t.A.t.U ainda existe, tem clipe novo, da música “White Robe”, e as meninas estão mais gatas. Quanto à música em si, prefiro não opinar.
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Perguntinhas de quem não quer nada:
1 – esse barrigão de grávida da Yulia Volkona é fake? Pesou até aqui.
2 – Quanto exatamente Lena Katina emagreceu? Agora dá pra mostrar a barriga, não só as pernas. Achei gats!
3 – Yulia também sempre teve essa sobrancelha tatuada e só eu não vi?
4 – Por que raios a Lena consegue andar a cidade inteira enquanto a Yulia só escova os dentes? Faltou plano, sr. Diretor?
5 – Fuzilamento é o novo preto? Rihanna, vocês… Quem mais?
Duvidei um pouco desse filme no começo por achar que ele usaria aquela fórmula do “casal moderninho”, mas me enganei. Entrou para os favoritos.
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Joseph Gordon-Levitt, como Tom, e Zooey Deschanel, a Summer, em “500 Dias Com Ela”
Eu não sei vocês, mas eu lembrava do Joseph Gordon-Levitt de “10 Coisas que eu Odeio em Você” e olhe lá, já que no filme ele era o protagonista, mas totalmente eclipsado pelo rebelde sem causa interpretado por Heath Ledger. O fato é que o rapaz cresceu, não é mais um adolescente (nem parece) e agora faz o papel de um recém-formado que acredita no amor, mas não acredita que pode ser feliz.
Fofo e um pouquinho loser, do tipo que perde o momento certo do primeiro beijo, o personagem Tom Hansen abandona a arquitetura, faculdade que cursou, para escrever cartões. Cartões de aniversário, de dia dos namorados, de condolências, de boa sorte e de qualquer outro tipo de coisa que “as pessoas querem falar e preferem que um pedaço de papel fale por elas”.
Um belo dia, seu chefe contrata uma nova assistente que resolveu mudar de cidade por puro tédio. Esta é a heroína Summer, vivida pela também cantora da ótima dupla She & Him, Zooey Deschanel. Ela é uma mocinha pela qual todo e qualquer homem poderia se apaixonar e que por isso mesmo causa alvoroço ao chegar num escritório repleto de senhorinhas, carente de um pouco de ovulação.
É praticamente instantâneo: rapazinho fofo e excêntrico detecta gostos em comum com uma gatinha estilosa e se apaixona. Como sua própria irmã mais nova – e mais experiente nos assuntos do coração que metade dos personagens – diz: “poderia ser ela ou qualquer outra. Vocês só gostam das mesmas coisas”.
Como o trailer anuncia, o filme não é uma história de amor e sim uma história sobre amor. E eu acrescento: sobre amar, ou sobre tentar. (Se você não viu o trailer, clica aqui)
“500 Days With Summer”ou “500 Dias Com Ela” nos conduz ao longo dos dias em que Summer e Tom tentaram ter um relacionamento e ao longo dos dias em que Summer já havia virado a página e apenas Tom ainda estava com ela. Desde o início, a garota deixa claro que não quer um namorado, que não quer ser “a namorada de alguém”.
Eles vão ao cinema, passeiam por lojas de móveis, fazem compras, comem comidinhas diferentes, tentam inovar no sexo, dão risada, compartilham segredos e, enfim, fazem você que está em frente à tela se apaixonar por eles por menos apaixonada que esteja a tal Summer e por mais triste e mulambento que esteja o Tom, depois de levar o pé na bunda anunciado no próprio trailer.
O espírito livre da mocinha me lembrou Holly em “Bonequinha de Luxo” (1961), que alimentou a paixão em seu Fred e tenta fugir, mas descobre estar apaixonada realmente. Já Summer, não, talvez porque a esta altura já estejamos mais que liberados para contar uma história em que uma “mulher livre” rejeita um homem, e apesar de eu realmente gostar da trama de “Bonequinha…”, talvez se ele fosse rodado hoje o final seria diferente.
Em todo caso, são dramas que não se comparam. Aparentemente baseado em fatos reais, “500 Dias Com ela” discute os relacionamentos modernos de uma forma original e ao mesmo tempo sensível, nada parecida com a fórmula usada por estes últimos filmes à la “Ele Simplemente Não Está Afim de Você”. Desta vez, a questão principal é: o que você tem versus o que você espera.
Se você é uma Summer que tem medo ou não acredita que vai acontecer pra você, ou se você é um Tom que perdeu quem acreditava ser sua soulmate, assista.
Apesar do preconceito que o gênero causa, é uma comédia romântica para meninos e meninas sim!, com bons diálogos embalados por uma trilha sonora excelente (que eu vou comprar!), e uma edição que revira de ponta cabeça e trás pra frente os momentos desses dois que ficam muito bem juntos, mas… A vida estava lá e os separou. Simples assim.
