Italianos, mimos e mais: Imagens da Semana

sáb

Aviso: este post contem dicas de restaurantes! ;) Para ver tudo o que já contei nesta tag, clique aqui.


CHÁ

desculpinha pra tomar o chá inglês que minha mãe trouxe da Índia

Taí o motivo para o atraso do post de hoje (e para os poucos posts desta semana): estou adoentada há alguns dias e fui duas vezes no hospital em uma semana. Na primeira, diagnosticaram uma garganta super inflamanda que estaria me dando febre e mal estar, ontem descobri que na verdade é uma virose que adquiri no Carnaval.

O detalhe é: não passei o Carnaval mucho loka, mas trabalhando, o que torna a situação ainda mais mala. Disse o médico que em mais 5 dias, no máximo, fico boa. Já torrei 150 reais com remédio e perdi várias coisas bacanas, então já deu, né? Espero ficar boa logo! fueins :(

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ZENA CAFFÉ


área externa do Zena e quadro com os pratos do dia

Fim de semana passado, Rafa e eu conhecemos o Zena Caffé nos Jardins. É um cantinho super especial, com comida italiana das boas, serviço atencioso  e preço médio de R$70 por pessoa, uns R$100 se você resolver tomar um vinho (eles tem uma adega bem bacana).

focaccia de queijo stracchino

De entrada, comemos a famosa focaccia deles com o queijo stracchino, feito pelo próprio restaurante. Simplesmente absurdo de bom, como a própria foto denuncia. É super levinho e não atrapalha nada o prato que vem depois…

meu prato – e um dos nhoques mais deliciosos que já comi!

Como era domingo, pedi o prato do dia, que parecia super apetitoso: coelho à la lingúria, com nhoque da casa. Acho que foi o melhor nhoque que já comi na vida (sem brincadeira!). Quem ficou curioso com essa mistura, vá almoçar num domingo, sente nas mesinhas ao ar livre e prove. Certeza que vai amar!

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BACIO DI LATTE

quer sorvete? entra na fila!

Bem pertinho do Zena, virando a rua, fica a Bacio di Latte, sorveteria italiana que faz fila na calçada de tão boa. Se você já foi para a Itália e tem saudade do sorvete de lá, uma passadinha na Baccio é obrigatória! Se você nunca foi, mas quer se sentir viajado, tem que ir também!

tem até sorvete de chocolate com pimenta (!)

O copo de sorvete pequeno (parecido com o da Gelateria Parmalat) pode trazer até 3 sabores a sua escolha e custa R$8,00. Eu tomei o de limão e o de leite e saí de lá sorrindo. Valeu esperar 15 minutos na fila. hehe 8)

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BOTICÁRIO

“The Travel Book” + espelhão + quarteto de sombras + gloss + lápis para esfumar + batom vermelhão (tudo da nova linha Boticário Lumiére)

O pessoal da Boticário me mandou um mimo super especial na quinta, não teve como não contar aqui! Recebi alguns produtos da nova linha Boticário Lumiére, um livro com fotos de todos os países do mundo (super inspirador para quem curte viajar!) e um espelho de banheiro com duas faces, uma normal e outra que aumenta. Vou usar demais as sombras e o batom, principalmente! Eu tinha ficado super animada com o lápis também, mas ele é roxo e eu não sou muito adepta de cores muito diferentes. heheh ;)

Hannah, Bacon e uma caixa

É claro que os gatos ficaram super curiosos quando viram a caixona e foram investigar. No fim das contas, as fitas viraram brinquedo pra eles! rs

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PLUS

Aproveitando o assunto, alguém sabe porque gato gosta tanto de caixa? Todos os gatos que eu tive ficavam malucos. Olha a festa que o Bacon fez com uma caixona na sala outro dia:

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Ficou tão doido que parecia que tinha tomado café! o.O

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Vogue embarca na onda 3D

qua

3d é modinha?

O efeito 3D realmente está dominando o mundo e todas as mídias possíveis. Depois de ser considerado a salvação do cinema e virar adicional nas televisões hipermodernas, as revistas parecem também estar abraçando a “tecnologia”.

Depois da “Playboy” gringa, a brasileira deu seu primeiro passo com um pôster na edição de Cléo Pires e agora anda junto a outras revistas gringas, uma vez que o ensaio completo da paraguaia Riquelme promete pular das páginas.

