Procura-se um amor… Que goste de ler!

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Ainda na vibe do dia do beijo, que tal um site de encontros que funciona só a base de…. Livros?

Bom para os amantes da literatura, o Alikewise cruza as pessoas justamente por seus gostos de leitura. Não sei como funciona, nem vou me cadastrar porque já tenho meu cobertor de orelha (he!), mas parece uma boa ideia pra encontrar gente que pense bastante parecido com você, ao contrário dos sites tradicionais de relacionamento, que te deixam buscar a pessoa por forma física e até por faixa salarial (!).

Um palpite: homens que se cadastrarem aí provavelmente vão querer coisa séria – e a chance da mulherada golpista se dar bem é praticamente nula. Parece uma boa ideia, principalmente quando vemos que relacionamentos com mais diálogo são os mais duradouros…

“Preciosa” e o efeito do trailer.

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Existe a teoria de que alguns filmes tem bons trailers, mas não são exatamente bons filmes. Existem trailers que, por mais bem intencionados que sejam, contam um pouquinho do final. Outros também não contam nada, mas te deixam com a pulguinha atrás da orelha.

Pois o trailer de “Preciosa” conta é bastante coisa do filme em seus míseros minutos, de forma que ao sentar para assistir o longa-metragem mesmo você fica esperando, com uma caixa de lenços ao lado, para ver como será o andar da carruagem até que coisa 1, coisa 2 e coisa 3 aconteçam.

O trailer, sozinho, quase me fez chorar, o que também me fez adiar assistir o filme. Eu já imaginava que ia ser um puta filme, mas puxa, tô de bom humor hoje, não quero chorar, pode deixar pra amanhã? … Assisti. Não chorei. E é mesmo um puta filme.


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Gabourey Sidibe em cena de “Precious”

Enquanto o trailer faz de tudo para comover as pessoas pela situação dramática da protagonista Precious, a própria personagem no filme faz de conta que essa sua realidade simplesmente não existe, e busca uma força de vontade admirável  para ir adiante e superar tudo o que passou em sua vida.

Sem ninguém, ela tem de encarar a realidade de que o amor nunca fez nada de bom por ela, mas ainda assim amar incondicionalmente os próprios filhos e tentar lhes dar tudo aquilo que sempre sonhou para ela mesma, mas nunca teve: uma família que lhe amasse, uma educação digna, apoio dentro de casa, mais respeito e dignidade perante a sociedade.

Para suportar tudo isso, a personagem tem diversos belos momentos de escapismo, viaja na maionese sozinha para  não ouvir os gritos da mãe, ignorar as investidas do pai e até broncas na escola. E, de uma certa forma, o que torna este filme um puta filme não é o fato de terem conseguido contar uma história tão bela com pouco dinheiro ou com bons atores (o roteiro é adaptado do romance “Push”, de Saphire), mas sim escancarar na tela grande como o ser humano é capaz de ser auto-suficiente usando apenas um pouco de imaginação e tendo fé.

Se este filme te tocou pelo trailer, se te tocou pela atriz Monique ter ganhado o Oscar ou por qualquer outro motivo, assista. Se você não foi tocado, assista também: você será.

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ps: temos aqui uma mágica semelhante a de “Quem Quer Ser um Milionário?”: uma história universal que diz muito sobre cada um de nós.

Hot Hot, Squat, 201 Dinner, o “causo” HP, finanças pessoais, Benefit e flores! – Imagens da(s) Semana(s)

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Adivinha quem voltou, finalmente? Sim, o “Imagens…”. Confesso que demorei horrores, mas a preguiça me acometeu – e o esquecimento da câmera em casa também, principalmente quando andei tendo tantos problemas com pilhas recarregáveis. Se cabe aqui um conselhão, nunca compre câmeras pequenas que não tenham baterias próprias. Como eu ganhei, não posso reclamar, mas se for comprar, pense duas vezes, porque simplesmente não vale a pena!

Agora, vamos lá, rápido e rasteiro, porque é muita foto e eu tenho várias coisas pra falar de todo esse tempo! Semana que vem a tag tá de volta – e quem ler esse post até o final ganha um cookie! 8)

HOT HOT

@Hot_Hot_

Destaque para o drink gigante da casa, com um picolé Rochinha de uva mergulhado! (mais fotos no flickr)

A Hot Hot é uma balada inaugurada no final do ano passado no centro de São Paulo. Eletrônico modernete, decoração kitsch, gente elegante, sincera e clima de azaração promovido pela galera que resolveu desviar da Vila Olímpia e parar no centro mesmo. O destaque da casa, para mim, não é nem para a possibilidade de comprar seu convite antes (você compra pela internet e não pega fila!), mas sim para o fato de você carregar um cartão e ir gastando a quantia durante a noite. Ou seja, quando te dá na telha ir embora, você simplesmente vira as costas e vai. Sem fila e sem ter de aguentar dor no pé do seu salto porque o bêbado da frente esqueceu a senha do cartão.

