Tag: humor


… Porque só assim para resumir o que eu senti ontem à noite, assistindo “Toy Story 3″.
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Lançado em 1995, “Toy Story” foi o primeiro longa-metragem da Pixar e é também considerado o primeiro longa-metragem em animação digital da história.  Sua trama traz o dilema do brinquedo “antigo” versus brinquedo “moderno”, estilizado na figura de Woody e Buzz Lightyear. Marcou época.

Eu tinha apenas 7 anos, vi o filme no cinema e um pouco depois meu primo, na época com um aninho, ganhou o VHS (!) – e eu ia até a casa dele só para assistir de novo e de novo:

Quatro anos depois, veio “Toy Story 2″. Lembro-me que também vi no cinema, e desta vez levamos meu primo junto, já que era a sequência do filme que ele tinha em casa e adorava. Na época eu estava naquela fase chatinha de pré-adolescente  e lembro que não dei o devido valor ao filme, mas nunca me esqueço das cenas dentro da loja de brinquedos:

Ontem, mais uma vez me emocionei com o trabalho da produtora e posso dizer que “Toy Story” marcou época – e também a minha vida. Foi através destes filmes que me encantei com animação e com a trama simples, cheia de significado por trás. Além disso, posso dizer que foi a Pixar que me apresentou ao formato do curta-metragem, já que sempre que eu ia ao cinema tinha um “filminho legal” antes de começar a história para valer.
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Em “Toy Story 3″, Andy está indo para a faculdade e finalmente tem de dar um destino aos seus brinquedos: lixo, sótão ou doação? A decisão atinge a todos, inclusive à mãe, que  acaba confundindo sótão com lixo e começa toda a confusão, fazendo os bonecos se unirem não só para tentar voltar para seu dono, mas também para que se sintam vivos e sejam “brincados” uma última vez por Andy.

O final é totalmente emocionante e faz derramar lágrimas e, bem, Barbie e Ken são uma atração à parte e dão alívio cômico para esta história claramente direcionada às crianças que cresceram.


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Rever “Toy Story” e assistir “Toy Story 3″ diz muito sobre a própria história da Disney e sobre a atual revolução do 3D. Percebemos o quanto a animação melhorou desde o primeiro filme, mas o quanto isso não significa nada para que um excelente enredo chegue às telonas.

Em todo caso, para encerrar de vez  a briga da boa história com a alta tecnologia, o terceiro filme estrelado por Andy, Buzz e Woody é introduzido por “Dia & Noite”, curta que metaforiza a questão usando dois personagens antagônicos que carregam em si animações 2D e 3D e que, quando menos esperam, descobrem que se completam totalmente.

Veja um preview (e assista no cinema em 3D para ter a experiência completa!):
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Parabéns, Pixar! 8)

ps: para quem gostou do superhiper metrossexual Ken, a Pixar fez outros vários mini clipes com o personagem. É genial! Dá para ver no canal DisneyPixar no Youtube.

ps2: se quiser ter ideia do quanto estes danados evoluíram, recomendo os DVDs com curta-metragens deles. Muito bons!

Postado por loverox

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Tudo o que você sempre quis dizer para o seu amigo que ainda usa @hotmail mas tinha medo de magoar:

Mais um infográfico que amei – e mil desculpas para quem ainda usa hotmail. E aliás, como você consegue?!

Via Blame It On The Voices

Postado por loverox

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Ou você achou que eles ficariam a vida toda vestindo a mesma roupa, morando na mesma casa, tendo os mesmos vizinhos e os mesmos coleguinhas?

Num mundo maluco, eles estudam todos nos mesmo campus, se encontram nas festinhas, no meio do pátio e dão até uns pegas no meio da sala de aula. Coitadinho do Doug Funnie…!
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Postado por loverox

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e não vou reler “Alice…”.

Não sou tão apegada a ambientes, pessoas ou fases. Às vezes penso que quando tiver de passar vai passar e foi assim com formatura de escola e faculdade, já que ambas só me emocionaram no último segundo possível.

