Tag: metrô


Tudo o que eu vi, o que você já sabe e o que ainda não te contaram. 100 fatos divididos pelas 9 cidades que visitei e um top 10 geral para não faltar nadinha.

Esta é a segunda parte dos 5 posts que farei contando tudinho. Perdeu a primeira parte? Veja aqui.

PARIS



- But what about us?
- We’ll always have Paris.
(Ingrid Bergman e Humphrey Bogart em Casablanca, 1942)

21. Paris recebeu o apelido de “Cidade luz”, pois foi uma das primeiras grandes cidades a possuir iluminação nas ruas. Tal obra de urbanização foi feita para a Exposição Universal de 1889, motivo pelo qual foi construída a torre de ferro mais famosa do mundo. A Torre Eiffel ficou pronta exatamente para a exposição, levando apenas 2 anos para ser construída.

22. Eu sempre quis, de fato, conhecer Paris. Sempre. E apesar de toda a felicidade em passar 5 dias lá (foi a cidade em que ficamos mais tempo), infelizmente o momento mais incrível da viagem toda não foi no alto da Torre Eiffel. Tudo bem. Pelo menos foi lá que eu tirei mais fotos: mais de 500 imagens para registrar a cidade de manhã, de tarde e, principalmente, a noite.

Enquanto em outros lugares você acaba guardando a câmera pela falta de luz, lá você só pensa em registrar. Acho que só estive em um lugar mais iluminado que Paris: a Times Square, em NY. Só que lá são os anúncios que brilham na sua cara, não uma iluminação bela e estrategicamente planejada para impressionar turista.

23. Esqueça tudo o que te disseram sobre os franceses serem nojentos e antipáticos. Diz a lenda por aí que eles não curtem falar inglês, que odeiam turista que fala inglês, que odeiam, enfim, turistas. Mentira. Paris foi a cidade que mais nos tratou bem, além das pessoas terem sim topado falar com a gente em inglês. A única senhora que conversou conosco em espanhol foi super simpática e disse que não falava inglês. Se era verdade, não sei. Só sei que ela nos ajudou e nos deu um sorriso. Por que iríamos reclamar disso?

24. Paris é linda ao ar livre, mas provavelmente é o subsolo com mais história para contar. Além de ter milhares de estações de metrô, elas têm passagens e corredores que parecem caminhos de rato. Corredores estreitos, muita gente, plaquinhas de direção para todos os lados. E, bem, o metrô te ajuda absurdos. Acho que nunca peguei tantos metrôs na vida quanto em Paris: a gente chegava a pegar o metrô 8 ou 9 vezes por dia. A cidade tem tantos pontos turísticos que deixar de ver algum deles é praticamente um crime, principalmente quando se tem mais tempo!

Para completar a história do subsolo, Paris tem catacumbas espalhadas por baixo da cidade inteira. Em um determinado momento há uns 300 anos, os cemitérios começaram a ficar cheios, principalmente com os guilhotinados da Revolução Francesa. A solução aí foi criar corredores de cemitérios “ao ar livre” embaixo da terra.

Apesar dos moradores da cidade afirmarem que existem várias catacumbas espalhadas pela cidade, só uma delas fica aberta a visitação “turística”. É claro que nós fomos! Andamos quase um kilômetro em baixo da terra e nos deparamos com corredores escuros, úmidos e com ossos até o teto. Certamente foi o lugar mais assustador e bizarro em que eu já estive, mas sei lá porque cargas d’água eu simplesmente não me senti mal. O lugar tem uma calmaria estranha. Vai entender…

25. O lugar em que eu comi melhor e pior foi Paris. Lá a comida é realmente cara. Você pode sentar num restaurante mediano e gastar mais de 20 € no almoço (*facada*), ou você vai num fast food e gasta menos de 7€, ou come um belo crepe por 2 ou 3€. No começo da viagem, a gente se propôs a experimentar o fast food de cada cidade, mas em Paris a overdose foi tão grande que eu estava abandonando “Royals with cheese” pela metade. Sim, quarteirão com queijo lá é “royal with cheese” por causa do sistema métrico, assim como contaram pra você nos diálogos de Pulp Fiction (1994).

É claro que uma hora nós nos cansamos de trash food (não dava mais!) e aí eu gastei 26€ num almoço com gosto. Três pratos, vinho e café espresso. Sem reclamar. Mas, considerando o estilo da viagem que fizemos, não daria pra fazer isso sempre, até porque nós duas preferimos gastar com compras, passeios e museus do que com comida, obviamente.

26. Paris tem museu pra caramba, pra não usar outra palavra começada com “ca”. Sério. Apesar do Louvre ser o Louvre, ser gigante, ter um acervo incrível, abrigar a Mona e centenas de outras obras importantes, não foi meu museu favorito de toda a viagem. Mas… Lá é permitido tirar fotos.

