Tag: lingerie


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Uma vez me deram um livro sobre sodomia e libertação sexual. Era um best seller autobiográfico e todo poético, mas que poderia ser resumido mal e porcamente com algum verso de funk, no estilo “essa merda é minha, dou pra quem quiser”. É claro que era algo que teoricamente mudaria o meu jeito de ver o sexo e todas as questões que lhe envolvem antes, durante, depois e ao lado de quem, mas não mudou nada.

Não sei se sou super feliz assim, não sei se não tenho curiosidade alguma nas santinhas ou nas putonas, mas o livro me passou batido. Foi como se eu tivesse lido centenas de páginas de relatos pra dizer “que bom pra você, escritora”. É claro que a bela obra chegou a mim através de um homem, este que provavelmente tinha algo a dizer com isso, e bem, não conseguiu.

O fato foi que li o tal do livro unicamente porque tinha ganhado, e porque faz parte comentar o que achou do livro com quem te deu, especialmente quando o outro ser humano em questão também já o havia lido. Em meio a meia dúzia de momentos excitantes relatados, só  guardei bem um ensinamento, e não posso nem dizer que foi uma frase, foi uma lição mesmo, já que perdi a citação correta e perdi também o livro – perdi, joguei fora ou esqueci de guardar bem guardado só de raiva, sabe como é?

Em meio a milhares de linhas autobiográficas sobre como ela passou de certinha ao extremo oposto, altamente sexual, a única coisa que me prendeu foi quando ela disse: “a vagina é a parte do corpo mais triste de uma mulher”, ou algo do gênero. A autora fez tal afirmação para explicar porque se depilava sempre de última hora. A razão era não correr o risco de ficar esperando um amante à toa e o “embelezamento” não ser utilizado.

Isso para mim valeu o livro. Não pela depilação de última hora, até porque de libertário isso não tem nada, mas por resumir o quanto de expectativa criamos, nós mulheres, em cima da hora H. Inclusive você aí, libertária.

Ficamos esperando, nos preparamos, programamos aàs vezes,  compramos a lingerie certa para a data certa, passamos perfumes, arranjamos velas modernas que prometem ter cheiro disso e cor daquilo e morremos um pouco (muito) por dentro quando largamos tudo isso em casa. E aí você olha para você mesma e diz: relaxa (!!).

Revistas, programas de tv e meia dúzia de livros nos doutrinam sobre quantas vezes temos de gozar e como fazer o strip tease perfeito, mas inteligentes que somos, não damos ouvidos e não nos deixamos mais levar. Na tentativa de equilibrar a balança, colocamos um pouco de ousadia em pequenas coisas. A revista é só um guia – e se 10% forem alcançados, well done, girl.

O interessante é que nenhum destes meios, nem sua amiga comedora, se ocupa de dar uma dica resumida do que fazer quando tudo der errado. Levar com bom humor? Nem sempre é possível. Quando for, pode crer que o faremos, especialmente quando a culpa é do outro, quando o probleminha é do outro. Acontece, e se nunca aconteceu, vai acontecer.

Agora como lidar feliz com aquela lingerie caríssima que saiu do armário uma única vez? Ou como reagir bem com aquela peça que nem chegou a sair do quarto, pois na hora de provar você simplesmente achou que não estava tão bem assim e deixou para lá? E o que dizer, então, dos brinquedinhos de sex shop para serem usados a dois que você tomou coragem de comprar, mas jamais saíram da gaveta? Será que toda a tensão de receber o pacote marrom da loja online foi em vão?

Bom. E aquele presente que você se deu? O vibrador com passagem garantida ao sétimo céu, recomendado em “Sex And The City” e confirmado por aquela mesma sua amiga? O danado está tão bem guardado, mas tão bem guardado, que ninguém consegue achar, muito menos você, que dirá quando quer.

Expectativas geralmente estão aí para te foder. Elas servem para isso e te fodem bem do jeito que você não quer. Explico: se o fato superar o que você tinha em mente, será como se tivesse sido o mínimo. Se coincidir, você não terá surpresa alguma. E se ficar abaixo? Se ficar abaixo grande coisa, foi sempre assim.

