Consultoria para recém-formados (e uma campanha genial!)

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Certo, você acabou de passar uns bons anos da sua vida numa faculdade e, caso seja gringo, é bem provável que tenha se tornado mocinho(a) e tenha vivido no campus da universidade por todo esse tempo de imersão em apredizado. Agora, você tem de encarar o mundo além dos muros da “facul” e fazer dar certo num mercado de trabalho em crise… Só que toda a experiência profissional que você tem se resume a conhecer o primo de um amigo de  alguém meio influente.

A proposta do Graduate Carreer Coaching é ensinar os recém-formados a interagir corretamente em entrevistas e dar um tapa em seu currículo, além de promover workshops e esse blablabla empresarial super útil. Mas foram os absurdos no “curriculum vitae” de jovens que inspiraram a campanha publicitária genial do serviço americano.
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Olha só (e clica pra ler direitinho):
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Em 2009, eu quero…

sáb

Eu disse no post passado que voltaria contando minhas resoluções de ano novo, lista que eu já faço religiosamente há pelo menos uns 5 anos. O caso é que eu refleti um pouco e mudei de idéia a respeito de “fazer” resoluções. Para 2009, resolvi resumir minha lista de “desejos e afins” para três pontos simples, mas que me exigirão um esforcinho diário para cumprí-los.

Masss… Recebi um meme da Thaís, para contar as 9 coisas que quero para 2009. Como minhas resoluções de ano novo quase nunca incluíam bens materiais, mas sim novas atitudes (tipo, “ser mais confiante e menos ansiosa”), resolvi fazer o meme falando de coisas mais terrenas e depois conto quais são meus três quesitos fundamentais para a “Fernanda 2.0 ano 2009”.

9 coisas que eu gostaria de fazer em 2009:

1. Entrar pra aula de boxe. Simples. Eu poderia listar mil atividades físicas que eu, de fato, quero fazer, mas começar pelo boxe já vai ser ótimo e muito mais realizável do que dizer “vou fazer dança de salão, musculação, body pump, yoga, capoeira, circo, chupar cana e assoviar” e cia. ltda.
2. DIRIGIR mais. O carro tá na garagem, só falta tomar mais coragem (e fazer as pazes com a ré).
3. Ler com calma o manual da minha câmera fotográfica nova (e sim, isso é um desejo para o ano, porque eu nunca abri o manual da minha Nikon que eu comprei há 4 anos e estou dando um break para a coitadinha sem nem tê-la conhecido por completo).
4. Conseguir habilitar a internet no meu querido celular – não sei porque não funciona e aparentemente os atendentes do SAC da Claro também não. Preciso ir logo numa loja resolver isso. Aliás, trata-se de um LG Secret. Alguém tem algum palpite do que pode ser?
5. Mudar de onde eu moro. Gostaria de morar sozinha, mas se não for possível, quero ao menos morar numa área um pouco mais central.
6. Testes. Muitos testes para dar o pontapé inicial definitivo na carreira de atriz, já que meu drt sai ainda este mês.
7. Trabalhar num lugar melhor do que meu último emprego, de preferência. Ou então, que chovam freelas na minha horta, por favor. Trabalhar em casa é uma benção! :whistle:
8. Usar muito melhor o meu tempo.
9. Realizar um bom TCC e (tomara!) que ele me abra portas no mercado de trabalho.

Quem quiser fazer este meme, fique a vontade e me avisa que fez, para eu poder dar uma espiadinha!

Agora vamos aos meus três desejos pessoais para tentar fazer de 2009 o melhor ano da minha vida (até agora!):

1. Ter foco.
Fazer as escolhas certas e não perder tempo com coisas e situações que não valem a pena. Afinal, se eu sei o que quero, sei para onde vou – o que é bem diferente de ir para qualquer lugar quando não se sabe o que quer.

2. Guardar.
Guardar minha vida e me guardar. É ótimo compartilhar planos e alegrias, mas é melhor ainda partilhar conquistas. Preciso aplicar ainda mais a máxima “silence is gold“.

3. Ser feliz.
A felicidade é uma escolha sua. Eu me prometo escolher ser feliz diariamente a partir de hoje e não deixar as pequenas coisas tomarem a minha energia. Tudo o que eu quero para 2009 é fazer sempre uma bela laranjada com as laranjas que a vida me der.

