamento.

O restaurante, super bem-humorado, também completa seu cardápio com lanches que homenageiam Lady Gaga, Hilary Clinton, Michelle Obama, o iPhone (??) e até o remédio viagra (!!).

O “Bartley’s Burgers” fica no 1246 da Massachusetts Ave e funciona de segunda a sábado, das 11 da manhã às 9 da noite. O preço de uma refeição com sanduíche e bebida sai em torno de $14 por pessoa + taxas.

Acho que não preciso nem dizer: se estiver em Boston, vale a visita! 8)

O Natal de Mayer Hawthorne

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nosso nerd romântico favorito

Para aquecer nossos corações para o Natal, o cantor, músico e nerd lindo Mayer Hawthorne postou na web sua versão da música “Christmas Time Is Here”, de Vince Guaraldi.

Como era de se esperar, a melodia que fez parte do especial de Natal “Charlie Brown Christmas” continuou, mas o coral deu lugar à voz inconfundível e densa do cantor:
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Mayer Hawthorne, aliás, passa pelo Brasil em janeiro e se apresenta no mesmo festival que trará Amy Winehouse. Por enquanto, estou deixando para comprar ingresso no último minuto, já que nunca se sabe se dona Amy estará boa até lá, mas o show deste rapaz de óculos promete e deve ser intimista o suficiente para todo mundo querer um ingresso na pista VIP.

Se estou falando grego e você ainda não conhece o som do moço,  recomendo um play na faixa “Just Ain’t Gonna Work Out”.

Viver sem pendências

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Conforme comentei esses dias (alguém leu? hehe), desisti das resoluções de ano novo. Só quero mesmo é viver sem pendências, no melhor estilo “só por hoje”.

Aboli as resoluções de ano novo há um ano, dois. Descobri que colocar no papel um monte de coisas que eu queria, e não conseguia, era reforçar para mim mesma uma porrada de frustrações. Uma vez que já tenho minha auto-estima equilibrista fazendo este papel inconscientemente, tomei a decisão consciente de não fazê-lo e me facilitar a vida um pouco.

Algumas pessoas levam essas coisas numa boa: não deu, não deu e vamos lá se vestir de branco mais uma vez. Eu, não. Fui daquelas adolescentes que inauguravam a agenda do ano colocando a lista do que tinha que acontecer – e fechava o ano repetindo boa parte das coisas na próxima agenda e me perguntando porque raios eu não fiz o que dependia só de mim.

Serve para se questionar? Ah se serve! Mas esta atividade só é recomendável para quem não costuma pensar sobre si mesmo. Àqueles que pensam demais e fritam seus miolinhos, melhor se dar menos motivos para ficar pirando em cima de coisas que não vão mudar o mundo e, olha, provavelmente também não vão mudar você.

Talvez eu tenha descoberto uma só coisa que eu queira para o ano que vem, uma coisa só, que exige menos força de vontade do que perder aqueles 5kg que todo ano apareciam nas resoluções: viver sem pendências.

depois eu arrumo (via Satomi Shirai)
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Nós, interwébicos, somos uma raça desgraçada de procrastinadores. Com tantos métodos e alarmes diferentes para nos lembrar do que temos ou tínhamos que fazer (calendário do google, remember the milk, evento no facebook, alerta no celular), nada mais natural que colocar todos no modo “mais 5 minutos/horas/dias” de soneca e esperar tudo acumular até o desespero bater na bunda.

Este ano fui aprendendo. Realmente botei os alarmes para apitar e me encher o saco mais de uma vez por dia, criei planilhas para administrar meus gastos e, principalmente, os calotes. Afinal, que atire a primeira pedra quem não descobriu que um pagamento aleatório estava atrasado só quando viu que ia precisar de um extrinha para dar conta do cartão de crédito.

Aí eu também passei um tempo sem RG este ano porque perdi o maldito. Tomei a decisão óbvia de deixar pra lá e só tirar outro documento quando eu realmente precisasse, e fiz tudo nesse mundo usando a carteira de motorista. Fui para a festa da democracia, para a balada, para o motel, para a Argentina e lá fui roubada e voltei apenas com um passaporte, porque é lógico que a carta de motorista era o único documento extra que eu tinha caso eu perdesse o raio do passaporte e foi ela mesma que rodou.

Perdi uma semana fazendo os corres de burocracia, enchendo o saco dos bancos para pegar cartões novos, desbloqueando todos e, puta merda!, ainda tenho coisas para resolver. Já se passaram duas semanas (ou mais) e, bom, tenho que pegar um desses cartões no banco amanhã senão serei obrigada a pagar a conta de celular atrasada. Entende?

É tipo isso. Viver sem pendências, resolver rápido e sofrer um pouco para depois relaxar é a melhor forma do ser humano não enlouquecer aos pouquinhos. Vou adotar para o ensinamento da vovó: “não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje”.

Se Deus e Yemanjá quiserem, pularei 7 ondas e 2011 será um ano mais silencioso, com menos alertas para apitar.

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Uma campanha pró-vida real

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não deixe seu gato chegar a esse ponto.

A campanha “look up, stop texting” começou em Nova York com o simples intuito de fazer as pessoas largarem seus smartphones, olharem para cima, respirarem ar puro e, por favor, se olharem nos olhos.

Criada pela blackberry-maníaca Cat Greenleaf, a campanha tem diversos slogans, como “stop texting, start real writting” e começou quando, um belo dia, a moça se deu conta de um maravilhoso prédio novo na saída do metrô. Alguma espécie de maravilha arquitetônica que ela deixou passar porque estava muito preocupada com o sinal do celular. Afinal, vai que ela perde algo importante durante o trajeto subterrâneo?

Aqui no Brasil, a coisa ainda pode soar um pouquinho exagerada, já que os planos de internet estão começando a baratear e ainda estamos em vias de observar toda a população mergulhada em seu pequeno mundinho de bolso. No entanto, já existem diversas regras de etiqueta se proliferando em revistas por aí, lembrando elementos básicos, como não mexa no celular no meio do almoço, não interrompa uma conversa para dar uma checadinha no Twitter e por aí vai.

No site do projeto nova-iorquino, existem até sessões especiais para as pessoas contarem  como conseguiram olhar para cima e o que de bom elas viram quando fizeram isso – bem no estilo alcoólicos anônimos, só faltou um “só por hoje”.

Brincadeiras à parte, gostei e muito da proposta, especialmente porque também sofro dessa ansiedade generalizada de ler todos os feeds, acompanhar todo novo vídeo bombando no youtube, zerar a caixa de e-mail a qualquer custo e por aí vai. Sabem bem o que é isso, né?

Como toda campanha americana que se preze, ainda existem mil e um produtinhos fofos para você comprar, usar e mostrar que está dando força à causa.  Os itens vão desde capinhas para os celulares até camisetas e colares, só não vale colocar uma camiseta dessas e usar o celular no meio do bar:

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Para saber mais sobre o projeto, acesse o site do Look Up Stop Texting.