“Do What You Want”: a música nova da Lady Gaga é ótima

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Nesta segunda-feira, Lady Gaga divulgou mais uma faixa de seu álbum “ARTPOP”, com lançamento previsto para 11 de novembro. A música da vez é “Do What You Want”, em parceria com R. Kelly, que trouxe uma levada black bem gostosa para o som dançante de Gaga.

“Applause” demorou pra agradar, mas essa é de consumo fácil e seguro: é dar o play e gostar. Se imaginar no verão dançando. Se imaginar como essa mulher poderosa que vai pra pegação sem preocupação. É a canção dos friends with benefits, Gaga? Gostamos!
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Depois de colocar o áudio na roda, Gaga ainda foi no Twitter rebater críticas que recebeu ao longo da carreira e mandou uma provocaçãozinha especial para Katy Perry, que acabou ganhando na guerra “Roar” x “Applause”… Precisava mesmo?

 

O VMA 2013 em gifs lindos

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Justin Timberlake: ownando

Eu passei a amar mais a internet quando GIFs maravilhosos começaram a ser feitos quase que ao mesmo tempo que assistimos grandes eventos ao vivo. Lembra da Jennifer Lawrence caindo no Oscar? 5 minutos depois já tinha um GIF eternizando o momento.

Como não podia deixar de ser, o VMA brilhou com suas estrelas ofuscantes (Justin Timberlake), estrelas corretas (Katy Perry), estrelas aparecidas (Lady Gaga) e estrelas que ressecaram a garganta de tanto mostrar a língua (Miley Cyrus). Daê vamos para os GIFs que explicam melhor essa história! <3

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O início: cara de susto & coisa e tal. Será que ela já previa o showzinho da Miley?

Lady Gaga que trocou de roupa 30 vezes e acabou ficando de biquíni até o fim do prêmio. #projetos

Miley Cyrus e as coisas do clipe que ficavam melhor no clipe. Amo a música, mas concordo com a opinião facial de RiRi

Miley Cyrus realizando o sonho da galera que tem ovário e não tem coragem

Família Smith reagindo – dik: não foi à apresentação de Justin Timberlake

Taylor Swift: não cantou, mas encantou com momentos bem selecionados pelos câmeras

Justin Timberlake encerrando o VMA mais cedo com seu pocket show recheado de hits

Os 110 segundos mais aguardados da história do VMA

Lady Gaga e cia. voltando aos 15 anos de idade

E até a bundinha resolveu aparecer. #projetobundadaGaga

E Katy Perry encerrou com a apresentação de “Roar”, com as luzes do Brooklyn de fundo; pena que depois de Justin não teve para mais ninguém!

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“Roar”: Katy Perry canta música nova pelo whatsapp

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Tá todo mundo supostamente vazando essa semana: Katy Perry, daí Lady Gaga, daí a nova música do namorado da Katy Perry (que tem a Katy Perry)… Enfim, né? Acredita em *vazamento quem quer*. Eu que não acredito em duendes, apenas acho ótimo um pouquinho de disputa no mundo pop. Sempre bom ver estrelas admitindo que não estão com o jogo ganho e que precisam sim, sempre, vender o peixe.

A capa gateira do single “Roar”

Depois de ver sua música surgir no domingão, Katy supostamente ~correu~ para por no ar um dos lyric videos mais fofos dos últimos tempos. Para “Roar”, a cantora preparou um clipezinho em que ela e os amigos cantam a letra todinha de sua música no Whatsapp, usando os desenhinhos já famosos do Emoji, app de emoticons que também não existe quem não use.

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Achei uma graça e super atual, ao contrário dos vídeos cheios de letras pulando na tela que a gente vê por aí. Eu que sou do vídeo só consigo pensar num trabalho de conclusão de cursinho de After Effects quando vejo algo assim. rs Talvez com tantos “vazamentos”, um pouco de capricho seja um tanto quanto necessário.

A propósito, gostei também de “Applause” da Lady Gaga. Vou cantar e dançar muito ao som dessa música, mas achei a música menos impactante que a nudez da cantora semana passada. Como ela não fez vídeo lindão para a letra da música (Katia 1 x Gaga 0), deixo o áudio para quem não ouviu.

Lady Gaga e os Rolling Stones

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Quando publiquei aqui minha opinião sobre o show de Lady Gaga em São Paulo e brinquei de dar alguns “conselhos” para a cantora, muita gente  criticou ou talvez realmente não tenha entendido o sentido da coisa.

Na ocasião, falei que Lady Gaga era uma das únicas cantoras pop da atualidade capaz de fazer música de verdade sem tanta parafernália e maluquice pop. Para bom entendedor meia palavra basta, mas para quem duvidava do caso, esse vídeo explica tudo.