Dentre todos os museus que visitamos, os de Paris foram alguns dos únicos que não proibiam câmeras fotográficas. O Louvre e o D’Orsay (museu dos impressionistas)deixam o turista à vontade e eu incluo isso na lista de razões pela qual Paris é um dos principais destinos turísticos do mundo. Os viajantes querem registrar o que vêem, querem mostrar para os amigos. Portanto, os quadros são protegidos, as informações estão em três línguas diferentes e, sim, você pode tirar fotos sem flash.

Agora eu preciso fazer um parênteses para a Mona Lisa (1507): eu juro que ainda estou tentando entender qualé a do quadro. Achei bacana ver um dos maiores símbolos da cultura ocidental ao vivo, o tal sorriso enigmático, a paleta de cores harmoniosa,  a perspectiva interessante, enfim. Só que vocês têm noção de que o quadro é praticamente um porta retrato?


Onde está Wally? Digo, onde está a Mona?

Além da tela ser pequena, duas barras de proteção estão lá pra proteger a obra de Da Vinci e uma multidão de gente se aglomera para tentar ver um pouquinho mais. Bem, eu tirei foto da bagunça toda, dei zoom na Mona e decidi que qualquer imagem em alta resolução do quadro me daria uma visão melhor do que a que tive ao vivo. Uma pena: o quadro fica tão longe que não deu nem para ter aquela emoçãozinha que eu tive ao ver outros quadros de pertinho.

27. Paris tem a população mais misturada de todas as cidades que visitamos. São indianos, negros, turcos (muitos!), loirões e loironas no estilo ariano e os franceses mesmo. A diferença é clara: eles não tem porte atlético, elas têm o rosto fino e são bem magras. Eles se vestem bem. Elas andam maquiadas até o dedo do pé, mas são finas. Foi a cidade em que mais vi gente bonita e onde menos o “biotipo brasileiro” chama atenção, já que eles estão bem acostumados com tons de pele e tipo físico parecidos com os nossos.

28. A quantidade de filmes que já foi rodada em Paris é absurda e eu fiquei toda feliz ao passar pelos lugares e lembrar dos filmes. Isso inclui o trecho do Rio Sena onde o Linguini cogita jogar o Remy em Ratatouille (2007), ou então olhar para os prédios e imaginar que uma daquelas janelas pode ter feito parte de Os Sonhadores (2003).

É claro que passar em frente ao Moulin Rouge foi uma emoção à parte, já que eu sou fã maluca do filme. Tirei trocentas fotos lá, mas me recusei a assistir o show. Minha mãe assistiu quando foi à cidade e me contou o que viu: basicamente mulheres que dançam muito e usam roupas exóticas. Como os shows atualmente, portanto, nada têm a ver com o que a casa era no passado e muito menos com a história do filme, resolvi não ir.

29. A cidade é planejada em torno do Arco do Triunfo, de forma que todas as avenidas principais levem a ele e a Champs Elysées. Olhando de cima é maravilhoso, mas para os pedestres? Um inferno. Cruzamentos de seis ruas e boulevards e avenidas que mudam de nome apenas por conta de uma leve angulação. Sim, a gente se perdeu com mapa na mão e quase foi atropelada mais de uma vez.

30. A primeira sex shop que eu entrei na vida foi em Paris. A loja estava vazia e o atendente, um chinês maluco com inglês tosco, ficava perseguindo nós duas e nos oferecendo finger vibrators. Aposto que ele pensou que éramos um casal. hehehe 8)



AMSTERDAM


Quando for a Amsterdam, alugue uma bicicleta.

31. Gente feliz andando de bicicleta. Foi a maior impressão que Amsterdam me deixou, até porque os ciclistas sorriem pra você (?). Aliás, o número de bicicletas é infinitamente maior que o de carros, o que também me proporcionou experiências de “quase-atropelamento” freqüentes, já que a ciclovia é um trecho reservado na borda da calçada e eu obviamente me esquecia disso.

32. Para o resto da Europa, um parque de diversões. Para brasileiros que moram lá, uma cidade pacata sem nada pra fazer (?). Pelo fim de semana que passamos lá, cheguei à conclusão que é uma cidade pacata, com diversões controladas. Vida noturna? Não sei. Amsterdam tem cartazes de festas espalhados por toda cidade, mas não há casas noturnas no centrinho. Aos domingos, 23h já é hora de dormir e muitos pubs começam a fechar. Logo, nada lembra a agitada vida noturna paulistana. Marijuana? Só em coffee shops. Prostitutas? Só no red light district dentro de sua própria vitrine.

