Um Keyboard Cat pra vida real

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QD pra comprar///

Bichinho de pelúcia é coisa de criança, mas realmente, como estamos na semana da criança e eu nasci na digníssima data 12/10, me vejo em total direito de pedir para um adulto responsável um belo Keyboard Cat como esse:


Vai ser lançado? Vai entregar no Brasil? Acompanha pilhas? É piadinha? NÃO FAZ ISSO COMIGO, já tô imaginando esse pequeno notável na minha mesa tocando a cada piada tosca que rolar na redação!!! *_____*

ps: Se isso for trollagem, já tô em depressão.

A voz continua a mesma, mas os meus cabelos…

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Conhecem aquele clássico da propaganda nacional com os shampoos Colorama? Então, senti essa mesma vibe de “minha voz continua a mesma, mas os meus cabelos, quanta diferença!” no projeto Young Me, Now Me.

A ideia é que as pessoas reproduzam com seu rostinho e roupinhas de hoje as suas fotos favoritas do passado, tentando ao máximo manter o sentimento da foto. É tipo registrar novamente aquela sua foto feliz embaixo da árvore de natal ou lambuzado de macarrão até as orelhas – e rindo como se não houvesse amanhã.

As melhores imagens farão parte de um livro e no site dá para você encaminhar o seu “now me”. Dá uma olhada em alguns dos concorrentes:
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Recordar é viver, né? 8)

A nova carreira da Barbie: vlogueira

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Vontade de voltar a ser criança em 5, 4, 3….

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não sei se é “novidade velha”, mas é digna de post mesmo assim!

Caí no site da Mattel por acaso e tive a digníssima surpresa de encontrar seu mais novo lançamento: a Barbie Video Girl. Em seu colar, a loira tem uma câmera filmadora (!) que vai registrando tudo por onde ela passa. Os controles e o visor do que está sendo filmado ficam nas costas da bonequinha, devidamente disfarçados por seu capuz.

Para completar, a bicha vem com um cabo usb rosa para que os vídeos sejam descarregados e  traz um software de edição de vídeo super amigável e, claro, pink. No site também há uma área de dicas de como fazer bons takes com a boneca e sugestões de roteiros para gravar.

Tudo bem que não é lá uma baita qualidade de imagem, mas eu me lembro muito bem do estardalhaço que foi quando a Barbie  falante foi lançada e consigo imaginar a febre que essa aí vai causar.

Como arma de divulgação, a Mattel convidou uma “vlogueira” americana para conhecer o processo de manufatura da Barbie Videogirl e já encontrei um vídeo feito com a própria, intitulado “Um Dia Com a Barbie”:


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A câmera é porqueta, como diria meu amado professor de tecnologia, mas quem se importa? Eu quero porque é Barbie!, agora videologger, cameragirl, videogirl, whatever…! 8)
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ps: e pra geek nenhum botar defeito, dá pra comprar online, tá?
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“Toy Story”: Que bela fase!

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… Porque só assim para resumir o que eu senti ontem à noite, assistindo “Toy Story 3”.
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Lançado em 1995, “Toy Story” foi o primeiro longa-metragem da Pixar e é também considerado o primeiro longa-metragem em animação digital da história.  Sua trama traz o dilema do brinquedo “antigo” versus brinquedo “moderno”, estilizado na figura de Woody e Buzz Lightyear. Marcou época.

Eu tinha apenas 7 anos, vi o filme no cinema e um pouco depois meu primo, na época com um aninho, ganhou o VHS (!) – e eu ia até a casa dele só para assistir de novo e de novo:

Quatro anos depois, veio “Toy Story 2”. Lembro-me que também vi no cinema, e desta vez levamos meu primo junto, já que era a sequência do filme que ele tinha em casa e adorava. Na época eu estava naquela fase chatinha de pré-adolescente  e lembro que não dei o devido valor ao filme, mas nunca me esqueço das cenas dentro da loja de brinquedos:

Ontem, mais uma vez me emocionei com o trabalho da produtora e posso dizer que “Toy Story” marcou época – e também a minha vida. Foi através destes filmes que me encantei com animação e com a trama simples, cheia de significado por trás. Além disso, posso dizer que foi a Pixar que me apresentou ao formato do curta-metragem, já que sempre que eu ia ao cinema tinha um “filminho legal” antes de começar a história para valer.
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Em “Toy Story 3”, Andy está indo para a faculdade e finalmente tem de dar um destino aos seus brinquedos: lixo, sótão ou doação? A decisão atinge a todos, inclusive à mãe, que  acaba confundindo sótão com lixo e começa toda a confusão, fazendo os bonecos se unirem não só para tentar voltar para seu dono, mas também para que se sintam vivos e sejam “brincados” uma última vez por Andy.

O final é totalmente emocionante e faz derramar lágrimas e, bem, Barbie e Ken são uma atração à parte e dão alívio cômico para esta história claramente direcionada às crianças que cresceram.


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Rever “Toy Story” e assistir “Toy Story 3” diz muito sobre a própria história da Disney e sobre a atual revolução do 3D. Percebemos o quanto a animação melhorou desde o primeiro filme, mas o quanto isso não significa nada para que um excelente enredo chegue às telonas.