E se você realmente gostou e ficou querendo mais, assista o curta-metragem musical feito pelo diretor Marc Webb com Zooey Deschanel e Joseph Gordon-Levitt para divulgar o filme:
O Trivial Pursuit Experiment é um game coletivo mundial em que homens e mulheres respondem as mais diversas perguntas sobre música, tecnologia, cinema e até besteirol.
O site é só em inglês, mas dá pra entender facinho: é só colocar sua data de nascimento, dizer se você é homem ou mulher, por seu nome e começar a responder as perguntinhas. Se você acertar, marca ponto para o seu sexo!
Quando eu entrei as mulheres estavam na frente no placar geral! Girl power! o/
Nunca li nada da dona Fernanda Young, tirando um texto para teatro genial, em que um casal discute porque raios a mulher ficou até tarde fora de casa com sua turma de amigas lésbicas. O diálogo é realmente ótimo e nunca vi nos palcos, mas gostaria.
Fora isso, nunca nem folheei nenhum romance, então não sei se ela é boa com parágrafos longos, mas eu já a vi ao vivo e isso não é o suficiente para dizer que ela é inteligentíssima, porém é o suficiente para afirmar que a mulher é sim bonita, divertida e tem cintura fina.
Quando os rumores de que ela sairia na “Playboy” foram confirmados, uma galera se ergueu dizendo que ela era feiosa, nada a ver, ou sei lá o que. Para mim ela é linda sim – e simplesmente diferente. E, vamos lá, de fato há mais classe e bom gosto em Fernanda Young do que em Mulher Melancia sendo capa da edição de aniversário, ou isso é que foi “legal” por parte da revista?
O que não tá colando agora é esse lance de, a cada entrevista, dona Fernanda inventar um novo motivo para posar nua. Espera aí, cadê a segurança da mulher de quase 40 que topa aparecer sem maquiagem, de biquíni e jogando baralho nas cenas extras do seu programa? Quer dizer, a “Playboy” tem o costume de deixar (ou tentar deixar) a mulher muito mais incrívelzíssima do que ela é na vida real, então porque toda essa neura?
Veja bem, as fotos já foram tiradas, o contrato assinado e soa um pouco engraçado a Young sair por aí se justificando: “queria irritar uns três babacas”, “queria irritar minha mãe”, “queria ganhar a fantasia de coelhinha”, “queria salvar o erotismo da breguice”, “nos meus livros, eu me exponho mil vezes mais”, “espero que muita gente se masturbe” e “não devo nada a ninguém” – além de mais mil e uma outras justificativas.
Pois não deve mesmo nada a ninguém, Fernanda. Admiro você topar sair na revista, agora que tal assumir a falta de roupa e continuar sendo inteligente em todos os outros lugares e poupando a gente destes comentários?
Tá linda na capa, salvou sim a revista do mau gosto (aleluia!), e tô torcendo mesmo para que você venda mais que uma ex-BBB ropaharastyle. Só que, quer saber? Fica mais bonito se a gente (leitor, leitora, sei lá) disser isso. Não você.
E pela publicidade toda que tá rolando em função da revista, vou comprar “O Pau” pra ler quando for lançado.
Se Michelle Obama fosse a presidenta dos Estados Unidos, seria muito mais legal. Imaginem uma mulher negra comandando os ianques? Seria revolucionário, só que por enquanto ela está só ali ao lado, sempre suportando o maridão. Se ela dará o próximo passo e se inpirará em Hilary Clinton, já é outro capítulo.
É claro que ser primeira-dama tem suas vantagens, tipo poder ser BFF da Carla Bruni durante passeios por Paris. Mas a vantagem mesmo começa pelo título, ou marido de presidenta é alguma coisa a não ser marido? Talvez por isso Michelle tenha ganhado a sua própria linha de action figures!
Além de Michelle já figurar nas listas de mulheres mais finas e bem vestidas atualmente, ela é a mais nova “toy” da Jail Break ao lado de Obama. Quer dizer, por $12,99 cada você pode ter o casal mais importante do mundo na sua mesa. Aprovei!
“Eu não minto, eu omito”. Esta é a frase dita por mais de 60% das pessoas que se acham super sinceras. Mas até que ponto omitir é estar sendo verdadeiro, tanto para com o outro quanto com você mesmo? E quantas desculpinhas entram em cena quando uma omissão apenas não convence, quando não dá pra fugir do assunto e bancar o sabonete liso?
Bridget, ele não te ama.
Homens e mulheres mentem todo santo dia, ou quase. São desculpinhas, meias-verdades e as famosas mentiras grandonas que ganham perna curta com o passar do tempo – e, claro, as falcatruazinhas necessárias para assegurar a mentira maior.
