
ah, o turismo!
Já falei de muitas coisas nos meus guias de viagem, mas faltava comentar melhor um item: o uso do telefone celular lá fora.
Com a popularização dos aparelhos desbloqueados, muita gente costuma levar seu telefone daqui e trocar por um chip com uma linha local ou então comprar um telefone baratinho na própria cidade – esses dois jeitos são bons para quando sua viagem for um pouquinho mais longa, com mais de um mês de duração.
Nunca fiz nenhuma destas táticas, mas já vi bastante gente falar que super funciona, especialmente se você vai precisar falar bastante por telefone com locais. A @Baunilha, super-embaixadora da STB, contou bastante como funciona essa tática para os Estados Unidos neste post aqui.
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O ROAMING: E SE EU QUISER USAR O MEU TELEFONE COM A MINHA LINHA?
Se eu pudesse dar uma dica esperta, de amiga, a dica seria: não faça ligações no exterior com o seu celular. Mas, como todos sabem, sempre pode rolar uma emergência e ter o telefone na mão rapidinho é uma praticidade sem igual, especialmente se você estiver indo para um lugar como Paris, que não tem muitos telefones públicos e são poucas as casas de locutório próximas aos pontos turísticos.
Você pode checar todas as tarifas direto com a sua operadora, mas geralmente uma opção tão prática quanto telefonar, só que mais barata, é o envio de mensagens de texto.
Dependendo do seu plano (o meu é pós-pago da TIM), você consegue habilitar o roaming sem taxas extras e pode receber mensagens de texto normalmente, sem pagar por elas. Você paga apenas pelas mensagens que enviar e, é claro, a mensagem é mais barata que o minuto da ligação.
Como os brasileiros andam viajando bastante, a maioria das operadoras já fornece pacotes de ligação e de dados (ou só de ligação ou só de dados) para você montar como mais lhe agradar. O site da minha operadora, a TIM, é meio confuso, mas nessa página dá pra ter uma ideia dos preços.
Já viajei três vezes com o celular em roaming: na primeira vez, para a Europa, apenas habilitei o telefone para trocar mensagens com a minha mãe que estava no Brasil.
Nas duas últimas vezes, fui para a Argentina e para Europa usando um plano pré-pago de internet: paguei antecipadamente por um pacote de dados e fiquei com o celular livre para fazer outras coisas se eu quisesse (pagando o preço mais caro, é claro).
Como muita gente me pergunta, já adianto: não paguei os olhos da cara pela internet 3G, mas só usei em casos de extrema necessidade. Vamos entender melhor…
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