
pare de jogar WAR mental.
Entre todas as batalhas internas que o homem pode ter de superar, creio que se aceitar e se impor estão entre as mais árduas, se não forem as campeãs de dificuldade. Enfrento esta há uns bons anos e me surpreendo ao ver que alguns conseguem fazê-lo de forma absolutamente natural, enquanto outros fazem disso um grande piano a ser carregado nas costas – muitas vezes por toda a vida.
Há quem tenha de se aceitar para sair do armário, outros que precisam disso para abandonar aquela graduação tradicional que só agrada à família, e outros, finalmente, precisam admitir e aceitar o fato de que são seus piores inimigos: de que são eles próprios os grandes reponsáveis por planos que não saem do papel, por exemplo.
Planos podem se tornar coisas concretas, mas nem todo sintoma de batalha interna é tão concreto assim. Quem trava uma guerra de trincheiras contra si mesmo costuma ver problemas onde não tem, criar os famosos “pêlos em ovo”.
Quem é inimigo?
Quem é inimigo de si mesmo acaba assumindo indiretas que não são para si, costuma fantasiar que um olhar torto é uma ofensa pessoal e, realmente, não encontra força para dar um passo adiante ou tentar algo diferente porque lá no fundo simplesmente tem medo de fracassar.
Insegurança pode ser o combustível para a maior parte destas situações, mas por que não dizer que o inseguro é seu maior inimigo? Porque ele é.
A insegurança faz a imaginação correr solta, criando sofrimentos antecipados e infundados e gerando ainda mais ansiedade em sujeitos que já são ansiosos simplesmente por sempre andarem com o “benefício” da dúvida.
Como mudar?
Admitir tal característica, saber que você mesmo se prejudica, dá um respiro maior entre o tempo de um pensamento petulante se tornar raiva ou tristeza. Esses minutinhos são preciosos para refletir e separar o que é sua fantasia de impotência e o que é a rejeição do outro, evitando dores de cabeça desnecessárias.
Ainda busco soluções para exercitar a auto-confiança diariamente, mas ter praticidade adianta bastante. Se cabe a dica, eliminar pequenos momentos de indecisão, pendências e dúvidas ajuda a ter mais confiança em momentos chaves.
Pode parecer bobinho, mas definir a roupa que você vai usar um dia antes resolve aquela meia hora em frente ao guarda-roupa pensando que não tem roupa, ou que você está horrível. Com essa atitude simples, sobra mais tempo para pensar no que realmente importa e começar o dia de forma mais alegre.
Para refletir sobre a questão, vale a pena ver os dois queridinhos do Oscar 2011, “Cisne Negro” e “O Discurso do Rei”, ambos com histórias de quem faz de si mesmo seu maior obstáculo.
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ps: farei mais posts de comportamento, atendendo a pedidos! A turma que gosta também dos textos sobre relacionamentos/sexo/trabalho/etc., deixe sugestões. :)
Postado por Fê Loverox
Tags: comportamento, homens, mulheres, opinião









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