Dizem por aí que as mulheres mentem melhor, porque sabem caprichar nos detalhes, tem boa memória e não deixam rastros. Talvez. Não é nenhum segredo que portadores do “XX” são muito mais multitarefa do que os “XY”. Se você consegue dirigir, olhar o bebê no banco de trás, passar batom e ouvir música sem provocar nenhum tipo de freada brusca, com certeza administrar meia dúzia de desculpas é tarefa fácil. Mas não é só isso.
Enquanto meninos mentem para o mundo para melhorar o que pensam de si mesmos, como por exemplo naquele caso típico do rapaz que passa horas fazendo propaganda de suas estripulias na internet e depois não corresponde nem a meio terço da missa que rezou; as meninas mentem para si mesmas para ficarem melhores diante do mundo.
É o famoso caso da mulher que repete tanto que pesa 55kg que ela já nem sabe que seu peso original é 60kg. Faz tanto tempo mesmo que ela não suporta olhar para uma balança, que a mentira torna-se extremamente agradável. Quase um doce. Vai mais um chocolate aí? …
Obviamente que mentir para você ou para o mundo não traz lá tantas vantagens, considerando que mentiras podem ser descobertas e que você perde um tempo precioso de amor próprio se amar as suas mentiras. Há quem conte uma inverdade simplesmente por medo de dizer a verdade, ou porque acha que não vai ser tão ruim assim. Por covardia. Nem todos mentem para sair por cima – e nem dizer toda a verdade vai te “elevar”.
Se vai mentir ou não, a escolha é sua, mas saiba que sempre irão mentir pra você. Mentirinhas e desculpinhas estarão ao seu lado. E só cabe a você ligar o desonfiômetro e acreditar ou não no que andam te dizendo. Seja prático: ela está com dor de cabeça ou a cama anda mesmo uma droga? Já deu tempo dele se apaixonar por você, ou dá pra confiar nesse “eu te amo” falado baixo e com olhar perdido? Taí um belo exercício. Diário.
Aprendi a praticar isso tão bem que a desconfiança chega a me incomodar, mas ainda assim eu erro sobre os fatos. Um dos culpados para isso, fora a quantidade de “desculpinhas” do tipo “não é você, sou eu”, foi o teatro. Quantas vezes não fiz exercícios simples, porém difíceis, de só olhar para trás quando a pessoa realmente me convencesse? Quandos laboratórios ouvindo “me abraça” até que eu sentisse uma verdade profunda por trás daquela mentira e aceitasse?
A canção do Depeche Mode é sábia: Come on and lie to me, tell me you love me. Say I’m the only one. É toda aquela relação doentia de paixão e obsessão que te obrigam a pedir mentiras para continuar suportando o que você mesmo aceita pra você. É a sedução dos mentirosos. É suor no escuro. E não é aí mesmo que se mente mais?
Uma vez me contaram da tal “REGRA DOS 7″, que tem aplicação bem óbvia. Quando uma mulher diz que transou com X caras, sempre acrescente + 7 no resultado final. Para os rapazes, a história é outra: se ele disser que dormiu com X meninas, - 7 para o resultado final. Alguém concorda?
Poderia listar quinhentas mentiras de homens e de mulheres, mas o jornal britânico Daily Mail fez um top 10 sobre isso essa semana por mim:
As mentiras que ELES contam:
1. Não aconteceu nada, eu estou bem.
2. Esse é meu último chope.
3. Não, seu bumbum não é grande demais…
4. Meu celular estava sem sinal.
5. A bateria do celular acabou.
6. Desculpe, perdi sua ligação.
7. Eu não bebi tanto assim.
8. Já estou chegando.
9. Não foi tão caro assim.
10. Estou preso no trânsito.
As mentiras que ELAS contam:
1. Não aconteceu nada, eu estou bem.
2. Ah, isso aqui não é novo, tenho há séculos.
3. Não foi tão caro assim.
4. Estava em liquidação
5. Já estou chegando.
6. Eu não sei onde está, nem cheguei a mexer nisso.
7. Eu não bebi tanto assim.
8. Estou com dor de cabeça.
9. Eu não joguei fora!
10. Desculpe, perdi sua ligação.
… E depois dessa não acredito mais em “tudo ben’s” com cara de nada nem que meu bumbum não é grande demais. Mas já falei um pouco sobre isso no “O que eles querem dizer quando…”. Meninas, leiam pra rir. Meninos, pra rir também.
Fiquei inspirada porque ando numa ânsia louca de dizer a verdade fora do tempo. Tem hora pra dizer a verdade? Ou é melhor omitir até ter certeza? E se a certeza vier de uma mentira? Como saber? Boa pergunta. Pergunta pra vocês responderem e desangustiarem esta pobre garotinha.
ps: e a Fox vai estrear uma série com esse nome da música do Depeche, “Lie to Me”, sobre um especialista em desvendar inverdades. Esperamos que seja realmente muito boa e faça jus à música. Ou muito louca, a ponto de te deixar com medo de descobriem suas mentiras na próxima vez em que abrir a boca. 8)
Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, 23 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil