Famosas posam sem maquiagem para a “W” de fevereiro

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Talentosas e corajosas, várias atrizes toparam posar sem maquiagem ou com um quêzinho beeem natural para “W” de fevereiro. A edição deste mês traz o tradicional resumão anual com atores que se destacaram no último ano. Na capa, Emma Stone vem abrindo os trabalhos – e mais 33 atores completam o recheio, que você pode ver aqui.

Entre as corajosas e geneticamente lindas, teve atriz que acabou ficando com ares até forçados de heroin chic – aquela tendência de beleza que ficou famosa nos anos 1990 por ir de encontro ao look saudável que modelos como Claudia Schiffer exibiam. Na época, o  destaque ia para os olhos bem fundos, as olheiras em evidência, o rosto magro e com ossos aparentes e a pele pálida.

Será que forçaram a barra na “naturalidade” ou é bom ver um pouco de vida real em fotos bem feitas? Dê o seu veredicto nas fotos a seguir; o meu vem logo na legenda!

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Amy Adams: pele de porcelana, branquinha e maquiagem quase zero. Parece que só as olheiras foram camufladas para valer. Com ssa foto, concluo que a maquiagem costuma fazer um belo trabalho para deixá-la com cara de novinha. Ela costuma interpretar personagens bem mais novas que ela mesma! 

Rachel Weisz: musa. Parece que só está com a pele feita e o contraste ajudou bastante. Acho que uma foto tão profissional pede sim algum cuidado, por mais que a revista esteja ávida por revelar até os poros das celebridades 

Jessica Chastain: também de pele feita e talvez com um tracinho leve delineando o canto superior externo do olho. Gosto também, mas realmente as peles das mais branquinhas parecem pedir por mais cuidados na hora do clique

Kristen Stewart: a impressão é que maquiaram a ex-vampirinha às avessas. Ao invés de parecer natural, a maquiagem parece forçar o visual “dodói”. Veja que tem um puxadinho no olho e a boca tem um gloss estranho. Não gostei, e ainda achei que a roupa com detalhes coloridinhos esquisitinhos acabou derrubando de vez a gata. O carão aí era ideal para estar mais descontraída, camiseta e boné, etc etc.

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“A Origem”: o início, o fim e o meio

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Acho que a última estreia do ano a cair na boca do povo e por a galera pra pensar foi “Bastardos Inglórios”, do mestre em fazer filmes recheados e agradar cults e pops, Tarantino. Agora, o título que ouço em todas as mesas na hora do almoço, o campeão das discussões de gente que talvez só adore cinema blockbuster, é “A Origem”.

Do mesmo diretor do último “Batman…”, Chris Nolan, o longa também roteirizado por ele bebe da fonte do mistério do universo onírico, tema de tantos filmes e, aliás, de tantos clássicos.

A pergunta clichê de música sertaneja “será que foi sonho ou verdade?” vem à tona de forma pesada durante os 148 minutos de filme e por essa razão, ao meu ver, a obra tem aí uma grande chance de se tornar o novo “Matrix“, no sentido de render assunto para uma trilogia e de quebra fazer os jovens olharem para si mesmos sem precisar ser chato para isso.

Com ação, efeitos especiais e Leonardo Di Caprio sendo o tiozão da galera, “The Inception”, em português “A Origem”, conta a história de uma trupe especializada em roubar ideias e segredos das pessoas enquanto dormem.


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Um belo dia, o grupo recebe a proposta que significaria a redenção para Cobb (Di Caprio), que finalmente poderia voltar ao seu país natal, Estados Unidos, e se livraria da acusação de ter matado sua mulher, Mal (Marion Cottilard). A proposta não é nada fácil: ao invés de surrupiar um segredo, o grupo tem a difícil tarefa de inserir uma ideia forte e construída na mente de um herdeiro, para que ele tome uma decisão diferente de seu falecido pai nos negócios.

Os diálogos rápidos conduzem a trama e vamos entendendo esse mundo ilimitado da mente através de uma novata que integra o grupo,  Ariadne (Ellen Page). A jovem estudante de arquitetura é responsável pelo design do sonho e é a única corajosa o suficiente para questionar o inconsciente dos outros ladrões, que também surgem sem avisar durante os assaltos de ideias, trazendo suas culpas, seus desejos e medos.

Como a história corre sem explicações detalhadas ou explícitas, todos nós saímos do cinema com vontade de quero mais. O filme tem um poder imenso de mexer com quem já teve um sonho tão real que se confundiu (eu!) e mostra como até pessoas comuns podem conduzir e entender processos terapêuticos eficazes, uma vez que a turma de Cobb precisa lidar com a relação ‘pai e filho’ na cabeça de um estranho, sugestionando-o e induzindo-o a pensar diferente.


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Durante os mergulhos nos inconscientes, temos a clara noção de que “roubar ideias” é algo que já foi alardeado no universo do filme, a ponto de pessoas poderosas armarem seus inconscientes contra este tipo de ataque. Logo, além do ponto de interrogação deixado pelo final com cara de enigmático, ficamos com uma bela vontade de ver na telona a origem dos furtos de sonhos.

O fim já está aí, só espero que agora lancem o início e o meio. Dá pano pra manga, e Leonardo Di Caprio se tornou um belo atorzão. Vale o ingresso!

Qual é a melhor atuação da década? Hollywoodianos respondem.

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Neste vídeo produzido pelo New York Times, atores como George Clooney, Juliane Moore, Sandra Bullock, Jake Gyllenhaal, Morgan Freeman, Colin Firth, Tobey Maguire, Christoph Waltz e o casal “Avatar” Zoe Saldana e Sam Worthington elegem as melhores atuações de filmes lançados na última década.

Entre os eleitos,  Kate Winslet por “O Leitor”, Leonardo Di Caprio em “O Aviador”, Sean Penn em “Sobre Meninos e Lobos”, Saoirse Ronan (a garotinha de “Desejo e Reparação”) e Marion Cottilard em “Piaf – Um Hino Ao Amor”.
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(não está vendo o vídeo? clique aqui).

O que ficou faltando? Talvez uma homenagem à Heath Ledger por “Batman – O Cavaleiro das Trevas”. O mais engraçado? O fato de Sam Worthington (o_avatar) ter lembrado de Ed Murphy, especialmente sobre os filmes ao estilo “Professor Aloprado”,  que geralmente não são levados muito a sério pelo público, muito menos por Hollywood. A grande honra? Para mim, é de Marion Cottilard, eleita por ninguém menos que George Clooney, um cara que realmente sabe o que faz nessa indústria, seja à frente ou atrás das câmeras.

10 filmes que a gente vai querer ver!

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Aproveitando a semana lotada de notícias sobre o Festival de Cannes, resolvi fazer essa lista de 10 filmes que a gente vai querer ver. São lançamentos para o ano todo (e também para o ano que vem!), resumidos, assim, bem rapidinho: nome, trailer e ficha técnica, porque as imagens falam muito mais!

*dei preferência para trailers legendados quando disponíveis.


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1. Nine

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Primeiro da lista, Nine é o novo musical de Rob Marshall, mesmo diretor de Chicago. Desta vez, o diretor faz um mergulho no universo de Federico Fellini e traz o filme mais emblemático da carreira do diretor, 8½ (1963), no formato de musical. Além de ser uma oportunidade de rever o trabalho do italiano, o longa ainda traz um super elenco, pra dizer o mínimo.

Com: Daniel Day-Lewis, Sophia Loren, Nicole Kidman, Penélope Cruz, Marion Cottilard, Kate Hudson, Judi Dench e Fergie (sim, do Black Eyed Peas!).
Direção: Rob Marshall (Chicago)
Previsão de Estréia: 25/11/2009 nos Estados Unidos. Não tem data prevista no Brasil.

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2. Coco Antes de Chanel, “Coco Avant Chanel”
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O longa conta a vida de um dos maiores ícones da moda de todos os tempos. A história começa com a jovem Gabrielle Chanel no orfanato, com dez anos de idade, e segue até que a moça descubra seu talento e se torne a Coco que entrou para a história.

Com: Audrey Tatou, de O Fabuloso Destino de Amelie Poulain e Código Da Vinci, no papel título.
Direção: Anne Fontaine
Previsão de Estréia: 30/10/2009

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3. Little Ashes
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Outra biografia, que eu particularmente estou doida pra ver. Pelos atores, pela história e pelos três artistas retratados! Little Ashes coloca nas telonas a conturbada vida de Salvador Dalí em pleno período de revolução na Espanha. Para completar, poderemos observar de perto a relação entre ele e o dramaturgo Frederico Garcia Lorca, além da parceria criativa com o cineasta Luis Buñuel, famoso por O Cão Andaluz (1929). (E se você já está se perguntando, sim, é este o filme em que Robert Pattinson faz o Dalí e dá uns pegas no Lorca.)

Com: Robert Pattinson, Javier Beltrán e Matthew McNulty.
Direção:
Paul Morrison
Previsão de Estréia: 8/05/2009 nos Estados Unidos. Não tem data prevista no Brasil.

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4. Os Abraços Patidos, “Los Abrazos Rotos
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Apresentado e aplaudido esta semana no Festival de Cannes, Os Abraços Partidos conta a história conturbada entre um diretor de cinema e a atriz principal de seu filme. Numa trama cheia de flashbacks e referências a diferentes escolas de cinema, Almodóvar ainda aproveita para metaforizar a própria história política da Espanha em seu personagem principal. (E eu que sou fã de Almodóvar do começo ao fim, já sei que vou amar. Promete!)

Com: Penélope Cruz, Lluís Homar, Blanca Portillo, José Luis Gómez, Tamar Novas e Rubén Ochandiano
Direção: Pedro Almodóvar
Previsão de Estréia: 24/09/2009, no Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro.

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5. Paper Heart
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Um filme leve pra continuar. Paper Heart é o próximo filme de Michael Cera. Nesta comédia, uma jovem garota resolve fazer um documentário sobre amor, entrevistando pessoas sozinhas e casais que acreditam terem encontrado sua alma gêmea. O fato é que a menina não tem muita certeza de que encontrará a tampa da sua panela, mas adivinha o que acontece?? AWN! <3

Com: Michael Cera e Charline Yi
Direção: Nicholas Jasenovec
Previsão de Estréia: 14/08/2009 nos Estados Unidos. Não tem data prevista para o Brasil.

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E a lista continua depois do jump.

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