Bem lá no fundo, quase no colo do útero, a vagina é só uma metáfora quente para as picuinhas broxantes de nossas cabeças. Sexo é bom, é ótimo!, e com ele, elas vão e vem, somem e nascem, mais rápido ou mais devagar, relaxa que passa!, mas só nós sabemos o quanto essa pequena se fecha um pouco mais quando um ponto de interrogação faz pouso em nossas cabeças.

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ps: não citei nem o  lado do homem na questão, acho que não precisa. Em todo caso, se algum representante da ala masculina quiser opinar, será interessante.

Postado por Fê Loverox

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branquinho básico.

Final de semana passado mergulhei numa busca quase espiritual por um sutiã branco. Sim, um básico e sem graça sutiã branco, porque simplesmente não dá pra ficar sem, por melhores e mais duráveis que sejam os pretos, os chocolates e os beges da vida (que não, não são nada sensuais, mas são excelentes para o dia-a-dia).

Em minha jornada passei por simplesmente três lojas diferentes até encontrar um querido e cândido pra chamar de meu. Foi um processo complicado. Apesar da lindinha Loungerie, nova grife/rede de lingerie, trazer um conceito de loja de roupa de baixo totalmente inédita no Brasil, acho que os estilistas de lá acreditam piamente que toda brasileira tem peitão – ou já se siliconou.

Na loja inteira, inúmeros modelinhos de renda sem um pingo de sustentação, ou então sutiãs incríveis (e baratos!), com bojo simples, sem uma espuminha, um araminho, nada. Tá, também são ótimos para o dia-a-dia e eu mesma comprei alguns de lá antes, mas cadê aquele UP que, até onde me consta, as brasileiras, sim, precisam? Hein?!

Fui na Micena, outra rede de lojas de lingerie, daquelas mais tradicionaizonas. Pedi por sutiã branco com “moral” e ela me traz um mísero filho único da Liz. Porra, meu! Valisére me decepcionou, até porque o único modelo mais clarinho da loja (um bege claro, quase branco), já tenho na minha gaveta.

Antes de recusar um outro modelo rosa bebê, a vendedora ainda me pergunta: “tem certeza que não quer ver um chocolate ou essa nova cor lilás discreta lançada pela…?” “Tenho!”. O que raios aconteceu com o bom e velho sutiã branco com a sustentaçãozinha de *ego* wonderbra? Cadê?!

Fui parar na Hope desesperada. Entrei no recinto olhando pros malditos peitos de Gisele no anúncio, ela que provavelmente não deve pensar em levantamento de bolas de tênis ao comprar um maldito sutiã. Pedi uma peça BRANCA para a vendedora já sem a menor esperança, já que não havia um mísero sutiã branco exposto. Nenhunzinho. Preconceito!

Dali uns cinco minutos ela me volta com duas (digo, duas!) opções apenas. Escolho, provo, apaixono-me por um. Compro e fim do sufoco.

Agora, me contem porque, me digam qual motivo, razão ou circunstância fez os queridos desenhistas de roupa íntima abandonarem o santo básico em prol do boring nude? Me respondam onde foi parar a democracia da cor básica, do up pra quem quer e da alça normal para quem precisa???

Afinal, não é todo dia que queremos uma tela florescente embaixo da camiseta.

Postado por Fê Loverox

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pequenos notáveis.

Em nome do conforto, a moda evoluiu em busca das mais diversas soluções. Hoje, ao invés de usar um moletom com punho no tornozelo, temos uma infinidade de calças soltinhas, leggings dos mais diversos tecidos, linhas completas de home wear com tecidos que não criam bolinhas e também o moletom com punho pra quem gosta.

Em nome do conforto, alguém decretou que era legal usar havaianas com jeans na cidade e assim os shoppings finos tiveram de voltar atrás na decisão de proibir freqüentadores de chinelos. Vide Shopping Iguatemi.

À procura de um substituto para os saltos que corroem os pés da mulher moderna e desaceleram seu ritmo pelas calçadas esburacadas das metrópoles em desenvolvimento (uh!), fez-se voltar a moda da sapatilha, repaginada e com 500 opções de cores e materiais.

Para não encher nosso corpinho com coceiras ao longo do dia, marcas de roupa íntimas desenvolveram coleções totalmente sem costura para homens e mulheres. Sutiãs até sem fecho com cara de top e sustentação de wonderbra vieram para nossos armários.