Não sei muito bem o porquê, mas o universo “sexy” parece adorar mesmo a novidade, já que os chineses estão produzindo o primeiro pornô em terceira dimensão para Imax e, incrivelmente, até editoriais de moda estão dando este tom para suas primeiras experimentações.

O primeiro ensaio de moda que precisa de óculos para ser devidamente apreciado foi de Baldovino Barani em fevereiro e tem um quê moderninho, porém agora a “Vogue Itália” de setembro traz uma sensualizante Miranda Kerr saltando do papel.

As fotos, apesar de assinadas por Steven Meisel, são muito mais sensuais do que qualquer outra coisa:

Podem chamar o ensaio de conceitual, mas para mim isto é puramente sensual. E ainda estou para entender se a grande revolução do 3D não é tornar o 5 contra um cada vez mais interessante.

Em todo caso, a visão de um rapaz de óculos de papel mandando ver no banheiro é hilariante – assim como essa capa, zuuuper conceitual para ser sensual:

oi?

Guia de Viagem: 10 dicas para a Europa

seg

Post para ler com calma, salvar, guardar, compartilhar e enviar para os amigos que planejam viajar.

Esta é a última parte dos posts de 100 fatos sobre a Europa e espero sanar todas (ou quase) dúvidas que me foram enviadas. Se você tiver algo a perguntar, pergunte aqui nos comentários, de forma que a resposta fique disponível para quem quiser saber o mesmo.

Vai viajar para Buenos Aires? Veja 10 dicas para visitar a capital da Argentina!

.Baseando-me em meu mochilão de 23 dias pela Europa, passando por 7 países e 9 cidades, escrevi aqui as minhas principais dicas de viagem para vocês. Como já tenho um certo tipo de experiência com viagens internacionais, agreguei aqui alguns toques que também servem para qualquer lugar do mundo, principalmente no que diz respeito a dinheiro, às malas, às bebidas, a passeios culturais e equipamentos eletrônicos.

Se você procura por informações específicas de cidades ou países, veja estes posts: Lisboa e Madrid, Paris e Amsterdam, Berlim e Frankfurt, Salzburg e Veneza e, por fim, Roma. Se você estiver indo para os Estados Unidos, especificamente para Nova York ou San Francisco, leia também este meu post sobre minha viagem ano passado.

(Só não falo de “Disney” ou América Latina por aqui porque viajei para esses lugares há alguns anos, portanto torçam para eu ter verdinhas e viajar mais, assim dou conselhos fresquinhos! rs)


1. DINHEIRO

 

Roma

eu, “desperdiçando” 0,50€ na Fontana Di Trevi, em Roma

 

Vamos começar pela parte chata, já que várias coisas legais você já sabe. Depois de quebrar seu cofrinho e passar horas pesquisando hotéis ou indo até uma agência de viagens encomendar um pacote tradicional (ou um pacote mochilão, tipo o que fechei com a CI), você terá de calcular seus gastos.

Quando você viaja por diversos países europeus, a média de gastos com transporte público, museus e comida giram em torno de 50€ por dia, e pode inclusive sobrar se você não fizer questão de ir em restaurantes chiquetérrimos. Aliás, se você tiver condição pra isso, pode pular para o item 2.

Certo, você que também é gente como a gente mas quer ir pra Zoropa, faça o cálculo dos 50 por dia baseando-se em quantos lugares você irá. Digo isso porque algumas cidades são caras e outras super baratas. Por exemplo, se você for passar 20 dias apenas e exclusivamente em Paris, saiba que você irá gastar mais que 50, com certeza.

Em cidades “baratas” como Lisboa, Madrid, Amsterdam ou as alemãs que conheci, Frankfurt e Berlim, você certamente vai gastar menos de 50 e vai sobrar uma quantia razoável para equilibrar com as cidades caras que vierem pela frente, como Paris e Veneza. E, sim, Paris é a mais cara (das que visitei). Nós sentimos bem a diferença, pois ficamos lá 6 dias, enquanto que nos outros lugares ficamos no máximo 3 – minha viagem foi super frenética.

Com relação a gastos com compras: tudo depende do seu poder aquisitivo, mas souvenires geralmente são razoavelmente caros para o que são (a não ser na Itália, sei lá porque cargas d’água!). E uma observação idiota, mas importante: nunca, NUNCA, nunca compre postais, miniaturas e breguedet’s do lado do monumento/museu/etc. Aí ficam os pega-turistas e eles chegam a cobrar o dobro do preço de lojinhas em regiões centrais.

Última coisa: vai levar cartão de crédito? Calcule o limite de reais para euros antes de sair daqui, para não ter surpresas. Se vai viajar com traveller check ou com o Visa Travel Money (cartão de débito pré-pago), tenha cuidado também. O traveller check pode não ser aceito e o Visa Travel Money pode travar, dar uma falha, ou qualquer merda – aconteceu com a minha amiga.

Na dúvida? Leve dinheiro vivo, pelo menos para cobrir o básico (alimentação e transporte). Seja esperto e ande com a grana com você, dentro daquelas “bolsinhas” que vão por baixo da roupa. Não tem erro e você não precisa alugar cofre do hotel. Até porque, mizifio, você tá na Europa. Podem até bater sua carteira, mas jamais vão rasgar sua roupa e descobrir a “pochetinha” do dinheiro. ;)



2. FAZENDO AS MALAS

Tudo certo com a grana? Vamos à mala!

 

 

lisboa

esperando no terminal de trem, em Lisboa, apoiadas nas nossas mochilonas (eu sou a galocha de onça! hehe)

Primeira coisa: pense sinceramente no estilo de viagem que você fará. Mala ou mochilão? Se for mochilão, tenha consciência que sair daqui com mais da metade da mala cheia te dará prejuízo e você comprará uma mala nova.

Se você for de mala, IDEM. Por que? Porque, sim, você vai encontrar promoções incríveis lá e vai querer encher o resto da mala. Por mais duro que você esteja, alguma coisa você sempre acabará trazendo, então nessas horas é bom treinar o desapego e ser compacto.

Eu viajei com mochilão, porém lá pelo 18º dia da viagem troquei para uma mala de rodinhas de qualidade, que comprei com a certeza de que ela seria muito bem vinda e duraria mais várias outras viagens. Se possível, faça o mesmo.

Geralmente, malas boas no exterior custam muito mais barato do que aqui e você pode fazer um bom negócio. E não seja bobinho: ao comprar uma mala nova, considere se ela conseguirá comportar com folga tudo o que você já tem no momento além da própria mala que você viajou primeiramente, já que nem sempre ela poderá ser usada como bagagem de mão ou poderá ser despachada, conforme o peso da mala nova.

– Como escolher o que levar?

Outra parte difícil. Depois de checar a temperatura de seus locais de destino, comece a escolher roupas alguns dias antes de viajar. Depois disso, tire metade da pilha – principalmente se você for exagerado(a) – e capriche nos acessórios. Se o seu cachecol for rosa hoje e branco amanhã, o foco nas fotos vai pra isso, e não pra sua roupinha igual. Got it?

Se você for no inverno, leve boas blusas cacharrel (ou bem quentes, no caso dos meninos) e uma jaqueta, ou no máximo duas. Mais que isso é exagero e muitas vezes os tecidos daqui não nos protegem o suficiente, pois lá o frio é diferente. Sendo assim, se ao chegar lá a sua jaquetinha não agüentar, você só vai ter ocupado espaço na mala com ela e não com duas.

Tenha algumas camisetinhas básicas para ir trocando por baixo da “blusa quente”. Elas não irão sujar e você com certeza consegue usar por mais de um dia, pois por mais que você ande, confia em mim!, você não vai suar, já que o frio deles é seco (com exceção de Veneza, por motivos óbvios!).

Quanto aos sapatos? Keep it simple, a não ser que você já saiba que terá algum tipo de evento fino por lá. Um bom tênis quentinho e uma bota sem salto já são o suficientes. Para os homens, tênis e pronto! Sortudos.

(calcinhas, cuecas e meias vocês podem contar sozinhos né? 8) )


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100 fatos sobre a Europa – Parte 5

sáb

Tudo o que eu vi, o que você já sabe e o que ainda não te contaram. 100 fatos divididos pelas 9 cidades que visitei e um guia final de viagem para não faltar nadinha!

Esta é a quinta e última parte dos posts que contam tudo sobre a viagem. Se você perdeu as primeiras partes, veja aqui: primeira parte (Lisboa e Madri), segunda parte (Paris e Amsterdam), terceira parte (Berlim e Frankfurt) e quarta parte (Salzburg e Veneza).

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Segunda-feira sairá o guia de viagem com 10 dicas básicas para viajar pela Europa, que completará meu top 100! Dicas gerais e completas: como fazer a mala, escolher hotel, calcular o dinheiro (e as compras!), decidir quais museus visitar e etc. Tenho certeza que vocês vão gostar (e guardar!).

Agora, vamos à cidade eterna e o último top 10 da viagem. Com vocês, Roma (e o Vaticano)!
(todas as fotos de Roma estão em meu flickr.)
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Roma

visitei o Coliseu com chuva, o que tornou as fotos muito mais dramáticas, se é que isso é possível.
O próprio ambiente é dramático, tem energia carregada and all that jazz.
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81. Sobre a fundação de Roma:

Segundo o mito romano, a cidade foi fundada a cerca de 753 a.C.[2]. por Rómulo e Remo, dois irmãos criados por uma loba, que são símbolos da cidade. Desde então, tornou-se  centro da Roma Antiga (Reino de Roma, República Romana, Império Romano) e, mais tarde, dos Estados Pontifícios, Reino de Itália e, por fim, da República Italiana, com a unificação do país em 1871.

É por essas e outras que Roma é considerada a Cidade Eterna: além de ter sido capital de governos poderosos e agregado a si as culturas de diversos outros povos conquistados, ela ainda é guardiã do Vaticano, micropaís-sede da Igreja Católica que, apesar de contar com moeda, policiamento e governo próprios, recebe todo o apoio do governo “romano” e, obviamente, o incentivo turístico.

82. Faça questão de visitar Roma depois de Paris, se você for aos dois lugares. É muito engraçado observar como a capital francesa copiou a italiana em centenas de aspectos da organização urbana e dos monumentos, fontes e praças. Chega a ser engraçado, porque em Roma tudo é obviamente parecido, só que bem mais antigo que em Paris, então só pode ter servido de inspiração. E realmente inspirou Eugène Haussmann, urbanista responsável pela reforma de  Paris em 1840, com o intuito de transformá-la num cartão postal.
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Roma

Fontana di Trevi (que é gigantesca!), cenário de “La Dolce Vitta” (1960), de Fellini.
Praticamente um poço
a céu aberto de dinheiro de turista querendo amor e boa sorte.
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83. Se Paris inspirou-se em Roma e tem um número absurdo de pontos turísticos , Roma tem ainda mais. Só para ver todas as fontes da cidade, você vai perder umas boas horas rodando, e se quiser fotografá-las de dia e de noite, para ver as iluminações belíssimas, vai demorar mais ainda. São castelos, museus, ruínas, estátuas, fontes, pracinhas e todo um infinito de coisas pra ver. Passamos 4 dias em Roma e certamente vimos muito pouco, portanto eu recomendaria dispender um bom tempo para visitar a capital honorária do velho mundo.

84. Apesar das “ruínas principais”, como o Coliseu e o Senado romano, ficarem localizados em regiões mais centrais da cidade, Roma tem ruínas espalhadas por todos os lados (inclusive do lado do meu hotel tinha uma!), o que  prejudica a  própria ampliação da rede de metrô deles, porque toda vez que iniciam-se escavações são encontrados fósseis e materiais arqueológicos.

Entre todas as cidades que visitei, as que menos usamos o metrô foi Amsterdam, porque ele simplesmente não existe por lá! hehe Já em Roma, o metrô é pequeno (apenas duas linhas, uma norte-sul e outra leste-oeste), porém atende todos os pontos turísticos da cidade e tivemos a sorte de ficar localizadas do ladinho da estação central, que une as duas linhas.

Roma

Praça São Pedro vista do alto do domo da Basílica.  Consegue ver um rio ali?
Sim, é o Tibre, o tal rio que você ouviu falar durante anos na escola.
(agora preciso conhecer o Eufrates! Mesopotâmia rlz!
8))
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85. Você já sabe (ou poderia saber) que o Vaticano é o menor país do mundo (0,44 km²), que consiste basicamente de uma praça, a Praça São Pedro, e de prédios administrativos e museus; que é a cidade-Estado sede da Igreja Católica; que foi um acerto de contas entre governo italiano unificado e Igreja em forma de “presente territorial” dado por Mussolini ao papa Pio XI, de forma que a igreja tivesse seu próprio espaço e não metesse o bedelho na administração italiana ou romana.