Em todo caso, para encerrar de vez  a briga da boa história com a alta tecnologia, o terceiro filme estrelado por Andy, Buzz e Woody é introduzido por “Dia & Noite”, curta que metaforiza a questão usando dois personagens antagônicos que carregam em si animações 2D e 3D e que, quando menos esperam, descobrem que se completam totalmente.

Veja um preview (e assista no cinema em 3D para ter a experiência completa!):
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Parabéns, Pixar! 8)

ps: para quem gostou do superhiper metrossexual Ken, a Pixar fez outros vários mini clipes com o personagem. É genial! Dá para ver no canal DisneyPixar no Youtube.

ps2: se quiser ter ideia do quanto estes danados evoluíram, recomendo os DVDs com curta-metragens deles. Muito bons!

Todas as cartas do mundo

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post secret.

As cartas mais importantes da minha vida foram escritas em papel de pão. Guardanapos. Bordas de sulfite.  Improvisadas. Tanto as que mandei quanto as que recebi. E por cartas entenda-se bilhetes, mensagens ou qualquer outra coisa importante o suficiente para ser escrita e não simplesmente dita sem registros, ou para ser escrita simplesmente porque ambas as partes não conseguiriam verbalizar com sobriedade tais palavras ao vivo.

Conversas importantes ganham espaço na tela do MSN ou na telinha do celular, em SMS’s mal digitados, muitas vezes com dedos trêmulos, ou desfalcados por outra atividade mais importante, como dirigir. Em outros casos, assuntos saem debaixo do tapete em e-mails não revisados e cheios de conteúdos mal resolvidos. E-mails e cartas que se repetem, mudam-se os remetentes, não os assuntos. Alguns recados que vamos receber a vida inteira – e de novo e de novo.

Por algum motivo, as cartinhas e cartões bonitinhos, programadinhos e sem sentido amplo vão abandonando nossas vidas conforme ficamos mais velhos, até que se atinge um ápice  e eles voltam a tornar-se simples cartões. De qualquer modo, no meio do caminho os cartões de Natal vão ganhar assuntos maiores do que só a comemoração. Cartões de aniversário vão celebrar outras conquistas. Cartões de desculpas vão trazer uma longa história…

Na infância ficam os greeting cards puros e simples, os papéis de carta perfumados e as sulfites coloridas que só serviam para dizer para tal amiga ou amigo o quanto eram importantes. Lembrar a alguém o quanto ele significa é simplesmente ótimo, mas por algum motivo também deixamos de fazê-lo ao longo da vida, de forma que mesmo com esses tais amigos de infância brigávamos por bilhetinhos mal escritos no meio da aula – e não nos papéis de carta da coleção.

Hoje, essas pessoas não nos mandam mais cartinhas cheirosas, mas lembram vez ou outra de encaminhar um e-mail com piadas, e de uma certa forma você se lembra que aquela pessoinha ali ainda  sabe que você existe, pois enviou a charge sabendo que teria tudo a ver contigo. Ou não. Ou seu amigo encaminha tudo para todo mundo, e se você não passar adiante terá sete anos de azar.

De qualquer modo, a vida também não permite que vocês se encontrem mais. É mais fácil discutir a relação por MSN, se um dos dois estiver online e o outro topar falar mesmo aparecendo offline. Algumas conversas às vezes serão longas, outras breves, porque a internet é fria e sempre alguém não vai entender por completo o que o outro quer dizer. Antes o telefone era assim, hoje é a web, amanhã sabe-se lá o que.

Sei que muitas dessas conversas eu gostaria de ter guardado, gostaria de não ter perdido de um chip de celular para o outro, de ter arquivado os papos no computador aquela semana, de não ter deletado aqueles e-mails todos num momento de raiva. As fotos até entrariam na mesma categoria dos bilhetes, mas elas são só versões para papéis de carta perfumados.

As mensagens mais importantes vieram por escrito e estão guardadas. As que sumiram durante um momento de fúria talvez não valessem espaço na minha memória.  Posso até não procurá-las, posso até não abrí-las, mas o fato de estarem ali me fazem pensar que guardei vivo o acontecido, algo que eu jamais seria capaz de fazer com uma conversa ao vivo.

Descubra o seu futuro no amor!

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Mas só de brincadeirinha, tá?
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Lembram dessa brincadeira? Eu e minhas amigas vivíamos com um desse na mão, todo colorido, pintado de canetinha ou lápis de cor, pena que eu não lembro o nome! Alguém lembra?

Revivendo o toy de infância, a Pop + Shorty lançou o seu próprio “fortune teller”! Por apenas $4 você recebe duas folhas destas e aí é só dobrar e brincar. Fofo, não? E tudo isso é para as moçoilas se prepararem para o Valentine’s Day, o dia de São Valentim que é, em quase todo o mundo, o “dia dos namorados”.

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As comemorações de São Valentim acontecem no dia 14 de fevereiro. A data não serve só para amantes e nem se restringe ao “amor carnal”: o Valentine’s Day está mais para “dia do amor”. É uma data para presentear entes queridos e lembrar o quanto eles são importantes, de forma que pais, filhos e amigos podem se presentear à vontade!

Muito mais democrático, não? Aí nenhum solteiro fica melancólico! 8)