O álbum póstumo de Michael Jackson

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o rei e suas versões

Quase um ano e meio se passou desde a morte de Michael Jackson e sai então seu primeiro álbum póstumo, “Michael”. Usar o termo “seu” junto com “álbum póstumo” é até um pouco engraçado, já que apesar de ser uma coisa bacana para os fãs, não deixa de ser uma excelente estratégia caça-níquel da indústria fonográfica. Só que é aquela história: é mais trabalho do cara e não tem como não se interessar.

O CD “Michael” chega às lojas no próximo dia 14 e tem tudo para ser um campeão de audiência em amigos secretos deste fim de ano – e também de downloads.

Enquanto falamos aqui, o disco já vazou online e deve se espalhar rapidamente até o torrent mais próximo. Se você for do time dos legalizados, pode dar play no teaser do clipe “Hold My Hand”, faixa em parceria com o rapper Akon, ou ouvir o álbum inteiro no próprio site de Michael.
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impressão ou esse clipe tá com cara de comercial?

Só para reforçar, acho que esta é uma excelente dica de presente de Natal. Mesmo quem não curte esse esquema de álbum póstumo (tipo, eu) vai ficar curioso com o que o cara andava fazendo. Basta assistir o filme “This is It” para saber do que eu estou falando – e, aliás, taí outra boa pedida de presente para quem gosta de um bom show. 8)

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Não enfrente o shopping hoje: dicas de compras de Natal online!

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Sábado passado eu me considerei uma sobrevivente. Primeiro porque enfrentei um trânsito de 40 minutos para chegar num shopping que fica a apenas 4km da minha casa, depois porque demorei mais 40 minutos rodando e rodando atrás de uma vaga (paõdurice não permite parar no estacionamento VIP!), depois porque não derreti de calor no meio da multidão atrás de presentes pra família toda.

Então, olha, minha dica de hoje é: não vá ao shopping. Compre os últimos presentes que faltam pela internet e seja feliz! Mas como eu só acredito de olhos fechados nos prazos de entrega do Submarino, é de lá que minhas dicas serão.

Elegi, então, um top 5 de livros, CDs e DVDs para se dar neste fim de ano! 8)

(Passe o mouse em cima para saber nome do produto e preço!)


LIVROS

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CDS

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DVDS

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Eles não ligam pra nós: “This Is It”, eu assisti.

qui

Tudo começou quando recebi em casa um convite lindo para a pré-estreia mundial de “This Is It”. Realmente me senti honrada e, claro, nem pensei duas vezes: terça à noite eu estava lá!

As primeiras exibições do documentário que prometia mostrar um pouco do que seria próxima turnê de Michael Jackson foram no Kinoplex Itaim, que recebeu decoração com o rei do pop por todo lugar e amplificadores bombando os sucessos que estariam nos 50 shows do cantor, como “Thriller”, “Man In the Mirror”, “Beat It”, “Billy Jean”, “The Way You Make Me Feel”, “They Don’t Care About Us” e, enfim, canções que com certeza você já ouviu.

Ao entrar na sala, devorei minha pipoca rapidamente porque queria apreciar o “show” sem distrações. Depois de longos vinte minutos de espera, o filme começa com um aviso silencioso para dizer do que se trata o documentário: “estes são registros dos ensaios da turnê de Michael que foram feitos para acervo pessoal do próprio artista”.

O aviso me soou um pedido de desculpas por algumas falhas técnicas pouco perdoáveis num documentário tradicional, como uma câmera vazando na outra, divergências de qualidade de imagem e até de tamanho do quadro, já que algumas câmeras rodaram em 16:9 (formato widescreen, no qual os filmes são rodados) e outras em 4:3 (formato retangular, é a proporção da televisão com a qual você está acostumado).

Mas quer saber? Isso não fez diferença alguma. Quando o filme começa, você não liga se o som ou o vídeo está assim ou assado. “This Is It” é um registro de Michael que enche de orgulho não só os fãs, mas também serve como referência para qualquer um que queira ser artista, seja músico, cantor ou bailarino.

Logo no início, ouvimos a voz de Kenny Ortega conversando com Michael. Sim, super ok o diretor do show conversar com o artista, mas, para quem não sabe, Ortega é ninguém menos que o coreógrafo e diretor por trás de “High School Musical”. E, olha, não há nada mais MJ do que querer inovar e convidar o responsável por um dos maiores sucessos da Disney para dirigir suas apresentações.

Kenny Ortega no canto esquedo,  Michael Jackson e bailarinos

O documentário começa focado na seleção dos 11 bailarinos, nove homens e duas mulheres, que dividiriam o palco com Jackson, e sobre a emoção de estar ao lado daquele homem. Mais adiante, os músicos falam sobre como é trabalhar com o “Rei” e o diretor musical do espetáculo revela que é difícil conhecer ídolos pop como ele: “ele conhece todas as suas músicas, sabe todos os tons. É fácil trabalhar com ele”.

Em outro momento, Michael insiste que quer ouvir um pouquinho mais de dururunds no baixo e eles ficam ali, se acertando por alguns minutos. Quer dizer,  quantas vezes você imaginou o perfeccionismo de Michael? Agora tá aí, na telona – fora sua obsessão por pausas dramáticas, que estariam presentes em muitas das músicas.

Ao longo do filme, conhecemos o que seriam as coreografias, as versões das músicas e assistimos todos os clipes de introdução que estavam sendo preparados por Kenny e Michael – sim, cada música ganhou uma introdução em vídeo.