Dai que toda moda vai e volta e enquanto alguns vêem só a “tendência”,  gosto de ver a praticidade. O mocassim, por exemplo.

Odiado por muitos, os mocassins ficaram famosos em função do seu aspecto de “sapato do meu tio de segundo grau”, com solados cheios de pininhos  e cordinha no peito do pé.

Goste ou não, eles voltaram e saíram do ostracismo. Estão nas lojas também em ene cores, tamanhos e materiais -  e desde que Katie Holmes usou o seu graciosamente com o tal boyfriend jeans, resolvi que queria um.

Meu pai usava (usa) mocassim e por isso eu sempre achei um puta sapatinho estranho, mas ok, quer dizer, meu pai já estava errado da cintura pra cima, porque sempre usava (usou) pochete.

As primeiras versões de mocassim que vi não eram muito convidativas, só pareciam um sapato masculino mais afinado. É claro que a origem dele é mesmo do guarda-roupa dos meninos, mas versões caem muito bem, obrigada.

Um belo dia, vi um modelo numa loja e me apaixonei. Quando pus no pé, senti o espaço do sapato ser preenchido de uma forma tão macia e fofinha que dei razão para meu pai. Minha mãe duvidou e muito que eu fosse usar – e eu também – mas paguei pra ver.

Hoje sou uma feliz usuária de um mocassim macio e lindo, sim! Porque se for pra falar mal de moda 90′s voltando, prefiro meter o dedo nessas babuches de salto ou nas ombreiras até as orelhas.

Sim, eu uso mocassim. E você que usa crocs?

Postado por Fê Loverox

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Este post é um publieditorial – e serviu para explorar minhas habilidades de escrita de contos eróticos. Ou não.

Às dez da noite se encontraram. Ele de camisa, com alguns botões abertos. Ela de vestido tomara que caia e o cabelo preso no alto da cabeça com fiozinhos soltos, estrategicamente planejados. Não era como saíam costumeiramente, mas a noite seria especial, ou assim ela tinha planejado.

Vestiu um conjunto novo de lingerie comprado especialmente para a ocasião, perfumou o corpo e pediu pra depiladora fazer direitinho. Tomou um banho de espuma, relaxou e se trocou ao som de Marvin Gaye. Depois de maquiar os olhos, finalizou a produção com um batom vermelho que não duraria ali muito tempo… Mas deixaria suas marcas.

No horário combinado, ele buzinou. Ela abriu a porta e viu sua cara de deslumbramento. Aquela expressão emblemática que os homens fazem quando sabem que ganharam um presente – e que só eles poderão desembrulhá-lo. De preferência, bem devagar. Ou não.

Ao abraçá-la, os dedos dele marcaram sua pele e as bocas reagiram borrando o batom antes do tempo. Ao entrarem no carro, resolveram dispensar o jantar. Ela achou que era uma pena, estavam os dois tão bonitos… Mas uma pena válida. Já não podiam esperar.

No motel, ele fez questão de escolher a melhor suíte. Era um playground, não um quarto. É claro que não usariam nem metade daquilo, mas é claro que ela se impressionou. Subiram as escadas para o quarto e as roupas ficaram pela porta. Por um minuto, ela achou que todo seu trabalho seria disperdiçado, mas não: ele a carregou com a lingerie especial até a cama e aproveitou a vista enquanto conseguiu suportar.

Sussurros e gemidos encheram o quarto enquanto a última peça de roupa dele caiu no chão.

No escuro, uma insistência.  Uma insistência tórrida. Uma insistência grande. Uma insistência bem insistente. Uma insistência muito mais que chata. Uma insistência que não se insiste!

- Cadê a camisinha?
- …

Silêncio constrangedor. A insistência vira persistência e a lingerie no chão vira lingerie no corpo.


Certo. Esta acabou de ser a narração de uma típica noite que tinha tudo para ser inesquecível. Se você não fosse tão cabeçudo, certamente teria  uma camisinha no bolso. Ou duas. Ou três.  Ou seria menos cabeçudo ainda e não insistiria diante de tanta burrice. Afinal, mais clichê que ouvir Marvin Gaye se preparando para a “noite”, só um engraçadinho tentando dar olé nessa questão tão importante.