Outro ponto mega positivo de lá é que a chapelaria é barata e são armarinhos com chave. Você dança à vonts com a chave e se quiser voltar pra retocar a maquiagem, é só ir lá, abrir, passar seu gloss de novo e voltar pra pista. Nada de encheção de saco porque não pode pedir a bolsa de volta. Finalmente uma balada que pensou no nosso bem estar e ainda tem um sistema de som sensacional. Me joguei como há muito tempo não me jogava! Recomendadíssima!

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Um arco íris na sua mão!

qua


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Sim, isso mesmo:  é só folhear o livro “Rainbow” de Masashi Kawamura que um arco íris 3D surge em suas mãos, a partir de uma escala de cores impressa em um fundo preto.

Por enquanto, o livro não é vendido na Amazon, mas dá para comprar a publicação japonesa na Heeza, loja online da França que vende cartoons e outros flipbooks legais. Não calculei o valor do frete, mas essa pequena fofura custa 11.50 €.

Enquanto não chega por aqui (e se chegar!), pelo menos dá para conferir o efeito em vídeo e ver que realmente é legal! 8)
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Via site do autor-artista (que eu vi em algum lugar, não me lembro!)

Não enfrente o shopping hoje: dicas de compras de Natal online!

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Sábado passado eu me considerei uma sobrevivente. Primeiro porque enfrentei um trânsito de 40 minutos para chegar num shopping que fica a apenas 4km da minha casa, depois porque demorei mais 40 minutos rodando e rodando atrás de uma vaga (paõdurice não permite parar no estacionamento VIP!), depois porque não derreti de calor no meio da multidão atrás de presentes pra família toda.

Então, olha, minha dica de hoje é: não vá ao shopping. Compre os últimos presentes que faltam pela internet e seja feliz! Mas como eu só acredito de olhos fechados nos prazos de entrega do Submarino, é de lá que minhas dicas serão.

Elegi, então, um top 5 de livros, CDs e DVDs para se dar neste fim de ano! 8)

(Passe o mouse em cima para saber nome do produto e preço!)


LIVROS

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CDS

XXXXXXX

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DVDS

XXXXXXXX

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Fernanda Young está irritante com essa “Playboy”

dom

Irritante de bonita e irritante falando demais.

Nunca li nada da dona Fernanda Young, tirando um texto para teatro genial, em que um casal discute porque raios a mulher ficou até tarde fora de casa com sua turma de amigas lésbicas. O diálogo é realmente ótimo e nunca vi nos palcos, mas gostaria.

Fora isso, nunca nem folheei nenhum romance, então não sei se ela é boa com parágrafos longos, mas eu já a vi ao vivo e isso não é o suficiente para dizer que ela é inteligentíssima, porém é o suficiente para afirmar que a mulher é sim bonita, divertida e tem cintura fina.

Quando os rumores de que ela sairia na “Playboy” foram confirmados, uma galera se ergueu dizendo que ela era feiosa, nada a ver, ou sei lá o que. Para mim ela é linda sim – e simplesmente diferente. E, vamos lá, de fato há mais classe e bom gosto em Fernanda Young do que em Mulher Melancia sendo capa da edição de aniversário, ou isso é que foi “legal” por parte da revista?

O que não tá colando agora é esse lance de, a cada entrevista, dona Fernanda inventar um novo motivo para posar nua. Espera aí, cadê a segurança da mulher de quase 40 que topa aparecer sem maquiagem, de biquíni e jogando baralho nas cenas extras do seu programa? Quer dizer, a “Playboy” tem o costume de deixar (ou tentar deixar) a mulher muito mais incrívelzíssima do que ela é na vida real, então porque toda essa neura?

Fernanda Young por Bob Wolfenson na “Playboy”

Veja bem, as fotos já foram tiradas, o contrato assinado e soa um pouco engraçado a Young sair por aí se justificando: “queria irritar uns três babacas”, “queria irritar minha mãe”, “queria ganhar a fantasia de coelhinha”, “queria salvar o erotismo da breguice”, “nos meus livros, eu me exponho mil vezes mais”, “espero que muita gente se masturbe” e “não devo nada a ninguém” – além de mais mil e uma outras justificativas.

Pois não deve mesmo nada a ninguém, Fernanda. Admiro você topar sair na revista, agora que tal assumir a falta de roupa e continuar sendo inteligente em todos os outros lugares e poupando a gente destes comentários?

Tá linda na capa, salvou sim a revista do mau gosto (aleluia!), e tô torcendo mesmo para que você venda mais que uma ex-BBB ropaharastyle. Só que, quer saber? Fica mais bonito se a gente (leitor, leitora, sei lá) disser isso. Não você.

E pela publicidade toda que tá rolando em função da revista, vou comprar “O Pau” pra ler quando for lançado.

Fontes: Ego e Abril