33. Venta muito, portanto recomendo que você tenha um guarda-chuva bom em mãos. Pagar 5€ cada vez que um guarda-chuva seu virar ao contrário ou outra garoa começar não é nada recomendável para o seu bolso.

34. Terra da Heineken. Tomei Heinekens de todos os jeitos: em lata, em garrafa e tirada na hora. Lá eles não diferenciam cerveja de chopp, então não tenho outra forma para definir. Nós visitamos a “Heineken Experience”, o tour alcóolico que eu comentei aqui. Lá é uma espécie de fábrica turística em que você acompanha o processo de fabricação da cerveja. Cheirei todos os ingredientes, vi o tal do lúpulo e e depois tive a experiência gostosa de tomar cerveja fabricada ali na hora e sentir nela pronta todos os cheiros dos ingredientes novamente. Foi bem interessante!

35. Vodka Bols. Outro tour alcóolico, mas dessa vez da Bols, marca de vodka que não é exportada para cá e também produz diversos licores. Além de tomar um drink preparado por um dos barmans do lugar, nós ainda sentimos todas as essências possíveis dos lícores deles e descobrimos que a Bols é que inventou o copo de martini e a coqueteleira. Você sabia? Nem eu.

36. Existe uma região da cidade conhecida como “Red Light District”, ou Distrito da Luz Vermelha, e para bom entendedor, meia palavra basta. Como não existe uma placa indicando ou não há nada sugerindo como chegar lá em mapas ou guias turísticos, nós tivemos que nos informar com um taxista. Achei engraçado, porque obviamente metade dos turistas vão lá pela maconha e pelas putas. É triste, mas é verdade.

Não tirei fotos das “vitrines” especificamente porque é proibido. Melhor não arriscar…

Depois de seguir as informações do taxista, chegamos a uma rua cheia de vitrinezinhas com luzes vermelhas e pinks, onde loiras, morenas, indianas, gordinhas e feias (?) se exibem com roupas mínimas para os passantes. Se o cara gosta, dá um toque na porta, abre, conversa com a moça. Se fecharem negócio, ela simplesmente fecha a cortininha e o rala-e-rola acontece ali mesmo, numa caminha de solteiro.

Vimos diveeeersos rapazes entrando e saindo, cortininhas abrindo e fechando, levamos piscadinhas das putas (preconceito zero!) e observamos toda a interação. As bonitas lembram atrizes pornôs no estilo ninfeta do leste europeu. As feias, sei lá. As feias são piores do que as piores da Rua Augusta. E a opinião é minha, da Lari e do Eddie (que quase se apaixonou por várias “vitrines”).

37. Depois de entrar no sex shop francês, eu já estava pronta para mergulhar mais nas loucurinhas. Entramos em quase todos os sex shops da rua principal do Red light district e nos divertimos a valer. Desta vez o Eddie, meu amigo que estava morando na Inglaterra e passeou conosco em Paris e Amsterdam, estava junto, o que garantiu mais a nossa desinibição.

Conferimos com calma todos os lançamentos de vibradores, vimos todo o tipo de fetiche bizonho em dvd e observamos que todo e qualquer tipo de pessoa entra nessas lojas sem pudor algum, ao contrário daqui. As lojas geralmente têm bastante gente comprando, não existe estacionamento e é comum ver casais com mais idade entrando juntos. Neste ponto, Amsterdam me conquistou profundamente: hipocrisia zero. Palmas pra eles.

38. Saindo de todos os sex shops, encaramos um puteiro light. Não fui lá colocar nota de 10€ na calcinha da profissional do sexo, porque eu tenho amor pelo meu dinheiro, mas demos uma moedinha de 1€ para assistir uma moça dançar.

Lá existem diversos tipos de live shows, com loiras, morenas, casais e girl-on-girl. Nós optamos por ver algo mais tradicional. Entramos cada um numa cabine individual e depositamos a moeda. Em seguida, o vidro tornou-se transparente para o nosso lado e pudemos assistir a loirona dançar por um minuto. Foi uma experiência bastante surreal ver uma bunda (e outras coisas) tão de perto e do jeito que os homens curtem ver, afinal a garota faz o trabalho dela sem saber quem é que está assistindo.

Passados os 60 segundos mais surreais da noite (pelo menos pra mim!), nós três saímos da cabine e vimos uns meninos com cara de ponto de interrogação olhando pra gente. Tipo, “nossa, duas garotas? Hum”.

38. Para fechar a noite sensacional, voltamos de biketaxi para o hotel, porque os ônibus já tinham parado de circular. Quase acabamos com o fôlego do motorista francês gato que odiava Paris, mas pelo menos ele nos abraçou forte e profundamente, o que rendeu assunto para as conversas antes de dormir. Ai, ai. (L) Eu devia ter tirado uma foto dele pra mostrar pra vocês. Droga.

39. Comprei meu segundo moleskine lá. Um ruled reporter notebook de capa dura, para ficar bem diferente do que eu já tinha, um pocket ruled soft. Para quem quiser conhecer todos os modelos, entre no site. Eu estava bem afim de comprar um storyboard notebook ou um music notebook, para as minhas composições, mas não encontrei em nenhuma cidade. :(

40. Para quem pensa em visitar Amsterdam pela “diversão”, um aviso: estão querendo limpar a cidade de todas as “diversões”, então sejam rápidos. hehe 8)

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Na seqüência do Top 100, os top 10’s de Berlim e Frankfurt.
A minha não-visita ao muro, o restaurante mais alemão de toda a minha vida, os melhores cafés da manhã, nossa ação “criminosa” no metrô e o meu amor platônico pelo Knut. :love:

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Postado por loverox

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Tudo o que eu vi, o que você já sabe e o que ainda não te contaram. 100 fatos divididos pelas 9 cidades que visitei e um top 10 geral para não faltar nadinha.

Esta é a primeira parte dos 5 posts que farei contando tudinho, com algumas fotos e muitos links!


LISBOA


“Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu. “

Fernando Pessoa

1. Se você assistiu uma aulinha de literatura cujo tema fosse Fernando Pessoa, com certeza sabe que Lisboa não tem saída para o mar. Por isso, o Rio Tejo tornou-se extremamente importante, pois era ele que levava as naus da capital portuguesa para o mar, para os novos mundos e para o nosso Brasilzão sem dono.  Em inúmeros poemas (principalmente os de Fernando Pessoa!), o Tejo é tratado como um marzão, e qual não foi minha surpresa quando o vi pessoalmente: sim, o Tejo é um marzão. É lindo e é um horizonte sem fim. Poderia passar horas ali olhando as gaivotas e as embarcações modernas que saem minuto a minuto do porto.

2. Lisboa é definitivamente uma mistura equilibrada e perfeita do centro de São Paulo com o pelourinho de Salvador. Se alguém aqui conhecer os três lugares, por favor me corrija se eu estiver errada. 8)

3. O português de lá é lindo. É mais bonito e lembra pouco as reproduções cômicas que encontramos por aqui.

4. Eles amam o Brasil. Melissa, Maria Valentino e Morena Rosa são algumas grifes super in por lá, sem contar a 51. Para eles, importar nossa pinga é com certeza uma boa idéia.

5. Os homens portugueses são triplamente charmosos. É difícil encontrar alguém maravilindo, mas todos eles são bonitinhos e tem cara de homem (e de Orlando Bloom). Só que se você odiar homem com pêlos ou barba, esqueça.

6. Pastelarias estão espalhadas em cada esquina e eu pessoalmente recomendo que vocês experimentem os empanados e (meu preferido!) os “rissóis” de camarão. O engraçado é que lá eles comem essas frituras frias, ao contrário das nossas lanchonetes, que mantem coxinhas aquecidas, por exemplo. Mas, enfim, o recheio é
tão bom que você certamente não vai pensar nisso.

7. O metrô de Lisboa é bem singelo. Ao contrário das outras cidades que eu visitei, que, em sua maioria, tinham estações em cada esquina ou então tinham um bom motivo para não ter metrô (chegarei nisso mais tarde!), as linhas lá são restritas e não dão amplo acesso a cidade. No entanto, é possível conhecer boa parte dos pontos turísticos usando o metrô e tomando ônibus para o restante. Por esse motivo, recomendo que mesmo assim vocês procurem hotéis próximos de estações.

8. Os preços da cidade são bastante razoáveis se comparados ao resto da Europa. Geralmente gasta-se muito para comer e lá é possível comer bem gastando uma quantia ok. É possível, por exemplo, encontrar restaurantes em que você coma bem com até 10 euros. Com relação a compras em geral, os preços também são convidativos, porém não espere encontrar 934873485 lojas transadas. Aparentemente a cidade é bastante tradicional e a moda e os gostos da população refletem isso.

9. Os portugueses são silenciosos e atenciosos. Fale baixo.

10. Um sobe e desce desgraçado: use tênis.



MADRID

11. Eu achei que seria impossível usar meu espanhol (bem enferrujado e, portanto, praticamente portuñol) por lá, mas, por increça que parível, me fiz entender e entendi. Porém, se você achar que não consegue entender o espanhol deles durante a resposta, mande o inglês na lata e pronto. Melhor coisa.

12. Madrid é uma grande metrópole e, incrivelmente, foi a cidade que mais me lembrou Nova York. Muitos letreiros, muita propaganda, muito ônibus e bastante gente na rua, em todos os lugares.

13. A malha do metrô serve bem a cidade e tudo é bastante limpo e organizado, sem ter tarifas caras. As estações são bonitas e os trens vão rapidinho. Para mim, foi o melhor metrô que “pegamos”.

14. Homens estilosos. Não se espante se todos os jovens que você encontrar parecerem ter saído de um clipe new-rave. Aparentemente eles curtem essa coisa de “saí de um editorial de moda e tô aqui”. Ao contrário deles, as garotas se vestem normalmente. Com estilo, mas nada gritante. Ah, os espanhóis são feios. Sem exceções.

15. O inverno por lá não costuma ser tão rigoroso, porém este ano o frio foi mais forte e tinha neve a dar com pau, o que resultou em gelo espalhado por toda a cidade, criando oportunidade para fotos lindas. Se quiserem ver, link pro flickr já!

16. Moda: a Espanha é terra de algumas das grandes redes de lojas mais famosas na Europa. Zara, Mango (aqui MNG e etiqueta do meu sobretudo vermelho da foto, que as meninas têm comentado no flickr e no orkut), Stradivarius e Six são nomes que se vê por todas as esquinas lá. Eu já ficaria contente se tivéssemos a Six por aqui: moderna e anos luz mais barata que a Acessorize.

17. Arte: se você também teve alguma aula de arte, deve saber que grandes nomes da pintura vieram da Espanha, assim como a estética por eles criada influenciou muitos outros pintores clássicos Europa a fora durante o apogeu da coroa espanhola. O país enriqueceu com sua frota marítima imbatível e tornou-se multimilionário, permitindo que a corte acolhesse diversos artistas, como Velázques, famoso por “As Meninas”, 1657, e Goya, pintor de “Saturno devorando a un hijo”, 1823, e autor de retratos da aristocracia.

Além destes clássicos, Espanha é a pátria-mãe do gênio Dalí e do gênio Picasso. Portanto, se estiver na cidade você deve, no mínimo, visitar os dois principais museus: Museu do Prado (arte clássica) e Museu Reina Sofía (arte moderna e contemporânea), que exibem as obras citadas de todos estes artistas e muito mais. E, sim, “Güernica”, 1937, Picasso, é emocionante vista ao vivo e nenhum livro pode reproduzir a sensação que eu tive ao ver aquele quadro gigante ao vivo. Ahm, e bom, você também pode ver no Prado o safadinho “Jardim das Delícias“, 1504, do holandês Bosch e o genial-pervo “El Gran Masturbador“, 1929, de Salvador Dalí. Dalí era foda, só digo isso. Ao vivo, então…

18. Paellas! Ah, delícia. Também fizeram o crime de me dizer que as paellas de lá não são tão boas como as nossas. Peraê, né pessoal? A comida aqui no Brasil é ótima e seguramente uma das melhores do mundo, mas nem por isso nós apresentamos as melhores versões da culinária mundial (aguardem o capítulo sobre as pizzas!). Portanto, entupam-se de paellas se forem à Espanha. Eles têm diversos tipos de paellas conforme os ingredientes que acompanham e é simplesmente maravilhoso. Agora, ok, o café do Brasil é o melhor do mundo. Isso sim está fora de discussão. 8)

19. Os espanhóis falam alto. Bem alto. E são bravos. Presenciei a briga de uma mãe com seus filhos danadinhos e deu muita vergonha alheia. E, ahn, também descobri porque falo alto (família espanhola, vovó espanhola…).

20. Fiquei com muita vontade de voltar para ver Barcelona no verão.

Aguardem o próximo post do Top 100, com os top 10′s de Paris e Amsterdam.
Cidades incríveis onde vivi experiências bizarras, cômicas e (quase) românticas que eu tenho realmente de compartilhar!

ps: aparentemente, Portugal não aderiu à reforma ortográfica. Nem eu. 8)

Postado por loverox

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Rufem os tambores, que finalmente vem o post mais aguardado (e maior) do mês (do ano).
Tudo o que descobri nos 12 dias que eu me ausentei, divididos em top’s 5 de cada cidade e mais algumas considerações finais sobre minhas compras. E, claro, as fotos, mas só de SanFran por enquanto, porque virei PRO no flickr ontem e ainda não deu tempo de arrumar tudo!

SAN FRANCISCO

1- O clima. Califórnia. Você pensa em calor, mas não foi bem o que aconteceu em plena primavera… Em San Francisco é sol o dia inteiro, dias lindos, mas o vento é de arrepiar até os ossos. Tá, exagerei. Mas venta MUITO. Esqueça seu cabelo ao tirar fotos e abuse do charme do cabelo ao vento.

2 – Castro. San Francisco não é inteiramente gay, obviamente. A cidade é sim super liberal e sem preconceitos (maconha sob prescrição médica). Lá cabem todos os tipos de expressões e de pessoas: é um choque de cultura incrível. Mas, mais especificamente, San Fran abriga um reduto gay, o bairro Castro, cheio de gente bonita, artistas e cachorrinhos fofos. No cenário, bandeiras de arco íris por todo lugar, sex shop’s explícitos e o bondinho tradicional. Outro choque belíssimo. Ah, é nesse bairro que é realizada a maior parada gay do mundo também.

3 – Golden Gate. Dourada só no nome, ela fica numa espécie de “reserva”, chamada Golden Gate Park. Lá muita gente vai para andar de bicicleta, fazer um lanche e, claro, comprar souvenirs. O lugar é lindo e sim, é a vista mais bonita que eu já vi na vida. Sem a menor dúvida. É emocionante: quando você entra na ponte, o vento parece que te leva junto, e aquilo treme que só! Você sente nos pés, no corrimão da passarela de pedestres, é muito surreal…
4 – O transporte público. Funciona. Além dos lindos bondinhos, cuja passagem é cara: $11 pra andar o dia todo, a cidade tem um sistema de ônibus que nunca atrasa, uma espécie de ônibus-metrô chamado Müni, que anda tanto embaixo da terra quanto fora, e um metrô com nome de BART (Bay Area Rapid Transit), que circula por todas as cidades da baía de SanFran e passa até de baixo d’água. É super legal: você sente a pressão no ouvido quando o trem entra/sai do mar.
5 – As pessoas. Completamente diferentes do lado leste dos EUA e da imagem geral que se faz dos americanos. Lá você se sente num filme (juro!), porque todo mundo é mui-to legal, gentil, alegre e sorridente (e bonito. hehe). É uma sensação de tranqüilidade que paira no ar, mesmo a cidade sendo grande e tão cosmopolita (conheci latinos, italianos, orientais, indianos e até egípcios). Eu moraria lá. Tudo é realmente apaixonante e eu entendi o porquê da música que diz “When you´re going to San Francisco / Be sure to wear some flowers in your hair” .

NEW YORK

1 – Nightlife. New York é mesmo a cidade que nunca dorme. Eu fiquei ao lado da Times Square, num hotel super barato (quem quiser a dica, só pedir), e cheguei lá 9 da noite. Guardei as malas e já fui bater perna. Passei por 500 mil lojas, que ficam abertas até meia-noite/uma da manhã (isso em plena quarta-feira) As luzes são tão fortes que, no fim da tarde, parece que o sol está nascendo, e não se pondo. Aliás, essa impressão sobre as luzes era o que eu mais me lembrava de NY, já que fui pra lá com apenas 9 anos. Nunca esqueço de mim dizendo pra minha mãe: “nossa, parece que tá de dia!”. :D

2 -Rappers. Pode parecer preconceito, mas eu fiquei chocada como os negros de Nova York (pelo menos os que circulam pelo centro), são “padronizados”. Todos andam à la 50 Cent e falam com o mesmo sotaque das músicas. As negras não são tão estereotipadas, ainda bem! Ah! Para completar, os aprendizes de 50 Cent são mais atirados que qualquer maninho ZL de sampa. Ouvi todas as cantadas do mundo, desde “beeeaaauuutiful” até “Good job, mamma, she’s hot!” – minha mãe viajou comigo.

3 – Chinatown. Não tinha ido para lá quando era novinha, e acho que minha mãe fez certo, já que lá é um formigueiro à la 25 de março, com indianos e chineses disputando pau-a-pau pelas barracas. Mas dessa vez eu fui e dei sorte. Estava uma chuva do cão e nós resolvemos então, passear de metrô. No começo parecia idéia de louco, mas eu fiz as maiores pechinchas da viagem!Os chineses/indianos/árabes estavam loucos porque não tinha quase ninguém comprando e, para não sair no preujuízo, eu dei aquela chorada e fiz verdadeiros negócios da China. :D O perfume da Vera Wang, que custava $50 na Sephora, eu paguei apenas $20. $20! Sucesso. E sim, é original, mas antes de levar, tem que conferir, porque lá eles dão golpe.

4 – Comida. Como eu já imaginava, me alimentei muito melhor em SanFran do que em NY. Lá eu acabei recorrendo ao Subway e a restaurantes italianos especializados em pizza. E, claro fui tomar café da manhã no MC Donald’s também. O incrível é que o Subway custa absurdamente barato (tipo, $3,50 o lanche de 30 cm) e o MC serve capuccinos/hotchocolates mais baratos que o Starbucks. Aliás, qualquer MC de São Paulo dá de 10 a zero nos de lá: são bem feios e mal cuidados (os de SanFran são mais bonitos). O mais legal que eu entrei era o da Times Square, por motivos óbvios.