And that’s all folks. Espero que eu também tenha inspirado vocês. 8)

De cabeça pra baixo é mais gostoso.

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Desde que entrei na faculdade, já sabia muito bem que estava ingressando numa área difícil. Eu simplesmente sabia. Ou, por um acaso, você já viu muitos diretores jovens arrasando na Globo ou em qualquer outro canal? O fato é que eu resolvi confiar no meu taco e deixar pra lá as intrigas da oposição, pois sempre acreditei que o mais importante é fazer o que se gosta. Aliás, Rádio e TV  foi o menor dos males. Minhas segundas opções de faculdade eram artes cênicas ou música e, people, vamos combinar: geralmente só rendem o suficiente para pagar as contas (e quando rendem). Sem contar que são áreas em que você pode se profissionalizar de outras formas, que foi o que fiz para me formar atriz.

Voltando ao assunto, entrei na faculdade feliz e contente. Tudo o que eu queria era estagiar. Era toda uma sede de trabalhar logo pra fazer contatos, pra finalmente experimentar tudo na prática, pra todo o resto e mais um pouco. Antes de começarem as aulas do meu 3º semestre, já estava eu trabalhando na Capricho, o emprego dos sonhos de muitas meninas e, realmente, foi incrível trabalhar lá. Tive uma experiência com produção absurda e aprendi sobre moda de um jeito que nem uma pilha de Vogues de todos os continentes poderia me ensinar. Aí eu saí. Saí porque eu sempre quis televisão, saí porque foi a hora de ver a vida por trás das câmeras.

Playtv. Não era o sonho, né? Meu “estágio dos sonhos” quando entrei na faculdade era a boa e velha MTV, mas era uma experiência totalmente nova: roteirista. Escrevia um programa diário sobre cinema, falava sobre quadrinhos e games (é, podem pasmar, meus caros) e mandava a família ver meu nome nos créditos no final dos programas.

Eu adorava escrever sobre cinema (acho que vocês percebem, né?) e escreveria muito mais, uma pena que os roteiros eram curtos. Aliás, eu tinha o maior orgulho besta do meu trabalho, porque eu sempre sabia todas  as sinopses de filmes e datas de estréia de cabeça, além de poder pegar dvd’s de graça no acervo da TV.  Mas, tinha a parte dos games. A parte dos games dava no saco. Sério. Principalmente porque de games novos eu só manjo Guitar Hero (manjo e manjo bem, tá? Sou melhor que meu primo aborrescente que passa o dia na guitarrinha). Resumo da ópera: eu já estava considerando ir pra outro lugar. Voltar para a boa e velha produção enlouquecida, ou quem sabe produção de arte, apresentar, locutar ou mesmo continuar escrevendo,  mas em outros ares. Bem, eis que numa bela segunda-feira monótoma, quando eu matutava sobre as estréias da semana, tcharam! A emissora encerra as transmissões em São Paulo.

Apesar das relações entre empresas de telecomunicações no Brasil não serem absolutamente nada transparentes e muito menos éticas, fazer o que?, let’s keep on (não, não vou dar detalhes), o fim das transmissões foi totalmente inesperado. Em segundos começou o clima de “que cabeça vai rolar hoje?” e fomos seguindo assim até o final da semana. A minha cabeça rolou na sexta-feira. Saí de lá meio sem saber se ria (porque já queria sair do emprego) ou se chorava. Meu mundo virou de cabeça pra baixo. Afinal, tá bom… Eu queria sair, mas queria ter outra coisa na manga, é lógico! Entrei no ônibus pra casa me sentindo uma inútil. Lembrei-me dos comentários ridiculamente infelizes dos meus “colegas” do ensino médio: “vai fazer Rádio e tv? Vai passar fome!” ou “Putz, isso não ajuda ninguém” ou “Que coisa mais INÚTIL!”.

Bem, o inútil realmente não me afetava, porque mal sabem eles o quanto o maldito “Corujão” ajuda quem passa as noites sozinho, ou quanto a porcaria do “Zorra Total” alegra o sábado à noite de quem está numa cama de hospital. Quanto à importância, eu não quero nem entrar em detalhes: sempre me pareceu muito óbvio e ululante que eles estavam absurdamente errados. O fato é que eu pensava “tá, se eu fizesse qualquer outro cursinho meia-boca tradicional, eu já teria outro estágio na porta amanhã”. Dissipadas as nuvens negras, pensei que seria bom, já que fazia mais de um ano e meio que eu trabalhava direto junto com a faculdade, sem férias nem intervalos.

