Casamento 2.0

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Casamos! Tá, essa não engana mais ninguém, mas agora dá para você simular seu casamento com um twiteiro (a) ou facebookeiro (a) e passar adiante. No novo site do Motorola I1 da Nextel, você loga com o twitter ou facebook e escolhe com quem quer juntar os trapinhos.

Veja só, é a chance de nós mortais casarmos com Ashton Kutcher, Reynaldo Gianecchini, Justin Timberlake, Leonardo Di Caprio… E quem fizer sua cerimônia pode até sair com a Lia pra fofocar. Veja como no blog dela!

Este post é um publieditorial.

“A Origem”: o início, o fim e o meio

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Acho que a última estreia do ano a cair na boca do povo e por a galera pra pensar foi “Bastardos Inglórios”, do mestre em fazer filmes recheados e agradar cults e pops, Tarantino. Agora, o título que ouço em todas as mesas na hora do almoço, o campeão das discussões de gente que talvez só adore cinema blockbuster, é “A Origem”.

Do mesmo diretor do último “Batman…”, Chris Nolan, o longa também roteirizado por ele bebe da fonte do mistério do universo onírico, tema de tantos filmes e, aliás, de tantos clássicos.

A pergunta clichê de música sertaneja “será que foi sonho ou verdade?” vem à tona de forma pesada durante os 148 minutos de filme e por essa razão, ao meu ver, a obra tem aí uma grande chance de se tornar o novo “Matrix“, no sentido de render assunto para uma trilogia e de quebra fazer os jovens olharem para si mesmos sem precisar ser chato para isso.

Com ação, efeitos especiais e Leonardo Di Caprio sendo o tiozão da galera, “The Inception”, em português “A Origem”, conta a história de uma trupe especializada em roubar ideias e segredos das pessoas enquanto dormem.


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Um belo dia, o grupo recebe a proposta que significaria a redenção para Cobb (Di Caprio), que finalmente poderia voltar ao seu país natal, Estados Unidos, e se livraria da acusação de ter matado sua mulher, Mal (Marion Cottilard). A proposta não é nada fácil: ao invés de surrupiar um segredo, o grupo tem a difícil tarefa de inserir uma ideia forte e construída na mente de um herdeiro, para que ele tome uma decisão diferente de seu falecido pai nos negócios.

Os diálogos rápidos conduzem a trama e vamos entendendo esse mundo ilimitado da mente através de uma novata que integra o grupo,  Ariadne (Ellen Page). A jovem estudante de arquitetura é responsável pelo design do sonho e é a única corajosa o suficiente para questionar o inconsciente dos outros ladrões, que também surgem sem avisar durante os assaltos de ideias, trazendo suas culpas, seus desejos e medos.

Como a história corre sem explicações detalhadas ou explícitas, todos nós saímos do cinema com vontade de quero mais. O filme tem um poder imenso de mexer com quem já teve um sonho tão real que se confundiu (eu!) e mostra como até pessoas comuns podem conduzir e entender processos terapêuticos eficazes, uma vez que a turma de Cobb precisa lidar com a relação ‘pai e filho’ na cabeça de um estranho, sugestionando-o e induzindo-o a pensar diferente.


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Durante os mergulhos nos inconscientes, temos a clara noção de que “roubar ideias” é algo que já foi alardeado no universo do filme, a ponto de pessoas poderosas armarem seus inconscientes contra este tipo de ataque. Logo, além do ponto de interrogação deixado pelo final com cara de enigmático, ficamos com uma bela vontade de ver na telona a origem dos furtos de sonhos.

O fim já está aí, só espero que agora lancem o início e o meio. Dá pano pra manga, e Leonardo Di Caprio se tornou um belo atorzão. Vale o ingresso!

Qual é a melhor atuação da década? Hollywoodianos respondem.

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Neste vídeo produzido pelo New York Times, atores como George Clooney, Juliane Moore, Sandra Bullock, Jake Gyllenhaal, Morgan Freeman, Colin Firth, Tobey Maguire, Christoph Waltz e o casal “Avatar” Zoe Saldana e Sam Worthington elegem as melhores atuações de filmes lançados na última década.

Entre os eleitos,  Kate Winslet por “O Leitor”, Leonardo Di Caprio em “O Aviador”, Sean Penn em “Sobre Meninos e Lobos”, Saoirse Ronan (a garotinha de “Desejo e Reparação”) e Marion Cottilard em “Piaf – Um Hino Ao Amor”.
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(não está vendo o vídeo? clique aqui).

O que ficou faltando? Talvez uma homenagem à Heath Ledger por “Batman – O Cavaleiro das Trevas”. O mais engraçado? O fato de Sam Worthington (o_avatar) ter lembrado de Ed Murphy, especialmente sobre os filmes ao estilo “Professor Aloprado”,  que geralmente não são levados muito a sério pelo público, muito menos por Hollywood. A grande honra? Para mim, é de Marion Cottilard, eleita por ninguém menos que George Clooney, um cara que realmente sabe o que faz nessa indústria, seja à frente ou atrás das câmeras.