Nunca é demais falar que camisinha não previne apenas contra gravidez, mas contra mil e uma DST’s, desde Aids até gonorréia e, sei lá, clamídia (?). Não me pergunte sintomas de cada uma delas e espero também que você nunca tenha de perguntar ao seu médico. Portanto, nada de ficar de olhinhos brilhando quando a garota disser que toma anticoncepcional: camisinha é necessário, sim.

Para convencer os últimos cabeçudos deste país tão cheio de pré-conceitos à la “chupar bala com papel”, a Prudence está sorteando kits incríveis para quem contar a melhor história de noitada lá no site. Mas, se você é inteligente e não precisa ser convencido, sem problemas:  no final do mês, os donos das noites mais tórridas  vão ganhar um ipod nano de 8GB!

Precisa de mais um incentivo para bancar o cronista pornô por lá? Eu dou (um incentivo): hoje, dia  22 de setembro e Dia do Amante, serão premiados nada menos que treze danadinhos! Tá fácil, hein? Não me decepcionem! 8)

E aprendam, principalmente os meninos: nada de estragar noites memoráveis com cabeçudices! E tenho dito.

Postado por Fê Loverox

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Fiz um comentário sobre minha memória podre no post das “imagens…” e rapidinho me lembrei dos maiores absurdos de esquecimento que já cometi.

Dizem que você começa a esquecer das coisas quando tem coisas demais para lembrar. É tipo um acúmulo: se você não tem nada para lembrar, não tem nada para esquecer. Agora imagine quando são tantas coisas importantes para lembrar que você começa a se esquecer das coisas…. Hm… Básicas?

agora eu entendo o drama da Dóri.

Sim, é justamente isso que está acontecendo comigo neste exato momento. Justo eu, que sempre fui super “ligadinha”. Estou achando engraçado, pra não dizer dramático. E claro que não poderia deixar de registrar um pouco da minha tragicomédia recente de perda de memória aqui.

O curioso é que o impacto de esquecer as coisas bestas é tão grande que é impossível esquecer que eu  as esqueci depois do estrago que provocam. Entenderam? Ah, esquece. Pode rir da minha cara com o best of de coisas que já esqueci.
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1. Já esqueci de colocar o sutiã pra sair (e reparei no meio da manhã que tinha alguma coisa solta dentro da blusa quentinha – era inverno, ainda bem);

2. Já fui para um primeiro encontro e esqueci de passar desodorante (e tomara que ele não tenha percebido);

3. Já saí naqueles dias e, enfim, adivinha só o que eu esqueci…? (nestas horas agradeço por ser prevenida – e por não ter esquecido a necessaire!);

4. Já esqueci chave de casa dentro da geladeira;

5. Já esqueci de comprar comida pro cachorro (quando eu tive cachorro) em plena véspera de natal.  O sortudo foi alimentado com pernil;

6. Já esqueci 8947283947 vezes de levar biquíni pra praia e provavelmente mais da metade dos meus biquinis foi comprada em situações como essa. E não, não era desculpa para comprá-los, ou você acha que eu sempre estava afim de torrar dinheiro com duas peças de roupa que eu só uso vez ou nunca?!;

7. Já esqueci de um encontro. E só me toquei quando a pessoa ligou, da fila do cinema;

8. Já esqueci que uma festa era na sexta. E liguei para as amigas para perguntar com que roupa íam em pleno sábado. Ouvi o seguinte: “não acredito, Fê! Por isso que você não foi?”;

9. Esqueci toda minha documentação do DRT de atriz numa feira. Sim, numa feira. De frutas e peixe. Com feirantes gritando. Ao sair da escola de teatro, atravessei a feira que acontece na rua, paramos para comprar cerejas (adoro!) e adivinha? O envelope ficou e por sorte não foi molhado por água de peixe;

10. E, por fim, as pequenas coisas: num espaço curto de quinze dias eu consegui esquecer um trabalho,  deixar em casa a minha necessaire duas vezes e ainda largar minha máquina fotográfica e meu celular com amigos. Despreendimento? Não. Desencanada? Nunca. Só falta de magnésio – se é que é isso que faz bem pra memória. É isso? Alguém lembra? …

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Só para constar: o que eu não esqueço mesmo são textos no teatro. E datas, mesmo as mais esdrúxulas.  Pode me chamar de louca, mas até hoje eu confundo o dia do aniversário do meu pai com o do meu padrinho, mas lembro de cada data de aniversário/primeiro beijo/blablabla com ex-namorados. Memória mal alocada? Também acho.

