Miami Horror em São Paulo: Imagens da Semana

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Conforme discutido neste post aqui, a partir de agora vou fazer estes posts de “relatos” separadamente, para ficar mais ilustrado e gostoso de ler. Agora ninguém vai ter de esperar até o final da semana para ver o que rolou e eu vou conseguir fazer tudo mais rápido (o imagens “recheadão” levava um tempo absurdo, vocês não tem ideia!). Todos os posts do gênero continuarão tageados como “imagens da semana” e também receberão a tag no título: facinho de achar! ;)

 

@mixtapemultishow

Miami Horror diretamente de Melbourne

Descobri Miami Horror no final de 2009 com o hit “Sometimes”, que tem uma carinha irresistível de verão. Fui vendo a banda lançar mais singles e fui gostando, até que o álbum “Illumination” me ganhou por completo. Meu top 3: “Holidays”, “Moon Theory” e “Echoplex”.

Com uma pegada orgânica mas com pitadas de eletrônico, o Miami é uma daquelas bandas que a gente ama ouvir na boate e no ouvido, mas fica sempre um pouco na dúvida com o resultado ao vivo, por conta dos samplers e pequenos elementos que muitas vezes não se destacam numa apresentação (também tive essa dúvida com Empire of The Sun, mas o show só me fez gamar mais no som!).

Faço parte do projeto especial do Multishow, o @Outros500, e senti o coração bater mais forte quando eles anunciaram uma festa só para convidados – e com Miami Horror de atração principal. Depois de um pequeno problema com meus ingressos que não chegavam, tudo só serviu para tornar a emoção ainda maior, porque realmente foi um dos melhores shows intimistas que já fui!

 

@mixtapemultishow
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@mixtapemultishow

 

Além de ter sido intimista porque foi no Beco (casa nova na Rua Augusta com tamanho semelhante ao do Studio SP), eu estava na cara do gol, de forma que gotas de suor dos cabeludos anoréxicos australianos poderiam tranquilamente cair sobre minha franja e estragá-la, mas eu não estava nem aí porque o som estava incrível.

Todo mundo dançou demais e os quatro garotos só não estavam realmente surpresos com a hospitalidade porque já haviam tocado em Porto Alegre dias antes, mas deu pra sentir toda uma vibe boa de “isso é tão amazing, somos do outro lado do mundo e vocês conhecem a gente pela internet”. Pois sim, conhecemos e gostamos, voltem mais vezes!

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@mixtapemultishow

miniaturize

Além de fazerem música boa (e do vocalista cantar muito), os quatro integrantes da banda tem estilos peculiares: camisas floridas, meias bicolores e botinhas de cano curto – fora os cachinhos malucos do baixista. Achei divertido!

Para quem não conhece o som do Miami Horror, deixo aqui uma das minhas favoritas:


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ps1: para ter noção do quão perto eu estava, saibam que tirei essas fotos com o iPhone! :O

ps2: sei que falei logo no título que o processo agora vai acelerar, mas acabei de tomar esta decisão pra valer, então a “agilidade” começa a valer daqui pra frente, ok? ;)

Flash mobs na televisão – Modos de Usar

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Flash mob é o termo utilizado para denominar as tais mobilizações relâmpago organizadas secretamente (ou não!) pela internet. Depois de fazer sucesso na gringa com gente dançando no metrô ou indo de cueca para o trabalho, os flash mobs foram parar na televisão – o que, para mim, significa perder a espontaneidade e portanto, todo o sentido.

Afinal de contas, uma coisa é cobrir um flash mob, outra é produzir tudo do começo ao fim e espalhar câmeras por todos os lados. 8)
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BLACK EYED PEAS NA OPRAH

Recentemente, Will.I.Am bancou o professor de dança e ensinou uma verdadeira multidão a dançar a coreografia de “I got a Feeling” e causou no programa da Oprah – e no Youtube também, porque o vídeo bateu recordes de acesso. De espontâneo aí, só a reação da apresentadora, que não sabia de nada. Mas ok, o cara realmente mandou bem.

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DIDI WAGNER COM O “MOB BRASIL”

É, o Multishow lançou um programa inteiro só para fazer flash mobs organizados pela produção. Faz sucesso e a galera se joga, principalmente porque eventualmente alguns participantes “ilustres” comparecem, como nesse aqui com o Lucas do Fresno.

Não assisti nenhum episódio na tv pra valer, mas confesso que me deu um pouco de preguiça! Mobilização de pijama na Av. Paulista de tarde? Ah vá! Pessoal da faculdade brincou disso no primeiro ano:

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CLAUDIA LEITTE NO “CALDEIRÃO DO HUCK”

Assim como boa parte das coisas que eu mostro nessa tag “modos de usar”, nada se cria e tudo se copia mesmo. Eis que dona Claudinha Leitte quis aí lançar uma música nova no “Caldeirão do Huck” no sábado e ensinou uma dancinha pra plateia. Pena que o Luciano estragou a surpresa. Sim, juro.

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E aí, quem mais paga esse mico? 8)

Dica da Priscila, aqui do UOL!

Muitas imagens, um só vídeo: modos de usar

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“HIBI NO NEIRO”, DO SOUR

.Primeiro, o cantor japonês Sour criou esse clipe incrível para uma música realmente gostosinha de se ouvir., a “Hibi No Neiro”.  A idéia das multitelas na edição do vídeo não é algo super original, mas o jeito como  a equipe pensou nas ações do elenco e rumo que elas vão tomando é genial! Fora que a edição é primorosa e os trechos das cenas não se repetem, o que nesse caso é algo admirável.

Certamente entrou para minha lista de clipes favoritos! Dá uma olhada:

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COMERCIAL DO MULTISHOW

Aí, alguém tinha que copiar, porque era bom demais pra ter um só, né? O Multishow usou a idéia do japonês para criar as conexões entre telas na vinheta do programa “Beijo me Liga” que estreia em outubro.


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É claro que este não chega nem aos pés da complexidade do primeiro, mas já é bem divertido – e, com certeza, quem não conheceu o clipe já vai achar a idéia do Multishow bacana.
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