É claro que eu não acho que tenho a virtude de aproveitar tudo a todo segundo, o hoje pelo hoje, carpe diem e toda essa filosofia bonita, facilmente destrutível numa segunda-feira chuvosa. Só acho mesmo é que, de alguma forma, eu encaro fases como… Fases. E isso não se encaixa com os livros. Livros são eternos.

Parece óbvio, mas vou explicar. As músicas que eu mais ouço hoje com certeza não serão as que eu mais ouço amanhã, nem depois, nem ano que vem, mas as páginas que me emocionaram há 5 anos provavelmente ainda me emocionam hoje, ao menos pela lembrança da minha própria imaginação.

Nunca reli livros pois tenho medo de não ter a mesma interpretação inocente da primeira lida, interpretação que obviamente não vou ter, mas guardo-os todos na estante. Morro de raiva até hoje de não ter meia dúzia de títulos que li emprestado e não comprei – e sei lá porque cargas d’água ainda não comprei.

“Hell – Paris 75016″ é um exemplo. Marcou muito há 7 anos quando li, mas provavelmente não saquei o cartão de crédito da carteira ainda pois cairia na tentação de ler o humor sórdido da Hell de novo quando o pacote chegasse em casa. Só que sabendo o final.

Fui perceber que me apego aos personagens dos livros quando demorei pra terminar a saga “Crepúsculo”. Se você não gosta da série, te respeito, e pode substituí-la por um livro que você goste qualquer, pois  não é dela que quero falar, e sim do tempo absurdo que levei para findar o quarto livro. Enquanto li o segundo e o terceiro em, sei lá, no máximo 5 dias, enrolei enquanto pude com o tal “Amanhecer”.

Eu queria saber o fim, eu estava morta de curiosidade, mas acho que não queria dizer adeus ao vampirão e a Bellinha desastrada. Eu não queria pensar que o drama deles teria fim e que o felizes para sempre não renderia mais história para euzinha, pobre leitora de um mundo mortal sem seres mágicos.

Aí olhei pra trás e lembrei de outros episódios semelhantes, com outros livros, outros autores. Ontem abri uma caixa na bagunça do meu quarto novo (não tão novo, mas novo no quesito “ainda não organizei tudo”) e encontrei um livro que li no comecinho do ano passado, o “É Claro que Você Sabe do Que Eu Estou Falando”, da escritora, artista plástica, videoartista e um monte de outras coisas, Miranda July.

E hoje se eu pudesse te recomendar um livro de crônicas, de boas e intrigantes histórias curtas ou mais longas, escritas todas de um jeito realmente original, com tramas realmente originais, eu recomendaria “É Claro Que Você Sabe Do Que Eu Estou Falando”.

Recomendaria com 90% de certeza, pois os outros 10% pertencem a última crônica do livro. Não, não li a última. Não quis me despedir.

Postado por loverox

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Michael Bertovitch e Fabiana Karla em cena da peça “Gorda”, em cartaz em São Paulo

Como eu mesma disse quando apresentei a peça por aqui para a promoção, “Gorda” dá a leve impressão de ser uma comédia, do tipo “vou para o teatro rolar de rir e devo pensar um pouquinho”, assim como as boas comédias fazem.

Algo na sinopse me deixou com a pulga atrás da orelha, e mais ainda o fato do ator Michael Bertovitch ter sido indicado ao prêmio Shell. Não que comédias não concorram, não estou dizendo isso, mas apenas me atentei ao fato de que uma boa carga dramática devia acontecer ali, na parte masculina do casal, e não na moça gordinha do título da peça, interpretada por Fabiana Karla, atriz de “Zorra Total”, que empresta sua fama voltada para a comédia para contribuir com a bela surpresa que é este espetáculo.

No palco, eles são Tony e Helena, casal que se conhece por acaso num self-service. Ele comendo tofu, ela pudim. A bibliotecária carrega uma sacola de DVDs que se torna o assunto do par, e o executivo descobre que existe vida inteligente acima do manequim 44 (ou algo assim, texto da própria personagem).