Gaga quebra tudo like a rockstar ao lado dos Rolling Stones (!). E o fato de ser minha música favorita da banda só melhora. Simplesmente ótimo:

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Lady Gaga, você arrasou em São Paulo! Mas por favor tire a máscara e bote a banda no palco!

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Gaga e a moto-piano em que ela entoou “Hair” e “You and I”; a foto é de um show em Bangkok

Lady Gaga demorou, mas veio ao Brasil. O show foi divulgado em cima da hora, muita gente não pôde ir por já ter quebrado o porquinho para a Madonna e as liquidações de ingressos começaram, assim como as piadas. Eu, que comprei meu ingresso humilde lá no começo, fiquei chateada e revoltada com a situação de ver que poderia ter comprado um ingresso melhor gastando a mesma quantia, mas bola pra frente. Os organizadores pelo menos conseguiram levar o povo pro estádio: 50 mil pessoas ouviram os hits da turnê “The Born This Way Ball”.

Cheguei horas antes no dia do show e vi o esquenta de Lady Starlight e The Darkness, que aliás botaram o povo na pilha certa pra chegada de Gaga. O atraso da cantora foi mínimo, quase que só uma “esperadinha” pra ver se a chuva que caía no Morumbi dava uma trégua, e deu.

Foram quase três horas de apresentação e Lady Gaga entregou o que muita popstar ficou devendo aqui no Brasil: um show longo, apaixonado – ou muito em ensaiado – e uma voz fiel ao álbum, que de fato alcança as notas ao vivo. Faltou, no entanto, aquele momento do “choro” coletivo que senti nas apresentações que vi de Madonna e Katy Perry, por exemplo.

Essa hora de proximidade ficou para o momento em que os fãs subiram ao palco e deram presentinhos para a cantora, mas não senti que a emoção abraçou todo o estádio. Eu, pelo menos, me senti invadindo um momento íntimo demais para o meu gosto – isso porque talvez eu já tenha ouvido muitas vezes o “discurso monster” de outras formas e por outras vozes e ele não tenha nenhum significado específico para mim.

Apesar deste porém, Gaga tem sim um diferencial em relação a outras concorrentes da atualidade: ela realmente não precisa da parafernalha do espetáculo para funcionar. E digo mais: ela deveria dispensar mesmo esses adereços de vez em quando (se dispensasse também um pouco do discurso, seria adorável, mas entendo que vem daí a paixão e a obsessão dos fãs).

Gaga adora o figurino de carne, a maquiagem de monstrenga e os saltos maluquetes, mas dá para ver claramente que ela não é tão boa no quesito dança ao vivo, por exemplo. Então para que tanta coreografia? Ela pode se dar ao luxo de entregar a tarefa para os dançarinos e dançar vez ou outra, se for o caso. Sua voz sozinha já domina o palco e dá conta do espetáculo, portanto seria melhor ouví-la menos ofegante.

Prova disso é a apresentação de “You and I”, o melhor momento do show, quando a banda sai dos confins do cenário e toma frente junto com a cantora e seu vozeirão. Depois deste, os melhores momentos certamente foram “Americano” (o arranjo ao vivo é pesadão e bem mais interessante que no disco), “Judas”, “Alejandro”, “Telephone” e “Electric Chapel” (outra que também fica excelente ao vivo com as guitarras a todo volume).

Por outro lado, achei que “Born This Way” foi desperdiçadíssima logo no começo. O hit que dá nome a turnê veio depois de duas canções sem muito push, “Highway Unicorn” e “Government Hooker”, e pegou as pessoas um pouco de surpresa.

Ao fim da noite, percebi que gostei muito. Lady Gaga fez um belíssimo show. Só gostaria de pedir para a cantora deixar as máscaras em casa da próxima vez: estas 50 mil pessoas saíram de casa no domingo para ver o rosto da Mother Monster em carne e osso.

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ps: aproveitando o ensejo, dá uma olhada nessa demo de uma música nova da Lady Gaga. Dá sim pra fazer coisa boa sem esses vícios de pop comercial.


Os 5 melhores gifs do Grammy 2012

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Vou te falar que esse Grammy rendeu isso: bons gifs (e pesadelos com Nicki Minaj). Primeiro, Lady Gaga mostrando pra Katy que também tava lá. Depois, Lady Gaga mostrando que continuava lá. Daí, Lady Gaga com cara de nada, porque não levou nada.

Então teve Rihanna bancando a descontraída descompromissada “eu como a hora que eu quiser” e Adele, que emagreceu do dia pra noite, arranjou namorado e pintou o cabelo, levando uma sacola de prêmios pra casa.

Mereceu e tá melhor que todas nós, mas agora queria pedir, por favor: grave outro disco. Ninguém aguenta mais ouvir “Someone Like You” na padaria, no açougue e no táxi. Grata.

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