5 – Metrô. O metrô de NY é famosérrimo, leva para todo o lugar, mas desculpa aí! Que coisa mais lusitana! As linhas lá se dividem, tem bifurcações e às vezes a mesma estação está presente em mais de uma linha. É como se existisse, sei lá, a estação “Trianon – MASP” na linha azul, na vermelha e na verde e você escolhe em qual das “cores” é melhor parar. É claro que pra quem mora lá fica fácil, mas eu, acostumada com a organização do metrô de São Paulo, fiquei um pouco perdida. Acabei me achando, afinal metrô continua sendo universal. E, bom, o metrô daqui é melhor: o de NY é imundo (leia-se: pacotes e copos de MC Donald’s jogados no vagão) e até caro, se você considerar a falta de limpeza – a passagem custa $2.

Considerações finais:

Eu abandonei o ipod por lá. Vi a quantidade de roupas legais que eu deixaria para trás se gastasse $200 no Nano e me libertei. E não me arrependo! Mas, se você realmente quiser comprar eletrônicos, NY é mesmo o melhor lugar. Eu comprei minha handycam na Chinatown de San Francisco, mas deveria ter trazido de Manhattan. Não, não fui enganada e nem perdi dinheiro, mas enfim, é melhor comprar por lá: tem mais opções.

Roupas? Fiz as melhores compras em San Francisco! Lá é a sede da GAP, da Banana Republic e da Old Navy, então as lojas são imensas e cheias de promoções enlouquecedoras. Mas… O lugar onde eu vi a maior quantidade de vestidos lindos por metro quadrado foi na Forever 21. Se eu tivesse que escolher uma loja pra ter filial aqui, seria essa! (L)

E sapatos: Não compre lá! Só os tênis valem à pena (valem muito!), a não ser que você esteja nadando no dinheiro e traga algo tipo Manolo Blahnik ou Jimmy Choo. De resto, fique com Via Uno, Arezzo, Melissa e Picadilly daqui. A qualidade brasileira é absurdamente superior e você não ocupa lugar na mala de bobeira.

Quando o assunto é compras, meu destaque vai para as roupas: você consegue comprar muita coisa boa com apenas $10 (ou menos!). Os eletrônicos também são em conta, mas se você pára pra pensar na conversão do dólar, já não é tão barato assim.

Ufa. Com mais de 7000 caracteres, termino aqui o maior post desse blog.
Para as fotos, visite e adicione meu flickr (lá tem as fotos do JUCA também! hehe). E se você não estiver cansado do meu jeito de escrever, visite o ELES 3: lá tem post sobre a Vanilla (L) e outro post sobre a viagem (bem resumidinho).

That’s all folks :)

Postado por loverox

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Inspirado no meu dia-a-dia que me trouxe estas humildes descobertas. Eu me vejo obrigada, pelo bem da humanidade e dos bons costumes, a divulgar estes conhecimentos. Siga a cartilha à risca e ensine o passageiro ao seu lado.

1 – Não sentarás de pernas abertas (para os homens)
Sua namorada/mulher/bofe pode até ter te dito que você é o mais bem dotado do bairro (ráá! corno!), mas, no ônibus, isso não cola. Sentar de perna aberta invadindo o banquinho alheio está totalmente fora de cogitação. E você que se sentir atingido por este mal comportamento, não hesite em dizer: “fecha a perna, djow”, ou então *gentilmente* empurrar (com tudo) sem querer a sua perna para o lado, para disciplinar a perna do passageiro roludo ao seu lado.

2 – Não agirás como se tua bunda fosse a mais gostosa (para as mulheres)
Novamente, aqui se trata de outro caso de auto-estima elevada demais em local inadequado. Seu bofe ou peguete pode mesmo dizer “uhh, que bunda!”, mas no ônibus ninguém tá muito interessado na sua vocação para nova loira do tchan. Portanto, nada de agir como se não desse para dar uma encolhidinha no seu traseiro para que as pessoas possam passar com um pouco mais de espaço. E se você for uma popozuda de plantão, eu advirto: não reclame de eventuais encoxamentos!

3 – Não gritarás no busão junto com a sua tchurma
Gatchenha, até entendo que você saia da escola e pegue o busão com a galera, mas NÃO grita, porra. Não há nada mais chato do que estar com uma bela dor de cabeça, voltando pra casa às 18h, com o trânsito parado e aquela galerinha do mal berrando no fundão. Controle-se. Você está em lugar público, baby. Aliás, poderia ter uma foto daquelas enfermeiras fazendo “shh!” na entrada do ônibus.