Vidrado no alto-astral da moça, ele resolve deixar seu próprio preconceito de lado e mergulhar no relacionamento. Apaixonados, os dois passam a viver uma história linda, mas na escuridão. Enquanto Helena procura entender o porquê do namorado nunca levá-la para conhecer os amigos, ele passa o tempo se revezando entre os comentários de um colega de trabalho obcecado por mulheres de corpo perfeito (Mouhamed Harfouch) e uma ex-ficante (Flávia Rubim), também do trabalho. Uma garota narcisista que não consegue entender como foi trocada por uma… “gorda”.

Flávia Rubim em cena

Em pouco tempo, a plateia percebe o quanto os três personagens daquele escritório tem lá seus problemas. A mocinha que não consegue suportar o fora, o colega de trabalho que é traumatizado com mulheres gordas por situações de infância, e o protagonista, incapaz de dar um passo a frente por si próprio. Por fim, a única pessoa realmente feliz e bem resolvida é a nossa Helena, que ainda é obrigada a provar diariamente para o mundo que não está de dieta, e nem um pouco preocupada com isso.

Com direção primorosa de Daniel Veronese e um recorte de luz que praticamente fotografa os atores nos principais momentos da trama, “Gorda” tem um texto moderno e realista escrito por Neil Labute, que dá um belo soco no estômago de quem se importa com a opinião alheia – e outro em quem acha que isso simplesmente não importa.

Em tempo: é merecida a indicação de Bertovitch e Fabiana Karla ganhou aqui uma fã, pois bem sabem os atores o quão difícil é interpretar um personagem que se aproveite de alguma característica tão sua, por mais que seja física.

Sobre o papel, a atriz declarou à Folha de S. Paulo: “É muito forte o que eles dizem de Helena pelas costas. Mas o preconceito é uma coisa real. Sempre me param depois do espetáculo para contar experiências. Virei uma espécie de Leila Diniz das gordinhas. Sou a voz que representa muita gente”.

Ao final, fica a pergunta: quanto vale o espelho? E o amor?
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Postado por loverox

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Conhecida por seus papéis cômicos em “Zorra Total”, Fabiana Karla sobe aos palcos em São Paulo para dar voz a uma questão que vai muito além do humor puro e simples.
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Na comédia dramática “Gorda”, de Neil LaBute, a atriz vive Helena, uma mulher com 30kg além do seu peso ideal e que vive muito bem assim, apesar dos padrões estéticos impostos pela sociedade. Casada com Tony (Michel Bercovitch), ela está sempre de bem com a vida, enquanto ele, um executivo de sucesso, se esforça para superar as piadinhas sobre sua esposa no escritório e seu próprio preconceito velado.

Com direção de Daniel Veronese, “Gorda” estreia no Teatro Procópio Ferreira em São Paulo nesta sexta-feira (12) após uma bem-sucedida temporada no Rio de Janeiro, que inclusive rendeu a Michel Bercovictch uma indicação ao Prêmio Shell de Melhor Ator.

Eu já estou curiosíssima e estarei lá no sábado, dia seguinte à estreia, para conferir esse sucesso de perto! - e você pode estar também!

Comente neste post dizendo: “Gorda? Eu quero!” e concorra a um par de ingressos
para o espetáculo neste sábado (13)! O resultado do sorteio sai na sexta-feira pela manhã
e serão contemplados dois vencedores que deverão responder o contato até às 15h.

Para quem ficou afim de ir, fique ligado, pois sortearei mais um par de ingressos no Twitter durante a semana e todo mundo poderá concorrer por lá também, até sexta-feira de manhã! Siga-me (@loverox) e twitte a seguinte frase: “Eu quero o par de ingressos que a @loverox está sorteando – http://bit.ly/9fgm57 (Siga @loverox e RT pra concorrer)!”


*atenção: deixe um e-mail válido para que eu entre em contato rapidamente e só participe da promoção se você realmente puder comparecer ao teatro! Dê oportunidade a quem realmente está afim!
;)

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Postado por loverox

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Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, 23 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil
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