“Alice…”, “O Rei e Eu”, o bistrô Robin des Bois e o novo italiano, Aldina – Imagens da Semana

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E de novo o foco é nos restaurantes, mas desta vez foram duas descobertas incríveis. Gostei demais de ambos e quero voltar! Na tela:

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“ALICE…”, EM 3D

Demorei uma eternidade para assistir “Alice…” se considerarmos o dia em que o filme estreou. A versão de Tim Burton chegou aos cinemas por volta do dia 20 de abril e eu cheguei inclusive a ser convidada para uma pré-estreia e não pude ir. Com isso, fui adiando até conseguir comprar ingressos no raio do IMax (tipo assim, muito complicado, se você quer sentar num lugar bom).

Sendo assim, domingo fui ao shopping para resolver uma coisa, não consegui e tá-dá, uma sessão começava logo mais. Eu e o Rafa nos olhamos, refletimos e mandamos o IMax para o inferno. E, bem, eu assisti. E não, não gostei.

Eu sei que todo mundo já viu e que muita gente amou, mas para mim, não deu. Costumo seguir a política de não escrever sobre coisas que não gostei, a não ser que elas cheguem ao ponto de me indignar, então, enfim, sr. Tim Burton com sua Alice me indignou. Logo, podem esperar um post chato sobre o filme em breve.

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ALDINA

Uma descoberta fantástica em termos de restaurante moderninho que preserva elementos bons da culinária tradicional. O Aldina fica na Vila Madalena em São Paulo, tem um preço excelente, um ambiente delicioso e um tiramissú de matar de tão bom. E, claro, os pratos são deliciosos – e italianos. Levei a mamãe lá no sábado e fica aqui uma dica para os meninos: é um lugar excelente para impressionar num jantar romântico sem ter de gastar os olhos da cara! ;)

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“O REI E EU”

Foto da cortina, antes de começar, já que obviamente não se pode tirar fotos durante o espetáculo, né? Mas, enfim,  o musical “O Rei e Eu” está em cartaz no Teatro Alfa e entrou para a minha lista de musicais favoritos que já vi ao vivo.  Já assisti alguns espetáculos do gênero e talvez onde eles mais pequem seja no fato de momentos importantes da história serem simplesmente cantados e não falados, ou mesmo terem roteiros ingênuos demais. E bem, por esses motivos é que muita gente também odeia musical.

“O Rei e Eu” simplesmente não erra em nada. Além de ser uma produção belíssima e com ótimos atores em cena, a trama é leve e descontraída, além de não denotar em nenhum momento qual será o desfecho. Fui ao teatro sabendo simplesmente que a peça contava a “história de uma professora inglesa que vai dar aulas para os filhos do rei do Sião no século XIX” e me deixei levar. No site deles, tem fotos e vídeos da preparação do elenco para a peça. Os figurinos são absurdamente bem pensados e valem a ida ao teatro. Recomendo!

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O BISTRÔ ROBIN DES BOIS

meu prato: magret de pato com ratatouille e cuzcuz marroquino

Restaurantes franceses são, por excelência, lugares para impressionar num jantar romântico. No caso do Robin des Bois, existem três ambientes, sendo que um deles é externo. Optamos por este, pois a noite estava uma delícia e morninha (bem ao contrário desses últimos dias!), e jantamos à luz de velas, Rafa e eu. Sem enrolação? Foi perfeito. Para quem curte frutos do mar, o bistrô tem muitas opções também. Vale a pena!

The IMAX Experience: “Avatar”

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Sem spoilers, juro e prometo. Mas prometam que vão assistir esse filme no IMAX, tá? Sim, no Imax. Baixar ou ver em qualquer cineminha 3-D não vale!

James Cameron  com Sam Worthington, protagonista de “Avatar”

Você levanta de manhã, pega seu jornal, faz um afago na cabecinha do cachorro. Veste um roupão, calça os pés numa pantufa felpuda e desce os 350 degraus da escadaria de sua mansão lentamente. Dá bom dia para o James. Dá bom dia para a dona Mercedez. Senta à mesa e morde um brioche, beberica um cafézinho, abre o jornal e lê: “‘Avatar’ supera ‘Titanic’ nos livros dos recordes”.

Até aí, normal. Notícia de cultura, de cinema, da Ilustrada. Mas imagine que você, que afagou o cachorro (e passou mais manteiga no pãozinho depois de ler isso), é James Cameron, o diretor responsável pelos dois maiores lançamentos da história do cinema: “Titanic”, e agora “Avatar”. E imagine que, depois disso, você pode levantar e ir até o troninho fazer um número dois e acompanhar o restante da notícia dispondo de rolos de filme 35mm para limpar a buzanfa. Sim, porque você só pode estar trilhardário neste exato momento!

Tá, piadas à parte, eu assisti “Avatar”.  Com muita luta, cartão de crédito e antecedência de 12 dias, conseguimos comprar pela internet entradas para assistir a segunda maior bilheteria da história – até semana passada faltavam míseros 2 milhões para o filme dos seres azuis chutar de vez “Titanic” do topo do ranking e, bem, depois disso parei de acompanhar porque eu, pessoalmente, prefiro Jack e Rose a Jake e Neytiri (sim, os rapazes tem nomes parecidos).