O que você não sabe, *hihihi*, é que os caixas eletrônicos dos bancos do Vaticano são os únicos do mundo em que LATIM é uma das opções de idioma para ler as mensagens do banco durante a transação. Genial! 8)

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Imagens da(s) semana(s)

seg

Com a confusão da troca de servidor semana passada, além de dias extremamente entediantes, acabei ficando sem postar as “imagens da semana”. Então vamos falar logo desta última semana, que bombou muito mais!

Schmap: Roma e Veneza

Lembram-se que eu tinha mais duas fotos concorrendo a entrar no Schmap Guide de Veneza e no de Roma? Pois sim, elas foram aprovadas! O mais divertido é que na foto de Roma eu apareço, portanto quem clicou a foto, na real, foi a Lari! Vejam:

eu, vermelhinha, no Arco de Constantino, em frente ao Coliseu

a famosa Piazza San Marco, coração de Veneza


(e não, eu não esqueci! Estou devendo a ultimíssima parte dos posts sobre a Europa, pra falar de Roma e do balanço geral da viagem. Jajá sai!)

Curta-metragem Minerva


Sexta-feira me uni a colegas do terceiro e quarto ano da faculdade para gravarmos este curta aí em cima, que será enviado ao Itaú Cultural. Desta vez, fui convidada como atriz pelo Felippe Meira, meu amigo, diretor e roteirista neste trabalho. Para quem assistiu e não entendeu (ou ficou com gostinho de quero mais), é só entrar na página do vídeo no youtube e ler o conto no qual o curta foi baseado e que serviu de base para o edital do Itaú!

Joey Steakhouse

foto horrorosa tirada com o celular. Mas imaginem que isso é uma sobremesa: massa crocante de churros com doce de leite em cima, sorvete de baunilha, chantilly e cobertura de chocolate, tá?

Como vocês sabem, eu até tento, mas não consigo resistir a uma trash food de vez em quando, ainda mais se for trash food australiana! Um belo dia, de passagem pelo Tatuapé, mamãe e eu encontramos o “Joey Steakhouse”, que nada mais é que um restaurante australiano com uma excelente opção de rodízio! Sim, rodízio!

Imagine que você vai chegar lá e comer batatas com queijo e bacon, onion rings, costelinhas, jacked potatoes e o diabo-a-quatro sem ter de pagar por 2897892 pratos separados! Deu até fome, né? Então, eu adoro lá, o ambiente é legal, o preço é honestíssimo e eu não sei de mais nenhum lugar em São Paulo com essas características. Fui lá jantar no sábado e inclusive consegui um mimo com o dono do restaurante para dar aqui pra vocês… Será que alguém quer? Manifestem-se! 8)

Liberdade

Domingão foi dia de juntar a família e ir na Liberdade comer temaki, andar na feirinha, comprar pincéis de maquiagem na nova Ikesaki gigante (que eu devia ter fotografado) e tirar foto do realejo, claro. Awn.

Estadão


… Meu time não chegou na final (São Paulo, ê-ô!), mas tô na capa do Estadão de hoje junto com o Ronalduxo e a gripe suína! Pequenina, mortal e com a câmera na mão! HAHAHA 8)  Também tô na capa do caderno Link. Parabéns ao fotógrafo, Sérgio Castro, e parabéns ao Rodrigo Martins: a matéria ficou super boa!

100 fatos sobre a Europa – Parte 4

sex

Tudo o que eu vi, o que você já sabe e o que ainda não te contaram. 100 fatos divididos pelas 9 cidades que visitei e um top 10 geral para não faltar nadinha.

Esta é a quarta parte dos 5 posts que farei contando tudinho. Se você perdeu as primeiras partes, veja aqui: primeira parte (Lisboa e Madri), segunda parte (Paris e Amsterdam) e terceira parte (Berlim e Frankfurt).

Penúltimo post da série: Salzburg e Veneza.


SALZBURG

Salzburg

61. Salzburg é uma cidade pequena. Minúscula. E nós conseguimos nos perder por lá. Tipo, não se perder como em Paris, em que as ruas fazem curvas de 60º e não mudam de nome, mas se perder bonito, tipo andar 4 quarteirões à toa.