Chego em casa naquele misto de “não chora” com “pense pelo lado positivo” e com o tédio à espreita, faço o de sempre: ligo o computador. Ligo o computador e de lá começam a brotar oportunidades. Brotar, assim… No mesmo dia. Em uma semana, fiz uma entrevista e recebi mais duas propostas extras. Seguiu-se um freelancer de dois meses, com responsabilidade alta, muito stress e mais uma área nova para eu experimentar: edição. Aprendi horrores, fiz a grana, botei no portfolio e voltei pra casa orgulhosa, sem me preocupar com o que faria profissionalmente amanhã. Em menos de uma semana, outra proposta e mais trabalho (que eu contarei aqui em breve). E tudo lindo. Tudo tão lindo a ponto de eu ter que recusar trabalho, pois já estou com o tempo devidamente ocupado.

Nessas horas eu lembro que meu horóscopo previu um ano para ganhar dinheiro e evoluir profissionalmente. E não é que a previsão bateu? Sorte ou não, o que eu quero dizer é que nem sempre as coisas são tão ruins como parecem. Tudo é tão imprevisível que o ruim de hoje torna-se excelente amanhã e só nos resta ousar e tentar ficar de peito aberto para todas as possibilidades. Não importa se é no campo profissional ou na vida amorosa, o jeito é se soltar e virar de ponta cabeça junto com a vida. Uma hora o looping acaba, você solta os cintos e curte a sensação boa das pernas bambas. :)

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Apesar do post ser um desabafo (que na época da demissão eu preferi omitir), eu escrevi tudo isso para convidá-los a conhecer a última novidade da Rexona: o novo Rexona roll-on, de cabeça para baixo! Sim, sim.

Pequeno, cheiroso, bom de carregar na bolsa e, melhor ainda, sem desperdício de líquido preso no fundinho da embalagem (isso é realmente chato!). Entrando no site, você ainda concorre a um kit da rexona se responder criativamente “Quando sua vida ficou melhor de cabeça pra baixo?”. Moleza, não? Eu já ganhei um kit da rexona e recomendo! Só para dar mais inspiração, vejam aqui o comercial da campanha:

…Porque tem coisas que ficam melhor de cabeça para baixo. Inclusive os nossos peitos. Adorei a piada, srs. publicitários! 8)

PS: Este post é um publieditorial. Mas não é que ficou bom? :)

Deixe o mundo mais pink!

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“Deixe o  mundo mais pink” é a nova campanha da Capricho para as meninas tomarem uma atitude mais positiva diante da vida, mais alegre, mais leve, muito mais pink! Junto com a campanha, a revista acaba de mudar seu design, com novas fontes, mais cores e o fim daquelas frutinhas pentelhas na capa. Aliás, as frutas apareceram a primeira vez enquanto eu ainda trabalhava por lá. Eu saí em novembro do ano passado e elas persistiram até a edição passada, bem chato! Mas, enfim, não é disso exatamente que eu vou falar, e quem quiser saber mais sobre a campanha e o novo design da revista, pode ler no blog da Lia.

O que eu vou falar mesmo… Bom, eu vou falar mesmo é sobre os vídeos incríveis das celebridades que estão no site da campanha! Eu vou ter que falar porque, tipo assim… Quem dublou as celebridades é muito foda. De boa, paguei um pau. Que voz, que interpretação, que timing! 8)

Tá, pessoas! Eu confesso! :D
Este foi o meu primeiro job como dubladora e quem entrar no site vai ver Fernanda Pineda dublando Britney Spears, Madonna, Pink, Alessandra Ambrósio e Ashley Tisdale! E, claro, ainda vai dar boas risadas com os textos hilários escritos pelo meu querido ex-chefe, Phelipe Cruz, que foi no programa da Marimoon e teve a audácia linda de dizer que Felipe Solari é amigão da família SandyJrLima. Paguei um pau.

Aliás, quando forem assistir, comecem pelo da Britney. É sensacional. Juro. E, bom, lá vocês também ouvirão Lari Menon, minha bff, dublando Paris Hilton, Avril Lavigne e Beyoncé!

Tá, chega de blablabla. Vão lá conferir nosso trabalho e depois me contem o que acharam! 8)