O bafafa era grande e eram também trocentas e uma acusações de plágio por parte do sr. Cameron com relação ao roteiro de seu longa. Primeiro compararam o argumento do dito cujo com o de várias histórias em quadrinhos, depois compararam-no take a take com “Star Wars” e, por fim, até “Pocahontas” entrou na dança (e se você não quer spoiler, rezo para você não ter visto “Pocahontas”, porque tem certa semelhança mesmo aí, fazer o que):

argumento de “Pocahontas” rabiscado para virar o argumento de “Avatar”

Saímos de casa sem esperar muita coisa. Apesar de todo o bafafá, tenho uma certa resistência com filmes que prezam por muita ação e pouco conteúdo dramático, principalmente quando o maior falatório fica em torno da tecnologia e dos efeitos especiais – e o Rafa estava comigo nessa.

Quer dizer, na minha humilde opinião, não é preciso desenvolver um software durante 12 anos para contar uma boa história. Desenvolver um software durante tanto tempo pra contar uma história tão acusada de plágio me dá, na verdade, é uma bela preguiça.

Mas fomos. Primeiro que o Imax do Boubon Pompéia (infelizmente o único de São Paulo, por enquanto) tem lugares marcados e não se assuste se muitos infelizes da sala não respeitarem isso. Um conselho? Tente chegar cedo e sente logo no lugar que comprou. É bem capaz de que se você chegar com as luzes apagadas tenha de tirar algum engraçadinho da sua poltrona.

Sendo assim, após gongarmos dois engraçadinhos de nossos assentos, colocamos os óculos 3-D mais pesados de nossas vidas e mergulhamos num universo de luzes e cores numa tela gigantesca (do chão até o teto!) com o suporte de um som envolvente.

parte da expedição em Pandora: Jake (Sam Worthington), Grace (Sigourney Weaver),
Norm (Joel Moore) e Trudy (Michelle Rodriguez)

Sem muitas explicações nem muitas delongas, James Cameron nos leva para um mundo novo: para Pandora. Lá, humanos gananciosos tentam a todo custo extrair um precioso minério e trazê-lo de volta para a Terra e assim ficarem ricos, milionários e essas coisas todas que norte-americanos vilões querem à custa alheia.

O problema é que a convivência com os nativos, os Na’vi, não é nada pacífica, e daí surge a ideia de criarem os tais “avatares”, espécie de corpos criados a partir da mistura do DNA humano com o nativo para tentar conversar de igual para igual com a população.

Os “bonecos” criados pelos humanos se embrenham na selva de Pandora e tentam se misturar e enfrentar as criaturas bizarras que por lá existem. O ambiente é lindo e  brilhoso, mas não se engane, pois nunca se sabe quando um brontossauro misturado com mamute de seis patas pode querer te perseguir  num ambiente tão inóspito e com ar tão carregado de gases tóxicos que qualquer pessoa morreria em segundos sem uma máscara de oxigênio.

Bem, a parte dos bonecos todos já devem ter entendido, afinal falaram só um pouquinho do filme por aí, então não vou prolongar muito: eis que no meio do antro do exército humano, no meio daqueles que planejavam mesmo era detonar tudo, queimar os bichos azuis e pronto, surge um rapaz iluminado que consegue estabelecer uma conexão com a população local de forma jamais vista.

Jake (Sam Worhington, de “Exterminador do Futuro – Salvação”) é tipo o messias, o iluminado, o_cara, e quase não vai para a missão, pois ele está ali apenas substituindo seu irmão gêmeo falecido,  seu duplo-nerd que havia estudado Pandora por anos e anos e estava tendo seu “avatar” criado em laboratório por bizilhões de dólares. Jake, além de não saber de nada sobre o planeta onde foi parar, é paraplégico e conta só com as habilidades de um fuzileiro que faz piadinhas sem graça.

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O press kit de “Alice No País das Maravilhas”

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Achei simplesmente incrível o press kit de “Alice No País das Maravilhas” que a imprensa americana está recebendo da Disney. São livros e mini livros recheados de fotografias do filme:
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O vídeo foi feito pela equipe do Latino Review e depois de colocarem o pen drive no computador, descobre-se que o conteúdo não é nada demais, é tipo… Meia dúzia de fotos e o trailer, mas só pelas caixinhas e fotografias já tá valendo, não?

Será que a imprensa brasileira também irá receber? Começo agora a campanha “Disney me manda um!” e “Disney me chama para a pré-estreia no IMAX!”. 8)

Via Idea Fixa

Tutorial de Maquiagem de “Avatar” e as primeiras televisões 3D

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Podem me chamar de chata, mas é isso que acontece quando todo mundo resolve que pode fazer tutorial de maquiagem:

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Dei muuuita risada com ela, mas agora, falando sério, desejo seriamente que o Imax da Pompéia abra novas sessões deste filme para o fim de semana que vem. Caso contrário, vou me sentir o último dos seres humanos por não ter uma opiniãozinha sequer sobre “Avatar”, o longa de James Cameron que aparentemente está revolucionando o que todo mundo conhece como 7ª arte.

Não importa se o filme tem roteiro pobre ou chupinhado, o fato é que o formato de sua exibição é inovador e é isso que vale a pena: com o anúncio de que há tecnologia disponível para o lançamento das primeiras televisões comuns em 3D, é bom ficarmos de olho.