62. Apesar de parecer pequena para nós, para os austríacos, Salzburg não é coisa pouca. A cidade tem pouco mais de 150 mil habitantes e é a segunda mais importante do país, ficando atrás apenas da capital, Viena. Porém, vale lembrar que toda a Áustria abriga aproximadamente 8 milhões de pessoas, portanto tem uma população menor do que a da cidade de São Paulo. Ou seja? Seria até estranho se a vida nas “grandes” cidades por lá não funcionassem.

63. Lá é a cidade natal de Mozart e a casa onde ele passou maior parte de sua vida foi tombada. Hoje, lá funciona um museu no qual eu pude ver de pertinho todos os cravos e piano-fortes em que ele compunha, além de ver partituras originais manuscritas. Infelizmente, lá não era permitido tirar fotos, portanto ficou tudo na minha cabecinha. Foi um momento bem emocionante para mim, aliás. Além de eu já ter tocado músicas do Wolfgang, o cara de fato foi um gênio, mesmo tendo sido um dos compositores mais “vendidos” da história da música clássica.

Salzburg

64. O castelo: subimos centenas de degraus para chegar ao alto do burgo de Salzburg, já que o “bondinho” estava em manutenção.  Canseiras à parte, “Burg” quer dizer castelo ao pé da letra, porém os burgos foram espécies de micro-cidades feudais. Assim, ao chegar lá no alto eu relembrei as aulas de história de fio a pavio, pois você consegue distingüir direitinho desde as edificações para os protegidos do rei até as pequenas casinhas, onde residiam comerciantes e empregados. Isso sem contar todos os canhões que ficam apontados para pequenas janelas nas muradas do forte.

65. Quem disse que a Europa é um continente de velhinhos te enganou! Um dos lugares onde menos esperávamos ver adolescentes era a Áustria. Sabe aquela galerinha-13-anos-me-acho? Sim, sim: meia noite e todos bombando no Burger King da estação central. Praticamente uma rave no posto.

66. Esta cidade tem a catedral mais linda que eu já entrei. Nada de ouro caindo pelas paredes, nada de se sentir angustiado em meio a tanto brilho e pompa: esta igreja te acalma profundamente com a sua beleza simples. Admirei.

67. Ao mesmo tempo, nunca vi um cemitério com tantos centenários! Andamos no cemitério charmoso atrás da principal catedral da cidade e ficamos bestas com a idade das pessoas. 90 anos, pra eles, é morrer jovem! Afinal, nós não encontramos um ou dois, mas vários túmulos de pessoas com mais de 105 anos. Vida longa aos Salzburguenses!

68. Fantoches: aparentemente a cidade é bastante reconhecida por sua produção artesanal de “puppetiers”. Dentro do burgo, encontramos um museu de fantoches que exibia inclusive os bonecos usados no filme Amadeus (1984), sobre a vida do sr. Mozart.

Train


69. Momento mais emocionante da viagem:
a sensação épica de liberdade dentro do trem, vendo os alpes passarem pela janela, na fronteira com a Itália. A sensação de sorte de poder fazer uma viagem como essa. A sensação de “Deus existe” ao observar as paisagens mais lindas que eu já vi em toda minha vida. Tudo branco.

70. Tudo o que eu pensei sobre Salzburg caiu por terra quando cheguei lá. Cidade linda? Sim! Mas eu sonhei alto achando que chegaria lá e aproveitaria um “clima de lareira” gostoso e relaxaria observando a neve na janela enquanto algum loiro nórdico massageasse meus pés…. E é claro que não! Nós passamos foi frio e nada de lareira! É claro que, enfim, se pensar bem, passamos frio a viagem toda, mas lá foi com gosto:  o único lugar com temperaturas abaixo de zero. E NADA DE NEVE. Grrrr ¬¬
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VENEZA

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Veneza


71.
Você já viu em filmes, você já viu fotos, teus conhecidos que foram pra lá já comentaram, mas nada se iguala a de fato ir para esse lugar. Eu nunca fui louca pra conhecer a Itália, e Veneza parecia só uma cidadezinha bonita. Porém, ao chegar lá, me surpreendi e me apaixonei. A cidade me conquistou de tal forma que agora estou colocando nos meus planos voltar pra lá no Verão e também, obviamente, no carnaval. É simplesmente má-gi-co. E o céu na Itália é mais azul. Entendam.

