E o que os homens querem, hein?

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Mais rápido do que nunca, chegou a resposta para o questionamento que lancei neste post

Todo homem adora falar que revista feminina é babaquice e, ok, em partes temos mais é que concordar com eles,  já que matérias sobre “inovar o relacionamento”, “conquistar um homem” e “apimentar o casamento” costumam ser um maremoto de clichês e sem gracisse.  Agora como uma revista feminina seria se os redatores fossem homens?

Essas chamadas de capa deixam tudo beeem claro e respondem com bom humor (ou com verdade ácida) o que os homens procuram:

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“A posição sexual que vai colocar uma aliança no seu dedo”
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“O suficiente nunca é o suficiente quando se trata de sexo”
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O que as mulheres querem, no que elas pensam, do que elas gostam.

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Imagine uma compilação de opiniões femininas sobre relacionamentos? Um estudo sem nenhum propósito científico, feito para que simplesmente os homens finalmente entendessem o que as mulheres pensam – e usassem isso a seu favor? Pois taí:

mulherada responde como gostaria de ser chamada para sair pela primeira vez no Lady Data

Ok, não se trata de um suuuper estudo e talvez o propósito “pegação” da história toda tenha deixado a pesquisa um pouquinho informal e um tanto quanto restrita, mas o “Lady Data” é um seção de pesquisa do portal do rum porto-riquenho Don Q que até pode ser útil.

No site você encontra uma compilação de respostas femininas a questões que os homens sempre quiseram saber, nunca tiveram vergonha de perguntar, mas também nunca chegaram à conclusão alguma. E, ao meu ver, a iniciativa é excelente, principalmente em tempos de emancipação feminina e de homens que parecem ter esquecido como trilhar o caminho em busca do ouro e da diversão.

Lá são conduzidas diversas pesquisas de opinião sobre a perspectiva feminina para assuntos como  mercado de trabalho, estilo, vida noturna e amor e sexo.  150 mulheres de diferentes perfis  são convidadas a responder ao seu agrado e e eventualmente deixar comentários, que aparecem com sua fotinho ao lado.

Depois, os homens curiosos que quiserem saber, por exemplo, “como convidá-la para um encontro?”, podem dar uma busca avançada nesta pesquisa especificamente e filtrar as respostas das meninas por idade, estado civil, localização e até grau de formação. Tipo, “quero saber o que uma loira universitária da Califórnia com idade entre 18 e 24 anos vai achar se eu chamá-la para sair pelo Facebook”.

Depois dessa, pelo menos os americanos não podem mais dizer que “não entendem” as mulheres! Enquanto nenhuma marca de cerveja brasileira copia a ideia, os brasileiros podem bem se basear pelas pesquisas do DonQ e por essa compilação feita pela revista Valet. Como o próprio Don Q diz, “use it wisely”. ;)

E para as meninas que querem agradar sem o menor risco de erro:  gloss da Heineken!


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Parece brincadeira, mas não é! A Heineken fez sim um gloss de cerveja e está à venda no site deles.

Mas, olha, bem que poderia existir uma pesquisa com homens também, não? Garanto que alguns parecem sofrer de TPM tanto quanto as mulheres…

Será que as mulheres são tão taradas quanto os homens?

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A discussão é velha: homens e mulheres são iguais? E se forem, até que ponto?

Eu não acho que sejamos realmente iguais, pelo contrário! Somos diferentes, ainda bem! O que importa mesmo é sermos tratados como iguais. Mas, ok, deixando o papo sexista pra lá, imaginem que um homem e uma mulher comecem uma discussão sobre qual dos sexos é mais safado.

Certo. Daí imaginem que a mulher diga: “Nós somos absolutamente tão taradas quanto vocês!” e o homem desse um jeito de provar por a+b e em vídeo que não, não somos? Pois tá aí. O vídeo é cheio de sacadinhas *intrigantes* com situações clichê que você já viveu, já viu ou pelo menos ouviu falar.

O vídeo não é 18+, mas eu não assistiria no trabalho nem com uma criança do lado…

Genial, né? Eu morri de rir! Meu namorado nem tanto. Por que será, hein? Homens… 8)

Faça a vingativa: pênis de pelúcia pra vudu (!)

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Ele não te quer mais? Te deixou por outra? Foi comprar cigarros e nunca mais voltou? Pois esse “toy” da Abitabite’s Shop vai matar toda sua sede de vingança.

São 17,8cm de pura pelúcia para exorcizar seus traumas e fazer o dele cair até a próxima encarnação. O tamanho é sempre razoável, mas tem branco, preto, amarelo e pink, caso ele tenha saído do armário depois de terminar com você.

As opções de personalização ainda compensam os $25 que custam o mimo: dá pra bordar o nome do infeliz por mais $20 se o total for de até 10 letras. Agora se além de tudo o desgraçado tiver um nome gigante, você paga $0,20 por caractere adicional. Ah, sim… Tem pra todos os gostos: circuncisado e não circuncisado.

Depois de toda essa customização, é só agulhar e acompanhar o twitter do cara. Vai que ele fica de mau humor de repente, né?