4 – Darás licença quando te for pedido.
Não dê uma de joão sem braço! Estique o seu até o apoio mais próximo e dê a maldita licença. Se você é do tipo que não move seu corpinho por nada nem ninguém, não reclame se for esbarrado(a)/encoxado(a)/engravidada. É a lei da vida.

5 – Ouvirás MP3 num som humanamente saudável
Se você não se importa com os seus tímpanos e sua mãe também não está nem aí pros dela, não significa que o mundo todo esteja pouco se fodendo para a audição. Pense duas vezes não só no ouvidinho alheio, mas na paciência: ninguém é obrigado a ouvir a sua banda de metal favorita, à la “Cannibal Corpse”, às 7h da matina. Ou muito menos seu funk à la “eu vou gozar na sua gargantaaa”. Tenha bom senso, ok? Simples assim. Ouça seu pagodinho brega num volume que SÓ você ouça e pronto.

6 – Darás o sinal de parada a tempo de chegar na porta
Nada mais desagradável do que o ônibus todo ficar esperando dondoquinhas que nem passaram a catraca saírem. Ou melhor: nada PIOR do que esperar TO-DA a galerinha do item 3 mandar um salve pros manos do bem que ainda continuam no busão e, finalmente, descer.

7 – Segurarás a (maldita) mochila na frente do corpo
Tem uma plaquinha em todos os ônibus avisando que mochilas atrapalham/obstruem passagens. Isso quando não prensam pessoas em cantinhos indefinidos ou empurram-nas no colo de taradões(onas) sentados no corredor. Ande com a sua mochila de camping pendurada na frente do corpo, assim pelo menos você vê quem está prensando pelo caminho. Lembrando que só é permitido prensar inimigos ou, hehehehehehehe, popozuadas/roludos dos itens 1 e 2. :D

8 – Evitarás puxar conversas retóricas
Nada mais original do que dizer “Nossa. Tempo maluco, né? Chove, faz calor…” Que pessoa culta! Que papo profundo! Falar do tempo é bastante chato e inconveniente, mas mais desagradável ainda é comentar da vida pessoal: “Ai, menina. E meu marido então! Tava chovendo e ele não escorregou na rua e rasgou a calça?! Pois o coitadinho trabalha super longe, sabe? Lá em Pirituba. Daí veio até aqui com a calça daquele jeito.. Imagina?!” AAAAA! E desde quando eu quis saber disso? Um conselho: sorrisinho amarelo e silêncio sempre funcionam. Próximo temaaa!

9 – Não fingirás que não viu a(o) velhinha(o)
Eu sei que não tem coisa mais chata do que finalmente conseguir sentar num ônibus lotado, relaxar, esticar as pernas e soltar um sonoro “aaah! dilícia!” e, de repente, ver uma velhinha indefesa, com casaquinho de lã branco, passando na catraca lentamente. Como “respeitar o idoso é respeitar a si mesmo”, você se levanta e deixa a senhora sentar. Enquanto ela senta e agradece “obrigada, filhinho!”, você sente uma cãibra na batata da perna esquerda, em pé no busão. Mas, tudo bem, tudo em nome da boa educação. AGORA! Se você não está disposto a morrer de dor pela velhinha, vai ser linxado por mimzinha! Nada de virar pro lado e fingir que tá no 76475º sono! Deixa pra dormir quando morrer. Pronto, falei.

10 – Abrirás a (maldita) janela
Essa é bem para o verão que se aproxima. Tudo bem que você é friorento, masss.. se conhecendo como você se conhece, não ignora sua personalidade e jeito de ser e LEVE UMA BLUSA. Abrir a janela é mais que fundamental, é essencial! Já ouviu falar que o homem não vive sem um gás chamado oxigênio? E que algumas pessoas têm falta de ar/pressão baixa e nanana? Então. Abra a janela e não encha o saco. (Tá, ok, na chuva eu até deixo você fechar a janela, senão meu cabelo não aguenta.)

*Lembrando que alguns destes ensinamentos servem também para o meio de trasporte conhecido como “metrô”.*

PS: Não me responsabilizo por eventuais barracos que meus ensinamentos possam provocar. Cof-cof.

PS2: Sobre o post passado: obrigada pelos conselhos, pelos ouvidos (e olhos, né?). Nossa situação continua incerta, mas faremos 1 ano de namoro segunda e as cartas estão na mesa. Vamos aproveitar enquanto for tempo pra nós dois. E, claro, o sr. tempo também fará o favor de dizer o que é certo (tomara que ele diga rápido… hehe).

Eu, agora
Humor sono, muito sono..
Pensando no que fazer³ (?)
Comendo tomando café.
Ouvindo/Assistindo nada.
MSN ninguém. Tô bem ativa hoje, de novo.
Navegandonada. :D
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Postado por loverox

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Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, 23 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil
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