72. Veneza é uma cidade cara. Nada de H&M e lojonas por lá. Ali o esquema é só Louis Vouitton, Prada, Gucci e Salvatore Ferragamo. Por essas e outras, tanto eu quanto 99% dos pobres mortais que viajam para lá, acabam ficando em Mestre, cidade vizinha e meio judiada. Uma pena, pois ela fica a apenas 20 minutos (de ônibus!) do paraíso veneziano.

73. A única coisa barata nessas mais de 100 ilhas e ilhotas é o sorvete. Sorvete que, aliás, nos conquistou: duas bolas gigantescas por apenas 1€ e que colocam Gelateria Parmalat no chinelo. Nós só não sabemos ao certo se foi a vanilla absurdamente saborosa que nos ganhou ou se foi o sorveteiro simpático com carinha de nerd-me-leva-pra-casa, só que italiano – portanto, mais sexy.

74. Veneza abriga a maior concentração de turistas por metro quadrado de todos os lugares que visitamos! Ver italianos mesmo, só se for nas lojas. Tanto é verdade que encontramos com a mesma família americana umas quatro vezes durante os dois dias que passeamos por lá. Mas, claro, lembremos que Veneza também é uma cidade puramente turística, já que nas ilhas mesmo só residem os moradores mais antigos. Até os comerciantes e lojistas costumam morar em Mestre e fazer pequenas viagens todos os dias.

Veneza


75. As gôndolas.
Sim, elas são lindas. Sim, elas existem. Sim, os gondoleiros são maravilhosos. Não, eu não andei. Por que? Porque por apenas 20 minutinhos de passeio, eu e Lari teríamos de desembolsar a bagatela de 80€, sendo que ainda por cima sentíriamos uma dupla facada no peito, já que não estaríamos aproveitando devidamente o romance do rolê. Tirei fotos e me dei por satisfeita. Virei a esquina e comprei lingeries made in Italy maravilhosas em promoção por um quarto do que eu gastaria na gôndola. Melhor, não? 8)

76. Se antes nós ficamos impressionadas com quadros gigantes, em Veneza vimos paredes inteiras pintadas a óleo no Museu São Marco. Aí sim vimos a maior pintura a óleo do mundo, só não me pergunte sobre o que era nem quem pintou: vimos tanta coisa que, na terceira sala depois da “maior pintura”, já tínhamos esquecido tudo. ¬¬

77. Como esquecer? Nos sentamos à beira de uma ponte charmosa para almoçarmos una bella pizza de mussarela, champignons, tomate e prosciutto (presunto cru delicioso!) e acabamos batendo um papo com um engenheiro espanhol que mora na Alemanha e vem constantemente ao Brasil resolver negócios com a Itaipava, Coca-cola e N outras empresas gigantes. A conversa foi longe, o rapaz senhor homem deu até um cartão para mandarmos e-mail para ele. Chaveco? Imagina… Pagou inclusive nossos capuccinos. Obrigada, viu? O papo foi ótimo, mas passei a bola pra Lari. hehe 8)
(continuo o assunto da pizza no post sobre Roma!)

78. Sem dúvida alguma, a cidade vai desaparecer. Você pensa que a situação não é tão problemática, que a cidade vem afundando apenas “alguns centímetros”, mas chega lá e vê casas e prédios com o primeiro e o segundo andar totalmente inutilizados pela invasão da água. Casas em que é possível enxergar apenas o batente superior de uma porta chique deteriorada e uma janela fina transformada em “passagem”… Portanto, se você tem vontade de conhecer a cidade, não espere mais 20 anos até ganhar na loteria. Viaje, veja, visite porque o lugar é lindo, é histórico e vai acabar. Não existem estimativas concretas de tempo para isso, mas o aviso está dado.
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Veneza

79. A famosa Piazza San Marco sofre com enchentes diariamente, devido a elevação das águas do rio que banha as ilhas da cidade. De manhã, plataformas de madeira são posicionadas por toda a praça para que os turistas possam andar. Às 11 da manhã já está tudo sequinho, mas se você for azarado, pode acabar tendo que enfrentar uma enchente nessa mesma paisagem assim.

80. Não, gente! O rio não fede, não cheira mal! Pelo menos não no inverno, né? hehe 8)

No próximo e último post sobre a viagem: Roma e as considerações finalíssimas sobre toda a viagem. Aguardem! 8)