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ps: tô de brincadeira aqui ok, meninos e meninas? …
ps2: … Se bem que deve causar muito mais impacto enviar a pelucinha já agulhada para o ser em questão. Fica aí a  dica pra você que acordou Leona hoje.

1 ano, 4 meses e 20 dias com (ou sem) a Summer

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Duvidei um pouco desse filme no começo por achar que ele usaria aquela fórmula do “casal moderninho”, mas me enganei. Entrou para os favoritos.

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Joseph Gordon-Levitt, como Tom, e Zooey Deschanel, a Summer, em “500 Dias Com Ela”

Eu não sei vocês, mas eu lembrava do Joseph Gordon-Levitt de “10 Coisas que eu Odeio em Você” e olhe lá, já que no filme ele era o protagonista, mas totalmente eclipsado pelo rebelde sem causa interpretado por Heath Ledger.  O  fato é que o rapaz cresceu, não é mais um adolescente (nem parece) e agora faz o papel de um recém-formado que acredita no amor,  mas não acredita que pode ser feliz.

Fofo e um pouquinho loser, do tipo que perde o momento certo do primeiro beijo, o personagem Tom Hansen abandona a arquitetura, faculdade que cursou, para escrever cartões. Cartões de aniversário, de dia dos namorados, de condolências, de boa sorte e de qualquer outro tipo de coisa que “as pessoas querem falar e preferem que um pedaço de papel fale por elas”.

Um belo dia, seu chefe contrata uma nova assistente que resolveu mudar de cidade por puro tédio. Esta é a heroína Summer, vivida pela também cantora da ótima dupla She & Him, Zooey Deschanel. Ela é uma mocinha pela qual todo e qualquer homem poderia se apaixonar e que por isso mesmo causa alvoroço ao chegar num escritório repleto de senhorinhas, carente de um pouco de ovulação.

É praticamente instantâneo: rapazinho fofo e excêntrico detecta gostos em comum com uma gatinha estilosa e se apaixona. Como sua própria irmã mais nova – e mais experiente nos assuntos do coração que metade dos personagens – diz: “poderia ser ela ou qualquer outra. Vocês só gostam das mesmas coisas”.

Como o trailer anuncia, o filme não é uma história de amor e sim uma história sobre amor. E eu acrescento: sobre amar, ou sobre tentar. (Se você não viu o trailer, clica aqui)

“500 Days With Summer” ou “500 Dias Com Ela” nos conduz ao longo dos dias em que Summer e Tom tentaram ter um relacionamento e ao longo dos dias em que Summer já havia virado a página e apenas Tom ainda estava com ela.  Desde o início, a garota deixa claro que não quer um namorado, que não quer ser “a namorada de alguém”.

Eles vão ao cinema, passeiam por lojas de móveis, fazem compras, comem comidinhas diferentes, tentam inovar no sexo, dão risada, compartilham segredos e, enfim, fazem você que está em frente à tela se apaixonar por eles por menos apaixonada que esteja a tal Summer e por mais triste e mulambento que esteja o Tom, depois de levar o pé na bunda anunciado no próprio trailer.

O espírito livre da mocinha me lembrou Holly em “Bonequinha de Luxo” (1961), que alimentou a paixão em seu Fred e tenta fugir, mas descobre estar apaixonada realmente. Já Summer, não, talvez porque a esta altura já estejamos mais que liberados para contar uma história em que uma “mulher livre” rejeita um homem, e apesar de eu realmente gostar da trama de “Bonequinha…”, talvez se ele fosse rodado hoje o final seria diferente.

Em todo caso, são dramas que não se comparam. Aparentemente baseado em fatos reais, “500 Dias Com ela” discute os relacionamentos modernos de uma forma original e ao mesmo tempo sensível, nada parecida com a fórmula usada por estes últimos filmes à la “Ele Simplemente Não Está Afim de Você”. Desta vez, a questão principal é: o que você tem versus o que você espera.

Se você é uma Summer que tem medo ou não acredita que vai acontecer pra você, ou se você é um Tom que perdeu quem acreditava ser sua soulmate, assista.

Apesar do preconceito que o gênero causa, é uma comédia romântica para meninos e meninas sim!, com bons diálogos embalados por uma trilha sonora excelente (que eu vou comprar!), e uma edição que revira de ponta cabeça e trás pra frente os momentos desses dois que ficam muito bem juntos, mas… A vida estava lá e os separou. Simples assim.

Para quem quer ver o filme, download aqui. Quem quiser a trilha sonora, download aqui.

E se você realmente gostou e ficou querendo mais, assista o curta-metragem musical feito pelo diretor Marc Webb com Zooey Deschanel e Joseph Gordon-Levitt para divulgar o filme:

Guerra dos sexos online

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O Trivial Pursuit Experiment é um game coletivo mundial em que homens e mulheres respondem as mais diversas perguntas sobre música, tecnologia,  cinema e até besteirol.

O site é só em inglês, mas dá pra entender facinho: é só colocar sua data de nascimento, dizer se você é homem ou mulher, por seu nome e começar a responder as perguntinhas. Se você acertar, marca ponto para o seu sexo!

Quando eu entrei as mulheres estavam na frente no placar geral! Girl power! o/