Antes de “They Don’t Care About Us”, que me arrepiou de uma forma surreal, entrava um clipe com os dançarinos de Michael multiplicados aos milhares, todos vestidos de robôs e fazendo aquela “batucada” nos metais do figurino. Já para a abertura em vídeo de “Smooth Criminal”, trechos do filme “Gilda” com Rita Rayworth foram utilizados. Michael interpreta o rapaz que rouba a luva da personagem-título e foge pela cidade, enquanto a edição dá conta de misturar com perfeição as cenas originais do clássico com as filmadas para o show.

Enquanto isso, em “Thriller” o cemitério e a coreografia lindona persistiriam, mas o vídeo de abertura seria em 3D, com efeitos especiais primorosos. Durante a performance no palco, a platéia também sentiria um certo “ventinho” em suas cabeças, porque estariam pairando ali alguns fantasmas gigantes, como se saídos do telão. E não adianta explicar: tem que ver o filme para entender – sério.

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10 Comerciais que deveriam ser curta-metragens

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Comerciais foram feitos para vender produtos, para ressaltar suas qualidades e fazer também saltar a carteira do consumidor. Mas, não há nada melhor (e mais vendável!) quando conseguem fazer mesmo saltar nossos olhos – e, porque não, o coração ou o riso.  Dá até pra dividir os comerciais audiovisuais em três categorias: a) ruins; b) engraçados/originais/aquele que tem aquela musiquinha pentelha, 32244000, mais uma vez!; c) estes que eu quero comentar: comerciais que deveriam ser curtas.

Falo de segundinhos que contam histórias tão bonitas, tão singelas, tão surreais ou tão engraçadas que merecem uma continuação. Um complemento. Que nos deixam com uma pulguinha atrás da orelha querendo um desfecho para além do clímax que tanto vende. E, claro, merecem um ponto de virada também, por que não?
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1- Chanel nº 5 – com Rodrigo Santoro e Nicole Kidman

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2- Chanel nº 5 – com Audrey Tatou

Estes dois já são super ultra mega produzidos e ainda assim uns dez minutos a mais (pelo menos!) nos deixariam de olhos cheios e felizes.

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3- Mercado Livre – “Vendo Beijo”

Fofurinha da titia! Adoro esse comercial. É tão, tão singelo. :)

4- DVB – Grife de Victoria Beckham

Quem disse que dona Posh não pode ser fofinha? Sim, ela pode isso também.


5- Comercial alemão – Sexo virtual dando errado

No dia seguinte, como olhar pra sua maninha, hein?


6- Levi’s – stopmotion ao som de “Mr. Bombastic”

Esse já vem com começo, meio e fim bem definidos e provavelmente não aguentaríamos ouvir essa trilha sonora no repeat por muito tempo, mas quem se importa? Pra mim, esse comercial marcou época. É o que eu mais lembro de toda minha “infância”.

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Michael Jackson: modos de usar

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Desde que MJ se foi, jaqueta de paetê virou um hit, mocassim virou um hit e até CDs de 20 anos atrás viraram hits – de novo. Agora Michael é um ícone de estilo imortal e virou inspiração promissora para todo tipo de  foto, arte, editorial e estilo pessoal.
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Michael Jackson:


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Michael Jackson pelos estilosos do Lookbook:.


Abey e Sweet Mary

Nubby e Adeline
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Tributo a Michael Jackson da “Grazia” australiana, revista de moda e lifestyle:
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Agyness Deyn vira Michael Jackson na Haarper’s Bazaar:
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Michael Jackson em pixels:
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Very Important Pixels

Quer contabilizar os looks mais repetidos? Eu voto na dupla jaquetão vermelho e camiseta de Thriller e Beat It, no jaquetão de couro de Bad, no jeito gangster de Smooth Criminal e na gravatinha de Billie Jean. 8)

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Fonte: Michael Jackson Style, Favoritos, Petiscos

Eu na Gloss, MJ difamado, “Amanhecer”, decoração, Vanilla do Tatuapé – Imagens da Semana

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EU NA GLOSS


E não é que aquela minha foto com a capa da Vanessa Giácomo saiu na sessão “Eu & Minha Gloss” da edição de agosto? Vou ganhar uma bolsa da revista e mostro aqui depois!

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QUARTO NOVO

Eu já reclamei para Deus e o mundo que não agüento mais meu quarto rosa/lilás/cor de burro quando foge, decorado quando eu tinha simplesmente 9 aninhos. Pois isso vai mudar em menos de um mês! Neste final de semana, comprei boa parte dos itens de decoração do quarto novo e escolhi até o piso que vou querer.  Os móveis (com direito à cama de casal, uhu), chegam no comecinho de setembro. Alegria é pouca, Brasil!

E tristeza mesmo foi esta libriana conseguir decidir entre milhões de papéis de parede para a  minha decoração. Mas acho que fiz uma boa escolha! Me aguardem.

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“PINK IS THE NEW BLACK”

É isso que está escrito nessa caneca lindinha que comprei no Pão de Açúcar! Essa vibe de decoração me deixou com olhos bem abertos para peças pra casa. Se alguém gostou, saiba que também tem um modelo lindo (que também comprei), em preto, escrito “Black Is Beautiful”. O tamanho da caneca é ótimo e vale a pena deixar também no trabalho. Paguei baratinho, R$11,00.

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AMANHECER

Só comecei a ler Amanhecer agora e estou simplesmente devorando o livro. Basicamente, eu não dormi de sexta pra sábado nem de sábado pra domingo por causa da leitura. Eu enrolei para começar a ler justamente porque sabia que isso ia acontecer, mas como a Cásper adiou o retorno às aulas devido à gripe H1N1 e etc e tal, comecei de uma vez e  com certeza termino de ler antes das férias acabarem, dia 17 (!).

Mas melhor que tudo isso mesmo, melhor até que as férias prolongadas, é  sonhar com Robert Pattinson quando leio antes de dormir. Deve ser uma espécie de gratificação por ter trocado balada por leitura. hehe 8)

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