Se eu fosse um pen drive, eu só teria 1GB. Certeza.

Postado por Fê Loverox

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Antes de tudo: obrigada a TODAS as manifestações, gente! Eu sabia que vocês eram super legais, só queria ter certeza! 8)
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Agora sim: como faz tempo que não posto um meme, vou responder este aqui que a Any me indicou já faz um tempo (também)! Quem estiver afim de fazer, já sabe: posta e avisa nos comentários.

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MANIA: morder a boca compulsivamente – não de um jeito sexy, mas sim de um jeito detonador. Quem me conhece sabe que freqüentemente fico com o lábio machucado.

PECADO CAPITAL: preguiça, vaidade e luxúria – nesta ordem.

MELHOR CHEIRO DO MUNDO: loção pós-barba, dama da noite, Burberry: The Beat (meu novo perfume pra vida) e Baby Doll, de YSL (meu ex-perfume pra vida).

… e o meu loft teria uma(s) parede(s) assim.

SE DINHEIRO NÃO FOSSE PROBLEMA, EU: compraria um loft e decoraria a minha maneira. Sou louca por lofts!  Depois, eu mudaria todo o meu guarda-roupa a cada estação e colecionaria lingeries, provavelmente.

CASOS DE INFÂNCIA: eu tinha um Sansão da Mônica e batia nos meninos com ele. hehe

HABILIDADES COMO DONA DE CASA: Cozinhar e qualquer tipo de coisa relacionada a instalação. Sim, instalar computador, televisão, home theatre, antena da tv a cabo, ligar tudo e fazer funcionar. That’s me. E acho o máximo quando vêm os técnicos em casa e eles conversam de igual para igual comigo enquanto faço tradução simultânea pra minha mãe. 8)

O QUE NÃO GOSTA DE FAZER EM CASA: Lavar a louça. (ou seja: eu até cozinho, desde que alguém lave.)

DESABILIDADES COMO DONA DE CASA: Acho que não sei passar direito roupas complexas, fazer  “vincos” em roupas sociais e tal.

FRASE: “Ame a arte em você e não você na arte” (K. Stanislavski, pai do teatro moderno)

PASSEIO PARA ALMA: água de côco numa praia vazia, com solzinho ameno e uma leve brisa.

PASSEIO PARA O CORPO: caminhar no parque (vazio também, por favor!).

O QUE ME IRRITA: aquele padrão gente lerda + filas.

FRASE OU PALAVRA QUE FALA MUITO: “enfim”, “genial”, “surreal”.

PALAVRÃO MAIS USADO: porra!

DESCE DO SALTO E SOBE O MORRO QUANDO: tenho certeza que estou certa.

PERFUME QUE USA NO MOMENTO: Burrbery: The Beat

ELOGIO FAVORITO: prefiro elogios ao que eu faço do que ao que as pessoas podem ver. Prefiro um “você trabalhou muito bem naquela peça” a um “mas como você ficou linda naquela peça”, por exemplo.

TALENTO OCULTO: minhas composições musicais. Apesar de não ser mais meu foco principal, bastante gente sabe que eu canto/toco, mas quase ninguém ouve coisas de minha autoria – ou lê.

NÃO IMPORTA QUE SEJA MODA, NÃO USARIA NEM NO MEU ENTERRO: camisa com ombreira gigante e babucha. Não dá. Podem até tentar empurrar isso pra gente, mas não rola.

QUERIA TER NASCIDO SABENDO: matemática, física e química. Teria tornado minha vida escolar mais tranqs, já que meu forte sempre foram as “humanas”, mesmo manjando de cabos, codecs de vídeo y otras cositas más hoje.

EU SOU EXTREMAMENTE: teimosa, ansiosa e indecisa. Traduzindo? Antes de tomar uma decisão, eu vou pensar muito, não vou manter a calma enquanto decido e, portanto, vou me cutucar bastante. Meu lábio deve sofrer durante este processo, também. Sei que vou levar uns longos dias pra escolher o que fazer, mas quando decidir, não volto mais atrás.

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Postado por Fê Loverox

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Sobre

Fernanda Pineda Vicente
@loverox, 21 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Cinema, música, teatro e gatos. Colaboradora do Luv luv luv e internetando por aí. Mais?

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